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O Segredo Essencial Dos Judeus, Parte 32

Do livro: O Segredo Essencial dos Judeus, M. Brushtein

Os Postulados da Teoria da Integralidade

Nosso desenvolvimento egoísta continua sob a pressão da natureza.

O mundo viu-se num beco sem saída, confuso e sem entender o que fazer a seguir.

O prazer é uma coisa abstrata.

A Natureza se relaciona conosco de duas maneiras. Por um lado, ela desenvolve o egoísmo; por outro lado, nós estamos sofrendo muito com isso.

A ciência descobre cada vez mais evidências de tendências de conexão integral e reciprocidade.

O Segredo Essencial Dos Judeus, Parte 31

Do livro, O Segredo Essencial dos Judeus, M. Brushtein:

O Desejo: É uma Matéria

Vamos voltar à criação primária: o desejo. Nós descobrimos como o desejo surgiu e como se desenvolveu após o seu surgimento.

Uma dúvida pode vir à tona de que o desejo é primário. No entanto, isso não incomoda os Cabalistas, uma vez que, em qualquer caso, é o desejo que determina a individualidade de qualquer objeto.

“E, claro, não faz diferença se essa força, sendo o desejo de receber, é resultado e fruto do material que a produziu através da química, ou que o material é resultado e fruto dessa força. Isto é porque nós sabemos que o principal é que só esta força, impressa em cada ser e átomo do ‘desejo de receber’, dentro de seus limites, é a unidade onde é separada e distinta de seu ambiente. E isso vale tanto para um único átomo ou um grupo de átomos, chamado de ‘um corpo’. (Yehuda Ashlag, “A Liberdade”)

As consequências das principais quatro fases de desenvolvimento dos desejos, nós podemos ver em todos os lugares.

“Essa força, o desejo de receber, está presente em todos os elementos da realidade, como já explicado acima. Além disso, todos os quatro tipos: inanimado, vegetal, animal e falante surgiram deles”. (Yehuda Ashlag, “A Liberdade”)

O desejo de doar ao Criador (Natureza) manifestou-se ainda mais da seguinte maneira.

“E se nós definimos as coisas pelos seus próprios nomes, utilizando os conceitos que não vão causar nenhum erro em qualquer lado, então precisamos distinguir duas forças: negativa e positiva. No mecanismo de desenvolvimento natural do ser humano elas agem como “egoísmo” e “altruísmo”.

“Eu não estou falando no sentido ético desses conceitos, inerentes à linguagem cotidiana, mas apenas de sua parte material.

“Estas forças estão presentes em todas as partes da realidade, em cada uma de acordo com a sua essência, bem como no homem, de acordo com a sua essência.

“Eles são os motivos principais de todas as ações humanas”. (Yehuda Ashlag, HaUma [A Nação])

A experiência sugere que o altruísmo não pode ser ensinado, uma vez que não pode ser aprendido. Enquanto isso, existe o método “altruísta”. Vamos falar sobre ele mais tarde.

E, finalmente, a principal razão que este livro foi escrito.

“Acontece que quando a humanidade atinge seu objetivo, no que diz respeito ao sucesso dos corpos, levando-os ao grau de completo amor ao próximo, todos os corpos no mundo se unirão num único corpo e um único coração, como escrito no artigo, “A Paz”. Só então toda a felicidade destinada à humanidade se torna revelada em toda a sua glória”. (Yehuda Ashlag, “A Liberdade”)

Nós estamos falando da perfeita unidade com o Criador (Natureza).

Não Podemos Ficar Perdidos No Resto Das Pessoas

Dr. Michael LaitmanPergunta: Por que você acha que o povo judeu tem uma missão única? Eu não me sinto como parte do povo judeu, mas, antes de tudo, um ser humano, e depois disso um cidadão israelense, e só no final, um judeu.

Resposta: É compreensível que uma pessoa queira fugir da situação difícil que se encontra. Além disso, ela não sabe quem ela realmente é e o que deve fazer de acordo com o programa da criação.

Eu mesmo cresci na Rússia, quando o antissemitismo estava florescendo, um ódio aos judeus sem paralelo em qualquer outro país durante esse período. Isso foi depois da Segunda Guerra Mundial, após os expurgos e opressão de Stalin, e eu mesmo senti isso. A nacionalidade judaica era uma barreira para o ingresso na universidade, emprego e promoção.

