Chefe Da Felicidade: Um Ceo Em 5 A 10 Anos

583.01Comentário: Em 5 a 10 anos, os CEOs terão que se concentrar em questões de felicidade. Os cargos para os quais serão contratados terão vários nomes, como “Dream Manager” (“Gerente de Sonhos”) ou, inversamente, “Destruction Manager” (“Gerente de Destruição”).

Mas a essência continua a mesma: uma pessoa que deve constantemente conduzir a empresa em direção à mudança e, ao fazê-lo, desmantelar a ordem estabelecida.

Minha Resposta: Precisamos trabalhar proativamente.

A questão é que uma pessoa deve se sentir feliz, ou seu trabalho renderá pouco benefício. É por isso que precisamos garantir que ela sinta felicidade, realização e conexão com os outros, porque a felicidade depende inteiramente da atmosfera em que ela existe.

Elas devem sentir que estão em um ambiente de gentileza e apoio mútuo, onde podem confiar completamente na empresa e na equipe.

Esta é talvez a coisa mais importante. Para conseguir isso, precisamos trabalhar com a equipe. Precisamos criar uma dependência comunitária e positiva dentro do local de trabalho, onde as pessoas sintam apoio e inspiração de seus colegas, onde se sintam orgulhosas e entendam a felicidade que ganham por fazer parte desta equipe, onde seus cônjuges, filhos ou outros membros da família também entendam e aprovem isso. Isso significa muito.

Acredito que se não conseguirmos criar tal ambiente no futuro, os funcionários não ficarão. A produtividade deles cairá, e eles se tornarão indiferentes ao destino da empresa. No final das contas, você não conseguirá “comprá-los”, nem mesmo com dinheiro.

O que importa não é só dinheiro, mas a atmosfera de alegria, felicidade, flexibilidade e ajuda mútua que eles sentem. Isso requer educação, uma abordagem completamente diferente e uma nova organização de produção e hierarquia, nada parecida com o que existia no passado.

Uma pessoa é um ser individual e deve se sentir única e totalmente apoiada pelo coletivo quando necessário.

Em relacionamentos entre pessoas, todas devem ser iguais. Esses são relacionamentos entre indivíduos, não entre cidadãos ou empregados.

Mas o mais importante é que as pessoas tenham um objetivo grandioso e compartilhado: por que estão fazendo isso e o que estão alcançando com isso.

Precisamos ajudar gradualmente uma pessoa a sentir que esse método a leva a um estado absoluto — felicidade absoluta e uma sensação de algo vasto, eterno e perfeito. Isso permite que ela veja um mundo completamente diferente e molde a si mesma, seus filhos e suas famílias de uma maneira inteiramente nova.

Isso deve ser feito gradualmente. Então eles perceberão que não é apenas a empresa bancando a boazinha para extrair mais produtividade deles, mas um esforço para transformá-los em um mestre da vida, para ajudá-los a sentir a integridade da existência.

Pergunta: O que um CEO, que é um sonhador profissional, seja um “Dream Manager” ou um “Destruction Manager”, deve aspirar em seus sonhos? O que ele deve querer destruir e o que construir?

Resposta: Um não pode existir sem o outro. Eles devem primeiro apresentar um sonho, uma direção e explicar o que pretendem alcançar para que todos comecem a se conectar com esse sonho e a adotá-lo como um estado verdadeiramente desejável. Então, depois de terem compreendido profundamente sua necessidade, eles estariam prontos para destruir o presente em prol de um futuro brilhante.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 17/08/18