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Como Podemos Fazer Da Unidade Na Dezena A Nossa Vida

938.03Pergunta: Como podemos fazer da unidade na dezena uma parte de toda a nossa vida e um grande deleite que doamos ao Criador?

Resposta: Depende da nossa atitude em relação ao que nos afeta, doação ou recepção, e de quanto escolhemos entre elas e queremos estar mais próximos dos sábios ou do Criador através das diferenças que existem entre a santidade e a Klipa (força impura).

Da 3a parte da Lição Diária de Cabalá de 15/07/25, “A Ruína como uma Oportunidade para Correção”

Não Se Engasgue Com A Sua Própria Verdade

627.1Pergunta: Existe algum tipo de verdade que deve ser dita a uma pessoa?

Resposta: A única verdade é dar livre-arbítrio à pessoa e deixá-la escolher a sua própria verdade. Só isso. Isso é o mais importante na criação dos filhos e nos relacionamentos entre adultos.

Pergunta: Como você faz isso? Por exemplo? Baseado em quê?

Resposta: Ensine a uma pessoa o método de revelar corretamente a vida.

Comentário: Parece ótimo! Isso é o principal.

Minha Resposta: Sim.

Pergunta: E se uma pessoa estiver cem por cento convencida de que está certa e precisar passar isso para alguém?

Resposta: Então eles deveriam se calar e engolir isso! Para não se engasgarem com a própria verdade!

Pergunta: Mesmo que eu sinta que, ao fazer isso, estarei ajudando-os?

Resposta: Que egoísmo enorme ele tem! Está explodindo dentro dele! Ele não tem o direito nem de sentir isso. A única coisa que ele pode fazer é entender o quanto é egoísta se se sente obrigado a encher outra pessoa com sua própria opinião.

É terrível! Há um ditado muito simples sobre isso: “O silêncio é a cerca que cerca a sabedoria”.

Pergunta: Que lindo! Ou seja, é melhor ficar em silêncio nesse momento?

Resposta: Sim.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 08/07/25

Concordando Com O Criador

249.01Naquele momento, a pessoa deve prestar atenção a isso e acreditar que o Criador está cuidando dela e a guiando no caminho que leva ao palácio do Rei (RABASH, Artigo nº 6, “Quando a Pessoa Deve Usar Orgulho no Trabalho”).

Uma pessoa deve verificar constantemente todas as suas sensações e pensamentos, bem como seu coração e mente, para ver se concorda com o fato de que o Criador a está guiando em direção a Si mesmo.

“Eu concordo com o que o Criador está fazendo comigo? Ele me joga para baixo, me levanta, me joga em todas as direções. Um momento eu choro, no outro eu rio; às vezes me alegro, às vezes me angustio. Eu entendo que preciso passar por esses estados, mas que o mais importante é permanecer em conexão, em adesão com o Criador — que não há outro além Dele?”

Conclui-se que ela deve se alegrar porque o Criador está cuidando dela e também lhe dando as descidas. Ou seja, a pessoa deve acreditar, tanto quanto puder compreender, que o Criador está lhe dando as ascensões…

Além disso, a pessoa deve acreditar que o Criador lhe as descidas, porque Ele quer aproximá-la. Portanto, tudo o que puder fazer, deve ser feito como se estivesse em um estado de ascensão.

Em princípio, não há descidas. O que ocorre é meramente a revelação do próximo grau não corrigido, seguido por sua correção. Esses graus nos são revelados — eles foram formados antes mesmo de nós, como resultado da destruição de Adam HaRishon. E nós os corrigimos continuamente por meio de nossa atitude.

Nada nos é exigido! Não precisamos fazer nada, exceto concordar com o Criador, justificá-Lo.

A palavra hebraica para “justificar” é “LeHatzdik“, e quem justifica o Criador é chamado de Tzadik, o justo, porque O justifica. Essa é toda a nossa obra. Mas, para isso, precisamos absolutamente de um ambiente; sem ele, não seremos capazes de justificar sequer um único ato do Criador, nem emocional nem mentalmente.

Portanto, quando ela supera um pouco durante a descida, isso é chamado de “despertar de baixo”. Cada ato que ela faz, ela acredita que é a vontade do Criador, e por isso mesmo ela é recompensada com uma aproximação maior, o que significa que a própria pessoa começa a sentir que o Criador a trouxe para mais perto.

Do Congresso de Cabalá na Moldávia, 08/09/19, Lição 7

Nós Nos Reunimos Aqui Para Nos Tornarmos Humanos

530Nós nos reunimos aqui para estabelecer uma sociedade para todos aqueles que desejam seguir o caminho e o método do Baal HaSulam, o caminho pelo qual ascender aos graus do homem e não permanecer como uma besta (Rabash, Artigo nº 1, Parte 1, 1984, Propósito da Sociedade – 1).

Deste artigo, precisamos extrair os princípios-chave:

    1. O que significa reunir-se?
    2. Qual é o método do Baal HaSulam?
    3. Qual é o grau de humano?
    4. O homem foi criado para o prazer ou para temer o Criador?
    5. A condição para alcançar tudo isso é a equivalência de qualidades com o Criador.
    6. O desejo de receber não é mau em si; é a própria matéria da criação. O que é chamado de inclinação ao mal (Yetzer Ra) é a nossa relutância em nos unir, a nossa recusa em corrigir a quebra da alma em suas partes — nossas almas individuais.
    7. Não destruímos o desejo egoísta, mas apenas corrigimos sua intenção de “para mim” para “para os outros”.
    8. Ou seja, no desejo de receber, estamos sempre opostos ao Criador; mas na intenção de doar, nos conectamos a Ele.
    9. A adesão ao Criador se dá pela equivalência de qualidades com Ele. A intenção de doar é alcançada através do trabalho em grupo. Esta é uma tarefa tanto realizável quanto verificável. O desejo coletivo de doar que construímos é a alma comum, que o Criador preenche.
    10. Cada estado pelo qual passamos consiste em dois opostos e, à medida que avançamos, a distância entre eles aumenta. Eu revelo:
      1. Minha crescente inutilidade
      2. A crescente grandeza da meta.

Devo conectá-los em um só ponto para sentir a quebra entre as almas tão profundamente que force a luz superior a me corrigir. Então, a doação reinará entre mim e os outros.

Isso é chamado de entrega da Torá: a luz da correção.

E depois, o doador da Torá também se revela dentro da nossa atitude corrigida em relação aos outros, dentro do vaso espiritual coletivo (Kli).

Da Lição Diária de Cabalá de 16/05/10, Escritos do Rabash