Claro, por causa disso, eu não queria pertencer aos judeus, os párias do mundo e de toda a sociedade humana. Mas eu não tinha escolha, e comecei a examinar o que estava acontecendo. Esse era um fenômeno muito original para mim de acordo com as implicações negativas que eu tinha que reconhecer.

Eu não podia me esconder, e tive que controlar o que estava por trás disso, como se eu já existisse num papel assim. Eu comecei a pesquisar e investigar, e essas pesquisas me trouxeram à sabedoria da Cabalá.

Comentário: Há muitas expressões de antissemitismo no mundo e é difícil entender como as pessoas não conseguem prestar atenção nisso.

Resposta: Eles simplesmente não querem ver isso. A mídia israelense não aponta esses fatos, porque eles não estão interessados ​​em mostrar que o mundo está se movendo contra Israel. Eles apresentam isso como um protesto contra a política governamental ou contra os partidos e não contra todo o povo de Israel. Isto não é mencionado em nenhum lugar.

De KabTV “Uma Nova Vida” 14/08/14

O Segredo Essencial Do Judeus, Parte 29

Do livro, O Segredo Essencial dos Judeus , M. Brushtein.

Sobre a Cabalá

Antes de continuar com a história, nós precisamos dar algumas informações sobre a ciência, em que tantas vezes confiamos. Não é difícil adivinhar que estaremos falando sobre a sabedoria da Cabalá. Aqui estão algumas palavras sobre as origens da Cabalá.

“Abraão – no que foi ele o primeiro? Como já mencionado, ele foi o primeiro que conseguiu transformar as revelações Cabalísticas num método claro, adequado para passar às gerações futuras…” (M. Brushtein, Antissemitismo como uma Lei da Natureza. M .: AST de 2014 , p 51).

O que é esta ciência?

“A Cabalá é a única ciência do desenvolvimento da criação. Ela é a fonte de todas as outras ciências e ensinamentos” (Dr. Michael Laitman).

Baal HaSulam escreve sobre o mesmo, mas com mais detalhes.

“… Esta sabedoria é nada mais, nada menos, do que uma sequência de raízes, que pendem por meio de causa e consequência, em regras determinadas, fixas, entrelaçadas a um único objetivo elevado descrito como a revelação de Sua Divindade às Suas criaturas neste mundo” (Yehuda Ashlag“A Essência da Sabrdoria da Cabalá”).

No artigo “A Essência da Sabedoria da Cabalá”, ele explica em grande detalhe o que é a Cabalá e no que ela se envolve. Além disso, ele dedica muito ao seu aparato científico e terminologia.

“Assim, os Cabalistas encontraram um vocabulário estabelecido e comentado diante de seus olhos, o suficiente para criar uma excelente linguagem falada. Ele lhes permite conversar um com o outro sobre as relações nas raízes espirituais nos mundos superiores apenas mencionando o ramo tangível neste mundo que é bem definido aos nossos sentidos corporais”.

Ele não esqueceu os estigmas e preconceitos contra a Cabalá.

“Muitos acreditam que todos os nomes e palavras da sabedoria da Cabalá são uma espécie de nomes abstratos”.

Na sequência é a resposta de Cabalistas.

“Mas esse não é o caso. Pelo contrário: a Cabalá usa apenas nomes que são concretos e reais. É uma regra inflexível para todos os Cabalistas que, ‘qualquer coisa que nós não alcançamos, não definimos por nome ou palavra”.

“Aqui você deve saber que a palavra ‘realização’ (Heb: Hasaga) implica o último grau de compreensão”.

Assim, a informação Cabalística, vestida de uma terminologia específica, está totalmente vinculada a esta terminologia. Este método de transmissão de informação é chamado de “a linguagem dos ramos”.

Isto implica, em primeiro lugar, que este texto pode ser escrito apenas por uma pessoa que vê uma conexão entre a raiz e o ramo, e em segundo lugar, que nada pode ser mudado neste texto arbitrariamente.

“No entanto, você vai entendê-lo completamente depois de ter adquirido os conceitos acima. Isso é porque agora está claro que nenhuma linguagem no mundo pode ser usada para explicar essa sabedoria, a não ser aquela que se destina apenas a esse fim, ou seja, a linguagem dos ramos, relativa às suas raízes superiores”.

“Agora você não vai se assombrar com o uso ocasional de denominações estranhas. É assim porque eles não têm a liberdade de escolha com denominações, para substituir a má pela boa, ou a boa pela má”.

