Textos com a Tag 'Baal HaSulam'

Um Novo Desejo Nasce De Dois Desejos Opostos

Pergunta: Você explicou que através de uma conexão entre dois, uma terceira coisa, completamente nova, nasce, e essas duas coisas desaparecem. Mas, por que isso não acontece em nosso mundo? Um pai e uma mãe geram um filho juntos, mas eles continuam a viver juntos com a criança.

Resposta: Conexão não é um vínculo entre órgãos físicos, mas uma união de desejos. Os corpos físicos não se conectam, pois é possível tomar gametas de um pai e mãe e fazer uma criança in vitro.

Mas isso não é chamado de conexão; conexão acontece com desejos. Cada um trabalha com o seu desejo, e de dois desejos opostos, nasce um terceiro, que inclui ambos, os dois, dentro dele.

Conexão é uma existência compartilhada de ambos os desejos em um nível mais elevado. Concessão e anulação do “eu” dentro da conexão, não causam dano, muito pelo contrário, adicionam realização e tornam possível subir ainda mais.

O desejo de receber em si não desaparece nunca; esta é a substância da criação. Nesse meio tempo, nós anulamos temporariamente esses desejos que não podem ser utilizados em prol da doação. Com os desejos que podem ser utilizados a fim de doar, nós os combinamos de tal maneira que eles criam um terceiro órgão, chamado Adam (homem/humano), que inclui ambos os sexos, masculino e feminino, dentro dele.

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Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 8/06/14, Escritos do Baal HaSulam

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Conexão Com A Doação

Pergunta: Quando é que vamos elevar MAN, uma oração?

Resposta: Nós elevamos MAN quando podemos abrir mão de nossos Kelim (desejos) de recepção e nos conectamos entre nós, só com os nossos Kelim de doação. Mas isso não significa, absolutamente, que não levamos os nossos desejos de recepção em consideração.

Suponha que eu vivo em um palácio e tenho um monte de carros e aviões, e você vive em um apartamento normal, e tem um carro, e ele vive em uma barraca, e só tem uma carroça, e seu cavalo morreu. Então, o que significará nos conectarmos?

Para isso, nós devemos desistir de toda a nossa propriedade pelo outro, o que significa que reunimos tudo o que temos, e, além disso, nos conectamos através do nosso GE, na doação. Conexão com os desejos de doação (GE) também exige uma anulação relativa nos desejos de recepção (AHP).

Isso não significa que alguém realmente tem que desistir de toda a sua propriedade, mas é necessário levar em conta a anulação de seu AHP, diminuindo sua importância. Então, a conexão será feita em níveis mais elevados. Isso significa que não podemos simplesmente nos conectar com Nitzutzin (faíscas); isso vai exigir-nos também nos conectarmos no futuro com o nosso AHP, como Baal HaSulam escreveu no artigo “A Última Geração”.

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Da Preparação para a Lição Diária de Cabalá 8/06/14

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Garantir O Bem Estar Do Amigo

Baal HaSulam, O Arvut (Garantia Mútua): Todos de Israel são responsáveis ​​uns pelos outros).

(Sanhedrin, 27b, Shavuot 39): Isto é falar do Arvut (Garantia Mútua), quando todos de Israel tornaram-se responsáveis pelo outro. Porque a Torá não foi dada a eles antes de todos e a cada um de Israel foi perguntado se ele concordava em levar sobre si o Mitzva (mandamento) de amar os outros na medida plena, expressa nas palavras: “Ama o teu amigo como a ti mesmo”. Isto significa que todos e cada um em Israel tomariam para si cuidar e trabalhar para cada membro da nação, e satisfazer todas as suas necessidades, não menos do que a medida impressa nele, para cuidar de suas próprias necessidades. [Leia mais →]

Aparentemente Eu Sou Um Escravo Do Faraó

Pergunta: O que significa pedir para estar acima do Faraó?

