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“Pearl Harbor – O Golpe Doloroso Que Salvou O Mundo Livre” (Linkedin)


Meu novo artigo no Linkedin: “Pearl Harbor – O Golpe Doloroso Que Salvou O Mundo Livre

Oitenta anos atrás, esta semana, e dois anos depois do início da Segunda Guerra Mundial, o Serviço Aéreo da Marinha Imperial Japonesa lançou um ataque surpresa à base naval dos EUA em Pearl Harbor, em Honolulu. Mais de 2.400 soldados e civis americanos perderam a vida no ataque e quase 1.200 ficaram feridos. Doze navios de guerra foram danificados ou totalmente submersos e 188 aviões foram abatidos. O doloroso golpe forçou os Estados Unidos a abandonar sua aparente posição neutra e declarar guerra ao Japão. Três dias depois, a Alemanha nazista e a Itália fascista declararam guerra à América, arrastando-a para a guerra na Europa. Não fosse por este doloroso golpe, é mais do que provável que o mundo teria sido muito diferente do que é hoje, e não para melhor.

Mesmo antes de a América entrar na guerra, já estava prestando assistência substancial aos aliados. Sob a Lei de Lend-Lease que o presidente Roosevelt promulgou em março de 1941, os EUA forneceram ao Reino Unido, à França Livre, à China e, posteriormente, à União Soviética e a outras nações aliadas alimentos, petróleo e outros materiais necessários entre 1941 e 1945. A ajuda também incluiu navios de guerra e aviões de guerra, junto com outros armamentos. Apesar da ajuda, os Aliados estavam perdendo a guerra. Não fosse pela intervenção da América, quem sabe se os Aliados teriam vencido.

Não podemos exagerar a contribuição dos EUA para a libertação da Europa da ocupação nazista. Em dezembro de 1941, quando ocorreu o ataque a Pearl Harbor, não havia exércitos lutando contra os nazistas e seus aliados, exceto no Reino Unido e na União Soviética. Os EUA não apenas lutaram contra os países do Eixo, mas também sustentaram as populações dos poucos países livres da Europa e abasteceram seus exércitos com armas, munições e gás.

O Japão, o agressor no cataclismo de Pearl Harbor, seguiu o caminho oposto dos Estados Unidos. Até a Segunda Guerra Mundial, o Japão era um país imperialista poderoso. Dizem que o almirante japonês Isoroku Yamamoto, que concebeu o ataque, avisou com antecedência que se o ataque não desabilitasse o poderio militar americano, isso apenas despertaria o gigante adormecido e o Japão se veria no lado perdedor.

Algumas fontes afirmam que após o ataque, Yamamoto disse: “Temo que tudo o que fizemos foi despertar um gigante adormecido e enchê-lo de uma resolução terrível”. Quer ele tenha realmente dito essas palavras exatas ou não, elas refletem seus pensamentos após o ataque, como descreve o livro de Hiroyuki Agawa, O Almirante Relutante. No final das contas, Yamamoto estava certo.

No entanto, o Japão não deixou a derrota passar sem conclusões de longo alcance e construtivas. Após essa terrível derrota, que culminou com o lançamento de duas bombas atômicas sobre cidades japonesas, o Japão resolveu deixar de ser uma potência militar beligerante e direcionar sua energia para o crescimento econômico.

O trauma da derrota na Segunda Guerra Mundial afundou tanto na psique coletiva do Japão que até hoje o país mantém sua política de não combatentes. O bônus por seu esforço é o surgimento de uma superpotência econômica que é líder mundial em indústria e tecnologia, cujas pessoas desfrutam de um padrão de vida com o qual a maioria dos países só pode sonhar.

Um incidente de Pearl Harbor não pode acontecer hoje. O mundo mudou demais para se repetir. O que não mudou, no entanto, é a disposição dos países de se destruírem.

Se há uma lição a aprender com Pearl Harbor e com a Segunda Guerra Mundial em geral, é que a guerra não compensa. Cada agressor naquela guerra sofreu uma derrota, e cada país que lutou para libertar o mundo ganhou poder e prestígio.

Japão, Alemanha, Áustria e Itália transformaram-se em democracias prósperas. Nas crescentes tensões internacionais de hoje, devemos lembrar a lição que os países do Eixo aprenderam após sua derrota e como eles ganharam realizando o que aprenderam.

“Liberte O Poder Da Avó” (Linkedin)


Meu novo artigo no Linkedin: “Liberte O Poder Da Avó

A história de Rachel Nuwer publicada na BBC Future descreve uma maneira única, bem-sucedida e barata de lidar com a depressão no Zibabwe. Com apenas doze psiquiatras para uma população de dezesseis milhões, mesmo os poucos que podem pagar pelo tratamento raramente conseguem encontrar um terapeuta a uma distância razoável.

