Textos com a Tag 'degraus da escada'

Palestras Sobre Os Degraus Da Escada, Parte 236

Palestras sobre os Degraus da Escada, Parte 236

Como podemos compreender os estados pelos quais passamos?

Não sabemos por que ou em que sequência nos são impostos os diversos estados. Na verdade, não temos a menor ideia de como existimos. Somos como bebês que desconhecem o propósito de nossas vidas. Desejamos várias coisas, e certas coisas nos são dadas. Ou seja, recebemos todo tipo de desejos e impulsos internos, qualidades mutáveis, condições ambientais que se alteram com o tempo, e assim continuamos a existir, seguindo em frente.

É assim que cada um de nós segue em frente, levado pela corrente da vida, e apenas nos parece que determinamos ou controlamos algo. Isso é simplesmente falso, uma completa mentira.

Então, por que nos foram dados intelecto e pensamento? Foi para buscarmos a única coisa à qual vale a pena se apegar, para aprendermos o que está acontecendo conosco, e esse aprendizado deve nos levar a conclusões que chamamos de “reconhecimento do mal”. Não precisamos nos opor a nada. Não devemos forçar nada, pois seria em vão. Precisamos apenas prestar um pouco de atenção ao que o Criador está fazendo conosco, e a partir disso começamos a entender quem somos, quem é o Criador, o que o Criador quer, por que Ele organiza as coisas para nós dessa maneira e com que astúcia sutil Ele o faz.

Por meio disso, gradualmente chegamos a conhecer a natureza. A sabedoria da Cabalá é o estudo da natureza em sua forma mais ampla, incluindo o mundo das causas, onde tudo o que acontece aqui é preparado e organizado. Este mundo das causas, por sua vez, inclui nossa natureza, nós mesmos e nosso ambiente. Aprendemos a realidade em sua totalidade por meio de nós mesmos, por meio do autoestudo: “Por Tuas ações Te conhecemos”; “Por minha carne contemplarei a Deus”.

Palestras Sobre Os Degraus Da Escada, Parte 235

Palestras sobre os Degraus da Escada, Parte 235

Como podemos nos lembrar do pensamento correto durante o estudo?

Isso requer preparação. Durante o estudo em si, certamente não conseguiremos nos lembrar repentinamente do pensamento correto, a menos que já o tenhamos intencionado de antemão. Isso porque já sabemos, por termos tentado e falhado diversas vezes, que durante o estudo somos incapazes de nos direcionar adequadamente.

Então começamos a nos preocupar: “Hoje e amanhã estarei aqui sentado sem nenhum benefício, então o que vai acontecer?” Antes mesmo do estudo começar, já começamos a pensar no que nos acontecerá durante ele. Essa preocupação prévia nos prepara para pensar corretamente durante o estudo.

Isso é possível se simplesmente nos treinarmos para tal. Não acontece da noite para o dia. Precisamos fazer muitas coisas de uma maneira muito simples, como “um boi para a carga e um burro para o fardo”.

Palestras Sobre Os Degraus Da Escada, Parte 234

Palestras sobre os Degraus da Escada, Parte 234

O que devemos fazer quando outros pensamentos surgirem durante o estudo?

Podemos estar sentados em uma aula, com o corpo acomodado na cadeira, enquanto viajamos pelo mundo com a mente, completamente alheios à lição. Está escrito que o homem está onde seus pensamentos estão, mas esse não é o ponto aqui. Se estivermos verdadeiramente envolvidos no estudo, mas ruminarmos sobre algum assunto, esse é um pensamento incorreto. Se pensarmos em várias questões relacionadas às nossas atividades no grupo, esses também são pensamentos incorretos que nos distraem do estudo. Durante o estudo, devemos nos sentir unidos a todo o grupo, em conexão com o Criador por meio do material de estudo. É tudo o que devemos almejar.

Palestras Sobre Os Degraus Da Escada, Parte 233

Palestras sobre os Degraus da Escada, Parte 233

O que determina se estamos em uma subida ou em uma descida?

