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Problemas Que Resultam De Um Excesso De Inteligência

Dr. Michael LaitmanA diferença entre uma pessoa e um gato é que um gato não comete erros porque está conectado à natureza, à força que o move, chamada natureza ou Criador. Este é o poder do sistema global que gere o gato e mostra como se comportar em cada momento.

Assim, um gato nunca comete um erro. Ele sequer pensa no que está fazendo; ele só age e pronto. Ele é constantemente gerenciado pelo sistema, e cada um de seus saltos é calculado com precisão. Um gato age como uma máquina perfeita.

A pessoa, ao contrário de um gato, não é uma máquina perfeita. Pelo contrário, ela não sabe como agir, e constantemente comete erros. Mesmo que ela tenha recebido sentidos e inteligência adicionais em comparação com outros animais, ela não é gerenciada pela natureza.

Isso é chamado de sua liberdade de escolha, que determina a forma como ela usa a sua emoção e inteligência humana. E se ela não leva em conta todo o sistema geral, ela sempre ativa sua inteligência de forma incorreta e prejudica a si mesma. Afinal, o seu ego faz com que ela erre.

Se nós intencionalmente não aprendemos a usar nossa inteligência corretamente, nós sempre prejudicamos a nós mesmos. A prova disso está em toda a história da raça humana, que já dura milhares de anos, mas o desenvolvimento não é bom e belo em nenhum lugar. Ele é acompanhado por guerras e problemas, buscas e decepções, e um fracasso é seguido por outro fracasso. Nós tentamos fazer as coisas para o melhor, mas as coisas só pioram.

Chegou a hora de dizer: “Chega! Nós estamos cansados ​​de todos esses fracassos, do ódio, dos problemas na família”. Uma por uma, as famílias desmoronam, já que em nosso desenvolvimento, nós alcançamos o reconhecimento do mal.

Isto já não é apenas a vida miserável que vivíamos antes, quando a natureza nos empurrava para o desenvolvimento através golpes. No nosso tempo, nós chegamos a um nível de inteligência e de sentimentos através do qual podemos ver que temos nos desenvolvido pelo sofrimento que só está aumentando. Nós estamos falando de uma terceira guerra mundial. Então, será que somos incapazes de parar isso?

O homem moderno não quer mais nada da vida, exceto drogas ou antidepressivos. Ele não quer começar uma família e trazer filhos ao mundo. Ele não quer assumir qualquer responsabilidade. Nesta situação, nós chegamos ao mês de Elul, ao arrependimento. Mas isso significa que a solução para esta situação ruim já está nos iluminando e a redenção está próxima. Nós estamos prontos para interromper esse desenvolvimento falho, esta tendência negativa. Nós tivemos sofrimento suficiente!

Esta é a soma total do mês de Elul, a nossa decisão de nos desenvolvermos numa nova forma de agora em diante. Isso significa que nós decidimos alcançar o equilíbrio com a natureza, para nos aproximarmos do poder superior através do estabelecimento de novas regras de comportamento com base no, “e você deve amar o amigo como a si mesmo”. Desta forma, nós atingimos o equilíbrio com a natureza e nos tornarmos como o poder superior.

A sociedade humana deve alcançar o apoio mútuo, de modo que, por si só, ele irá controlar essa inteligência e o sentimento adicional que nos elevou acima do nível do animal, nos impediu alcançar equilíbrio com a natureza e nos tirou do domínio do seu controle. Isto significa que nós temos que organizar a nossa razão e sentimento através da conexão, unidade e amor entre nós.

Desta forma, nós nos completamos no nível de Adão (homem) e tornamos todo o sistema homogêneo, integral, conectado, unido e dependente de forma completa e mútua, como tudo na natureza. Isso é chamado de amor.

Nós não entendemos o que é o amor. O amor significa estar em parceria, em conexão correta com todo o resto das partes da natureza. Você as sente e faz o que elas precisam, e elas sentem você e fazem o que você precisa, como um corpo saudável onde todos os órgãos estão numa conexão mútua como essa.

O entendimento de que temos que chegar a tal conexão é chamado de mês de Elul, arrependimento.

Pergunta: Então o que é preciso pensar numa época como o mês de Elul, a fim de mudar a vida para melhor?

Resposta: No nosso mundo, só a boa conexão entre as pessoas está faltando. Há abundância total, mas todo mundo sofre por causa de seu caráter intolerável. Nós temos que corrigir isso, e temos a oportunidade de fazê-lo.

