Perguntas Sobre O Trabalho Espiritual — 233
Pergunta: Consegui implementar a regra “Se eu não for por mim, quem será por mim”, porque sinto que ninguém mais fará isso por mim.
Mas para cumprir “Não há outro além Dele”, eu me esforço e ajo com a força que o Criador me dá. No entanto, depois que o trabalho é concluído, não consigo concordar que não houve nenhum esforço meu e que tudo foi feito pelo Criador.
O que devo fazer com esses sentimentos? Esquecê-los? Descartá-los? Afastá-los? Porque não consigo conciliar as duas regras. E se conseguisse, não consigo imaginar qual seria o resultado.
Resposta: Sim, você tem razão. Todos enfrentam esse dilema, e cada um deve tentar resolvê-lo por si mesmo.
Pergunta: Uma pessoa é capaz de manter a intenção durante a ação?
Resposta: Não devemos dizer agora do que uma pessoa é capaz ou não. Só quando ficar claro quem somos, poderemos emitir tal veredito.
Pergunta: Realizamos ações tanto no plano material quanto no espiritual. Nós as realizamos. Então, chega a conclusão: “Tudo o que o Criador faz é para o bem”, ou seja, “Não há outro além Dele”.
Quando entramos nesse estado, ele se instala dentro de nós como se algum tipo de chip fosse implantado em nós.
Esse estado é transmitido de alguma forma a toda a humanidade? É essa a nossa maneira de contribuir para o mundo? Queremos ser ajudantes do Criador na salvação de toda a humanidade.
Resposta: Isso é doação e é transmitido.
Da Lição #3 Convenção Mundial de Cabalá 23/05/25, “Se Eu Não For por Mim, Quem Será Por Mim?”