A linguagem dos ramos é de fato o princípio da transferência de informações. Deste modo, utilizando, por exemplo, a narração histórica ou a terminologia Cabalistica, é possível transmitir a mesma informação.

“Essa é a natureza da linguagem falada entre os Cabalistas, por que eles transmitem suas realizações espirituais de pessoa para pessoa e de geração para geração, tanto de boca a boca e por escrito. Eles se entendem plenamente, com a precisão necessária exigida para negociar o estudo da sabedoria com definições precisas onde a pessoa não pode falhar”.

O Segredo Essencial Do Judeus, Parte 30

Do livro: O Segredo Essencial dos Judeus, M. Brushtein,

“Princípios Fundamentais da Teoria Integral”

O principal problema é como desenvolver uma pessoa moderna.

Até que todos entendam por que e para que ela nasceu e com que propósito a natureza propósito a avança, a humanidade sofrerá calamidades.

Ao se conectar com os outros, a pessoa adquire a capacidade de abrir o coração e a mente da própria natureza.

Para revelar uma nova dimensão, nós precisamos de novos órgãos globais de percepção. A natureza nos avança nesse sentido.

Tudo, começando com distantes estrelas gigantescas até minúsculas partículas elementares invisíveis, está unido num único sistema.

O Segredo Essencial Dos Judeus, Parte 26

Do livro: O Segredo Essencial dos Judeus, M. Brushtein.

“Princípios Fundamentais da Teoria Integral”

Os desejos egoístas permitem ver os estados opostos a eles.

Nós não sabemos o que controla o egoísmo.

O universo é construído inteiramente a partir do desejo de receber.

Agora nós estamos diante da entrada para a dimensão infinita e eterna.

A força da unidade pode quebrar os limites do nosso universo.

O Segredo Essencial Dos Judeus, Parte 25

Do livro: O Segredo Essencial dos Judeus, M. Brushtein.

“Princípios Fundamentais da Teoria Integral”

O Egoísmo é Um Desejo

Portanto, o egoísmo é um desejo. Não importa o quão importante possa parecer, nós estamos falando de uma nova visão de mundo.

“A visão de mundo é o sistema de pontos de vista sobre o mundo objetivo e o lugar do homem nele, na relação do homem com a realidade ao seu redor e ele próprio, bem como uma estrutura das atitudes, crenças, ideais, princípios, conhecimentos, atividade e valores das pessoas, com base nesses pontos de vista”. (Dicionário Acadêmico)

Infelizmente, os dicionários ainda não estão “familiarizados” com essa visão de mundo, de modo que, por enquanto, vamos chamá-la de um conceito. De qualquer forma, este conceito ou modelo é muito promissor e relevante. Em primeiro lugar, porque nunca foi refutado por alguém ou alguma coisa, apesar do fato de que, de acordo com os nossos recursos, tem cerca de 6000 anos de idade.

Este conceito é muitas vezes tratado com desconfiança ou mal-entendido. A principal razão é a falta de informação.

Dois fatos indicam a relevância deste conceito. Em primeiro lugar, a sua plena realização, não importa o quão estranho pareça, foi originalmente programada para o nosso tempo. Em segundo lugar, este conceito explica muitos, se não todos, os problemas atuais.

Vamos ver como esse conceito é revelado pelos seus autores: os Cabalistas.

O desejo é a essência da criação, do início até o fim, o único “material” da qual ela é composta.

“Todos os vários seres criados são apenas diferentes ‘partes’ do ‘desejo de receber’. Além disso, todos os eventos que acontecem com eles são as mudanças que acontecem este ‘desejo de receber’”. (A Ciência da Cabalá (Pticha))

Em primeiro lugar, é necessário ter certeza de que falamos no mesmo idioma como o autor. O que está por trás das palavras do “desejo de receber”? O que o autor quer dizer com a palavra “criação”? Talvez seja algo exótico ou esotérico?

“… Mesmo na menor das partículas, isso equivale a nada mais que um ‘desejo de receber’. (Yehuda Ashlag “A Liberdade”)

Não. Parece que o autor fala a mesma língua que nós.

No entanto, para remover as últimas dúvidas, eu gostaria de ter algo concreto.

“Essa força, o desejo de receber, está presente em todos os elementos da realidade, como já explicado acima. Além disso, todos os quatro tipos: inanimado, vegetativo, animal e falante surgiram deles”. (Yehuda Ashlag “A Liberdade”)

Portanto, tudo o que existe é esse desejo. Agora nós podemos seguir em frente, ou melhor, voltar ao início. Aos eventos que ocorreram muito antes do famoso Big Bang.