Portanto, em vez de profissionais, o psiquiatra Dixon Chibanda, diretor da African Mental Health Research Initiative, surgiu com uma ideia revolucionária que ficou conhecida como “Banco da Amizade”. Em vez de procurar em vão ajuda profissional, pensou Chibanda, os zimbabuanos consultariam pessoas que têm um coração caloroso, muito tempo livre, uma paixão por conversas diretas e a capacidade de dar bons conselhos. Essas pessoas receberiam algum treinamento e, graças ao seu calor e paciência, Chibanda esperava, seriam capazes de ajudar as pessoas em perigo.

Refletindo sobre onde encontrar essas pessoas, Chibanda chegou a uma solução improvável: as avós. Chibanda e sua equipe treinaram mais de 400 avós em psicoterapia, que agora oferecem gratuitamente em mais de 70 comunidades no Zibabwe.

A ideia provou ser um sucesso retumbante. “Só em 2017”, relata Nuwer, “o Friendship Bench, como o programa é chamado, ajudou mais de 30.000 pessoas. O método foi testado empiricamente e [sic] expandido para outros países, incluindo os EUA”.

Em 2016, Chibanda, em colaboração com colegas do Zibabwe e do Reino Unido, publicou os resultados de um ensaio clínico randomizado da eficácia do programa no Journal of the American Medical Association. Os pesquisadores descobriram que, após seis meses, o grupo que viu as avós apresentou significativamente menos sintomas de depressão do que o grupo que fez o tratamento convencional.

Claramente, o amor pode ajudar muito as pessoas. Empatia, isso é tudo que precisamos. Mais do que qualquer medicamento, ela nos cura por dentro. Conectar corações nos conecta ao poder que sustenta nosso mundo, a força criativa do amor. Sem esse poder de conexão, dois elementos na realidade não seriam capazes de se conectar, e a vida teria sido impossível.

Quando nos conectamos com amor, criamos semelhança entre nós e a força que cria e sustenta a vida. Assim como uma corda em uma guitarra vibra quando sua nota é tocada em outra corda quando a frequência é semelhante, quando criamos um sentimento semelhante ao sentimento que cria vida – o sentimento de empatia e amor – nós “ligamos” esse sentimento interior em nós.

Experimentamos essa sensação como se ela viesse da pessoa ao nosso lado, mas não veio. Na verdade, ela aconteceu porque a conexão calorosa entre vocês dois permitiu que você sentisse o calor que existe ao seu redor. Enquanto você não tiver feito essa conexão, é como se você não tivesse um sensor para percebê-la. Mas, uma vez que você a estabelece com outra pessoa, você pode senti-la.

É por isso que amar os outros é tão importante. Não é importante apenas para os outros, mas ainda mais importante para a pessoa amorosa. Pessoas com amor em seus corações estão conectadas ao poder do amor e da criação que existe em toda a realidade. Nenhum sentimento é mais fortalecedor. Uma pessoa conectada a ele nunca se sentirá deprimida, perdida ou sem esperança.

“Nós Nos Transformamos Em Residentes Temporários” (Linkedin)


Meu novo artigo no Linkedin: “Nós Nos Transformamos Em Residentes Temporários

Há poucos dias, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou uma (mais uma) resolução negando os laços judaicos com o Monte do Templo em Jerusalém. Em vez de se referir a ele por seu nome judeu, Monte do Templo, em homenagem ao Templo que o rei Salomão construiu lá 3.000 anos atrás, bem como por seu nome muçulmano al-Haram al-Sharif, agora se referirá a ele apenas pelo último. Não posso culpar o mundo por fazer isso. Quando nos transformamos em residentes temporários, evitando nossa tarefa histórica e obrigação para com o mundo, não podemos reclamar que o mundo quer despejar os inquilinos sediciosos.

Continuamos procurando por melhores formas diplomáticas de explicar a posição de Israel, para mostrar que somos valiosos ao mundo e que temos o direito histórico de viver aqui. Não entendemos que o mundo não vê as coisas da maneira como nós vemos. Ele não se preocupa com a história e não se preocupa com a “nação startup” que construímos aqui. Ele nos vê como uma nação invasora e beligerante que tomou o que não lhe pertence, explorando o remorso mundial pelo Holocausto.

Somos arrogantes e condescendentes ao pensar que o mundo nos deve algo. O mundo não pensa assim, e o fato de que nem mesmo estamos perguntando por que, mas continuamos “explicando” às nações nossa posição, que elas estão claramente relutantes em ouvir, ilustra o que a presunção pode fazer ao senso de julgamento de uma nação.

O que estamos entendendo absolutamente errado é nossa obrigação para com o mundo. Fomos colocados aqui para construir “um lar nacional para o povo judeu”, assim como diz a Declaração Balfour. Lamentavelmente, em vez de construirmos nossa casa juntos, estamos lutando uns contra os outros. Chegamos a um ponto em que nos preocupamos mais em destruir uns aos outros do que derrotar o inimigo. Se não estamos fazendo o que devemos fazer aqui, não temos razão para estar aqui. É assim que o mundo vê, e quanto mais cedo percebermos isso, melhor.

