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Uma Janela Para O Céu

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, O Estudo das Dez Sefirot, Parte 3, Capítulo 1, Item 6: Assim, a Masach (tela), que atinge o superior como resultado da incorporação do inferior nele, é chamada de uma janela, já que não há Dinim nela, mas apenas uma razão para iluminação, como uma janela.

O inferior entra no superior, desperta-o e exige receber a Luz do superior, criando assim uma janela no superior. Eu exijo que o superior transmita a Luz para mim, e é como se eu fizesse um buraco nele dessa forma.

O superior funciona como um amplificador elétrico com uma grande resistência na entrada. É muito importante que eu não afete o amplificador e não me aproxime dele, mas apenas opere-o pela minha ação. Eu não conecto o meu sistema ao seu sistema, mas apenas dou o meu sinal ao seu sinal.

Assim, o amplificador deve ter uma impedância muito alta na entrada. No passado, os amplificadores eram feitos de lâmpadas de díodo com uma forte resistência e não com transistores. Então, você poderia ter certeza de que você não estava afetando o sistema de forma alguma ou de fazendo qualquer alteração no sistema, exceto operando-o.

É assim que os níveis espirituais são feitos. No entanto, nós devemos superar esta grande resistência. Nosso trabalho reside em superar o desejo de receber desta forma, a fim de anular a resistência e inserir apenas a minha dádiva a ele. A tecnologia nos permite fazer isso ao conectar semicondutores. No trabalho espiritual, eu preciso da Luz de Hassadim para anular a resistência.

A Luz de Hassadim simboliza meu anseio pela doação pura sem conectar todo o sistema ao sistema superior. Eu só quero inserir minha doação no superior, e assim eu anulo imediatamente todos os limites e faço uma “janela” nele através da qual alcanço o mais alto.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 20/01/14, “O Estudo das Dez Sefirot

No Outro Lado Da Tela

Dr. Michael LaitmanComentário: Muitas pessoas veem os nossos programas na TV, mas elas nunca nos contataram e nunca participaram de uma Convenção. Será que elas devem fazer isso? Talvez o que elas experimentam quando veem nossos programas é o suficiente para elas.

Resposta: Eu recebo muitos e-mails com essas perguntas todos os dias. Há centenas de milhares de pessoas em Israel e em todo o mundo que assistem nossos shows na TV ou na Internet. Como esse tipo de participação difere da participação física real?

Você pode julgar pelos últimos acontecimentos: um grupo de amigos se reuniu e decidiu que devem desenvolver o novo método de educação. Como resultado, eles mergulharam no processo educacional e ficaram cada vez mais animados à medida que novos horizontes se abriram diante deles. No final, eles estavam entusiasmados com o potencial que encontraram na sabedoria da Cabalá, já que a educação é a essência da mudança numa pessoa.

A natureza inanimada, vegetal e animal tem se desenvolvido por eras. Mas aqui nós estamos falando de mudanças muito rápidas e significativas, a transição do nível animal para o nível humano.

Em comparação com a forma anterior de evolução, estes dois níveis vêm um após o outro na ordem oposta de evolução. Esta contrariedade é realizada pela Luz que Reforma, e é possível quando as pessoas se conectam, se eles estão juntas, se elas se tocam, se estão num círculo respirando o mesmo ar, caso contrário não vai funcionar.

Portanto, eu me dirijo a todos aqueles que costumam nos assistir numa tela e, especialmente, numa tela de TV. De acordo com os dados das empresas de TV a cabo, há centenas de milhares de tais pessoas em Israel. Vocês são nossos espectadores fiéis; vocês são aqueles que passam muito tempo assistindo nossos programas. Eu recomendo que vocês não percam esta oportunidade. É possível atravessar um nível completo num único salto, como se diz: “A pessoa alcança o seu mundo numa hora”. Venham para a Convenção em fevereiro e vocês serão capazes de sentir e descobrir o que têm ouvido por um bom tempo, mas ainda não sentiram e não entenderam. Vai ser algo realmente novo, a revelação de um mundo inteiro. É uma pena se vocês percam esta oportunidade.