Se nos dirigíssemos à correção, isso seria um resultado maravilhoso da autocrítica que fazemos no mês de Elul. Então, nós realmente avançamos de acordo com o seu nome: Elul, que significa “Ani leDodi VeDodi Li“- “Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu”, (“Cântico dos Cânticos” 6:3).

De KabTV “Uma Nova Vida” 14/09/14

Perdão, O Primeiro Passo Para A Correção

Laitman_036É costume ler o Selichot (perdão, expiação) no Sidur antes de Rosh Hashaná e pedir perdão por todos os erros e pecados que cometemos no ano anterior. A pessoa geralmente pede perdão se ela fez algo de errado com alguém, não para corrigir o mal. Mas o Selichot é a revelação do reconhecimento do mal que foi causado intencionalmente ou não por nós.

Nós todos sabemos que, mesmo no tribunal, pedir perdão ou um pedido de desculpas de um lado para o outro é levado em conta. Às vezes, o tribunal decide que o agressor deve pedir desculpas ao agredido, e se este perdoa o agressor a pena é atenuada.

Isto significa que pedir perdão já é uma correção, uma vez que a pessoa admite que tem causado danos. Embora ela não tenha corrigido isso ainda, já se compromete a corrigi-lo. Pedir perdão é o primeiro passo da correção, por isso nós temos que valorizá-lo e levá-lo em conta.

Nós dizemos Selichot no final do ano, no final de um ciclo, no final de um nível espiritual. Nós completamos o nível espiritual num bom estado, já que a Torá sempre fala de uma subida, mas, ao mesmo tempo, nós alcançamos destruição. No final do ano há o Nono Dia de Av, juntamente com todos os problemas a ele associados: a destruição do Primeiro e do Segundo Templos e muito mais. Depois, há o momento de Selichot, em que nós descobrimos os resultados da quebra e percebemos o quão quebrados, baixos e repugnantes nós somos, e, em seguida, pedimos perdão.

Curiosamente, o mês em que choramos e pedimos perdão de coração partido por causa do reconhecimento do mal é chamado de “Elul“, que é o acrônimo hebraico para “Eu sou do meu amado e o meu amado é meu”.

Mas se eu percebo que sou mal, é culpa do Criador, porque Ele criou a minha inclinação ao mal. Portanto, por que eu deveria pedir perdão por isso?

Acontece que o resultado desejado do nosso trabalho, do novo nível que adquirimos, é a revelação da inclinação ao mal em nós. Nós descobrimos o mal em nós e o atribuímos a nós mesmos, percebendo que ele está dentro de nós e queremos nos livrar dele. Caso contrário, não é chamado de reconhecimento do mal.

Se uma pessoa se sente mal em seu ego (seu desejo de receber), ela imediatamente quer se livrar dele. Se eu me arrependo de minhas ações, eu me comprometo a me livrar dos atributos em mim, mas, por enquanto, eu não sei como fazer isso. Nesse meio tempo, eu não posso fazer isso, já que não tenho o poder e a compreensão de fazê-lo. Mas eu percebo que ele é mau, ou seja, que eu determino o meu estado.

Trata-se da conexão entre nós, porque toda a correção começa com isso. Isso significa que todo o mal é revelado em contraste com a unidade, que nós não queremos, rejeitamos e tentamos escapar de todas as maneiras que pudermos. Este é todo o mal; esta é a nossa inclinação ao mal.

Naturalmente, a inclinação ao mal nos foi dada de Cima pelo Criador. Nós não choramos pelo fato de que ela faz parte de nós, mas pelo fato de que não queremos nos livrar dela! Choramos porque nos identificamos com o ego e estamos prontos para permanecer nele para sempre! Nós não lamentamos o mal, mas o fato de que concordamos em viver nele.

Nós devemos direcionar todas as nossas queixas ao Criador, “vá ao artesão que me fez”. E qual é o meu pecado? É culpa minha que eu não trabalhei o suficiente com os meios que Ele me deu, a fim de me livrar desse pecado? É sobre isso que eu choro, sobre a minha impotência e minha relutância em ser livre do meu ego.

Nós choramos sobre a nossa incapacidade de sair do nosso ego e pedir ao Criador para nos ajudar, percebendo nossa fraqueza em relação à inclinação ao mal que é revelada.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 07/09/14, O Zohar

Como Nós Podemos Nos Unir Numa Dezena Mista?

laitman_940Pergunta: Em pequenos grupos, as dezenas incluem frequentemente novatos e veteranos. Eles falam línguas diferentes, têm diferentes níveis de compreensão. Como eles podem se unir numa dezena tão diversa? O que deve ser utilizado como base?

