A Solução Para O Conflito No Oriente Médio

Dr. Michael LaitmanOpinião (Asaf Golan): “Uma análise cuidadosa do processo de negociação leva à conclusão de que os palestinos não estão dispostos a acabar com o conflito com Israel porque forçaria a liderança palestina a assumir a responsabilidade pelos cidadãos árabes, em vez de incitar contra a “entidade sionista”.

“Nenhum representante da administração palestina jamais tomaria essa responsabilidade. Todas as autoridades palestinas utilizaram o processo de paz apenas para aumentar suas contas bancárias.

“O fato é que a população, que é chamada de ‘palestinos’ é uma matriz de vários clãs urbanos que não têm nada em comum um com o outro, que inclusive se recusam a entrar em parentesco: residentes de Hebron não se casam com aqueles que vivem na vizinhança, os moradores de Jerusalém Oriental não se casam com aqueles que vivem em Nablus. Assim como os outros clãs palestinos.

“No caso da assinatura de um tratado com Israel, todos esses enfeites, o chamado “povo palestino”, serão desmantelados. Os moradores da autoridade entrarão em lutas internas. Isto é o que os líderes da autonomia temem.

“Além disso, um acordo com o Estado judeu na Terra de Israel seria um reconhecimento de fato de que a narrativa palestina é artificial, e seu único propósito é uma guerra de países árabes com os judeus sob a bandeira da luta contra a aderência colonial sionista.

“Esta é a razão pela qual os palestinos de uma forma completamente infantil negam qualquer sinal da autêntica história dos judeus na Terra de Israel, por exemplo, o Templo de Jerusalém ou o reino de Israel. Na sua opinião, qualquer achado arqueológico descoberto em Israel é parte da herança da Palestina e os palestinos supostamente são descendentes dos antigos cananeus e filisteus que viveram nesta terra.

“Israel deve investigar a origem da população árabe em termos de suas raízes judaicas. Afinal de contas, de acordo com estudos, 60-70% da população árabe tem raízes judaicas. Deve ser estabelecido um diálogo com esses grupos com o propósito de sua conversão ao judaísmo. A propósito, os representantes da dinastia dos Hasmoneus agiram desta maneira em relação aos edomitas, e não existem obstáculos a tais práticas atuais com respeito a todos os palestinos que são verdadeiros descendentes dos judeus”.

Meu Comentário: O que vai ajudar é só as pessoas executando a sua missão, seu propósito, que é mostrar às nações do mundo a subida para o próximo nível do desenvolvimento humano através da equivalência com o Criador na propriedade de “Ama o próximo como a ti mesmo”. Nós precisamos concentrar toda a nossa energia e atenção precisamente nesta questão.

Um Comentário

  1. Donald Trump & Kim Jong-un.
    Na contradição, de que a guerra sucinta a paz. Donald Trump arrisca tudo e parece acertar a milhar, de codinome, Kim Jong-un. Em um entendimento, competência política é exatamente ser idôneo ponderado, e buscar entendimentos, todavia, quando a ignorância, o radicalismo e arrogância de certas autoridades públicas imperam, surgem as estupidez das guerras; mas que pelos ao menos tenham coragem de fazer a guerra em busca da paz.

    O que politicamente parece não ser cabível é não ter capacidade para negociar e na hora de fazer a guerra se omitir. Ou seja, em um entendimento, os problemas do mundo e da humanidade só não se resolvem quando falta prudência, determinação, coragem e sobra a covardia das omissões.
    Em um pensamento, o sucesso e o fracasso de qualquer ser humano quase sempre estão nas suas escolhas e atitude diante daquilo a que se proponha fazer.

    Donald Trump arrisca entendimento com Kim Jong-un, como se arrisca um prêmio maior em uma milhar. Em um entendimento, autoridades públicas não podem ser desastrosas, imprudentes e nem arrogantes, mas também não devem ser rudes, medrosas e omissas. Donald Trump parece ter adotado a máxima de que quem não arrisca não petisca e neste seu procedimento de tentar desativar as bombas sem desafinar a sua viola; Trump parece ser o cara que o Obama desaprovou. Aproveitando a oportunidade, deixo a Trump um pensamento em forma de uma sugestão, aos conflitos de Israel e a Palestina.

    Em um dado momento na historia, a Igreja católica era ao mesmo tempo religião e a política dos reis. Como política e religião são duas coisas parecidas, mas bem diferentes uma da outra; assim, chegou um momento que ouve a separação da política com a religião. Foi quando surgiu o Estado do vaticano dentro do Estado de Roma, Itália. De lá pra cá, política e religião vivem juntos, porém separados. Em um singular pensamento em nome da paz para todos, talvez fosse possível transformar Jerusalém como um berço religioso da humanidade e assim ela não teria um dono especifico; já que Jerusalém é berço religioso dos Judeus, dos católicos, dos muçulmanos.

    E, portanto não parece fazer sentido este lugar tão mágico e tão sagrado viver em conflito. Ou seja, em um pensamento, Jerusalém não pertenceria a um único dono e sim, pertencer a todos. Uma vez que todas as pessoas em questão estejam com o coração de honestidade aberto para a paz, Israel e Palestina, talvez com um novo nome, ser um só país. Neste singular pensamento, Jerusalém seria uma espécie de vaticano daquela região funcionando como o berço religioso da humanidade. Jerusalém por tudo que é e representa parece não combinar com eternos conflitos e sim, com uma paz infinita.

    -obrasilprecisaencontrarumcaminho.blogspot.com- José Dias Costa.

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