A descida e a subida são determinadas pela pessoa, de acordo com o estado em que nos encontramos ou com a nossa atitude em relação a esse estado. Por exemplo, esquecemos que estamos numa aula e começamos a sonhar acordados com o jogo de cartas que jogamos ontem com os nossos amigos. Bebemos cerveja, nos sentimos bem e nos divertimos. Esse momento sobre o qual estamos sonhando é o que chamamos de “subida”Nós nos sentimos bem. De repente, despertamos e percebemos no que estamos pensando e onde estamos agora, no que estamos imersos, e então começamos a sentir que isto é uma descida.

Em outras palavras, as subidas e descidas podem ser avaliadas unicamente em função da equivalência com a luz circundante, e somente devido a essa equivalência com a luz. Uma verdadeira percepção do lugar em que nos encontramos só pode ser feita em relação à luz.

Palestras Sobre Os Degraus Da Escada, Parte 232

Palestras sobre os Degraus da Escada, Parte 232

Capítulo 21. Compreendendo os Estados

Há trabalho durante a subida e há trabalho durante a descida, e devemos tentar descobrir qual desses dois estados está mais próximo de nós. No entanto, nossa principal obrigação é trabalhar durante a subida, porque durante a descida não há ninguém a quem responsabilizar, já que às vezes estamos em um estado de inconsciência e incapazes de nos mover. Às vezes, isso não é apenas interno, mas também externo.

Contudo, durante uma subida, quando experimentamos a elevação espiritual, não devemos nos deixar levar pelo prazer do bem que estamos vivenciando e pensar que estamos em um estado perfeito. Precisamos compreender que o estado perfeito nos foi dado do alto, não porque o merecemos como recompensa por nossos esforços, mas sim que a subida nos é concedida do alto, assim como a descida, tudo para nos fazer progredir.

Não existe recompensa nem punição. Não recebemos uma recompensa na forma de um sentimento bom por termos sofrido anteriormente. Essa é uma abordagem incorreta do processo pelo qual passamos no trabalho espiritual.

O estado de descida nos é dado para que possamos sentir nossas próprias qualidades, e o estado de subida nos é dado para que possamos sentir as qualidades do Criador. Em ambos os estados, ao sentirmos nossas próprias qualidades durante a descida e as qualidades do Criador durante a subida, precisamos trabalhar e extrair delas benefícios para o nosso progresso. Se passarmos por esses estados sem extrair benefícios deles, ou seja, sem usá-los para avançar em direção ao propósito da criação, eles terão sido em vão. Recebemos subidas e descidas uma ou duas vezes, e depois elas cessam, ocorrendo apenas uma vez a cada seis meses ou um ano, e assim os anos passam sem nenhum progresso real.

Tudo depende da nossa atitude em relação a cada estado em que nos encontramos, seja uma atitude ligada ao objetivo, seja uma atitude que consideramos como recompensa e punição. Nenhum estado é recompensa nem punição, mas simplesmente um estado de trabalho. Durante uma subida, recebemos uma iluminação especial do alto, e então sentimos a perfeição e chamamos isso de “subida”. Essa perfeição nos é dada do alto. Não a conquistamos por nós mesmos. Ela nos é dada para que possamos sentir claramente as qualidades do Criador, para que possamos sentir um pouco do que é a espiritualidade e, como resultado, nos aprofundarmos na Torá, em nossos estudos, nos artigos, nas cartas, em todo o material do qual antes nada entendíamos.

Agora vamos nos aprofundar nisso, compreendê-lo e extrair algo para nós mesmos, para que possamos usá-lo de forma rápida e eficaz, absorver o máximo de conhecimento, sentimento e discernimento possível e aspirar a extrair do estado de subida, da proximidade que recebemos do Criador, o máximo benefício para o nosso progresso. Então, quando formos trazidos de volta à realidade, compreenderemos que recebemos um estado oposto à subida. Compreenderemos que agora nos é dado um distanciamento do Criador, para que possamos sentir o que somos sem a luz circundante brilhando sobre nós. Embora a luz circundante continue a brilhar, permitindo-nos discernir que não compreendemos, não sentimos, estamos na escuridão, distantes e em estado de queda. Esta é a iluminação das luzes circundantes, mas em sua forma posterior.