Resposta: Eu não vejo nenhum problema. Olhe para a raiz, já que dentro de um grupo, um novato e um veterano são absolutamente os mesmos.

É como no exemplo do rabino Yossi Ben Kisma que viu em seus alunos um grupo ideal, embora eles fossem novatos ingênuos, sem entender nada. A diferença entre eles era como entre o céu e a terra. Mas ele viu a sua essência interior, o quanto eles estão conectados uns com os outros no mundo espiritual.

Se quisermos olhar para os nossos amigos desta forma, então não há diferença se um veio com o grupo há alguns meses, e outro estava nele há cinco anos. Nós precisamos nos distanciar um pouco das características externas.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 08/8/14, Escritos do Rabash

Um Pedido De Solução

laitman_938_03Pergunta: Quando num grande grupo, o Grupo de Dez ajuda os amigos a cuidar uns dos outros e a se apoiar mutuamente em seus estudos e disseminação, mas, por outro lado, substitui um pouco sua atitude para com o grupo e cria certa formação egoísta dentro do grupo. Há ainda a concorrência entre as dezenas (Grupo de Dez). Como podemos resolver esse dualismo num grande grupo?

Resposta: Este é um estado muito bom, mas nós ainda não o experimentamos plenamente, por isso é difícil responder a esta pergunta. Talvez nós precisemos nos organizar de uma forma totalmente nova e criar um tipo diferente de conexão entre nós.

É mais fácil interagir num pequeno grupo. Mas o que podemos fazer num grande grupo, onde, presumivelmente, uma centena de pessoas se divide em dez grupos? É preciso que haja uma conexão entre eles também.

Quando se trata de um sistema comum, estando numa rede comum, “Um é tão bom quanto nenhum”. Só o dez é um Minyan.

Minian se traduz como “contagem” do hebraico (da palavra Mune). Em outras palavras, a contagem começa com uma dezena.

No sistema espiritual, uma dezena é uma unidade, um nó que contém dez pessoas. Mas elas não são um nó, mas um Minyan até que se unem como um homem com um coração. Minyan é uma única unidade, dez juntos como um só.

Dezenas devem se conectar entre si como uma hierarquia: inicialmente, dez pessoas se conectam como um todo e, no próximo nível, dez grupos se conectam como um único grupo, etc.

Isso nunca existiu antes no mundo. Por isso nós temos que avançar pouco a pouco à medida que aprendemos com a experiência. E nós receberemos um exemplo de cima.

Assim, a questão permanece. Eu quero que todos sintam que esta é uma questão em aberto e que nós não sabemos o que fazer, porque isso faz com que seja uma espécie de pedido por uma solução.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 08/10/14, Escritos do Rabash

Trabalhar Com O Desejo De Uma Pessoa

Dr. Michael LaitmanPergunta: Junto com a atividade em Sochi, nós nos envolvemos com disseminação ativa em nosso meio. Cerca de duas mil pessoas passaram por nossos programas e participaram de círculos e workshops. Havia pessoas que vinham regularmente, repetidamente.

A pergunta é: “Qual é o nosso objetivo final?” Uma pessoa chega, senta-se num círculo; ela gosta da conexão e da unidade; ela ainda participa na criação de um contato consco e depois pode atuar conosco em parceria. Mas qual é o objetivo? Será que ela vai viver melhor? O que, em última instância, deve acontecer?

Resposta: A ideia é que vocês têm que trabalhar no desejo de uma pessoa, no que ela quer em sua vida. Assim, vocês devem desenvolver cursos. Alguém está interessado em criar uma família, outro está interessado na educação de crianças, um terceiro está interessado em trabalhar com seus subordinados, um quarto está interessado em cooperação mútua com o mundo, em como pode ser incluído numa sociedade de forma mais pacífico e saudável, etc. É necessário pensar no que ele poderia “comprar”, em relação a que estão dirigidos seus interesses.

Suponha que eu saio ao público. Uma centena de pessoas estão na minha frente. Eu as sento num círculo geral comum e passo por um workshop onde elas vão começar a sentir a correta cooperação mútua calorosa entre si. E não vai ser ruim se você perguntar o que elas querem na vida, qual é a sua inclinação e desejo, o que lhes interessa e preocupa. Assim, eu posso determinar facilmente em que tipo de grupo devo incluí-las.