Resposta: Ser escravo do Faraó significa esclarecer com certeza, com a mente e o coração, que eu não estou pronto para fazer qualquer coisa, exceto o que o ego, o desejo de prazer dita para mim agora. É assim que eu descubro o Faraó, o poder que me controla agora.

No entanto, como eu posso saber que este é o Faraó? É na condição de que o Criador me convide para ir com Ele, quando Ele diz: “Venha ao Faraó”.

Isso significa que o segundo poder é revelado, o Criador, o poder de doação, em contraste com o poder de recepção. E então eu posso esclarecer em relação a cada uma das forças e decidir quando estou sob o controle do Criador e, quando sob o controle do Faraó. Em última análise, “os filhos de Israel suspiraram do trabalho”, não estamos preparados para permanecer em escravidão ao Faraó por mais tempo. [Leia mais →]

Dar O Meu Ego à Escravidão

Pergunta: Existem vários tipos de divulgação que exigem de todos nós estarmos defronte ao público. Mas o que deve ser feito se nem todos têm a capacidade e o talento necessários para isto?

Resposta: Eu só sei de uma coisa. Se eu quiser executar uma ação corretamente, eu preciso me colocar nas mãos do grupo, de modo que ele vai decidir e determinar o que devo fazer. Pode ser que eles digam: “Sente-se e não faça nada, já que você vai estragar tudo”. E assim será a minha participação na divulgação.

Eu posso ser um motorista, um porteiro, um conferencista. Não importa o que eu faço. Mas é preferível que o grupo decida para mim e que eu não decida nada por mim mesmo. Isso significa ser um escravo. Estou no trabalho espiritual.

E então eu estou liberado de todas as dúvidas: foi-me dito e eu faço na melhor e mais completamente ingênua forma, sem entrar com a minha mente nisto. Minha mente é apenas para entender o que eles querem que eu faça e para realizá-lo da melhor maneira, sem entrar em meu “eu”, na minha iniciativa.

Assim, é preciso haver a liderança, que inclui especialistas em divulgação, que decidem e determinam o que fazer, que participam de todas essas atividades, a fim de ser um exemplo para todos. E todo mundo precisa segui-los. E aqueles que não querem estão perfurando um buraco no barco geral, e nós não precisamos deles no grupo.

Uma pessoa precisa entender que precisa purificar-se de todas estas formas do ego, a partir da preocupação disto não ser agradável, desde as dúvidas sobre como fazer isto ou aquilo. Se você simplesmente não pode realizar o que o grupo decide, então, deixe o grupo. Afinal, você deve subir acima de sua besta.

O grupo é mais forte do que você, e se você recebe a sua proteção, então, execute e seja feliz, pois agora você tem a oportunidade de fazê-lo. E se não, então você vai ficar com o seu ego e não tem chance de avançar. Neste caso, não há necessidade de incomodar os outros. Vá descansar, vamos nos encontrar na próxima encarnação.

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A partir da 3ª parte da Lição Diária de Cabala de 20/3/14, Escritos de Baal HaSulam

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A Torá Do Exílio E Da Era Da Redenção

Pergunta: Por que a Torá está escrita de uma forma que não nos puxa para a conexão? Em vez disso, ela fala sobre vários crimes e punições que são totalmente opostos à lei de não pensar sobre nós mesmos.

Resposta: Será que isso significa que a linguagem da Torá afasta-o das ações corretas? A Torá fala sobre tudo de uma maneira que faz com que seja difícil focar a correção. Primeiro de tudo, não há qualquer menção do grupo, de conexão, ou amor. Sim, está escrito: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”, e ainda mesmo que esta seja a principal lei daTorá, esta frase é citada apenas em um dos livros, não em todos eles.

