Textos na Categoria 'Globalização'

Como Devemos Organizar O Planeta?

Dr. Michael LaitmanOpinião (Bill Gates, presidente da Microsoft): “Para a elite global a matemática é simples: a superpopulação humana está provocando mudanças climáticas, de modo que a solução para a mudança climática é o controle da população”…

“O que seria necessário para acelerar o declínio da fertilidade nos países menos desenvolvidos?”

“O mundo tem hoje 6,8 bilhões de pessoas. Está indo para cerca de nove bilhões. Agora, se fizermos um ótimo trabalho em novas vacinas, cuidados de saúde, serviços de saúde reprodutiva, poderíamos talvez reduzir isso em 10 ou 15 por cento”.

Opinião (John P. Holdren, principal assessor científico de Barack Obama): “‘Um programa de esterilização das mulheres após a segunda ou terceira criança, apesar da dificuldade relativamente maior da operação do que a vasectomia, pode ser mais fácil de implementar do que tentar esterilizar os homens'”.

“‘O desenvolvimento de uma cápsula de esterilização de longo prazo que possa ser implantada sob a pele e removida quando a gravidez é desejada abre possibilidades adicionais para o controle da fertilidade coerciva. A cápsula pode ser implantada na puberdade e pode ser removível, com autorização oficial, para um número limitado de nascimentos'”.

Meu Comentário: Nosso planeta pode alimentar muitas vezes mais do que sua população atual. Se as pessoas forem como parentes, elas não vão sentir que há tantos assim. Se elas forem amadas, não há membros desnecessários na família, e a natureza, o Criador, nos dará tudo o que precisamos sujeito à lei de equivalência de forma.

O problema não está na redução da população pela força, mas na educação e formação da população. Ao nos tornarmos semelhantes ao sistema da gerência superior, vamos consumir e reproduzir de forma correta e natural, devido à nossa adesão à natureza, ao Criador.

A Verdade De Muletas

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “Paz no Mundo”: …por natureza, o poder de trabalhar não é igual em todas as pessoas. Uma pessoa na sociedade trabalha em uma hora, devido a sua fraqueza, muito mais do que seu amigo que trabalha duas horas ou mais.

E há também uma questão psicológica aqui, porque aquele que é muito preguiçoso por natureza se esgota em uma hora mais do que o seu amigo em duas horas ou mais. E de acordo com a perspectiva da verdade evidente, não devemos obrigar uma parte da sociedade ao trabalho mais do que a outra parte para a satisfação das necessidades de suas vidas. Na verdade, os naturalmente fortes e ágeis na sociedade se beneficiam do trabalho dos outros e os exploram de forma maliciosa contra o atributo da verdade, porque eles trabalham muito pouco em comparação com os fracos e preguiçosos na sociedade.

Será que nós podemos avaliar as pessoas do ponto de vista da verdade ou de acordo com a categoria de veracidade? Por si só, é uma categoria maravilhosa e verdadeira. Ela atesta uma coisa muito simples: a pessoa merece tanto quanto ela dá, o que significa que todos devem ser avaliados de forma correta e justa com base em sua contibuição para a estrutura geral. É uma lei da natureza. Nós podemos projetar vários outros regulamentos, mas, na realidade, é exatamente assim.

Nossas recompensas igualam os nossos esforços, embora esforços não devam ser avaliados por meio de números absolutos. Em vez disso, eles devem ser calculados usando medidas específicas relativas. Por exemplo, é extremamente difícil para eu levantar um peso de dez quilogramas e levá-lo por 10 km. No entanto, para outra pessoa, este seria apenas um passeio fácil. Ela nem vai notar esse peso. Eu preciso descansar um par de horas para repor a energia que perdi e comer algo nutritivo, enquanto que a outra pessoa não estaria cansada. Pelo contrário, ela sa sentiria muito melhor do que antes.

Portanto, isso significa que nós simplesmente não podemos usar a categoria da verdade e não temos qualquer critério para fazer cálculos precisos aqui. Assim, é possível levar uma vida verdadeira em nossa sociedade?

Você não vai encontrar esse problema na natureza inanimada, vegetal ou animal. Lá, tudo existe de acordo com o atributo da verdade, apesar de não o notarmos, uma vez que não compreendemos toda a imagem. Cada espécie ocupa um nicho próprio. Tudo está conectado, todos são movidos por instintos naturais. Portanto, tudo está correto.

