Textos com a Tag 'REALIDADE'

Focando Na Verdadeira Realidade

Dr. Michael LaitmanAo ler O Zohar e querendo imaginar o grau seguinte, a pessoa deve tentar juntar esforços neste grau e neste mundo, e do mundo interno, e do grupo, a fim de que tudo esteja numa estrutura, porque não há mais nada além disso.

Se alguém é capaz de fazer isso e discernir “Israel (se esforçar pelo Criador), a Torá (a Luz que Reforma), e o Criador são um”, é sinal de que já obteve o foco certo, a atitude correta em relação à verdadeira realidade, que é corretamente representada nela, mas não fora de si mesmo.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 25/10/12, O Zohar

Crescimento Nos Degraus da Escada Espiritual

A fim de obter a imagem real e completa da realidade, é preciso desligar um pouco da mesma realidade a que estamos acostumados, e o tanto quanto possível, tentar imaginar o estado permanente que é o desejo de receber que foi criado pelo Criador. Todos os movimentos ocorrem somente dentro desse desejo, dentro de sua consciência.

Se este desejo tenta compreender e sentir o seu estado real, então isso é chamado de movimento. É precisamente neste estado em que nos encontramos, mas no nosso entendimento e sentimentos compreendemos uma realidade diferente, imaginária. Este tipo de exercício, um jogo em que estamos envolvidos, a fim de fazer um esforço, como crianças, tentando ter sucesso no jogo – através dele  ganhamos conhecimento, sentimento, compreensão, inteligência e desenvolvimento.

Se não fosse por esses jogos, então a criança iria crescer como um animal: de um pequeno animal a uma besta grande. Mas é especificamente através dos jogos que cada vez ela aprende, ela muda e se torna um homem.
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A Realidade Ilusória Nas Ondas Do Egoísmo

Dr. Michael LaitmanCada um de nós contém 613 diferentes desejos, relacionados com a nossa conexão com o outro, que temos que corrigir. Primeiro eu tenho que ver que todos esses desejos são egoístas e que eu quero usar o próximo e o Criador.

Essa direção, “Israel, a Torá e o Criador”, ou seja, do amor pelas criaturas ao amor pelo Criador, primeiro trabalha sob a forma oposta: usando o Criador e as criaturas em benefício próprio. Primeiro nós temos que discernir precisamente este fato, e isso se torna revelado sob a condição de que ambas as criaturas e o Criador são usados ​​corretamente.

Na primeira fase, desejando alcançar a conexão geral com todo o universo, através das criaturas até o Criador, nós descobrimos nossas transgressões e erros, e é assim que revelamos a inclinação ao mal. Isso não acontece de uma só vez. À medida que a pessoa avança, uma pequena parte do egoísmo é continuamente revelada. Nós exigimos a sua correção, e na Luz da correção revelamos uma maior parte do egoísmo e, novamente, pedimos para que ele seja corrigido.

A Luz vem do Criador através do grupo, iluminando e corrigindo o mal que nós descobrimos, e como resultado, nós descobrimos novas ondas de egoísmo, mais fortes e mais duras dentro de nós. É assim que avançamos de pequenos erros a erros mais graves, e, depois, de pequenas a grandes transgressões, gradualmente revelando e corrigindo a nós mesmos.

Mas nós sempre aspiramos ao amor, à unificação, à unidade de Israel, a Torá e o Criador num todo. Nós desejamos que o Criador se torne santo, “separado”, especial, ou seja, que a qualidade de doação seja sempre o maior valor para nós. É assim que ocorre o progresso.

E o aspecto mais importante deste trabalho é compreender que todas as correções estão concentradas fora da pessoa. Seu progresso espiritual ocorre fora dela. E fora dela só há a Shechiná e o Criador que a preenche.

Uma pessoa imagina que há um mundo inteiro em torno dela: inanimado, vegetal, animal e humano, mas tudo isso é apenas sua ilusão, sua imaginação. Na realidade, nada disso existe. Quando a pessoa começa a revelar a verdadeira realidade, ela descobre que tudo é desprovido de espírito de vida, e é animado apenas pela força superior do Criador, que está por trás de todas essas imagens e sombras. Por si só elas são apenas vestimentas, embalagens, não tendo preenchimento interior.

