Altruísmo Egoísta: O Caminho Para o Super Organismo e Fascismo
A maioria das religiões consideram o comportamento altruísta o valor principal da humanidade. Acredita-se que o altruísmo é a base da virtude. De acordo com Boris Krieger, o altruísmo é o egoísmo, a nível da comunidade, família, parentes, e da humanidade. Nosso comportamento altruísta é ditado pela consciência, crenças religiosas, hábitos e medo de punição pelo destino, ou Deus. Um ato verdadeiramente altruísta que não tem nenhuma razão moral, religiosa ou instintiva é impossível.
Altruísmo desempenha um papel especial em um grupo de pessoas. Elas tem a sensação de um “super organismo” (A Hipnóse da Felicidade por Jonathan Haidt, O Super Organismo por Bert Hölldobler e Edward O. Wilson), quando todas estão prontas a sacrificar-se pelo resto do grupo. As pessoas estão dispostas a se sacrificar para o bem de todo o grupo para evitar uma ameaça do outro grupo. Altruísmo em equipe é a base para o treinamento militar, onde as pessoas são ensinadas a ver a vida do país como mais importante do que suas próprias vidas.
Podemos encontrar evidência para esta teoria, no princípio de Darwin da seleção natural, sob o pressuposto de que “a seleção natural poderia agir em grupos, assim como indivíduos, uma idéia conhecida como seleção de grupo “(James Schwartz,”Morte de um altruísta“), onde o altruísmo é considerado o egoísmo de um grupo. Formando uma unidade funcional em que todos estão prontos a sacrificar-se para o benefício de todo o grupo, a fim de superar as dificuldades ou ameaças, geralmente proveniente de um outro super organismo, é a habilidade mais nobre e terrível do ser humano. [Leia mais →]