Nós não sabemos o que significa ser governado pela veracidade uma vez que, no nível falante, a natureza nos deixa ir, liberta as rédeas, nos abandona, e nos permite estabelecer relações com ela por npos mesmos, não como indivíduos, mas sim como sociedade. A integração e as relações sociais são, na verdade, os grandes problemas que estamos enfrentando neste momento.

Anteriormente, quando a humanidade ainda estava num estágio primitivo de formação, o mundo era como um rebanho, como uma família. Assim, ele não necessitava de quaisquer esclarecimentos particulares. Naquela época, a participação de todos era definida por uma família, um sentido de comunidade tribal, e correspondia às leis da natureza.

No entanto, quando ligações entre os seres humanos perderam a sua base familiar e mudaram para serviços profissionais no campo do intercâmbio – quando as pessoas deixaram de ser apenas partes de suas famílias, tribos, clãs e aldeias, quando elas começaram a se desenvolver por conta própria – o problema surgiu. Afinal, agora as pessoas se comparam entre si e tendem a dar aos seus vizinhos o mínimo possível e, ao mesmo tempo, recebem o máximo possível. Nós e as pessoas ao nosso redor não somos mais um sistema unificado. Isso explica por que não temos idéia de como nos dar bem uns com os outros. A categoria da verdade entre nós é vaga, e é por isso que não sentimos ou entendemos um ao outro.

“Eu trabalhei em sua bota por uma semana inteira”, diz o sapateiro.

Como eu faço para saber se ele está mentindo para mim ou se foi realmente exigido desse cara tanto tempo e esforço para consertar meu sapato? Talvez. Será que ele simplesmente não é profissional? Há um mês, em outra loja, levou apenas um dia para reparar a mesma bota, e eles me cobraram tostões. Agora, eu estou pagando quatro vezes mais e tive que esperar uma semana inteira!

Para encurtar a história, quando nós vamos além dos limites das comunidades naturais, lidamos com problemas não resolvidos. Nós somos incapazes de manter a categoria da verdade e precisamos de critérios adicionais para apoiá-la. Afinal, se ele caísse causaria caos na sociedade. É por isso que criamos “muletas”: os diversos programas sociais, fundos nacionais de seguros, hospitais e previdência, educação gratuita, e assim por diante. Nós não confiamos na nossa capacidade de implementar a categoria da verdade na vida, pois sabemos que as pessoas vão fazer nada sobre isso. Em vez disso, nossos países assumem o controle para compensar isso, e nos permitem permanecer no ar e flutuar não muito longe da costa inatingível que ainda não podemos alcançar.

Nós não temos capacidade de chegar à costa uma vez que trocamos os laços familiares pelas relações comerciais que são construídas sobre os princípios de mentiras mútuas. Nossa sociedade está num enorme conflito com esta categoria: o atributo da verdade. Por não obedecê-lo, nós sofremos e não sabemos o que fazer a seguir. Por obedecê-lo, ainda reconhecemos que há algo falso nele.

Esta situação instiga um confronto eterno entre as massas e as elites. De acordo com a categoria da verdade, todo mundo é igual, e ainda assim, as elites tiram uma grande parte da riqueza, deixando as massas pobres. Tudo gira em torno do problema original.

Existe uma saída? Nós podemos estabelecer critérios genuínos? Para isso, devemos sentir os outros como sentimos a nós mesmos. A categoria da verdade simplesmente não pode ser fundamentada em nada além disso. Nós devemos sentir como os esforços de outras pessoas são intensos, e compará-los com os nossos próprios esforços. Esta comparação nos deixa reabastecer nossos relacionamentos.

Se pudéssemos medir o quanto cada um de nós recebeu da natureza – o quão saudável é, como é capaz de fazer vários tipos de trabalho – e qual é exatamente o verdadeiro resultado dos nossos esforços, então, possivelmente, iríamos distribuir os recursos de forma mais correta. No entanto, nossos cálculos sempre estão errados, e nunca iremos distribuir a riqueza de forma justa, honesta e correta por causa da interferência do Criador. Ele deliberadamente estraga tudo para que cheguemos a ele, pois ele é a verdade!