Mesmo em um estado de descida, precisamos trabalhar, fazer um esforço de acordo com nossa capacidade para não afundarmos nele. Não devemos estudar nossos corpos, pois não há nada a aprender neles. Os corpos só podem ser estudados através de seu choque com as luzes. Devemos tentar ao máximo emergir do estado de descida, realizando diversas ações. Se não podemos estudar e não podemos viver dentro de nós mesmos, devemos ao menos ativar nosso corpo, no grupo, participando de diversas atividades que servem ao grupo, como trabalhar na cozinha, e assim por diante.

Essas ações físicas, embora ativemos nossas mãos e pés e não nossa cabeça e coração, que não podemos ativar, são consideradas ações espirituais realizadas em corpos espirituais, porque são a maior expressão espiritual de que somos capazes. Mesmo ações físicas e mecânicas, sem qualquer intenção, sem mente ou coração, serão consideradas como se tivéssemos realizado ações espirituais. Através disso, compreenderemos em qual de nossas qualidades nos enquadramos durante uma descida.

Esses são os dois estados pelos quais precisamos passar. Além disso, após o período de descida e quando a luz prevalecer, não devemos pensar que esse estado surgiu como resultado do nosso trabalho, porque superamos obstáculos, agimos e agora chegamos a algum lugar. Em vez disso, devemos compreender que agora outro estado nos é dado do alto, um estado no qual devemos trabalhar, e talvez seja chamado de subida. Ainda não temos certeza do que realmente significam uma subida e uma descida.

Devemos calcular a descida e a subida não de acordo com a proximidade ou distância determinadas para nós pelo despertar divino, mas sim de acordo com o grau em que ansiamos por nos aproximar ou nos afastar por meio do despertar terreno. É possível que estejamos em estado de descida e ainda assim ansiemos pelo Criador mais do que quando estamos em estado de subida. Se assim for, então, para nós, um tempo de descida é, na verdade, um tempo de subida.

Palestras Sobre Os Degraus Da Escada, Parte 232

Palestras sobre os Degraus da Escada, Parte 232

Capítulo 21. Compreendendo os Estados

Há trabalho durante a subida e há trabalho durante a descida, e devemos tentar descobrir qual desses dois estados está mais próximo de nós. No entanto, nossa principal obrigação é trabalhar durante a subida, porque durante a descida não há ninguém a quem responsabilizar, já que às vezes estamos em um estado de inconsciência e incapazes de nos mover. Às vezes, isso não é apenas interno, mas também externo.

Contudo, durante uma subida, quando experimentamos a elevação espiritual, não devemos nos deixar levar pelo prazer do bem que estamos vivenciando e pensar que estamos em um estado perfeito. Precisamos compreender que o estado perfeito nos foi dado do alto, não porque o merecemos como recompensa por nossos esforços, mas sim que a subida nos é concedida do alto, assim como a descida, tudo para nos fazer progredir.

Não existe recompensa nem punição. Não recebemos uma recompensa na forma de um sentimento bom por termos sofrido anteriormente. Essa é uma abordagem incorreta do processo pelo qual passamos no trabalho espiritual.

O estado de descida nos é dado para que possamos sentir nossas próprias qualidades, e o estado de subida nos é dado para que possamos sentir as qualidades do Criador. Em ambos os estados, ao sentirmos nossas próprias qualidades durante a descida e as qualidades do Criador durante a subida, precisamos trabalhar e extrair delas benefícios para o nosso progresso. Se passarmos por esses estados sem extrair benefícios deles, ou seja, sem usá-los para avançar em direção ao propósito da criação, eles terão sido em vão. Recebemos subidas e descidas uma ou duas vezes, e depois elas cessam, ocorrendo apenas uma vez a cada seis meses ou um ano, e assim os anos passam sem nenhum progresso real.

Tudo depende da nossa atitude em relação a cada estado em que nos encontramos, seja uma atitude ligada ao objetivo, seja uma atitude que consideramos como recompensa e punição. Nenhum estado é recompensa nem punição, mas simplesmente um estado de trabalho. Durante uma subida, recebemos uma iluminação especial do alto, e então sentimos a perfeição e chamamos isso de “subida”. Essa perfeição nos é dada do alto. Não a conquistamos por nós mesmos. Ela nos é dada para que possamos sentir claramente as qualidades do Criador, para que possamos sentir um pouco do que é a espiritualidade e, como resultado, nos aprofundarmos na Torá, em nossos estudos, nos artigos, nas cartas, em todo o material do qual antes nada entendíamos.

