Nas Pegadas Do Nosso Antepassado Abraão
Pergunta: Se houver acordo no grupo para cumprir a garantia mútua, isso será suficiente para fornecer a confiança que me influenciará e me permitirá sair do egoísmo?
Resposta: É preciso aprender com Abraão como cumprir a garantia mútua. Não é à toa que ele é chamado de Av (pai) Le Am (do povo), o pai do povo, do grupo. Este é um exemplo para todos. Não importa se as condições naquela época eram diferentes ou não.
Ele foi o primeiro a implementá-la, atraindo cada vez mais pessoas para si, explicando-lhes cada vez mais a essência da lei da garantia mútua, que tipo de relacionamentos devemos ter para que o Criador se revele em nós e para que sintamos a realidade espiritual, o tipo de existência em que realmente estamos, e assim por diante. Cada pessoa pode fazer isso seguindo o caminho de nosso antepassado Abraão. Não há nada de novo nisso.
É claro que, se um grupo já existe e concorda, de uma forma ou de outra, em implementar a garantia mútua de acordo com seu nível de desenvolvimento, ou adota sua realização como o padrão mais elevado — uma meta que acredita poder alcançar por meio de sua própria correção e do apoio mútuo entre os membros —, então isso é verdadeiramente um avanço independente. Nesse caso, o grupo influencia cada indivíduo, e cada indivíduo influencia o grupo.
Não há necessidade de cálculos complexos aqui, mas apenas de internalizar esta lei e compreender que sem conexão mútua, não seremos semelhantes à luz.
Da Lição Diária de Cabalá 12/05/2025, Escritos do Baal HaSulam, “O Arvut (Garantia Mútua)”