Eu me dirijo a vocês como uma pessoa que entende o que pode ser adquirido nos dois ou três dias que vocês vão passar com a gente. Nós esperamos que vocês, os telespectadores do canal 66, também estejam conosco em Tel Aviv de 5 a 7 de fevereiro de 2014, juntamente com milhares de pessoas que virão de todo o mundo.

Eu também me dirijo aos nossos amigos em todo o mundo, é claro. Apressem-se, comprem a passagem e venham. Vocês também podem participar da Convenção em Arava, da Convenção sobre Educação Integral e da Convenção do Zohar. Nós estamos esperando por vocês. A preparação já começou, vamos apoiá-los e, sem dúvida, cumprir tudo o que temos ouvido. Isso está realmente acontecendo agora. Vamos esperar que isso aconteça para todos.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 30/12/13, Escritos de Baal HaSulam

A Arte Sutil Do Trabalho Espiritual

A correção espiritual não pode acontecer em um campo limitado de vida, em um único átomo ou numa partícula. Pode acontecer somente entre todos eles.

É por isso que quando falamos sobre a unidade e a correção que acontece de acordo com os princípios, “não faça aos outros aquilo que não quer para si mesmo”, ou “Ama o teu próximo como a ti mesmo”, isso na verdade é o método de correção. Ele gradualmente se espalha, em conformidade com a maneira que nossos desejos se manifestam em nós, na medida em que eles possam ou não ser corrigidos.

Como é que cada desejo torna-se corrigido? Como um desejo se “parece” antes de ser “arrumado”? O que faz um desejo semelhante ao Criador quando ele se corrige e como Ele Se manifesta nesse desejo?

Desejos de roubar, matar, suprimir ou tirar proveito de alguém são palpáveis e emergem em contato com os outros. Onde nossos desejos são menos óbvios, como as nossas relações com a natureza inanimada, vegetativa e animada, é muito difícil encontrar a propriedade da misericórdia. E com os amigos é claramente sentida e vista. [Leia mais →]

Discernir O Mal E Prevalecer Sobre Ele.

Anteriormente, estávamos conectados e nos dávamos muito bem um com o outro. Tudo era ótimo!

De repente, nos separamos e distanciamos um do outro. Atualmente, estamos nos esforçando para nos re-conectarmos. Um desejo adicional está sendo revelado a nós agora. Ele nos impede de voltarmos a conectarmos. Na verdade, este desejo é a “inclinação para o mal”. É uma conseqüência da Luz que entra no vaso.

Este desejo não foi criado como “algo do nada”, mas que é como resultado da quebra. Foi iniciado pelo contato da Luz Superior com o desejo de receber. Originalmente, era muito pequeno, limpo e menor. Foi a quarta fase, que pertencia ao mundo do Infinito. No entanto, quando a luz entrou no quarto estágio, criou um fragmento adicional que não estava coberto por uma tela (Masach). Havia muito mais prazer na Luz do que a quarta etapa já havia antecipado receber em prol da doação. Esta situação provocou a quebra e criou a “carga de trabalho”, com a qual agora lidamos. [Leia mais →]

Como É Que Vamos Olhar Do Outro Lado Da Tela?

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como é que nós vamos olhar para você em sua visão interna do outro lado da tela interna?

Resposta: Vocês se parecem com órgãos internos da alma; é uma imagem espiritual, anatômica, onde apenas desejos são visíveis. Não há nada mais na espiritualidade. Há um desejo e tudo está incluído nele como suas partes. Nada é visto separadamente e parece um campo comum.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 10/12/10, Escritos do Rabash

Mancada Espiritual – “A Sedução De Uma Virgem”

A Torá, “Êxodo “Mishpatim (Leis), 22:15-22:16: Se um homem seduzir uma virgem que não for prometida e se deitar com ela, ele deve fornecer-lhe um contrato de casamento como uma esposa.

Se o pai dela se recusa a consentir no casamento, ele deve pesar o dinheiro conforme o dote das virgens.

