De Acordo Com Os Níveis Da Sociedade
Pergunta: Baal HaSulam escreve sobre o grupo, o professor e os livros. Se dissermos que as massas não aprenderão como nós, será que esses planos mudarão?
Resposta: É claro que as massas não devem estudar a ciência da Cabalá. E, em geral, não se deve ver o estudo como estudo por aprender, caso em que “o conhecimento da pessoa é maior que suas ações”.
Em primeiro lugar, estudar é um meio de levar a pessoa à decisão de que precisa mudar de acordo com a força superior para se fundir com ela e atrair algumas forças superiores para se corrigir.
As forças superiores que descem para correção vêm de acordo com a elevação de MAN, um pedido de correção. Em outras palavras, tudo isso não deve estar vinculado a um livro ou estudo. O que há para aprender? São coisas extremamente práticas que acontecem em uma pessoa: eu tenho um desejo, e acontece! Ainda assim, é preciso haver preparação e explicações.
De que forma chegará à sociedade? De uma forma mais prática. Há pessoas cujo dever é mergulhar nos livros e extrair deles essas ideias, discerni-las com fervor, de modo que possam ser transmitidas a um público cada vez mais amplo, isto é, torná-las mais simples e claras, de acordo com as camadas sociais.
Quanto mais baixo o nível da sociedade, mais práticos eles se tornam. Afinal, são menos capazes de perceber a parte abstrata dela, tanto que, como escreve Baal HaSulam no artigo “A Última Geração”, haverá aqueles que não percebem absolutamente nada.
“Quer que eu assine? Eu assino”.
“Por quê?”
“Não sei por quê. Vejo que você age assim, e eu também agirei”.
Isto é, haverá pessoas que se juntarão apenas nominalmente.
Da 1a parte ª da Lição Diária de Cabalá 12/05/25, Escritos do Baal HaSulam, “O Arvut (Garantia Mútua)”