Posteriormente, o problema não é uma distribuição justa ou baseada no mérito, mas sim a nossa intenção altruísta de doar. Todos os cálculos estão certos apenas com a condição de que agimos somente para estabelecer uma conexão com o Criador. Só então poderemos distribuir as coisas de acordo com a categoria da verdade.

Isso explica por que a “experiência socialista” falhou na Rússia. Seus organizadores não tinham a chave: a conexão com a Luz Superior. Embora tenham recebido uma oportunidade, no final, a governança superior transformou isso num exemplo negativo.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 27/06/13, Escritos do Baal HaSulam

A Aspiração À Felicidade Como Um Denominador Comum

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “Paz no Mundo: “Esta é a chave para entender a fraqueza dos reformadores do mundo ao longo das gerações. Eles consideravam o homem como uma máquina que não está funcionando corretamente e que precisa de conserto, ou seja, remover as partes danificadas e substituí-las por boas…

Mas como o Criador cuida meticulosamente de todos os elementos de sua criação, e não deixa ninguém destruir uma única coisa em seu domínio, mas apenas reformá-lo e torná-lo útil e bom, todos os reformadores acima mencionados irão desaparecer da face da terra, e as inclinações ao mal não vão desaparecer. Elas vivem e contam os graus que ainda devem percorrer até completar a sua maturação.

Cada vez, os reformadores do mundo cometem repetidamente um grande erro ao tentar agir de forma independente, sem buscar a ajuda da Luz. Como resultado, todos sofrem, incluindo eles.

A crise mundial começou há cinco anos, e essas pessoas brilhantes constantemente inventam receitas para saber como combatê-la. Psicólogos, políticos, economistas e especialistas financeiros, todos participam desta tarefa nobre, e todos estão confiantes de que estão fazendo a coisa certa. Estes reformadores do mundo estão sentados em todos os lugares. Eles discutem as coisas nos governos, ensinam crianças nas escolas, e tentam melhorar as relações familiares. De onde eles tiram a autoconfiança de que são capazes de mudar as coisas para melhor?

Nós temos que avançar com a Luz. Na parte da manhã, deixando a casa, devemos dizer: “Se eu não fizer, quem o fará”, como se não houvesse uma força superior e que o dia seguinte dependesse exclusivamente de nós. À noite, quando voltamos para casa, devemos dizer: “Só por causa da força superior eu consegui fazer o que fiz hoje”.

Em nosso desejo de corrigir o mundo, nós realmente agimos de uma maneira que o Criador e a criação se complementam? Nós fornecemos a incorporação de ambos? Será que nós orientamos todos os nossos esforços no sentido de abrir o caminho para a Luz que irá corrigir tudo?

Pergunta: Esta abordagem parece totalmente mística. Nós podemos sugerir que as pessoas fiquem em casa e não façam nada, apenas pedindo que a Luz desça e as corrija? Você está falando sério?

Resposta: Você está certo. É por isso que se diz: “Se eu não fizer, quem o fará” Digamos que meu carro quebrou. Eu devo convidar os amigos para orar na garagem? Eu devo resolver qualquer problema dessa maneira? Claro que não.

Por outro lado, como podemos alcançar uma verdadeira correção em vez de fingir? Nós vemos que sem ações espirituais os nossos esforços apenas fazem deste mundo um lugar pior, em vez de torná-lo melhor. Sim, ainda podemos encontrar soluções para muitos problemas, mas não nos damos conta de que cada detalhe é uma parte de todo o sistema. De uma forma ou de outra, tudo o que não for corrigido pela Luz não vai funcionar. Ela só expõe e demonstra o egoísmo que está escondido em nossa atitude e nos obriga a corrigir a nossa perspectiva. Somente quando nós pudermos lidar com isso vamos obter a correção, mas num novo e verdadeiro caminho.

Pergunta: Como podemos explicar isso aos outros no âmbito da educação integral?

Resposta: Além de tudo, a educação integral é uma parte da sabedoria da Cabalá. Nós estamos falando de vários níveis do mesmo ensinamento que explica a metodologia da correção do mundo com a ajuda da Luz que Corrige. Nós abrimos o caminho para a Luz, e ela corrige a nós e toda a sociedade. O objetivo continua a ser sempre o mesmo: estabelecer uma boa conexão entre nós, para alcançar a unanimidade e harmonia que corresponde à Luz. Em seguida, a Luz vai descer e nos corrigir.