A resolução atual da ONU se concentra em Jerusalém e na Cisjordânia. Mas mais resoluções da ONU estão a caminho, e elas irão invalidar nosso direito à soberania em qualquer parte do país que não tenha sido dada a nós na Resolução de Partição da ONU de 1947. Não muito depois, a ONU declarará que os judeus são uma entidade estranha na Palestina e que a Palestina é onde Israel costumava estar.

Enquanto estivermos aqui, podemos reverter a tendência, mas não temos muito tempo. A única maneira de mudar a visão do mundo sobre a presença judaica no Oriente Médio é se os judeus começarem a agir como se espera. Fomos enviados aqui para reconstruir nossa nação, para restabelecer nossa união, que formou uma nação notável de estranhos completos, e muitas vezes hostis, que decidiram se unir sob o lema, “como um homem com um coração”. Este é o nosso legado e só se formos fiéis é que as nações nos recebem aqui, inclusive os árabes.

Se quisermos trabalhar em nossa unidade, temos todo o direito de declarar que esse é o nosso objetivo em estar aqui e que não permitiremos que ninguém interfira em nossos esforços. O mundo não apenas respeitará essa declaração, como a apoiará.

Aqui estão dois exemplos de como dois antissemitas notórios se relacionam com os judeus quando os judeus dão o exemplo que o mundo quer ver e seguir. Vasily Shulgin, nascido na Ucrânia, era um membro sênior da Duma, o Parlamento Russo, antes da Revolução Bolchevique de 1917. Ele também era um ávido antissemita. Em seu livro O Que Não Gostamos Sobre Eles …, ele reclama que “os judeus no século XX se tornaram muito inteligentes, eficazes e vigorosos na exploração das ideias de outras pessoas. No entanto”, ele protesta, “esta não é uma ocupação para ‘professores e profetas’, não é o papel de ‘guias de cegos’, não é o papel de ‘portadores de coxos’”. Em outro ensaio, Shulgin torna-se quase poético na forma como descreve para onde os judeus podem conduzir a humanidade se eles aceitarem o desafio: “Deixe-os … subirem até a altura que aparentemente subiram [na antiguidade] … e imediatamente, todas as nações correrão para eles. Elas correrão não por força da compulsão … mas por livre arbítrio, alegres no espírito, gratos e amorosos, incluindo os russos!”

Um exemplo mais conciso vem de ninguém menos que Henry Ford, que, quando não estava construindo carros, dedicou muito de seu tempo a escrever ensaios condenatórios sobre judeus. Em sua infame composição, O Judeu Internacional – O Principal Problema do Mundo, Ford escreve: “Os reformadores modernos, que estão construindo sistemas sociais modelo no papel, fariam bem em examinar o sistema social sob o qual os primeiros judeus foram organizados”.

O neto de Ford, aliás, fez questão de construir uma das fábricas da empresa em Israel como um símbolo de apoio ao Estado judeu. Simbolicamente, essa fábrica está fechada. A menos que comecemos a trabalhar em nossa unidade e nos esforcemos para dar o exemplo exigido, o destino de nosso país se parecerá com o destino da fábrica de Ford, e os judeus de Israel, que se tornaram residentes temporários, serão despejados.

“Superando Conflitos Nos Relacionamentos – Uma Solução Que Realmente Funciona (E Ninguém Quer)” (Linkedin)


Meu novo artigo no Linkedin: “Superando Conflitos Em Relacionamentos – Uma Solução Que Realmente Funciona (E Ninguém Quer)

Todo relacionamento passa por conflitos. Eles são desagradáveis, mas inevitáveis. A superação do conflito é necessária para aprofundar e fortalecer um relacionamento. Você pode confiar que um relacionamento durará apenas se tiver superado vários conflitos. O problema é que, como os conflitos são desagradáveis ​​e frequentemente assustadores, tentamos evitá-los. Se soubermos como aceitá-los e elevar nossa conexão a um nível superior, superando-os, não teremos medo deles e seremos capazes de resolver quase todos os conflitos.

Os conflitos resultam de interesses conflitantes. Isso é óbvio. Quando quero uma coisa e meu parceiro quer outra, fico com raiva. Isso é verdade em qualquer relacionamento – com pessoas, animais de estimação e até mesmo com máquinas (pense nas maldições que você joga em seu carro se ele não der partida em uma manhã fria).

Quando se trata de parceiros, a solução é simples, mas muito difícil de fazer: beijar-se na boca. Exatamente no momento da raiva, faça o contrário.