Agora vamos nos aprofundar nisso, compreendê-lo e extrair algo para nós mesmos, para que possamos usá-lo de forma rápida e eficaz, absorver o máximo de conhecimento, sentimento e discernimento possível e aspirar a extrair do estado de subida, da proximidade que recebemos do Criador, o máximo benefício para o nosso progresso. Então, quando formos trazidos de volta à realidade, compreenderemos que recebemos um estado oposto à subida. Compreenderemos que agora nos é dado um distanciamento do Criador, para que possamos sentir o que somos sem a luz circundante brilhando sobre nós. Embora a luz circundante continue a brilhar, permitindo-nos discernir que não compreendemos, não sentimos, estamos na escuridão, distantes e em estado de queda. Esta é a iluminação das luzes circundantes, mas em sua forma posterior.

Mesmo em estado de descida, precisamos trabalhar, fazer um esforço de acordo com nossa capacidade para não afundarmos nele. Não devemos estudar nossos corpos, pois não há nada a aprender neles. Os corpos só podem ser estudados através de seu choque com as luzes. Devemos tentar ao máximo emergir do estado de descida, realizando diversas ações. Se não podemos estudar e não podemos viver dentro de nós mesmos, devemos ao menos ativar nosso corpo, no grupo, participando de diversas atividades que servem ao grupo, como trabalhar na cozinha, e assim por diante.

Essas ações físicas, embora ativemos nossas mãos e pés e não nossa cabeça e coração, que não podemos ativar, são consideradas ações espirituais realizadas em corpos espirituais, porque são a maior expressão espiritual de que somos capazes. Mesmo ações físicas e mecânicas, sem qualquer intenção, sem mente ou coração, serão consideradas como se tivéssemos realizado ações espirituais. Através disso, compreenderemos em qual de nossas qualidades nos enquadramos durante uma descida.

Esses são os dois estados pelos quais precisamos passar. Além disso, após o período de descida e quando a luz prevalecer, não devemos pensar que esse estado surgiu como resultado do nosso trabalho, porque superamos obstáculos, agimos e agora chegamos a algum lugar. Em vez disso, devemos compreender que agora outro estado nos é dado do alto, um estado no qual devemos trabalhar, e talvez seja chamado de subida. Ainda não temos certeza do que realmente significam uma subida e uma descida.

Devemos calcular a descida e a subida não de acordo com a proximidade ou distância determinadas para nós pelo despertar do alto, mas sim de acordo com o grau em que ansiamos por nos aproximar ou nos afastar por meio do despertar de baixo. É possível que estejamos em estado de descida e ainda assim ansiemos pelo Criador mais do que quando estamos em estado de subida. Se assim for, então, para nós, um tempo de descida é, na verdade, um tempo de subida.

Palestras Sobre Os Degraus Da Escada, Parte 231

Palestras sobre os Degraus da Escada, Parte 231

Existem subidas e descidas antes da barreira?

Subidas e descidas ocorrem tanto antes quanto depois da barreira. Contudo, durante o período de preparação, não há realmente subidas e descidas no mesmo sentido que ocorrem posteriormente. Após a barreira, subidas e descidas são quedas nas Klipot (casacas), e se expressam como uma sensação de distância, ou seja, uma sensação real e tangível dentro dos vasos. Isso significa que existem dois extremos dentro de nós: o Criador e o Seu oposto. Enquanto isso, no estado presente, quando a luz circundante (Ohr Makif) está de certa forma oculta, caímos em nossa natureza humana limitada, ocupando-nos com dinheiro, honra, conhecimento, ou talvez não sentindo absolutamente nada além de uma sensação de vazio e insipidez.

Em contraste, quando a luz circundante brilha, sentimos uma sensação de força, somos inspirados pelo Criador e estamos prontos para tudo. Depois da barreira, não se trata exatamente de subidas e descidas, mas algo semelhante a elas existe.

