No Ponto Central Do Grupo
Na Introdução ao Estudo das Dez Sefirot, item 17, é dito: “Portanto, o estudante se compromete, antes do estudo, a fortalecer-se na fé no Criador…”
Abro o livro para receber o poder da fé, o poder da doação, o poder que me permite estar acima do meu desejo de receber. Ou seja, para me conectar com outras almas e cumprir a condição da garantia mútua.
Se pensarmos que algum dia seremos capazes de cumprir o princípio “ame o próximo como a si mesmo” em um pequeno grupo, mesmo que seja apenas eu e outra pessoa, isso certamente parece irreal. É impossível que alguém tenha conseguido isso. E de fato é assim.
Mas podemos tomar a decisão de que queremos que isso aconteça, e queremos atingir uma demanda tal que, como escreve Baal HaSulam, giremos em torno dela dia e noite. E isso basta.
A cada segundo devemos verificar até que ponto estamos na força que nos puxa em direção ao centro do grupo, para que tudo o que é externo fique para trás, e tudo o que é interno se una no centro do grupo.
Cada um discerne isso dentro de si. Como posso me controlar e como o grupo pode se controlar? Somente de acordo com a quantidade e a qualidade com que uma pessoa se importa em ver a si mesma e aos outros conectados no ponto central do grupo.
Da Lição Diária de Cabalá de 10/05/2025, Escritos do Baal HaSulam, “O Arvut (Garantia Mútua)”