Textos na Categoria 'Trabalho Interno'

A Luz Do Futuro Estado

Dr. Michael LaitmanUma pergunta que recebi: Se a Reshimo (registro de informação espiritual, gene) é um novo estado ou desejo que nos é dado do Alto, como a nossa intenção pode alterar este estado?

Minha Resposta: Enquanto estou no estado atual, eu sinto que posso mudá-lo. Esta necessidade de mudar a minha percepção do mundo surge em mim através da Reshimo do futuro estado. Ela abrange todos os estados futuros, deixando-me apenas a oportunidade de realizá-la na qualidade de doação ou de recepção.

Por que eu sinto que tenho a oportunidade de alcançar o futuro estado? Porque tenho a Reshimo de Hitlabshut (informação sobre a Luz) e a Reshimo de Aviut (informação sobre o desejo). A Reshimo de Hitlabshut, informação sobre o futuro estado, é mais elevada do que a Reshimo de Aviut: 4/3, 3/2, 2/1, 1/0.

Uma parte do futuro estado está sempre presente em mim. Devido a esta parte, eu posso realizá-lo (arrasta-me até ele). Desta forma, eu executo as transformações.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 12/07/10, O Zohar

A Quebra É Parte Da Correcção!

Dr. Michael LaitmanEu recebi uma carta de alguém que está se queixando que não compreende nada na lição sobre o Talmud Eser Sefirot. Ele está ultrajado pelo fato de que nós subitamente “saltamos” para o meio do texto, para a Parte 7, de forma a estudar sobre a quebra dos Kelim (que é um costume que os Cabalistas observam antes do 9º de Av, o dia em que o Templo foi destruído), em vez de falarmos sobre a correção. De modo geral, ele ouviu que o Talmud Eser Sefirot é dirigido para pessoas que já têm a realização espiritual e que os Cabalistas escreveram estes textos apenas para si.

Realmente, o Baal HaSulam diz, no Item 154 da Introdução ao Talmud Eser Sefirot, que os Cabalistas escrevem estes textos para aqueles que já têm a realização espiritual e que compreendem o que os textos falam. Caso contrário, você não compreenderá uma palavra dele. Se você não sentir o texto dentro de si e o experimentar como ações que ocorrem interiormente, você não compreenderá uma palavra.

Só é possível compreendê-lo com o coração, o desejo no qual tudo isto ocorre. Mas se a pessoa ainda não tem o desejo de que é capaz de executar ações de doação, então, obviamente, ela não compreende uma palavra do que está escrito.

No entanto, o Baal HaSulam criou o Talmud Eser Sefirot para que ele funcionasse como um remédio, sob a condição de que nós desejássemos alcançar o estado onde nós o sentiremos interiormente, quando “a alma do homem o ensinará”. É impossível estudar o mundo espiritual teoricamente, com sua mente. Os Cabalistas só podem nos aconselhar a ascender a ele. Quando o estudante o faz, ele revela o Mundo Superior para si mesmo, e sua alma o ensina. Apenas quando a pessoa alcança este nível começa a sentir e a compreender o que está sendo discutido!

É impossível estudar sem sentir, porque o homem vive de acordo com o sentimento dentro do desejo. Nós temos de estudar o que acontece dentro do nosso desejo, para sentí-lo interiormente. Assim nós leremos o livro e ele nos explicará o que estamos sentindo. Ele também nos ensinará como discernir uma multidão de sombras de sentimentos dentro de nós.

A ciência da Cabala é a ciência de se conhecer a si mesmo. Desta forma, é natural que inicialmente a pessoa não compreenda nada. Você deve tentar alcançar a sensação! Nós não estudamos de forma a memorizar o texto de cor ou para compreendê-lo teoricamente. Nosso único objectivo é atrair a Luz que Corrige.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabala 7/13/10, Talmud Eser Sefirot

Nós Viemos À Cidade Do Rei Juntos

Dr. Michael Laitman“Nós viemos à cidade do Rei [este mundo] juntos”. Os que trabalham fielmente para o Criador transformam Seu “pó mágico” em tempero doce e tempero. E os que não fazem o trabalho continuam a provar o pó amargo, e não conseguem desfrutar Seu banquete.

Tudo depende somente do esforço correcto de uma pessoa. Existem muitos que vêem estudar Cabala, colocam um monte de esforço nisso, mas finalmente partem. Eles percebem que este banquete não satisfaz seus gostos, e em vez de se culparem a si mesmos, culpam o Rei, pensando que o método da Cabala, assim como o grupo e amigos lhes dão um sabor amargo. Como resultado, eles partem pensando que podem encontrar mais prazer em outro lugar, recebendo-o de forma fácil ou usando outra metodologia.