Não está escrito antes de cada mandamento que primeiro temos que amar o nosso próximo como a nós mesmos e a partir daí amar ao Criador, e, em seguida, observar as leis da Kashrut ou reposição de danos. Esta regra principal é mencionada apenas uma vez, a lei é ensinada às crianças no início de seus anos de escola, mas não há nenhuma referência a esta noção em qualquer outro lugar em todo o livro. [Leia mais →]

O Aviso De Nossos Sábios

Baal HaSulam, “Introdução ao Livro Panim Meirot uMasbirot”, Item 3: sabe-se que a força benéfica e a força prejudicial andam de mãos dadas. Em outras palavras, tanto quanto algo pode beneficiar, do mesmo modo, pode prejudicar. Assim, uma vez que a força de uma pessoa é maior do que todas as bestas e animais de todos os tempos, sua força prejudicial também suplanta todos eles.

Assim, ao tempo em que a pessoa é digna de merecer o seu grau, em uma forma que use a sua força só para fazer o bem, ela necessita de um olhar atento, assim ela não irá adquirir grandes quantidades de nível humano, que é sabedoria e ciência. [Leia mais →]

Nem Tudo É Fácil

Baal HaSulam, “Introdução ao Livro, Panim Meirot uMasbirot”, Item 1: Quem se atreveria a extraí-lo do coração das massas e escrutinar as suas maneiras, quando a sua realização é incompleta em ambas as partes da Torá, chamada Peshat (literal) e Drush (interpretação)? Na sua opinião, a ordem das quatro partes da Torá (PARDESS) começa com a Peshat, então oDrush, então Remez (insinuou), e no final o Sod (segredo) é compreendido.

Contudo, está escrito no livro de orações, Vilna Gaon, que a realização começa com a Sod…

Na verdade, nada é tão simples como parece. A realização da Torá está dividida em quatro partes e, mesmo elas estão dispostas em uma ordem inversa, em comparação com o que é aceito pelo povo comum. As pessoas pensam que elas estão aprendendo Pshat, enquanto, de fato, a Torá está escondida delas e na melhor das hipóteses é transmitida na forma de Sod. [Leia mais →]

O Que Você Prefere

Baal HaSulam, “Introdução ao Livro do Zohar”, Item 69: Quando alguém aumenta a sua labuta na interioridade da Torá e seus segredos, nesta medida, ele faz a virtude da interioridade do mundo, que é Israel, voar alto, acima da exterioridade do mundo, que são as nações do mundo.

Então, tudo depende em preferir a interioridade à exterioridade. Essas duas partes são essenciais na Torá, em nossas ações, na nossa intenção, em nosso desejo, em tudo. Devemos sempre distinguir entre o que é mais interno e o que é mais externo, e preferir um ao outro.

Assim, uma pessoa concentra-se sobre o objetivo correto e avança. Na verdade, não há nada mais que devamos fazer, mas a preferir a interioridade à exterioridade o tempo todo, esclarecer o que é interioridade e o que é exterioridade, e preferir uma ao outra. [Leia mais →]

Aberto À Conexão

Israel” significa “Yashar-Kel” (direto ao Criador). Esta é uma pessoa que reage à influência do Criador dentro de si mesma e está pronta a reagir em relação a Ele. O Criador envia a “sobrecarga do coração” para nós e depende de nossa parte superar isso, e na medida em que conseguimos, começamos a entrar em uma conexão acima de todos os distúrbios, acima de todos os desejos egoístas, acima de todos os pensamentos que pesam sobre nós e que não nos direcionam para a equivalência de forma com o Criador.

Quando superamos esses distúrbios que o Criador envia, nós somos chamados de Israel. E se afundamos dentro dos distúrbios e ansiamos aliviar nossa condição, ficamos o mais confortável possível em cada momento, então continuamos no nível da existência corporal, material.

Eventualmente, depois de passar por muitas provações e decepções, “um centavo e uma moeda reunidos em uma grande quantidade,” em um nível mais alto. E então, começamos a sentir que não estamos de acordo em continuar a vida desta forma. É claro que este desenvolvimento só é possível mediante à Luz que finalmente nos traz a um estado de Israel, o anseio “direto ao Criador.” [Leia mais →]