“Uma menina descomprometida” significa um desejo egoísta que não pode ser usado corretamente. É por isso que, em relação a esta pessoa, este seu desejo é considerado “uma virgem”, que não pode ser dele, e ele ainda seduz, recebe, assim, um certo prazer por realizar o desejo.

Ele é proibido de fazer isto visto que seu desejo é egoísta e não leva a doação. É por isso que se tem que pagar, o que significa, “reabastecer” a tela, a parte da ação que não tenha cometido ainda. [Leia mais →]

A Tela É Muito Simples…

Dr. Michael LaitmanPergunta: Pode uma pessoa adquirir uma tela anti egoísta (Masach), se esta só pode ser adquirida através do grupo? Ou o Criador é o único que pode nos dar uma tela?

Resposta: A Luz vem através do grupo em resposta ao meu pedido e constrói uma tela dentro de mim, que me ajuda a superar o meu ego e me conectar ao grupo. A tela é um elo de conexão entre eu e o grupo, ou entre eu e o Criador, que é a mesma coisa. Isso me ajuda a superar o egoísmo e, uma vez que eu me elevo acima de mim mesmo, para me conectar com a Luz, com o Criador, com a essência do grupo, isso se revela no centro do grupo.

Nós não precisamos de nada além da tela. Há o meu desejo e há o grupo dentro do qual a Luz e o Criador são encontrados, e a tela me ajuda a conectar com eles. É assim que eu entro no mundo espiritual: no centro do grupo.

Do 4º seminário da Convenção de Nova Jersey, 13/05/12

Uma Tela Contra Todas As Dúvidas

Dr. Michael LaitmanPergunta: De acordo com a nossa razão (“dentro da razão”), nós não valorizamos os amigos: nós desvalorizamo-los e odiamo-los. Contudo, com a fé acima da razão devemos aceitar a opinião da sociedade que é capaz de os ver como grandes de forma a ficarmos inspirados. Portanto resulta que eu posso forçar o meu corpo material a sorrir e a jogar, mas isso não entra ainda nos meus sentimentos. É a isto que se chama fé acima da razão?

Resposta: Se você sente ódio pelos seus amigos e deve ainda chegar ao estado no qual você começa a sentir amor por eles, isto não é chamado de fé acima da razão. É o mesmo que quando alguém me traz um prato da culinária que não me é familiar e eu não gosto dele ao início. Eu nem mesmo percebo como é que as pessoas podem comer tal coisa. Contudo, se eu todos os dias continuar a provar este prato, após um mês irá parecer-me que não há nada mais delicioso.

É como se me tivessem dito: “Verifica acima da razão que isto é delicioso, prova-o uma vez, duas vezes, e então você irá prova-lo completamente e ficará convencido. Irá então pedi-lo por si próprio”. Contudo, este não é o tipo de fé acima da razão da qual a Cabala fala. Nós não valorizamos este tipo de fé de maneira alguma. Se eu simplesmente seguir o conselho dos meus amigos, é assim como a humanidade inteira age; toda a publicidade é construída nisto, convencendo-o a aceitar fé acima da razão que você precisa desta coisa e a comprá-la.

Isto não é fé acima da razão mas é simplesmente habituar-se a qualquer coisa nova que ainda não é familiar. Nós aproximamo-la e começamos a amá-la dentro da razão; adquirimos um gosto por ela.

Contudo, na fé acima da razão em relação à Luz, eu quero que ela seja tão elevada quanto possível aos meus olhos, ou seja, superior a todas as minhas dúvidas. Mas eu quero que essas dúvidas continuem no seu máximo. Os meus sentimentos e a razão não concordam com ela, mas eu quero ser semelhante a ela na medida que é superior à minha concordância com ela. Isto significa que eu estou a conectar-me a uma Luz superior.

Digamos que existe um homem sábio e quanto menos o percebo, compreendendo simplesmente que ele é sábio e decide as coisas de uma forma completamente diferente da minha razão, mais fico impressionado com ele. Significa isto que devemos desenvolver a nossa fé acima da razão em relação à forma revestida na nossa matéria, em relação à Luz, ao Criador, e continuar a agarrar-nos a ela.