Em um nível mais profundo, precisamos entender que cada pessoa tem desejos diferentes, pensamentos diferentes e uma abordagem diferente da vida. Um relacionamento é a fusão de duas ou mais pessoas diferentes em um todo. Em um bom relacionamento, as diferenças entre os parceiros ajudam cada um a desenvolver qualidades e perspectivas que não desenvolveriam se não fosse pelo relacionamento. Em um relacionamento negativo, as lutas pelo poder sufocam o crescimento dos parceiros, o oprimido e o opressor ficam estagnados e arraigados em seus pontos de vista e o amor entre eles se desfaz.

Um bom relacionamento requer trabalho. A relação negativa é natural. Para construir uma perspectiva positiva, devo aceitar que a outra perspectiva também tem mérito, embora não seja a minha perspectiva. Se eu aceitar, o que requer alguma experiência em “luta”, descobrirei que a outra perspectiva me fornece ideias e perspectivas que eu não poderia desenvolver sozinho.

Segue-se que beijar seu parceiro precisamente quando você está com raiva não significa que você não está mais com raiva, mas que você aprecia e se preocupa com seu parceiro, embora esteja com raiva, e que sua raiva não afasta seu amor. É uma afirmação da força de sua conexão.

O Rei Salomão, que se dizia ser o mais sábio dos homens, disse sobre essa abordagem: “O ódio desperta contendas, e o amor cobrirá todos os crimes” (Provérbios 10:12). Em outras palavras, guarde o ódio, mas cubra-o com amor; torne o amor mais importante do que sua raiva temporária.

Os benefícios que você colherá são enormes. Quando lidamos com os conflitos dessa maneira, não apenas mudamos a nós mesmos, mas também mudamos nosso parceiro. Sem dizer uma palavra, sem pregar ou admoestar, mas simplesmente pelo nosso próprio exemplo, pavimentamos o caminho para um relacionamento saudável.

“Nem A Diplomacia Nem O Exército Vão Convencer O Irã A Abandonar As Armas Nucleares” (Linkedin)


Meu novo artigo no Linkedin: “Nem A Diplomacia Nem O Exército Vão Convencer O Irã A Abandonar As Armas Nucleares

Está claro desde o início, mas depois da última rodada de negociações, todos entendem que o Irã não tem intenção de interromper seu programa de armas nucleares. Mesmo antes do início das negociações, o ex-chefe do programa nuclear do Irã, Fereydoun Abbasi-Davani, admitiu os esforços de seu país para construir armas nucleares. De acordo com a Reuters, “o Irã abandonou todos os compromissos que havia feito nas negociações para reviver seu acordo nuclear de 2015 com as grandes potências, embolsou aqueles feitos por outras pessoas e exigiu mais durante as negociações indiretas EUA-Irã”.

Está escrito: “Se alguém vier matar você, mate-o primeiro” (Midrash Rabbah, Bamidbar 21: 4 e em outros lugares). Atualmente, parece que Israel não terá escolha a não ser realizar um ataque preventivo para interceptar o plano do Irã de destruí-lo. No entanto, uma solução permanente para a agressão do Irã não está em cortar seu poder nuclear, mas em unir nossas próprias fileiras.

Infelizmente, a diplomacia não funciona. Ninguém é ingênuo o suficiente para acreditar que diplomatas possam resolver qualquer coisa. Na melhor das hipóteses, a diplomacia pode manter uma fachada de comunicação, algo para manter contato, mas ninguém acredita que haja outra solução que não seja militar.

Mesmo ameaçar o Irã com retaliação com uma arma nuclear, caso ele ataque com alguma, não o deterá. Considerando o tratamento que o Irã dispensa ao seu próprio povo, não teria nenhum problema em perder metade de sua população pelo prazer de erradicar Israel.

E se pensarmos que as sanções econômicas vão atrapalhar o progresso do Irã em direção a uma bomba, devemos pensar novamente. No mínimo, isso o fortalecerá e dará uma desculpa para atacar Israel, que será retratado como a força por trás dos problemas econômicos do Irã.

Portanto, por mais difícil que seja, acho que não teremos escolha a não ser “denunciar” o Irã por conta própria. Se permitirmos que ele lance um ataque nuclear contra nós, não nos ajudará saber que estávamos certos o tempo todo em supor sua má intenção. É melhor estar vivo e criticado do que justificado postumamente.

Ao mesmo tempo, uma solução militar não pode ajudar por muito tempo. Se tudo em que dependermos for nossa força, estaremos em sérios apuros. Atualmente, parece que este é o caso.

Uma solução duradoura só pode ser encontrada em nossa unidade. Se nos unirmos, isso resolverá não apenas nossos problemas com o Irã, mas também com o resto do mundo.

Além disso, como expliquei em incontáveis ​​artigos e vários livros (links para dois deles abaixo), a unidade de Israel irá “neutralizar” o ódio do mundo contra ele. Podemos pensar no Irã como o agressor e em nós mesmos como a vítima em potencial, mas o mundo vê isso de forma muito diferente. Veja as recentes resoluções da Assembleia Geral da ONU, votando quase unanimemente contra o direito de Israel à soberania. Quando se trata de Israel, o mundo está do lado do Irã, e devemos nos perguntar por que isso acontece.