Esperemos revelar esta verdade de forma rápida e começar a trabalhar verdadeiramente com o Criador através destas vestimentas.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 09/07/12, Escritos do Rabash

Nós Somos Cérebros Vivos

Dr. Michael LaitmanNas notícias (do The New York Times): “Os pesquisadores descobriram que as palavras que descrevem o movimento também estimulam regiões do cérebro distintas das áreas de processamento da linguagem. Em um estudo conduzido pela cientista cognitiva Véronique Boulenger, do Laboratório de Linguagem Dinâmica na França, os cérebros dos participantes foram mapeados à medida que eles liam frases como ‘João agarrou o objeto’ e ‘Paulo chutou a bola’. As imagens revelaram atividade no córtex motor, que coordena os movimentos do corpo. Além disso, esta atividade estava concentrada numa parte do córtex motor quando o movimento descrito era relacionado com o braço, e em outra parte quando o movimento tinha relação com a perna.

“O cérebro, ao que parece, não faz muita distinção entre ler sobre uma experiência e defrontar-se com ela na vida real; em cada caso, as mesmas regiões neurológicas são estimuladas”.

Meu comentário: Nós existimos como criaturas eternas no espaço eterno, do qual sentimos fragmentos de acordo com o nosso desenvolvimento. A Cabalá é projetada para nos desenvolver até a revelação plena de tudo que existe. Conforme o grau de desenvolvimento, nós estamos mudando o sentido de “eu” (self) e do mundo que nos rodeia, até a sensação de tudo que existe em um objeto inteiro: todo o infinito. Atualmente, nós estamos atravessando uma fase de transição da percepção da nossa dimensão tridimensional (tempo-movimento-espaço, a fonte da existência) para uma de 10 dimensões (três linhas, Tzimtzum Bet, etc.) e, em seguida, no final de correção, até o infinito.

Os Construtores De Uma Nova Realidade

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se o Criador é revelado entre nós, e não em cada pessoa individualmente, como cada pessoa sente este campo de uma única força?

Resposta: A espiritualidade é doação. A doação é algo que se revela fora de cada pessoa e não dentro. Dentro de nós, nós só podemos sentir o que sentimos agora: a imagem que chamamos “este mundo”.

Portanto, se eu quiser revelar algo sobre a minha existência corpórea, algo fora do que acontece no meu corpo animal, eu preciso construir um corpo novo, diferente. Esse corpo é chamado de unificação entre as pessoas. Como elas também são criadas a partir de corpos animais, nós construímos um novo corpo entre nós, que surge entre nós e sente a nossa realidade fora do corpo.

Essa realidade se chama mundo espiritual ou realidade superior, uma vez que contém todas as forças e qualidades, o programa da criação e seu objetivo. Tudo fica ali, entre nós. Esse campo, a força superior, nos controla. É chamado de Luz, Criador, Elokim, e muitos outros nomes.

Assim, nós não temos escolha, exceto construir a união entre nós. Ao nos esforçarmos por esta união, mesmo egoisticamente, despertamos certa influência dela sobre nós e começamos a senti-la no grau chamado de Lo Lishma. Então, ela nos afeta cada vez mais, e começamos a senti-la no primeiro grau espiritual, e, depois, com intensidade cada vez maior. O poder da nossa unificação determina o poder da Luz que Reforma, a sensação de doação que está sendo revelada. No entanto, tudo isso é revelado entre nós.

Esse é o nosso trabalho. Nós só precisamos tentar imaginar constantemente este estado de uma maneira mais autêntica e real, e juntar a isso tudo o que sabemos da psicologia, ciência, e das relações entre nós. Então, vocês verão como isso é verdade. De repente, tudo se unirá.