Tudo depende de se a pessoa percebe em que “local de trabalho” ela entrou, que responsabilidade repousa sobre ela, e a que deve ela se dirigir neste trabalho de forma a provar o sabor doce. O banquete está colocado perante nós! Está escrito: “Prove e veja que o Senhor é bom!”. Nós precisamos apenas de O “provar”, isto é, nós devemos preparar nosso recipiente (vaso) para Sua Luz e receber este “suplemento,” o sabor doce.

Mas as pessoas não trabalham no lugar certo, e mais tarde elas olham para o relógio para ver quanto tempo elas perderam e avaliam quanto esforço exerceram. Mas elas não colocaram seu esforço no trabalho mais importante: unir-se com outras almas. É por isso que o trabalho não tem um gosto bom para elas. Para dizer a verdade, o sabor doce só vem através da conexão, que é esse mesmo recipiente onde a Luz é revelada.

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O Pó Mágico

Dr. Michael LaitmanUma fábula das Igrot (Cartas) do Baal HaSulam, Carta 26, pág. 85: Um grande e bom Rei tinha um propósito: de dar prazer aos cidadãos de seu reino. Ele deu-lhes uma ordem para trabalharem para ele por um ano e designou um lugar especial para isso no seu palácio. A recompensa estava montada no lugar do trabalho onde o Rei preparou as refeições com uma abundância de várias delicias.

Todos eles começaram a trabalhar e pensaram que o Rei colocaria guardas para observar o trabalho deles, mas o Rei ocultou-se, e eles podiam fazer o que queriam. Eles não estavam a par da invenção do Rei, um tempero, o pó curativo que deu a todos os pratos preenchidos com delicias e doces um sabor amargo e desagradável. Mas no lugar onde as pessoas trabalhavam, o tempero fazia a comida ter sabor divino!

Os que foram leais ao Rei, fizeram o trabalho como lhes foi dito e levaram a cabo as ordens precisamente, até mesmo sem serem observados. Logo, o pó curativo enchia seus corpos. Quando o tempo do banquete chegou, os trabalhadores foram capazes de provar os sabores incontáveis e a doçura que eles nunca tinham conhecido antes. Então eles agradeceram e louvaram constantemente o Rei.

Mas aqueles trabalhadores que não reconheceram a grandeza do Rei e que  o deviam amar fielmente (porque nenhum dos guardas estava a tomar conta deles), desconsideraram o lugar do trabalho e escolheram trabalhar onde era mais agradável. Então, quando o tempo do banquete chegou, a comida estava horrivelmente amarga devido ao pó mágico. Eles começaram a amaldiçoar e repreender o Rei e seu festim, porque ele tinha preparado tamanha má recompensa por seu esforço. E para eles, o Rei se tornou um grande mentiroso pois ele lhes deu amargura e sal em vez de delicias e doces.

Da Lição Diária de Cabala 9/7/10, Baal HaSulam, Carta 26, pág. 85

Sintonizado Com O Comprimento De Onda Do Criador

Dr. Michael LaitmanTudo que os Cabalistas nos contam ocorreu em suas sensações. Contudo, isso está também a acontecer dentro de mim, dentro da minha matéria (Kli), embora eu não o percepciono! Eu preciso de receber as propriedades dos mesmos processos que eu desejo percepcionar, e então eu serei capaz de os sentir.

Todas as acções descritas em O Estudo das Dez Sefirot ocorrem dentro de nós; um número infinito de acções ocorrem a cada momento. Todavia, nós não as percepcionamos pois existimos “sem consciência (espiritual)”. Do mesmo modo, no mundo corpóreo, eu sou invadido por incontáveis ondas. Transmitidas por numerosos dispositivos electrónicos, milhões de conversas telefónicas e todos os canais de televisão e radio passam precisamente através de mim. Nós podemos reconhecer estas frequências com a ajuda de vários dispositivos.

Similarmente, nós residimos no ambiente espiritual onde actividades descritas pelos Cabalistas estão constantemente a ocorrer. Nós temos de aprender a as percepcionar. Nós temos de desenvolver uma habilidade em direcção à doação. Nós precisamos de ser capazes de determinar o que isso é, a quem doar, baseado em quê, que recompensa vem com isso, e se é vantajoso o fazer ou não.

Se eu o começo a analisar, eu irei desenvolver um sensor dentro de mim mesmo que será capaz de reconhecer as propriedades de doação. Como resultado, eu irei começar a “escutar” frequências de doação como ondas de rádio. Eu irei “fazer crescer” um transmissor capaz de receber vários tipos de frequências de doação que são chamadas as Luzes. Através destas Luzes, eu irei começar a percepcionar as fontes de onde elas vêem, para onde elas se dirigem, e para que propósito. E para terminar, eu virei a saber que esta estação de transmissão que está a gerar estas ondas é oCriador! Mas isso irá tornar-se possível apenas se eu construir um receptor (“rádio”) dentro de mim, que possa “ler” tais propriedades.