A sociedade dividida em Israel está enviando mensagens negativas ao mundo. Não apenas as nações nos ridicularizam, mas também nos culpam por sermos os agressores na região. Israel é aceito somente quando está unido. Quando estamos divididos, ninguém nos valoriza e todos nos acusam de seus próprios problemas.

Estamos sempre no centro das atenções, mesmo, e principalmente quando não queremos ser. Somos o único país do mundo que é item permanente e obrigatório na agenda de vários comitês da ONU. Como somos tão visíveis, mesmo que contra a nossa vontade, quando odiamos uns aos outros, este é o exemplo que damos ao mundo. Como resultado, o mundo nos odeia por incitar guerra e divisão.

Mas como estamos sempre “no palco”, estamos em uma posição única para ser uma influência positiva no mundo, estabelecendo uma sociedade exemplar que outros irão querer emular. Se nos elevarmos acima de nossas diferenças e estabelecermos uma sociedade baseada na solidariedade e na responsabilidade mútua, este é o exemplo que daremos ao mundo, e o mundo retribuirá com apreço.

É por isso que a única solução duradoura e, no final, possível para nossos problemas com o Irã, bem como com todos os outros países, é resolver o problema de nossa própria divisão. Se o fizermos, nossos problemas com o mundo se dissolverão por si mesmos.

“Tempos Difíceis À Frente” (Linkedin)


Meu novo artigo no Linkedin: “Tempos Difíceis À Frente

Períodos de transição são sempre propensos a problemas. Estamos vivendo um dos períodos de transição mais voláteis da história humana, pois estamos subindo de uma mentalidade egocêntrica para uma mais holística onde estamos interdependentes, interconectados e consideramos o bem-estar dos outros em nossas ações. Infelizmente, durante a transição, nossos egos rebeldes estão nos levando a extremos cada vez mais perigosos que nos colocam em risco. Quanto mais cedo tomarmos conhecimento de que estamos em transição, melhores são as nossas chances de passar pela mudança de forma pacífica e rápida.

Para reconhecer que estamos em transição, que estamos muito interligados para ignorar as necessidades dos outros, devemos estabelecer sistemas educacionais que o tragam à nossa consciência. Portanto, o maior desafio da humanidade agora é a educação.

Idealmente, os líderes mundiais deveriam ter sido os líderes da transição. Eles estão em uma posição natural para iniciar e liderar o processo. Infelizmente, os líderes de hoje têm tais corações de pedra que simplesmente não serão capazes de ouvir sobre essas ideias. Não é como se eu tivesse desistido, porque não desisti, mas temos que reconhecer onde estamos. Ao mesmo tempo, sei que devemos continuar.

Somos todos seres buscadores de prazer; essa é a nossa natureza. Portanto, não mudaremos nosso modo de vida a menos que soframos no presente, ou alguma grande recompensa nos acene e tenhamos certeza de que a receberemos.

Só entendemos duas coisas: prazer ou dor. É por isso que a humanidade vai mudar tanto porque está sofrendo no estado de egoísmo absoluto, ou porque vê uma recompensa garantida no estado de responsabilidade mútua e cuidado com os outros. Agora, as pessoas preferem esperar por mais dor para convencê-las a passar para uma disposição mais colaborativa.

É por isso que a educação é tão importante. Se as pessoas estão convencidas de que todas as surras que sofremos são resultado do nosso egoísmo, vão querer se livrar dele. Se acreditarmos que o ego ainda pode nos dar benefícios que nada mais pode dar, permaneceremos com nossos egos até que a dor nos convença a deixá-lo.

“Helenismo Versus Judaísmo: Um Choque De Civilizações” (Linkedin)


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Pouco antes do feriado de Chanucá chegar ao fim e esquecermos a guerra entre os helenistas e os judeus, gostaria de dizer mais uma palavra sobre ele, já que ainda estamos lutando essa guerra, os soldados somos nós, e o resultado até agora foi uma derrota total.

A filosofia grega, que os helenistas tentaram impor na terra de Israel no século II a.C., argumenta (em geral) que não há nada de errado com a humanidade, e tudo o que precisamos é nos desenvolver. É por isso que os gregos colocaram tanta ênfase nos esportes e aprendizados.

A abordagem judaica disse o contrário. “A inclinação do coração do homem é má desde sua juventude” (Gen. 8:21) e “Cada intenção dos pensamentos de seu coração é má o dia todo” (Gen. 6:5) são dois exemplos de muitos que mostram como o judaísmo vê a natureza humana. Por que o coração do homem é mau? Pensamos apenas em nós mesmos e tratamos os outros como objetos de uso e abuso.