O Segredo Essencial Dos Judeus, Parte 24

Do livro: O Segredo Essencial dos Judeus, M. Brushtein.

“Princípios Fundamentais da Teoria Integral”

O egoísmo é o motor do progresso.

O egoísmo é o mestre; a mente é o seu fiel assistente.

O poder da mente nos permite conquistar o nosso egoísmo e controlá-lo da forma certa.

Nós estamos no limiar de grandes desastres, mas o egoísmo nos impede de ver isso.

A mídia alimenta o egoísmo universal.

O Segredo Essencial Dos Judeus, Parte 23

Do livro: O Segredo Fundamental do Judeus, M. Brushtein.

“Princípios Fundamentais da Teoria Integral”

Altruísmo não é Egoísmo

Parece que nós estamos num beco sem saída. Por um lado, a humanidade, mesmo sem perceber completamente, está se unindo; por outro lado, ela não é capaz de se unir porque carece do altruísmo necessário para este propósito. Para aqueles que ainda pensam que o altruísmo pode ser ensinado, nós sugerimos olhar para isto:

“O altruísmo é uma condição social na qual o indivíduo é completamente absorvido pelo grupo e não tem metas próprias além dos objetivos do grupo; cumprimento do dever e adesão às normas do grupo são considerados os maiores valores”. (Dicionários e Enciclopédias Acadêmicos).

O que podemos fazer? Primeiro de tudo, não devemos ficar chateados. Nós não sabemos como abordar o altruísmo? Não tenham medo. Vamos pelo outro lado. Vamos começar com algo que é muito mais próximo e compreensível para nós: o egoísmo, porque ele é o outro lado do altruísmo.

O egoísmo é uma das manifestações do individualismo; oposto ao altruísmo.

Primeiro de tudo, nós certamente estamos interessados ​​na natureza do egoísmo, na sua essência.

Filósofos dizem que nós estamos falando das qualidades morais inerentes ao ser humano. Cientistas da cultura dizem que o egoísmo é um comportamento. Psicólogos afirmam que os valores estão escondidos por trás dele. Outros psicólogos chamam de tendência, e os sexólogos chamam de um estado psicológico. Além disso, os cientistas políticos concordam com os cientistas de cultura, os cientistas sociais – com os primeiros psicólogos e professores – com cientistas sociais. (Dicionários e Enciclopédias Acadêmicas)

Em geral, há tantas opiniões como existem dicionários. Ao mesmo tempo, certa atitude para com estas definições está sendo desenvolvida. Com base nisso, segue-se que o egoísmo é certamente uma coisa muito séria, mas, como colocar isso em palavras mais simples: não fatais e não necessárias em tudo? Ou seja, uma pessoa pode ou não ter egoísmo.

No entanto, há uma opinião diferente e radical que pertence a Richard Dawkins, biólogo evolucionista, autor de O Gene Egoísta:

“Nós somos máquinas de sobrevivência: veículos robotizados cegamente programados para preservar as moléculas egoístas conhecidas como genes”.

Além disso, no mesmo livro, ele deixa claro o que ele tem em mente.

Ele olha para os genes como as “unidades fundamentais da seleção natural”.

Nem mais, nem menos. Isto não é o comportamento ou um estado mental.

E ainda há mais uma opinião, e esta opinião parece não ser revolucionária.

“O egoísmo, definido como a força do desejo de receber, é a essência do homem”. (Yehuda Ashlag “A Liberdade”)

Esta opinião especial pertence àqueles que continuaram o trabalho de Abraão: os Cabalistas. Isso é o que discutiremos no próximo capítulo.

O Segredo Essencial Dos Judeus, Parte 22

Do livro: O Segredo Essencial dos Judeus, M. Brushtein.

“Princípios Fundamentais da Teoria Integral”

Nós devemos nos conectar, apesar de todas as contradições.

Nossas inclinações podem ser usadas ​​tanto positiva como negativamente.

Ao contrário dos animais, o ser humano é capaz de trazer conscientemente tanto benefícios como danos ao meio ambiente.

As leis da ecologia, da sociedade humana e, em geral, de toda a natureza estão interligadas por conexões integrais globais.

A humanidade tornou-se grande e forte. Ao mesmo tempo, ela parece uma criança que se perdeu e não sabe para onde ir.