O Criador de repente veste-se em mim e diz: “Vamos nos abraçar como irmãos!”. E na mesma altura quando estou prestes a abraçá-Lo, eu devo elevá-Lo mais alto que a mim, exaltá-Lo ainda mais. De outra forma é receber dentro da razão, recebendo em prol de mim próprio, quebrado.

Sente onde é que a fronteira está aqui? Isto deve estar sempre acima da minha razão, contra o meu desejo. E desta forma eu estarei preparado para me conectar a Ele.

A diferença entre como eu O sinto dentro de mim, unido com Ele, tenho contacto com Ele, e como eu O elevo acima de mim próprio, esta diferença é criada pela tela. E então mesmo se eu receber d’Ele, eu recebo-o em prol da doação. Ele revela-Se a cada instante e mostra-me que é como se Ele fosse o mesmo que eu, enquanto que eu quero vê-Lo constantemente acima de mim, elevando-O ainda mais alto. Isto significa que eu estou protegendo-me e tenho o cuidado de ter sempre uma tela.

Fé acima da razão é a minha protecção contra receber em prol de mim próprio. A pessoa pode falar sobre isto indefinidamente, enquanto que por outro lado, não há nada mais além disto. Você deve unir com todas as criações, começando com Adam HaRishon, como um homem num só coração, e o Criador deve permanecer constantemente no topo da montanha para si.

Se eu tiver intenção de apreender isto dentro de mim mesmo, unir como iguais, então isto é chamado dentro da razão. Contudo, se eu aspirar a retê-lo constantemente acima de mim próprio, isto será acima da razão. O que importa aqui é a minha tendência, a minha aspiração, de forma que o Criador esteja acima de mim. Eu não conecto simplesmente com Ele, em termos iguais, como dois amigos que se sentem como iguais, mas eu retenho-O sempre acima.

É por essa razão que desejo que permaneça sempre algo que eu não perceba por completo ou sinta. Isto significará que eu estou a aspirar cada vez mais alto. Enquanto uma pessoa tiver perguntas e dúvidas, é graças a elas que ela continua a se desenvolver.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 15/2/12, Escritos do Rabash

Esclarecimentos Antes Do Ataque

Dr. Michael LaitmanNós devemos constantemente nos perguntar se a cada dia entendemos melhor: o que significa a necessidade de redenção, a preparação para ela e o vaso espiritual que devemos preparar para ir para o deserto. Será que temos a deficiência para isso?

A deficiência deve ser feita de duas partes: Malchut e Keter. Malchut é a deficiência, o que me falta, e Keter é o respeito que tenho por essa deficiência, a minha avaliação deste desejo tendo a maior importância.

Nós precisamos de uma Masach (tela) e da Luz de retorno (Ohr Hozer), em outras palavras, da capacidade de doar. Afinal, a Masach em si ainda não é a doação, e nem a Luz de retorno é; elas são apenas as condições. Mas nós precisamos delas, porque fora isso, nada é exigido do vaso espiritual. O preenchimento (satisfação) virá de acordo com a Masach e a Luz de retorno.

Isso é chamado de preenchimento porque o Criador, a Luz de Hochma, está vestido no preenchimento posterior; ele será o resultado direto da correção do vaso.

A Masach e a Luz de retorno são construídas sobre os desejos e não podem existir sem a sua profundidade e força (Aviut). Portanto, o amor não pode existir sem o ódio, sem um desejo forte e profundo é impossível superá-lo. É assim que deve ser construído: um dentro do outro.

Portanto, quando nós estamos prestes a atacar, nós temos que ver se realmente revelamos o nosso egoísmo, o qual devemos atacar agora. Quem nós estamos atacando? Não há nada, exceto o desejo de receber e o desejo de doar, e nós temos que esclarecer isso antes de atacar.

Da preparação para a Lição Diária de Cabalá 01/02/12

Noite: Prelúdio Para o Dia

Baal HaSulam, “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot”: No entanto, quando os problemas e trormentos se acumulam em grande medida, causam uma ocultação dupla, que os livros chamam de “ocultação dentro da ocultação”. Significa que, mesmo o posterior Dele é invisível.