Da Lição em Nova Jersey 10/05/12, Shamati

A Camada Informativa Da Realidade

Dr. Michael LaitmanO homem, por natureza, não deseja simplesmente viver a sua vida, mas quer entender: O que o dirige, através de qual o programa, e com que propósito nos conduz? É por isso que ele estuda a vida, ou, em outras palavras, estuda a Natureza.

Eu habito no mundo e estou exposto à influência de vários fatores. No entanto, como eu estou sendo governado é desconhecido para mim. A criança é movida por impulsos internos, e podemos ver claramente como a natureza inata a põe em movimento. Porém, nos adultos isso é menos aparente.

A questão é que você só pode pesquisar algo se você estiver ao menos um degrau acima dele. Então, é como se eu “absorvesse” o objeto de investigação em mim mesmo, realizasse uma análise e síntese, e tirasse conclusões. Isto é possível porque a minha percepção racional e emocional é maior do que o objeto do meu estudo.

Mas e se eu estou dentro da Natureza, que age em mim e é a fonte dos meus pensamentos e desejos? Neste caso, eu não sei o que vai acontecer comigo no momento seguinte, como a minha vida vai se desdobrar, o que vai acontecer com o mundo no qual dependo de todos. Há informações aqui que eu não posso trazer à minha razão, à minha sensação.

Como posso manter tudo isso sob controle? Afinal, eu estou totalmente confuso, eu não estou tirando da vida tudo de bom que poderia ser extraído. Nós vemos isso pela primeira vez na humanidade, a qual não sabe por que vive, como ou por quê. Mesmo pessoas inteligentes e proeminentes acabam no final acompanhando sua própria rotina.

Assim, nós só podemos examinar realmente a nossa vida com a condição de que vamos estar acima dela. Mas como isso pode ser feito? Aqui nós temos alguns meios de ascensão acima de nossa natureza. Então, enquanto ainda permaneço como eu, eu irei ao mesmo tempo olhar para mim mesmo de cima, a partir da natureza universal, a partir desse reino onde todos os pensamentos e desejos são gerados.

Existem essas pessoas no mundo que realmente sentem o que vai acontecer amanhã ou mesmo daqui a alguns anos. Hoje, os cientistas também estão reconhecendo a presença de certa camada informativa em nossa realidade. Dentro dela, os destinos de cada um de nós e do mundo como um todo estão previstos, todo o programa pelo qual nos desenvolvemos. No entanto, somos incapazes de estabelecer uma conexão com ela por conta própria, e é por isso que até mesmo o futuro imediato é desconhecido para nós. E o mais importante, nós não sabemos como agir corretamente hoje, a fim de garantir esse futuro.

Nas gerações passadas, nós não estávamos particularmente atraídos em conhecer a “camada do programa”. A vida ainda não era tão complicada e confusa, por isso ela era suficiente para nós. Está escrito: “Pois com muita sabedoria vem muita tristeza…”. Hoje, no entanto, por fazermos vista grossa em relação ao que está acontecendo, nós não temperamos o nosso sofrimento; pelo contrário, nós o fortalecemos. Eu tenho um problema: eu não sei o que vai acontecer amanhã e no dia seguinte, como se comportar para que tudo dê certo – e ainda assim, sabendo que isto é absolutamente necessário em nossos dias.

O curso de desenvolvimento nos trouxe a esta fase em que temos que revelar o programa de vida. Sem isso, nós estamos enfrentando a ameaça de perigos e de muito sofrimento. De qualquer maneira, nós amadurecemos o suficiente e evoluímos de tal forma que esta questão nos atormenta e pede nossa intervenção no programa. No final, nós estamos simplesmente sendo obrigados a revelar toda a Natureza, subindo para a camada informativa integrada dentro dela. Só assim nós estaremos tomando decisões e lidando com problemas de acordo com os conhecimentos adquiridos e vamos garantir a boa continuação do caminho.

Da Palestra na Colômbia 29/04/12, “Desenvolvimento Espiritual e em Grupo”

Transformando Fantasia Em Realidade

Dr. Michael LaitmanOs autores do Livro do Zohar alcançaram os graus espirituais e os descreveram para nós, organizando-os de modo que o fluxo do impacto da Luz a partir da descrição do nosso estado nos beneficiará tanto quanto possível e nos ajudará a perceber o estado em que estamos.