Isso é porque eu tenho os grupos para a educação de crianças, para a criação de uma família, para melhorar a produtividade, melhorar a atmosfera nas organizações, e muito mais. Mas a direção do próprio grupo não é importante para mim, porque eu ensino-lhes a agir com a correta parceria mútua de modo que elas vão organizar a sociedade correta entre si.

A principal coisa para mim é que elas aceitem e percebam esta sociedade correta como um campo para descobrir a força única da natureza, onde as características de conexão, mutualidade, amor e carinho são criadas. Elas devem sentir isso!

Nós temos que tentar explicar tudo a elas numa linguagem simples, correta e científica, com exemplos da vida diária. Junto com isso, nós evocamos uma força que nos cura e acalma, que nos dá uma sensação de calor, confiança e segurança. Ela cria tudo o que tanto nos falta para uma boa existência. Nós precisamos levá-las a ela.

Basicamente, sem mencionar o Criador, nós falamos de Sua revelação, mas falamos em palavras como estas, de modo que elas vão entender tudo isso e nenhum problema irá surgir com elas. É necessário desenvolver a nossa cooperação mútua com elas especificamente desta forma, e o resultado destes cursos será o sentimento da característica geral da natureza: Deus é amor.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 08/10/14, Shamati # 5

Tipos Úteis De Temor

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que deve ser feito com o medo e o temor diante de uma descida? Afinal, o Criador nos deu o ponto no coração e Ele pode buscá-lo.

Resposta: Uma descida não significa que o Criador tira o ponto no coração. O medo de uma descida pode ser o medo da dor envolvida numa descida, quando uma pessoa está separada da espiritualidade. Ela pode temê-la porque não quer estar neste estado, porque durante a descida, ela amaldiçoa o grupo, o professor e o Criador.

Ela também pode temer a impotência da subida depois da descida (você não se eleva, não é capaz de fazer isso por si mesmo), porque não pode fazer isso por si mesma. Isso significa que pode haver uma descida em que uma pessoa perde toda a conexão com o mundo superior e não pode sequer ser lembrada disso. Ao todo, existem diferentes tipos de medo de uma descida, e todos são muito bons e essenciais.

É uma bênção se uma pessoa sente medo. O remédio para o medo é a conexão com o grupo, porque quando você cai, você não pode prometer a si mesmo de forma alguma que você vai despertar a descida, exceto através da prestação da garantia de que o grupo irá ajudá-lo. Não há outro caminho.

Da Convenção em São Petersburgo 19/09/14, Lição 2

Como Ovelhas Diante De Lobos

Dr. Michael LaitmanPergunta: Depois que o Primeiro e o Segundo Templos foram destruídos, será que o povo judeu sentia e lembrava a sua fundação criada por Abraão? Será que os filhos de Israel se lembravam em torno do que eles foram criados e consolidados? Será que esta fundação vivia entre eles?

Resposta: Sim e não.

Após a destruição do Segundo Templo, o povo caiu de ver a imagem interna da realidade, as forças governantes, tudo o que acontece no mundo, e, novamente se encontrou em ódio mútuo, rejeição mútua e distância mútua entre si, com uma indiferença que nos caracteriza até hoje.

Exilados da terra de Israel, nós passamos por muitas terras e nos voltamos para o oeste, para a Europa, para o leste, para as nações árabes, e começamos a afundar em apatia. Desde então, o que nos manteve juntos não é o poder do amor, nem pertencer a uma ideia, nem reciprocidade, conexão e ajuda mútua, nem qualquer cálculo, mas apenas o desejo de sobreviver. Nós ficamos presos um ao outro como ovelhas num rebanho diante de lobos, mas não nos mantivemos juntos.

Basicamente a nossa situação tem sido assim durante todo o exílio até o dia de hoje, que é todo os dois mil anos.

Pergunta: Que papel a religião cumpriu nisso?

Resposta: A religião ajudou as pessoas neste estado de absoluto desprendimento das fontes espirituais, da compreensão, de tudo. Ela simplesmente reforçou e os apoiou neste estado baixo e abjeto para que as pessoas pudessem estar envolvidas na realização de algum tipo de atividades mundanas, também chamado de Mitzvot, e, assim, manter-se desta maneira. A religião é o que resta e o que foi dado ao povo depois da destruição do Templo, em vez da sabedoria da Cabalá.