A abordagem grega é a natural; a abordagem judaica é contraintuitiva. No entanto, aplicando-a, os judeus foram capazes de conceber, e viver por (ainda que brevemente) ideais sociais que nos elevam acima da natureza humana, acima da crueldade, exploração e ridicularização, e nos levam a um reino de unidade.

Para entender com era revolucionária a abordagem judaica na época, pense no amor de uma mãe por seu filho. Ela vê o mundo através dos olhos de seu filho e suas necessidades através das necessidades de seu filho. O que a criança precisar é o primeiro da lista dela.

Agora imagine que todas as pessoas se amam como uma mãe ama seu filho, e ainda mais, uma vez que os israelitas se uniram “como um homem com um só coração” (RASHI, Comentário sobre a Torá). Antigamente, quando os judeus mantinham essa unidade, eram “uma luz para as nações” (Isaías 42:6). Essa era a sabedoria que Ptolomeu II, rei do Egito, procurou adquirir dos judeus quando convocou setenta sábios hebreus para seu palácio em Alexandria para traduzir a Lei Judaica para o grego.

Antes de traduzir, o rei sentou-se com os sábios por duas semanas inteiras e fez-lhes todas as perguntas que poderia pensar sobre governança e sociedade. Quando estava satisfeito com suas respostas, ele as enviou para traduzir, não antes de dizer que agora “ele tinha aprendido como deveria governar seus súditos” (Josephus, As Antiguidades dos Judeus, Livro XII).

Quando os judeus começaram a abandonar suas nobres ideias de sociedade e abraçar os valores gregos, o choque das civilizações se intensificou e finalmente eclodiu em guerra civil. Naquela época, os asmoneus, campeões da abordagem hebraica, venceram a guerra e expulsaram os helenistas. Hoje, os gregos são os vencedores e os perdedores são toda a humanidade e todo o planeta.

Consciente ou involuntariamente, teremos que lutar contra os helenistas dentro de nós. A abordagem egocêntrica que o mundo abraçou tão prontamente esgotou nossos recursos e destruiu a sociedade humana. Se persistirmos com isso, ela nos mergulhará em uma Terceira Guerra Mundial. É melhor lutar contra nossos egos do que enfrentar armas nucleares.

Então, antes do feriado acabar, devemos lembrar, para nosso próprio bem, que Chanucá não é sobre dreidels e sufganiyot (dados e rosquinhas de Chanucá). É sobre uma guerra interior que devemos travar contra nós mesmos. Dentro de cada um de nós há gregos e asmoneus. Em cada um de nós, o ego quer governar, e hoje vemos que se o ego ganhar, todos nós perdemos. Não temos escolha a não ser ficar do lado dos asmoneus e escolher a unidade e a responsabilidade mútua sobre a divisão e a alienação.

“Judeus Como Bodes Expiatórios De Ômicron” (Linkedin)


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Alguns dias atrás eu estava na Itália. Vi pessoas na rua que pareciam estar desligadas, sem uma faísca nos olhos, infelizes. Não só na Itália, um país seriamente afetado pelA Covid-19, mas em todo o mundo, as pessoas estão cansadas das aparências de novas variantes repetidamente, justamente quando pensávamos (e esperávamos) que a pandemia estivesse finalmente sob controle. Como o vírus não será vencido, as pessoas não serão capazes de conter o estresse cumulativo, irão desabafar sua frustração e desamparo, primeiro se revoltando contra o governo restritivo e, no final, também culparão os bodes expiatórios habituais, os judeus.

Já nesta semana, folhetos antissemitas circularam em Beverly Hills, Califórnia. Os panfletos incluíam os nomes de altos executivos judeus que lideram as maiores empresas farmacêuticas do mundo e acusações de uma “agenda judaica” por trás da pandemia. Propaganda antissemita semelhante é amplamente difundida através de plataformas de mídia social.

Esses folhetos e tweets são apenas o começo do crescente ódio contra os judeus. Chegará um dia em que até os próprios cientistas atribuirão o vírus a esse pequeno grupo de pessoas que tem um histórico de serem culpadas pela humanidade. Eles dirão que os judeus são a fonte de todas as variantes, assim como na Idade Média as pessoas começaram a sussurrar e perguntar por que os judeus não estavam doentes com a Peste Negra, e a partir daí as tramas se desenvolveram e se desdobraram. Mais uma vez, a história se repete.

Não somos responsáveis pelo surto da peste, como afirmam os antissemitas, mas somos responsáveis pela atitude errada em relação a ela como resultado da falta de consciência de nossa parte. O vírus é uma ruptura no sistema genético altruísta da natureza como resultado do egoísmo humano. É um pouco complexo, mas explicarei: os graus da natureza — inanimado, vegetativo e animado — estão entrelaçados em diferentes níveis, enquanto nós, a espécie humana, estamos separados da operação harmoniosa da natureza. Os humanos têm um desejo egoísta aumentado que nos afasta e nos pesa uns sobre os outros.