Palestras Sobre Os Degraus Da Escada, Parte 230

Palestras sobre os Degraus da Escada, Parte 230

Como podemos acelerar nosso progresso?

A aceleração do progresso espiritual não se alcança fazendo todo tipo de esforço. O que acelera o progresso é lembrar-se de retornar ao contato com o Criador. Devemos garantir que os contatos com o Criador sejam contínuos, com o mínimo de tempo vazio possível entre eles. Devemos estabelecer vários lembretes e pensar em diferentes meios de recordação, coisas que nos façam lembrar repentinamente, em um estado de desconexão: “Ah, esqueci de novo por alguns instantes”, “Ah, esqueci de novo”. É bom que nos desconectemos ocasionalmente da conexão com o Criador, mas o que não é bom é o tempo que levamos para retornar a essa conexão, sejam algumas horas ou alguns dias. É aqui que devemos trabalhar.

Palestras Sobre Os Degraus Da Escada, Parte 229

Palestras sobre os Degraus da Escada, Parte 229

Como podemos evitar que um amigo corra perigo real?

É aconselhável reunir os amigos que estejam mais ou menos envolvidos no assunto e combinar entre vocês que, a cada meia hora, verificarão onde cada um deles está. Se alguém tiver dificuldades e se afastar, deve ser imediatamente reintegrado ao processo. Dois ou três amigos com habilidades especiais devem conversar com o amigo que não estiver bem, despertá-lo, trazê-lo de volta ao grupo e apoiá-lo.

O grupo tem a obrigação de cuidar de cada detalhe dentro dele. Portanto, é recomendável dividir um grupo grande em subgrupos de dez pessoas, pois em um grupo grande é difícil perceber quem está presente e quem não está. Um grupo pequeno se senta ao redor de uma mesa, e assim é possível ver quem está presente. Deve haver um acordo formal, por escrito, para que a pessoa sinta que está vinculada a ele. Isso influencia a pessoa psicologicamente.

Palestras Sobre Os Degraus Da Escada, Parte 228

Palestras sobre os Degraus da Escada, Parte 228

Durante a aula, quando estamos absortos em nós mesmos, como podemos pensar no amigo sentado ao nosso lado?

Em primeiro lugar, se não conseguirmos pensar em várias coisas simultaneamente, não devemos pensar que isso nos trará menos sucesso do que alguém com uma mente ágil. Não há nenhuma conexão, nem há como medir, comparar ou avaliar quem terá mais sucesso, quem será mais rápido ou quem encontrará os caminhos mais convenientes. Não é assim que essas coisas são medidas. Nós nos sentamo na lição e sabemos que precisamos refletir sobre o estudo. No Estudo das Dez Sefirot, aprendemos algo novo, algo difícil e complexo. Temos que conectar várias coisas e memorizá-las. Além disso, devemos pensar no Criador — eu, o Criador, e nas ações que realizo ou no que estou estudando, em como anseio alcançar o objetivo, que é a união com o Criador no mais alto grau, chamado de “correção final”.

Como podemos pensar em tudo isso enquanto nos concentramos no estudo? Além disso, também precisamos pensar em muitas outras coisas. Para alcançarmos isso, precisamos incluir os amigos em nossos pensamentos, saber qual é a posição deles em relação a nós e nos preocupar para que eles recebam mais do que nós, pois estudamos por causa deles. É compreensível que esses pensamentos adicionais sobre o amor de amigos e sobre o caminho para a unidade, que são estranhos à nossa natureza, nos distraiam do estudo e da busca pela sabedoria. Tanta coisa nos é exigida que simplesmente não sabemos o que fazer. Se nos disserem apenas para estudar, estudaremos. Se nos disserem: “Não estudem. Abram o livro e pensem no Criador”, também faremos isso. Mas somos incapazes de conciliar todas essas coisas.

A solução é simplesmente não tentar vinculá-las. Devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance, em conjunto com o estudo. O principal é estudar e, durante o estudo, exigir que tudo isso esteja dentro de nós. O resto já está lá dentro como preparação.