Você pode dar vários nomes à Luz: o poder do grupo, a inteligência coletiva, o vigor da unidade integral. A essência continua a mesma. Nós somos iguais, estamos juntos como um homem num só coração, e a Luz Circundante influencia a todos nós, não importa se ensinamos aos outros a metodologia da educação integral ou apenas a estudamos.

Nós estávamos totalmente desapontados neste mundo e encontramos a sabedoria da Cabalá. No entanto, outras pessoas também lidam com os mesmos problemas. Elas também querem viver uma vida melhor. As belas palavras que usamos apenas mascaram uma aspiração geral e comum pela felicidade.

Pergunta: Será que isso significa que a definição de felicidade varia? Para nós, a felicidade significa uma coisa. Para outros, significa outra coisa.

Resposta: Quando você diz que a felicidade está na doação, isso são só palavras. Seus desejos o mantêm onde você está. Você simplesmente tolera uma mensagem que é desagradável para o seu egoísmo. Nós devemos passar adiante a mensagem sobre a doação e unidade, embora devamos fazer isso de uma forma muito mais suave. Nós devemos fazer com que pareça que estamos compartilhando a metodologia de estabelecer boas relações com os outros que mais tarde irá permitir que todos possam ter sucesso.

Na verdade, o principal obstáculo no nosso caminho para a felicidade é a própria felicidade. Não há monstros externos que nos impedem de ser feliz. O monstro está dentro de nós. É por isso que continuamos falando sobre o estabelecimento de uma atitude boa e amável para com os outros. Este é o remédio universal. Ele não depende do nível das nossas reivindicações. Ao unir nossos interesses, objetivos e problemas em geral, ao partilhar uma visão de mundo comum, cada um adquire algo que quer, independentemente dos nomes que usam para identificar sua unidade.

Portanto, nós lhes oferecemos uma solução unificada e eficaz.

Mais tarde, quando alcançarmos a unidade, as pessoas vão experimentar novos fenômenos psicológicos. Elas vão sentir a energia interna e o poder da sua interligação. Elas terão uma melhor sensação do outro. Fios finos entre elas vão ficar mais fortes, o ar vai se tornar mais grosso, respostas claras a várias ações e pensamentos irão aparecer, e todo mundo vai começar a trabalhar com o sistema como um todo, independentemente de o perceberem ou não. Mesmo agora, nós tentamos usar essa estrutura corretamente. No entanto, quando nos unirmos, este sistema finalmente irá adquirir características realistas e virá à tona a partir do nevoeiro.

No final, será que realmente importa o que exatamente fez as pessoas se unirem? As razões que farão com que a unidade adquira um novo valor aos olhos de todos irão variar. O que importa é que a unidade se tornará muito mais importante do que qualquer outra coisa. Por trás de vários segmentos e poderes, as pessoas vão reconhecer uma força única de amor e doação. Cada um de nós pode nomeá-la de forma diferente: saúde, família, valores, bem-estar, e assim por diante. Na verdade, todas estas palavras são os nomes do Criador.

Pergunta: Então, isso significa que o Criador é uma reação ou uma inspiração que sentimos quando estamos conectados com os outros?

Resposta: Sim, você pode dizer isso. Tudo o que sentimos dentro de um desejo é chamado de Criador.

Pergunta: Eu posso manter esta inspiração constantemente?

Resposta: Quando você avança, você descobre que a rede geral e a força que está escondida nela não estão relacionadas com a ferramenta que trouxe você até ela. O instrumento que levou você a perseguir o objetivo é ilusório e enganoso.

Pergunta: Nós podemos compará-lo com a eletricidade que não podemos identificar diretamente, mas sim, detectá-la porque vemos os seus efeitos se somos treinados para fazê-lo? Caso contrário, o circuito eléctrico só existe potencialmente.

Resposta: Sim, é verdade. Hoje, as pessoas não permitem que uma corrente elétrica flua e é por isso que elas não vêem isso.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 11/06/13, Escritos do Baal HaSulam

Renascimento: Na Junção Dos Opostos

Como sabemos, tudo depende do ambiente e o ambiente da humanidade como um todo é a natureza: inanimado, vegetativo, e animal. É neste ambiente em que vivemos e, talvez, sem perceber, estamos em uma dependência muito clara e rigorosa dele.