O ego não só nos faz explorar uns aos outros para nosso próprio benefício, mas também para explorar todo o resto da natureza. Como resultado, a natureza, programada para o equilíbrio e a perfeição, provoca epidemias e crises para nos ajudar a ver o lugar da quebra e do colapso e nos convidar a consertar, ou seja, para nos conectarmos emocionalmente e nos fundirmos com o resto das partes integrais da natureza. Então tudo se encaixará.

Ainda não entendemos que fazemos parte de um sistema integral e que seu equilíbrio depende das relações positivas entre nós. Isso deve se tornar claro e evidente. Mesmo uma rápida olhada em nós mesmos de fora revela o quão longe estamos hoje deste estado desejado e nosso papel como judeus em modelá-lo. Deixamos o ego nos controlar e nos separar. A nação judaica tem como objetivo ser uma luz para as nações e pavimentar o caminho da unidade para os outros. É nossa missão. Israel e as nações do mundo estão entrelaçadas em um sistema global, e o mundo sente fortemente desde dentro que somos indiferentes ao nosso papel. Não é de admirar, então, que o mundo aponte um dedo acusatório para nós.

Se entendêssemos nosso papel e o implementássemos, poderíamos ficar na frente do mundo e direcioná-lo a usar a pandemia para correção; poderíamos ser um guia para nos tornarmos mais unidos e compassivos uns com os outros, como um homem com um só coração. Quando isso acontecer, nenhuma aflição cercará a humanidade e o antissemitismo cessará.

“Robôs Vivos: Más Notícias Para A Humanidade” (Linkedin)


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Há alguns dias, o Instituto Wyss da Universidade de Harvard, em colaboração com cientistas da Universidade de Vermont e da Universidade Tufts, publicou um artigo mostrando que eles desenvolveram robôs biológicos que podem se mover por conta própria, “alimentar-se” e até mesmo se autorreplicar e reproduzir. Com este feito, esses robôs cumpriram os três requisitos básicos para a ciência defini-los como seres vivos. No entanto, são robôs vivos e não organismos que evoluíram naturalmente. Como robôs, eles fazem o que seu operador os instrui a fazer. Como organismos vivos, eles podem ser colocados em qualquer lugar e se reproduzir de forma independente e indefinida.

É uma má notícia para a humanidade. Não consigo imaginar nada de bom saindo disso. Esses nossos jogos, quando “brincamos” com novas invenções, nunca levam a nada de bom. Agora, além das armas nucleares e das inúmeras outras maldições que a ciência causou em nossas cabeças, teremos outra dor de cabeça.

Sabe-se desde os tempos bíblicos que: “A inclinação do coração do homem é má desde sua juventude” (Gen. 8:21). Infelizmente, saber o mal que somos nunca nos impediu de nos comportarmos de acordo com nossa natureza. Apesar dos horrores do século XX, com suas duas Guerras Mundiais, o Holocausto e vários genocídios em grande escala, a humanidade não parece ter melhorado nem um pouco, ou que até tenta melhorar.

O homem não deve receber mais do que uma pedra e uma vara. Na verdade, você pode confiar nele para usar indevidamente até mesmo estes, sem mencionar nada mais sofisticado e potencialmente prejudicial.

Mesmo nos tempos antigos, era claro que pessoas indignas não deveriam ter acesso ao conhecimento. Em seu livro Phaedrus, Platão escreveu: “Quando [discursos (ensinamentos)] já foram escritos, eles são derrubados em qualquer lugar entre aqueles que podem ou não entendê-los, e não sabem a quem devem responder, ou a quem não. E se eles são maltratados ou abusados, eles não têm pais para protegê-los, e não podem proteger ou defender-se”.

Mas quem ouve o sábio? Ninguém. Ouvimos apenas nossos próprios caprichos egoístas, e é por isso que nosso mundo está em um estado tão pobre.

Não estou sendo pessimista. Eu sei que no final seremos sábios e aprenderemos a usar o conhecimento para o bem comum. No final, perceberemos que estamos todos conectados e não podemos machucar os outros sem nos machucar. A única questão é quanta agonia teremos que suportar antes de aprendermos.

“Unidade Judaica – OK; Responsabilidade – De Jeito Nenhum!” (Linkedin)

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Um e-mail que recebi sobre uma de minhas colunas de opinião no Times of Israel dizia o seguinte: “Acho que você está 100% correto ao dizer que o maior problema que os judeus enfrentam são suas constantes brigas internas e a falta de união. NO ENTANTO [letras maiúsculas na fonte], acho que você está cometendo um erro muito sério quando acaba, de fato, culpando os judeus por todos os problemas mundiais, incluindo o antissemitismo”. Eu entendo de onde vem essa visão, e acho que este e-mail merece uma resposta apropriada.