Para dizer a verdade, de acordo com a lei da equivalência de forma (ressonância), de forma a receber estas frequências, eu tenho de criar uma similar dentro de mim mesmo. Nestas ondas internas e externas, há uma característica comum: “a onda transportadora”. Na onda externa, contudo, há mais uma onda, acompanhante, que está embebida na principal; é a última que transporta a informação até mim.

Ao criar uma onda da mesma frequência (por exemplo, 93 MHz) na sua “rádio” (sua alma), você será capaz de receber o sinal externo (o Criador), para discernir o “sinal válido”: uma onda (uma voz, canção, ou mensagem do Criador).

A rádio espiritual funciona sobre o mesmo princípio que a corpórea, uma vez que a natureza não muda. Nós e o Criador precisamos de um terreno comum, esta onda de frequência (93 MHz), a força de doação, sobreposta com um minúsculo sinal para a sua recepção. Este sinal entra em si, e você recebe-o. Quando você se alinha a si mesmo com a onda vindoura na sua propriedade de doação, ela trás-lhe um atributo adicional menor para a sua habilidade de receber, a  Luz de Hochma que o preenche.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabala 8/07/10, “Introdução ao Livro, Panim Meirot uMasbirot

A Oração Do Coração De Pedra

Dr. Michael LaitmanTodo mundo sabe o que é uma oração. Ela existe em todas as religiões e culturas. As pessoas dirigem-se umas às outras com uma oração pedindo alguma coisa. A oração pode ser dirigida às pessoas ou à Força Superior (como a pessoa imaginar).

A oração contém grande poder, porque quando a pessoa sente que está num beco sem saída, uma verdadeira oração pedindo por ajuda irrompe por si mesma. Esta é uma reação natural que chamamos de oração, um apelo, ou um grito. Há também a oração de gratidão que transborda do coração. Essa ação desperta enormes reservas internas de uma pessoa e traz a cura, a capacidade de superar obstáculos que parecem intransponíveis.

No entanto, na Cabalá, a “oração” não é apenas um apelo qualquer, mas um pedido por correção, para se atingir a meta da criação. Antes da nossa queda da sensação do Criador, nós não tínhamos livros de oração porque as pessoas sentiam o Criador e todas se voltavam a Ele de coração, de acordo com o versículo: “A alma de uma pessoa a ensina”. Todo mundo sabia que o precisava discernir e o que precisava fazer para se aproximar do objetivo, unir-se com o Criador e obter a equivalência de forma com Ele.

Era assim antes da destruição do Templo, porque toda a nação vivia na sensação elevada e sentia o que precisava ser feito. A sensação no coração das pessoas era essencialmente a oração. As pessoas viviam pelo princípio: “Tudo o que a pessoa sente em seu coração é o que ela fala”.

As pessoas sentiam em seus corações uma aspiração pela doação, o amor ao próximo, o amor pelo Criador, e a equivalência com Ele. Isso era sentido pelo coração e, portanto, as palavras não eram necessárias. Expressar isso verbalmente geralmente serve para que possamos ouvir a nós mesmos e entendamos o que o nosso coração sente.

Esta foi uma época em que estávamos em um estado corrigido. Depois, o Templo foi destruído, em nossos corações, devido à queda geral das pessoas do “amor ao próximo” para o “ódio infundado de um pelo outro”. Assim, nós deixamos de ser semelhantes ao Criador, e perdemos a equivalência de forma com Ele. Por isso, ele desapareceu de nossas sensações, e nós começamos a pedir em nome de nossos egos, ao invés de nossa própria correção!

Nós pedimos por coisas que são solicitadas pelo novo desejo que foi lançado sobre nós, o nosso egoísmo. E o que o egoísmo pode querer? Ele quer se sentir bem e que os outros se sintam mal, já que assim ele se sentirá ainda melhor em relação a eles!

É assim que o nosso novo coração, “o coração de pedra”, funciona. Obviamente, nós não atingimos a verdadeira oração até corrigirmos os nossos desejos. Mas, por outro lado, nós ainda temos de saber o que deve ser a verdadeira oração, a fim de entendê-la, pelo menos com a nossa mente, se não com o coração, para avançarmos nessa direção corrigindo as nossas qualidades.