A natureza nos fornece todas as necessidades da vida. Devido a isso, nós respiramos, bebemos, comemos e vivemos. Nós somos uma parte dela, eu diria, a parte mais sensível e delicada. É o suficiente para pelo menos um parâmetro ir além de sua escala natural e depois não sabemos o que fazer.

Em suma, somos altamente dependentes e o problema é que, se as leis da natureza são seguidas instintivamente nos níveis inanimado, vegetativo, e animal por causa de sua identidade com eles, o ser humano que se desenvolveu encontra-se além desses níveis, em transição da fase de animal para a fase de verdadeiramente humano. [Leia mais →]

“Cocaína ‘Rapidamente Muda O Cérebro'”

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (da BBC News): “Usar cocaína pode alterar a estrutura do cérebro dentro de horas no que poderia ser os primeiros passos da dependência de drogas, de acordo com pesquisadores dos Estados Unidos”.

“Testes em animais, relatados no jornal Nature Neurocience, mostraram que novas estruturas ligadas à aprendizagem e memória começaram a crescer logo depois que a droga foi usada”…

“O lugar ou ambiente que as drogas são usadas desempenha um papel importante no vício”.

Nos experimentos, os ratos tiveram permissão para explorar livremente duas câmaras muito diferentes – cada uma com um diferente cheiro e textura da superfície.

“Uma vez que eles escolheram o favorito, eles foram injetados com cocaína na outra câmara”. Um tipo de laser microscópio foi usado para olhar dentro do cérebro de ratos vivos para caçar as espinhas dendríticas. Mais novas espinhas foram produzidas quando os ratos foram injetados com cocaína do que com água, sugerindo novas memórias sendo formadas em torno do uso de drogas. A diferença pode ser detectada duas horas após a primeira dose”…

“Isto nos dá um possível mecanismo de como o uso de drogas abastece futuros comportamentos de busca de drogas”.

“Essas alterações no cérebro, induzidas por drogas, podem dar uma pista de como as drogas chegam a dominar a tomada de decisão num usuário de droga humano”.

“Comentando a pesquisa, o Dr Gerome Breen, do Instituto de Psiquiatria do King’s College London, disse à BBC: ‘O desenvolvimento de espinha dendrítica é particularmente importante na aprendizagem e memória. Este estudo nos dá uma sólida compreensão de como ocorre o vício – mostra-nos como o vício é aprendido pelo cérebro'”.

Meu Comentário: Mudanças na estrutura do cérebro levam a uma completa mudança da personalidade; dependência de satisfação por narcóticos torna a pessoa fraca e totalmente incapacitada para trabalhar em si mesma e na evolução espiritual, e a remove da sociedade. Ela é útil para o velho sistema capitalista, como um vegetal que precisa de apenas uma dose nova, mas para uma nova estrutura social, altruísta, é completamente inadequada.

Reavaliar As Próprias Condições

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (do Nautilus): “É uma peculiaridade ímpar da mente humana que nós tenhamos a tendência de pensar que somos menos susceptíveis de ser afetados por uma ameaça específica – seja uma gripe, um acidente de carro, ou uma inundação – que qualquer outro. Como a cidade fictícia de Lake Wobegon, onde todas as crianças estão acima da média, esta é uma impossibilidade patente: todo mundo não pode ter menor probabilidade do que a média das pessoas de pegar um resfriado. Mas nós persistimos no que os psicólogos chamam de ‘otimismo comparativo irrealista’. Mesmo quando realmente encontramos uma ameaça, ou estamos próximos de uma, esse sentido distorcido do campo de probabilidade persiste, como mostra um relatório publicado no ano passado”.

“No estudo, os pesquisadores tiveram a oportunidade de testar como o otimismo comparativo das pessoas mudou depois de um evento de alto impacto, mas com baixa probabilidade: um tornado que atravessou Iowa City em 2006, causando um prejuízo material de $12 milhões de dólares. E os resultados foram levemente cômicos: todos os entrevistados, de estudantes selecionados aleatoriamente a moradores de Iowa City a pessoas cujos bairros haviam sido danificados, sentiram tanto logo após o tornado quanto um ano mais tarde que eram menos propensos a ser afetados no futuro do que a média das pessoas. De fato, seis meses após os eventos, as pessoas em bairros danificados eram realmente mais otimistas de que não seriam afetadas novamente do que aqueles que vivem em áreas intactas. Depois de um ano, o otimismo voltou ao nível habitual, mas ainda assim, como sempre, afirmando que eram menos propensas a ser afetadas do que outras”.