Em primeiro lugar, a ideia de que Israel é responsável por seu destino, para o bem ou para o mal, não é minha. Tem sido a visão de nossos sábios e líderes espirituais ao longo dos tempos. Na verdade, é bem recente a ideia de que as nações que nos afligem são culpadas. Se você ler o Talmude, o Midrash, O Livro do Zohar, e incontáveis ​​outros textos judaicos autênticos, encontrará muito poucas declarações (se houver) que colocam a culpa em reis e nações estrangeiras.

Abaixo estão alguns exemplos notáveis ​​de nossos sábios colocando a responsabilidade por nossos infortúnios conosco, em vez de com nossos inimigos. Essas citações apenas arranham a superfície do que realmente existe, mas há um limite de palavras para as colunas dos jornais. Para obter mais informações, bem como ideias sobre como promover a unidade, recomendo a leitura de meus livros A Escolha Judaica: Unidade ou Antissemitismo e Como um Feixe de Juncos.

Atribuímos nossas aflições no Egito ao malvado Faraó. No entanto, convenientemente ignoramos as palavras de nossos sábios sobre este assunto. Midrash Rabbah (Shemot 1: 8) escreve: “Quando José morreu, eles quebraram a aliança e disseram: ‘Sejamos como os egípcios’ … Por causa disso, o Senhor transformou em ódio o amor que os egípcios os amavam”. Em outras palavras, o Faraó e os egípcios não se voltaram contra Israel porque José morreu, mas porque depois de sua morte, os judeus queriam abandonar a unidade que haviam obtido com ele e se dispersar entre os egípcios. Isso trouxe sobre eles o ódio dos egípcios.

Aqui está outro exemplo mais tardio em nossa história: Nos dias do Primeiro Templo, Nabucodonosor II conquistou a terra de Israel e destruiu o Templo somente depois que os judeus se tornaram rancorosos uns com os outros, caluniaram-se uns aos outros, derramaram sangue e “esfaquearam uns aos outros com as adagas em suas bocas” (Talmude Babilônico, Yoma 9b).

A página mencionada em Masechet Yoma (9b) também menciona o motivo da ruína do Segundo Templo. Em palavras simples, ele afirma: “O Segundo Templo … por que foi arruinado? Foi porque havia ódio infundado nele”. Em outro lugar, o Talmude escreve (Yevamot 63a): “Nenhuma calamidade vem ao mundo, exceto para Israel”.

Em um dos textos mais mordazes já escritos sobre a obrigação de Israel para com o mundo, O Livro do Zohar detalha o que acontece ao mundo quando Israel evita sua obrigação de dar um exemplo de unidade ao mundo. Na parte conhecida como Tikkunei HaZohar (Correções do Zohar), a correção no. 30 é provavelmente a mais severa: “Ai deles”, o Israel desunido, “porque causam pobreza e ruína, saque e matança e destruição no mundo. Ai deles, pois com essas ações, eles trazem a existência de pobreza, ruína e roubo, pilhagem, matança e destruição no mundo”.

Em uma nota mais positiva, aqui está o que acontece quando os judeus se unem. Durante o período do Segundo Templo, quando os judeus estavam unidos, as nações “subiam a Jerusalém e vinham Israel … e diziam: ‘É conveniente apegar-se apenas a esta nação’”, escreve o livro Sifrey Devarim (354).

Mais recentemente, o livro Maor VaShemesh escreveu: “A principal defesa contra a calamidade é o amor e a unidade. Quando há amor, união e amizade entre si em Israel, nenhuma calamidade pode sobrevir a eles. … [Se] houver união entre eles, e nenhuma separação de corações, eles terão paz e tranquilidade … e todas as maldições e sofrimentos serão removidas por essa [unidade]”. Da mesma forma, o livro Maor Eynaim enfatiza: “Quando alguém se incorpora a todo Israel e a unidade é feita … naquele tempo, nenhum mal lhe acontecerá”, e o livro Shem MiShmuel acrescenta: “Quando [Israel] são como um homem com um só coração, eles são como uma muralha fortificada contra as forças do mal”.

O último exemplo que gostaria de compartilhar é uma citação inspiradora de um dos maiores sábios contemporâneos de Israel, Rav Kook. Em seu livro Orot HaKodesh, que contém diversos escritos em diferentes momentos após a Primeira Guerra Mundial, Rav Kook escreve: “Uma vez que fomos arruinados pelo ódio infundado, e o mundo foi arruinado conosco, seremos reconstruídos pelo amor infundado, e o mundo será reconstruído conosco”.

Espero que agora esteja um pouco mais claro porque coloco a responsabilidade por nosso futuro em nosso colo e enfatizo que podemos determinar nosso destino por meio de nossa escolha entre a unidade e a divisão. Espero que você leia meus livros e aprecie os exemplos históricos neles contidos, mas, acima de tudo, espero que todos nos unamos e acabemos com os problemas de nossa nação atormentada e os problemas de nosso mundo atormentado.