A sabedoria da Cabalá abre os céus, revela o Criador, e revela o poder da unidade ao povo. Ao realizá-la entre eles, eles descobrem o Criador, que é encontrado entre eles e que torna possível para eles viverem dentro de uma sensação de uma realidade completamente diferente.

E quando tudo isso se perdeu, nós adquirimos nossa forma atual. Isto diz respeito a todos, com exceção de alguns Cabalistas em cada geração que escreveram livros e desenvolveram esse método, e que continuaram a trabalhar para alcançar o Criador e a unidade entre nós.

De KabTV “Babilônia Ontem e Hoje” 24/09/14, Parte 7

Aprenda A Trabalhar Nos Desejos Dos Outros

Laitman_524_01Pergunta: Como se pode passar do medo artificial, cognitivo ao medo emocional?

Resposta: É possível fazer isso ao se imergir no pensamento e na emoção. Se eu estou entre amigos e os ouço o tempo todo, mergulhando em suas palavras, tentando velejar nas ondas do seu pensamento, eu absorvo suas características e emoções.

Mesmo que dentro de mim tudo possa estar morto, como resultado de tal influência mútua, minhas próprias emoções começam a aparecer.

Se uma pessoa está cheia desde o início, isso não é bom. A melhor situação é quando você está vazio; você não tem nada, nem mesmo o menor desejo. Você vem para o grupo mecanicamente e começa o trabalho em si mesmo a partir de um estado totalmente dormente, de um estado completamente vazio.

Mas não vale a pena mergulhar em tal estado intencionalmente e se preocupar que você não está nele. Aprenda a trabalhar com os desejos dos outros e alcance um estado de temor, porque você está absorvendo os sentimentos de seus amigos. Isto é muito bom.

Se você não estiver pronto, invista algum esforço em outros; tente fazer alguma atividade física, ou apenas falar com os amigos, para que de alguma forma eles o despertem e lhe deem inspiração.

Da Convenção em São Petersburgo 19/09/14, Workshop 1

O Remédio Contra A Preguiça

Dr. Michael LaitmanComentário: Muitas vezes eu quero deixar tudo de lado em vez de fazer um esforço.

Resposta: Isso é uma Klipa, a serpente que está sentada dentro de você e constantemente lhe convence, “Não importa, vamos esperar”. Isso é chamado de preguiça.

Um estado como este pode durar milhares de anos! Por isso, é necessário convencer os amigos a sempre levá-lo para todos os eventos, sem prestar atenção nas desculpas de que você não pode, que não quer sair para disseminar, ou que não quer ir para a reunião de amigos. Talvez você diga que está muito cansado, algo lhe machuca, há um jogo de futebol na televisão, ou outras coisas. Você deve convencer seus amigos a não ouvi-lo e puxá-lo para fora da casinha de cachorro que você está tentando entrar. Esta é a única maneira que você pode ser salvo.

Não há outra possibilidade de tirá-lo deste estado, além da influência do ambiente! Isto é feito intencionalmente, porque é especificamente através da conexão com o ambiente que você se corrige.

Você receberá todos os tipos de oportunidades para fugir de esforços espirituais, da vitória! Ela está aqui, ao seu lado, mas, em vez disso você diz: “Da próxima vez, amanhã à noite, com certeza”. E mais uma vez você esquece.

O sucesso só é possível se você convencer seus amigos a obriga-lo a sair à força de sua preguiça.

Da Convenção em São Petersburgo 19/09/14, Lição 2

Privadamente Ou Coletivamente?

laitman_942Pergunta: Como devemos invocar corretamente o temor? Deve ser do centro do grupo por mim mesmo como indivíduo?

Resposta: Eu posso estimular o grupo, não como uma pessoa espiritual, mas como um indivíduo corporal egoísta. No entanto, se eu me fundo com o grupo, eu já sou um elemento espiritual, porque o grupo é um corpo espiritual, e é possível influenciar o ambiente no próximo nível através dele.

Você quer ascender a um nível superior? Isso só é possível por meio do Grupo de Dez!

No nível seguinte, quando você conectar dez Grupos de Dez a um, você vai trabalhar no nível de uma centena, e assim por diante. Esta é a forma como o sistema está organizado. Por outro lado, isso funciona em profundidade, em vez de amplitude, ou seja, no aprofundamento geral. Nós temos que prestar atenção nisso e constantemente aspirar a melhorar a qualidade da nossa conexão. Isto é muito importante.

Da Convenção em São Petersburgo 19/09/14, Workshop 1