Meu Comentário: Nós estamos dentro do nosso egoísmo, e não podemos avaliar objetivamente nada antes de sair dele. Até então, vamos perceber o mundo sob o prisma do erro egoísta.

O Pedal Da Embreagem Com A Natureza

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “A Paz:” Como o objetivo é, sem dúvida, construído ao longo de todas as leis da natureza, nenhum excluído, …aquele que altera até mesmo uma única lei danifica e prejudica o objetivo proposital que o Criador estabeleceu, e, portanto, será punido pela natureza. Por isso, nós também, criaturas do Criador, não devemos ter pena dele, porque ele está profanando as leis da natureza e contamina o propósito do Criador.

Portanto, é claro para nós que, se eu vejo que alguém está agindo contra as leis da natureza, devo impedi-lo, pois nós nos encontramos num sistema, e, se a pessoa vai contra uma das suas leis, então, necessariamente, ela tem uma má influência sobre toda a natureza e sobre todos.

Geralmente, todas as suas ações devem ser acompanhadas de uma compreensão do que você está fazendo. Isso é porque você está influenciando um grande mecanismo coletivo, a conexão mútua de uma infinidade de peças, integral e globalmente. Se você não conhece as leis da natureza, isso não significa que você ainda não causará danos.

A natureza aceita sua ação como ela é, e, se a intenção é boa ou ruim ou se houver uma falta de intenção, isso já é supérfluo. No entanto, seja ela qual for, de um ponto de vista materialista, nós precisamos entender que basicamente nos encontramos num sistema fechado e, portanto, todos nós dependemos uns dos outros. Ninguém pode se sentir livre da obrigação de não prejudicar o sistema.

Depois disso, é possível continuar. Eu também estou livre de beneficiar o sistema? Se você pensar nisso, bem, você não está. Isto porque, num sistema fechado, cada um tem o seu lugar e função, e, portanto, cada um é obrigado a não prejudicar o sistema e é obrigado também a beneficiá-lo, e ninguém tem livre arbítrio nisso. Pelo contrário, todos nós somos obrigados a ser partes corrigidas dentro dele, benéficas ao sistema.

Contudo, entre todos os componentes do sistema, existe ainda outro mecanismo chamado de “embreagem”. Quanto mais nós somos pressionados em conjunto – soldados em conjunto no sistema em geral – e conforme a nossa adesão mútua, este “pedal” é gradualmente liberado cada vez mais, aumentando a dependência mútua, e nós somos obrigados a agir em conformidade, sem causar danos e trazendo benefício de acordo com os “mandamentos negativos” e os “mandamentos positivos”.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 28/08/13, Escritos do Baal HaSulam “A Paz”

Lobos Ajudam Ursos Pardos… E Nós

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (da Discovery): “Os lobos e ursos pardos parecem ser arqui-inimigos, mas um novo estudo mostra como os lobos estão realmente ajudando ursos a obter frutos saborosos e nutritivos no parque nacional de Yellowstone.

“A descoberta mostra o quão fortemente os ecossistemas são tecidos, e como o efeito dominó pode tanto ferir como beneficiar os.

“A situação começou a se desdobrar no início dos anos 1900, quando os funcionários tiveram a ideia míope de mover os lobos de Yellowstone. Isso foi chamado de “controle de predadores”. Pela década de 1970, os cientistas não encontraram nenhuma evidência de uma população de lobos em Yellowstone, um lugar verdejante que anteriormente tinha sido o lar de lobos por séculos.

“Em outubro de 1991, o Congresso forneceu fundos para o Fish & Wildlife Service dos EUA para iniciar os esforços de restauração dos lobos em Yellowstone.

“O novo estudo, publicado no Journal of Animal Ecology, analisou como a reintrodução de lobos está afetando outros animais no parque.