Eles estão no sistema chamado mundo do Infinito, um sistema corrigido de trabalho. No entanto, ele está oculto de nós, e nós não sabemos onde estamos. Nós somos como bebês que não sabem o estado em que estão, em que mundo, o que está acontecendo, quem está cuidando deles e como. É como se eles recebessem tudo pronto, mas não sabem de onde isso vem. Eles têm um mundo próprio que podem sentir, e eles vivem nele.

Nós, também, ainda estamos separados da realidade atual; nós estamos numa espécie de neblina, ocultação, como num sonho. Se pudermos imaginar o estado espiritual em certa medida, não importa o quão preciso ele possa ser, e tentar estar nele, nós atraímos a Luz que reforma desse estado.

Mas não basta imaginar um estado espiritual, mesmo que esta visão seja mais autêntica: que a humanidade está unida, junta, no desejo mútuo de doar, em garantia mútua, em diferentes formas corrigidas de conexão, e até mesmo no desejo de alcançar a qualidade integral da doação, o Criador. Não basta, porque todas as descrições que tentamos imaginar não são nada mais do que a nossa imaginação; elas não são diferentes de nossas fantasias terrenas.

Se quisermos que essas imagens sejam realizadas e assumam uma forma mais realista, sensível, nós precisamos de uma força que influencie esse quadro imaginário do nível superior e transforme a fantasia na verdadeira realidade espiritual, a força que a realizará na prática. Esta força é chamada de “Luz que Reforma”.

É por isso que nós lemos O Livro do Zohar, pois assim nós atraímos sobre nós mesmos a Luz que Reforma da forma mais benéfica e mais forte. Não importa o que lemos. O importante é até que ponto nós queremos estar com esse sentimento, nessa intenção, nesse estado, como os autores do Zohar, que nos dizem sobre isso em palavras que estão além da nossa compreensão. Mas se quisermos estar no mesmo círculo com eles, ele funciona, ele nos influencia. É assim que atingimos o poder de nos desenvolver.

Em nosso mundo, uma criança que se esforça atrai a força de desenvolvimento da natureza, do modo como esta força está disposta para ela pelo sistema. Seja um filhote de cachorro ou uma criança pequena, a mesma lei se aplica a todos. Ambos são pequenos animais.

No mundo espiritual, no entanto, tudo segue a intenção. Lá nós temos que fazer grandes esforços para atrair a Luz que Reforma. Isso é chamado de “ocupar-se com a Torá”. Nós começamos a ler O Livro do Zohar por nossa livre escolha, com a ajuda dos amigos, o grupo e com um grande trabalho interno e preparação, querendo extrair dele a Luz que Reforma.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 27/02/11, O Zohar

A Única Realidade

Dr. Michael LaitmanPergunta: Qual é a base da fusão dos três conceitos: “Israel, a Luz e o Criador”?

Resposta: A base é que esses conceitos não estão separados. Tudo é Um. A realidade é simples: o desejo de receber preenchido com luz. E a pergunta é uma só: como podemos descobrir onde realmente estamos? Como podemos descobrir essa realidade? Como podemos adicionar o conhecimento disso em nossas vidas, ao nosso estado atual? No final, é isso que a sabedoria da Cabalá revela.

Além disso, não há nada. Essa realidade é permanente. Não há tempo, lugar ou distância, mas a realidade simplesmente existe. Não podemos imaginar a nós mesmos sem as características desse mundo, mas ele existe. Dentro dele, descobrimos tanto o Kli (vaso ou desejo) quanto a Luz, ou seja, todos os seus componentes, e assim chegamos à existência real.

Nós não entendemos como estamos separados hoje da verdade. Israel, a Luz e o Criador parecem separados para nós. Porém, nós precisamos conectá-los em Um.