A pessoa é um desejo de receber. Se ela encontra o poder para ascender acima do seu egoísmo, ela se torna equivalente ao Criador e em seguida, de acordo com a extensão da equivalência de forma, o Criador lhe é revelado como o bom e benevolente, como aquele que concede. Isto é porque uma pessoa que se eleva do seu desejo também se torna boa e benevolente. Primeiro Sua Providência lhe é revelada com base na recompensa e punição e mais tarde é revelado a ele como a Providência eterna.

Mas, se uma pessoa não pode manter-se acima do desejo egoísta em equivalência com o Criador, se ela não tem um Masach (tela) forte o suficiente e não consegue lidar com o prazer que aparece diante dela,  isso imediatamente se transforma na escuridão para ela. É assim que uma pessoa sente a ocultação. Não é vazio, e não é falta de conhecimento, mas sim um sentimento de algo que está escondido: Existe alguém lá fora, e eu posso distingui-lo das minhas qualidades corrompidas. Afinal, elas são opostas a Ele, e é por isso que eu sinto que Ele está escondido.

Assim, a ocultação é uma espécie de revelação. É dividida em duas partes: a ocultação e dissimulação dupla e única, mas em qualquer caso, não é o desapego total, como no nosso caso. Aqui tudo depende do Masach, na minha persistência em tentar me manter acima do meu desejo egoísta de resistir aos prazeres da doação, e não se relacionar aos prazeres da doação, mas para o atributo de doação. Tenho que me relacionar com a fonte, com o Criador, não porque eu sou realizado por Ele, mas por causa de sua qualidade.

Mas se há Estados com os quais eu não posso lidar com, eu entro em ocultação e isso me traz grande sofrimento. No entanto, estes são os sofrimentos da alma. Afinal, a ocultação refere-se a percepção espiritual. Isto não se refere ao nosso mundo “inconsciente” com suas necessidades “bestiais”, mas sim sofrimentos espirituais quando eu não posso agradar ao Criador. Aparecem grandes espaços vazios em mim que me causa grande dor e sofrimento, mas sei do que e porque e eu sofro.

Assim, com a ocultação, descobrimos vasos que nos avançam gradualmente para a revelação. Durante este período de preparação em segredo, devemos sempre tentar controlar: “O que me falta e por quê? Porque eu não sou similar ao Criador? Porque eu não tenho sucesso? O que mais devo fazer? O que significa e que truques que devo usar para ter sucesso? “Eu tenho que fazer grandes esforços que são desagradáveis, por um lado, mas agradável, do outro. Tudo depende da força da fé, na Luz de Hassadim, sobre o quanto eu quero me assemelhar com aquele que concede.

Em geral, é importante respeitar a ocultação e vê-la como uma fase vital no nosso desenvolvimento. Nós não vamos chegar a revelação antes de estudar a ocultação em profundidade em todos os sentidos possíveis. A ocultação, a sensação de escuridão, a noite, é o tempo para construir os vasos. Então chega o dia, que há a revelação das Luzes dentro desses vasos.

Afinal, a Luz não vem de fora. É o ocultamento que carrega. Em outras palavras, eu chego a uma correção que a ocultação anterior torna-se a Luz para mim. Primeiro eu sinto a ocultação em meu desejo, porque eu sou subordinado à intenção egoísta. Então eu começo a trabalhar e adquirir Masachim (telas), até eu adquirir o atributo da doação. Então eu paro imediatamente  de sentir a ocultação, a restrição e, em vez disso eu sinto o atributo da doação dentro de mim: eu me torno a pessoa que dá e eu estou cheio de prazer, parecido com o Criador. Esta é a Luz. Se trata de mim, não de algum lugar do lado de fora, mas é revelado dentro de mim e então eu sinto meu atributo corrigido.

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Da 3 ª parte da Lição Diária de Cabala de 19/1/12, “O Estudo das Dez Sefirot”

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