O autor William Ripple, um professor da Universidade Estadual de Oregon no Departamento de Ecossistemas Florestais e da Sociedade, e sua equipe descobriram que durante o período com poucos ou nenhum lobos, os rebanhos de alces se expandiram e comeram excessivamente as bagas dos arbustos. Esta foi uma má notícia para ursos pardos.

“‘Fruto selvagem é normalmente uma parte importante da dieta do urso, especialmente no final do verão, quando eles estão tentando ganhar peso o mais rapidamente possível antes da hibernação de inverno”, disse Ripple num comunicado de imprensa. ‘Bagas são parte de uma fonte de alimento diversificado que ajuda a sobrevivência e reprodução do urso, e em determinadas épocas do ano pode ser mais de metade da sua dieta em muitos lugares da América do Norte”.

“Agora, porém, com os lobos caçando alces novamente, há mais bagas. Yellowstone é a baga central para ursos, com inúmeros tipos que eles adoram.

“A nova infinidade de bagas está também produzindo flores de valor aos polinizadores como borboletas, insetos e beija-flores. Os pássaros estão comendo os frutos, assim como outros animais, grandes e pequenos.

“Já que as bagas ajudam os ursos a armazenar gordura antes de entrar em hibernação, prevê-se que a população de ursos vai aumentar, acrescentando uma segunda via de controle sobre alces e outros ungulados silvestres, especialmente em recém-nascidos na primavera.

“No entanto, é importante atingir o equilíbrio certo. Alces também são fundamentais para o ecossistema; por isso, se sua população cair muito, mais problemas surgirão. Aproveitando a deixa da história, no entanto, os funcionários do parque devem provavelmente deixar a natureza lidar com essas questões por conta própria”.

Meu Comentário: Essa conclusão pode ser estendida a todas as ações humanas, sem exceção: a construção de barragens, drenagem de pântanos, e muitas outras intervenções na natureza. O que podemos fazer? Afinal, a humanidade tem que se desenvolver. Contra isso, não há nenhuma objeção, só que o desenvolvimento deve ser harmonioso, sem consequências trágicas.

Primeiro de tudo, nós precisamos corrigir nossa natureza egoísta, atingir a capacidade de sentir e compreender a natureza circundante e a Natureza superior, e então, com base nas qualidades e sentimentos adquiridos, mente e força intervêm na natureza circundante, preservando o seu equilíbrio: isto significará ascender aos níveis de equivalência, conhecimento e unidade com ela, isto é, com o Criador.

Por Que Sofrer?

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “A Arvut (Garantia Mútua) “: Mas devido à queda da natureza humana para o nível mais baixo, que é o amor-próprio que rege irrestritamente a raça humana, não havia mais como negociar com eles e persuadi-los a concordar em assumir, mesmo como uma promessa vazia, sair deste mundo limitado para espaços amplos de amor ao próximo. A exceção foi a Nação de Israel, pois eles foram escravizados no selvagem império Egípcio por terríveis quatrocentos anos.

Nossos sábios disseram: “Como o sal adoça a carne, a agonia poli os pecados do homem”.

Pergunta: O povo de Israel sofreu ao longo de sua história, e eu não vejo como isso ajudou. Afinal de contas, a correção é feita pela Luz. O que os tormentos nos dão?

Resposta: Na verdade, essa é a forma como isso é apresentado e nós somos guiados por aquilo que vemos. Cada um de nós tem nossos próprios “óculos” e nada pode ser feito.

Você acha que o exílio egípcio foi um período de sofrimento físico, mas aos meus olhos foi a revelação espiritual do mal. Você considera que tenha sido o ataque do Faraó, mas eu considero como um surto da inclinação ao mal. Os egípcios atormentam você externamente, e eu, internamente. Sob uma chuva de golpes, você fugiu do Egito geográfico, e eu do Egito interior. O aspecto espiritual é tão forte que eu experimentei o exílio egípcio, e não externamente, mas principalmente como problemas internos. Eles me tiraram do Egito para alcançar o mundo de Atzilut. Para você, isso foi o suficiente para se livrar da opressão física do Faraó, da escravidão externa.

A mesma distinção é característica do mundo contemporâneo. Nas dificuldades e problemas atuais, eu vejo um apelo, um gatilho necessário para nos movermos à meta. Você os percebe como uma maldição ao invés de um meio para o avanço. Você quer evitá-los, e eu, ao contrário, digo que não devemos fugir deles, mas sim devemos nos autocorrigir para que em vez de males, nos sintamos confortáveis, benevolentes, e seguros no mundo futuro.