A pessoa que tenta descobrir a verdadeira realidade é chamada de Israel, visto que ela anseia “diretamente ao Criador (Yashar Kel)”. A Luz é a Luz que reforma, que leva a pessoa à meta. O objetivo é o Criador, a força superior, a raiz a qual almejamos. Assim, tudo está ligado à raiz, e através disso, eu retorno a Ele, eu realmente me torno como Ele.

Da 4a parte da Lição Diária de Cabalá 22/02/12, “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot

Os Elementos De Uma Realidade Integral

Dr. Michael LaitmanPergunta: A psicologia comportamental fala do chamado “triângulo de compreensão mútua”.  Dois de seus cantos representam a comunicação e a empatia, e o terceiro é a realidade compartilhada. Na educação integral a comunicação é conduzida num círculo. Do ponto de vista da psicologia comportamental, supõe-se que no processo de crescimento da compreensão mútua, a empatia também aumente. Agora, surge uma pergunta: essa própria integralidade é uma realidade compartilhada?

Resposta: Nós temos que existir dentro dela. Não dentro de nós mesmos, mas fora do eu, dentro desta realidade compartilhada que nós criamos, porque isso é exatamente o que significa a realidade objetiva. Tudo o que existe dentro de mim é subjetivo, isto é, pura mentira. Eu minto para mim mesmo sobre a construção do meu próprio eu. Esse mundo é totalmente irreal, inventado por mim.

Às vezes, eu estou conversando com alguém e admiro como nós percebemos o mundo de forma diferente. Eu estou falando de uma coisa, e ele vê uma imagem completamente diferente e fala sobre outra coisa. Ele é totalmente sincero, assim como eu, porque cada um de nós vem de suas próprias sensações.

Assim, é necessário subir mais alto, no desejo comum, na mente comum, no coração e no cérebro comum, e observar o mundo de dentro da imagem coletiva do homem que representa a totalidade de todos nós. Então, nós veremos o mundo de forma totalmente diferente: não individualizado, não distorcido pelas nossas qualidades interiores intrínsecas.

Se o máximo possível de pessoas se reunirem no sistema comum do “homem” (a imagem conjunta do homem), então, naturalmente, vamos ver uma imagem completamente diferente do mundo, do universo e de nós mesmos. E esta vai ser muito diferente da que vemos hoje. Afinal, a imagem do mundo depende da percepção subjetiva, e os psicólogos sabem muito bem disso.

Nós só precisamos mostrar que se você pegar os seus desejos e qualidades internas e compará-los aos outros, isto é, à imagem coletiva emergente do homem como um todo, então, de dentro dela, você vai começar a observar um mundo verdadeiramente diferente.

Você se eleva acima de si mesmo e se distancia do seu corpo, de suas qualidades pessoais, de modo que o corpo não importa mais para você. Como vemos a partir da experiência, é muito provável que isto começará a ser percebido como algo estranho, como um animal que existe perto de você. Quando você entra nessa imagem coletiva do homem, você vê seu corpo existindo num nível animal. E a imagem generalizada do homem pertence ao nível humano.

Da “Palestra sobre Educação Integral” 12/12/11

Apenas Deseje E Isso Se Tornará Realidade!

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que significa atrair a Luz que corrige?

Resposta: Nós só podemos trazer o nosso desejo, a necessidade de se corrigir, mas quem vai corrigi-lo? Eu só posso revelar a quebra, enquanto o remédio só pode vir de Cima, da Luz. A Luz quebrou o nosso Kli ou desejo, e também o corrige. É a mesma Luz, a mesma ação, mas na sua forma oposta, que é o que eu desejo agora.

Acontece que além de revelar o desejo, eu não preciso de mais nada. Assim que eu revelar o desejo, isso é chamado de oração e todo o mal que eu revelei torna-se imediatamente corrigido. Se eu realmente revelo o mal na sua forma final em cada fase, ele se torna corrigido, porque lá eu inequivocamente alcanço a verdadeira oração, o clamor, o MAN – e a correção vem definitivamente para mim.

Da 2ª parte da Lição Diária Cabalá 14/12/11, O Zohar