É por isso que os Cabalistas compuseram um livro de orações para nós: assim nós saberíamos o que pedir.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 12/07/10, “A Importância da Oração de Muitos”

Cabala: Um Sistema Simples das Leis da Natureza

Uma pessoa que ainda não entende o estilo dos escritos cabalísticos se depara com dificuldades ao tentar compreendê-los. Ao ler palavras como “Mitzva“, o “Criador “,” para agradar ao Criador “,” medo do pecado “, e assim por diante, uma pessoa moderna e secular não compreende onde está e o que o texto está realmente querendo lhe dizer. Na verdade, o problema todo é que não sabem ler o texto corretamente. Os cabalistas têm utilizado este tipo de expressão, de geração em geração desde os tempos de Abraão, que foi o primeiro a expandir a sabedoria da Cabala (apesar de ter sido Adão HaRishon que descobriu isso.)

Aqueles que consideram a espiritualidade compreendem o que os livros estão falando; eles entendem que há um desejo de receber, cujo único objetivo é ganhar para si mesmo, e entregar-se a esse desejo é chamado de “pecado”, porque esse comportamento é oposto ao Criador. Por outro lado, receber a fim de doar é um ato similar ao do Criador, e isso é chamado de “Mitzva.” [Leia mais →]

O Segredo Do Nascimento Espiritual

Uma questão eu recebi: Em um estado de descida, como eu posso me manter ao objetivo firmemente assim podendo torná-la em uma subida por mim mesmo, em vez do Criador me atirar?

Minha Resposta: Preciso controlar a descida e decidir por mim mesmo que a queda é necessária. Eu tenho que me preparar para a descida de antemão como uma preparação para um procedimento cirúrgico. O que vai me ajudar a não “perder a cabeça” durante a descida e cair sob a autoridade dos meus desejos? A conexão com o objetivo vai me ajudar a sentir a descida e subida, em vez de me perder. Sou incapaz de garantir isso para mim e, portanto, exijo o ambiente certo para me apoiar quando eu perco o controle como uma conseqüência dos desejos que são grandes demais para me aguentar.

Quando chega o momento de um embrião espiritual nascer, a transição para o nível da alimentação, ele perde todo o seu atual nível,  ao ficar de “cabeça para baixo.” Então, como é possível unir os dois estados durante o nascimento? Como ele consegue garantir que não se tornará um feto abortado, mas, ao invés disso, aderir-se ao Criador em um nível mais elevado, para nascer em um mundo novo? Para isso, são dadas Reshimot diferentes (os registros espirituais, genes): de-Aviut e de-Hitlabshut (do desejo e da Luz).

Acontece que eu sempre serei capaz de me conectar simultaneamente a dois níveis! Isto é o que me ajuda a nascer.

Da 4a parte da Aula Diária de Cabala 7/7/10, “Introdução ao Livro, Panim Meirot uMasbirot

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Não Perca a Sua Cabeça

A criação é um desejo vazio, enquanto que o Criador é a Luz. Como podem os dois opostos – o vazio e a Luz – se unir? Se não, a criatura cuja natureza é um desejo vago, permanecerá vazia para sempre. Como podem esses dois opostos ser reconciliados? Afinal de contas, de acordo com a lei da equivalência de forma que governa a natureza, eles não podem reunir e fundirem-se assim como os pólos norte e sul não podem.

Assim, parece necessário misturar o desejo de receber e os desejos de doar. Na cabeça “(Rosh), a intenção de receber, a fim de doar aparece, enquanto no corpo” (Guf), parece haver uma força de egoísta por não receber por causa da doação, mas por causa de si mesma.  É assim que a quebra entre o “cabeça” e o “corpo” ocorre. Há uma perda de conexão entre eles, juntamente com a capacidade de pensar e agir em uníssono. Há um pensamento na cabeça “, mas um desejo totalmente diferente no corpo”. “O coração e a mente não são um só.

Da 4a. parte Lição Diária de Cabala de 7/7/10, Introdução ao Livro, Panim Meirot uMasbirot

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Como Alcançar O Que Não Existe Na Natureza

Uma questão que eu recebi: Por que você disse que em primeiro lugar, notamos que apenas o que difere em suas qualidades de nós, isto é, que não notaríamos alguém que é igual a nós, mas apenas aquele que está acima ou abaixo de nós? E então você disse que a equivalência de qualidades é uma condição necessária para travar a onda espiritual com o seu “receptor”.

Minha Resposta: Nosso egoísmo não nota aqueles que são iguais a ele. E se queremos perceber a igualdade, é preciso elevar-se acima do nosso ego.

Preciso do grupo para atingir a equivalência com o Criador, na qualidade de doação. Ao sintonizar-me a equivalência com os amigos, eu, assim, alinho-me com o Criador. Caso contrário, não vou ser capaz de ser igual a Ele. Em vez disso, vou curvar-me perante d’Ele esperando um lucro ou que pretendo aderir-me a Ele como uma criança, a fim de tê-Lo a governar-me acima de mim. Em outras palavras, vou colocá-Lo acima ou abaixo de mim, mas não igual a mim. [Leia mais →]