Hoje, quando o processo se esforça para alcançar a redenção geral, torna-se ainda mais claro que não há para onde correr. Isto significa que se o povo judeu não iniciar o processo de autocorreção, eles terão que enfrentar as misérias por todos os lados, impasses econômicos, emocionais e físicos, seja onde for: em Israel, nos Estados Unidos e em outros lugares.

O lugar mais seguro é a terra de Israel. Seu povo terá que lutar fisicamente, mas principalmente internamente. É por isso que nós temos que difundir o conhecimento Cabalístico em Israel, e acima de tudo temos que disseminar a metodologia da educação integral. Afinal, depende do quanto somos capazes de transferir o povo judeu enfrentando problemas como batalhas convencionais para uma batalha espiritual.

As pessoas devem entender que se lutarmos internamente para nos unir, vamos “amolecer” e “adoçar” forças negativas. Eles não as destroem, o que é impossível, mas as transformam em boas e úteis. A unidade vai nos permitir ficar mais fortes, fazendo com os nossos inimigos se retirem. Nós não teremos que lutar com eles e eles vão parar de lutar conosco. Pelo contrário, eles virão até nós para aprender os caminhos para se unir.

Afinal de contas, a separação irá afetá-los ainda pior do que nós. Em Israel, isso leva a conflitos políticos; em outras áreas, todos os dias dezenas e centenas de pessoas são mortas, e o caos só vai continuar crescendo.

Portanto, se quisermos paz e harmonia, temos que começar aqui. Nós não temos escolha. E não faz sentido se debruçar sobre as aflições físicas dos judeus no Egito. Neste caso, você não entende isso, e todas as outras catástrofes que se abateram sobre os judeus ao longo da história, seja a inquisição, pogroms, ou o Holocausto. Claro, isso não pode ser explicado do nosso nível atual, já que não vemos toda a realidade ou todo o sistema para entender o que está acontecendo ou suas causas.

Em suma, é uma deficiência qualitativa e nós estamos numa fase muito importante, crucial.

Em geral, as nações do mundo pressionam inconscientemente o povo de Israel para lhes ensinar a metodologia de correção. E a pressão pode assumir várias formas.

Mas o que é surpreendente: antes que as nações do mundo cheguem a Israel, elas vão lutar entre si. No entanto, nós já podemos ver em torno do que toda a “trama” gira. Israel é quase invisível no mapa; no entanto, é o verdadeiro centro dos eventos, e com o tempo, esse fato vai aparecer de forma mais clara.

Em última instância, os processos atuais obrigam o povo judeu a se unir, para dar o exemplo ao mundo, para levar todos à unidade global, e para elevar a humanidade.

Este é o “esquema” simples. No entanto, em nosso mundo, ele é implantado em investimentos multibilionários, exige enormes recursos, e afeta diretamente milhões de pessoas, transformando este mundo numa arena do comércio incontrolável.

“EUA Prestes A Cortar As Sentenças Mínimas Para Alguns Delitos De Drogas”

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (da BBC News): “A administração Obama revelou grandes mudanças para o sistema de justiça criminal, reduzindo sentenças mínimas obrigatórias em certos casos de drogas. Esses termos não serão impostos a infratores de drogas não-violentos sem laços com gangue ou cartel, disse o procurador-geral Eric Holder em um discurso”…

“‘Observações do procurador-geral representam um bom primeiro passo para uma redução progressiva na fracassada ‘guerra às drogas’, disse Tom Engell, presidente da Marijuana Majority”.

Meu Comentário: Na verdade, não podemos aceitar drogas se quisermos alcançar o objetivo da criação, a revelação do Criador. As drogas são inimigas da construção de uma sociedade melhor, criação de uma família e dos filhos. Neste caso, nós precisamos de inteligência, força, iniciativa, tudo o que falta num viciado.

Mas se o objetivo do governo é reduzir a população para que ela não se reproduza, não viva por muito tempo, e seja passiva durante a sua curta vida, então as drogas são boas e devem ser distribuídas. Para evitar tais pensamentos desumanos sobre o governo, é necessário ao mesmo tempo realizar uma campanha contra o tabagismo…