Textos com a Tag 'Criador'

Amor No Sentido Mais Elevado

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que me motiva a manter a aliança que eu fiz com o Criador?

Resposta: Nada! Suponha que eu me apaixonei por uma moça. Um mês depois, eu não quero mais ela. O que eu devo fazer? As pessoas me dizem: “Você tem que ficar com ela por toda a vida”. Mas por que eu deveria? Seria uma mentira, não o desejo do meu coração. Se eu a odeio agora, como serei capaz de viver toda a minha vida com ela? Como, então, nós nos comprometemos a casar? Nós percebemos que não seremos capazes de viver com o mesmo sentimento de paixão para sempre e isso será uma mentira.

O casamento tem uma Raiz Superior: a união do Criador e da criatura, baseada na realização do Objetivo Mais Elevado, não o amor corpóreo. O amor é definido como o apoio e a assistência mútua para alcançar este objetivo.

Se eu entender esse princípio, eu posso elevar o meu desejo de receber prazer e viver a minha vida por meio da doação. Eu não assino uma promessa dizendo que amarei a doação por toda a minha vida; isso é impossível e, portanto, nós não podemos sequer falar sobre isso. Pelo contrário, eu assino a promessa dizendo que sempre tratarei o Criador como Grande, e que desejo alcançá-Lo fazendo uma aliança com Ele. É por isso que está escrito: “Marido e mulher, e o Criador entre eles”. Caso contrário, não existirá um casamento.

É o anfitrião que me importa, não Sua mesa repleta de delícias que se encontra entre nós. As “delícias” servem como o primeiro contato entre nós, até que eu seja capaz de construir uma conexão maior com o Anfitrião, a fim de alcançar essa conexão maior. Em outras palavras , a aliança que nós fazemos com o Anfitrião não acontece no nível do amor entre nós, ou porque ele fornece “delícias” para mim, como no caso de dois jovens que se casam por causa do amor vivaz entre eles. Pelo contrário, nós nos valorizamos porque a conexão entre nós permite-nos alcançar a Raiz Superior, o objetivo espiritual elevado.

Agora, surge uma questão: Como nós podemos nos manter focados neste objetivo elevado? É por isso que nós precisamos do grupo. Ele é o lugar onde vocês têm a garantia, e ele pode lhes dar a força da fé que sempre servirá como sua “energia”. Vocês não podem fazer isso sozinhos. Até mesmo o Criador não os apoiará se vocês não se esforçarem.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabala 17/09/10,  Uma Transgressão Não Apaga Uma Mitzva”

Que Orações Chegam Ao Criador?

Dr. Michael LaitmanPergunta: O Rabash escreve que o Criador “ouve a oração de cada boca”. Mas você diz que a oração deve ser interna. Portanto, qual oração Ele ouve?

Resposta: A oração é um desejo que realmente chega ao Criador. Existem apenas duas forças no mundo: a força de recepção (atração) e doação (rejeição). E há uma lei da equivalência de forma: conforme a sua similaridade, as forças (objetos) se aproximam, e conforme o seu grau de diferença, elas se separam.

Visto que o Criador é o absoluto desejo de doar, Ele “espera” de nós a equivalência com Ele, em que o desejo de receber gostaria de se tornar semelhante a Ele e também tornar-se a força de doação. Para garantir isso, Ele colocou Sua centelha, “o ponto no coração”, o ponto inicial da qualidade de doação, no desejo de receber, a nossa natureza. E nós devemos cultivá-lo.

O Criador só responde a uma oração por isso. Todos os outros tipos de oração não O alcançam. O Criador ouve a oração de todos que estão pedindo a força de doação. O Criador é a lei de doação; portanto, ele não reage a nenhum pedido, exceto a capacidade de doar. E se nós não pedimos por ela, Ele nos envia um sofrimento ainda maior para que possamos perceber o que deveríamos estar pedindo.

Da Lição baseada no Artigo do Rabash, 17/09/10

Revelando O Criador Através Do Zohar

Dr. Michael LaitmanÀ medida que nós lemos O Zohar, o que é importante para mim? Conhecer o texto em todos os seus detalhes ou conhecer o Criador? Afinal de contas, O Zohar fala sobre Ele e Suas ações. Será que eu quero saber o que está escrito a respeito das ações em si, ou sobre onde e de Quem vêm essas ações?

Há um ponto de quebra oculto aqui, que leva ao sucesso ou fracasso, à Luz ou escuridão, à revelação do Criador ou lembrança do texto, estudar a Torá ou alcançar Aquele que dá a Torá. O objetivo é revelar e conhecer o Criador que está por trás do texto. Ele é exatamente o que é importante para mim, e é por isso que eu penso sobre a forma de revelar a força através das ações que são descritas aqui.

É como se eu me sentasse à mesa com o Anfitrião que preparou os pratos mais requintados para mim. No entanto, eu nem sequer olho para os pratos ou presto atenção em qualquer coisa a minha volta. Não significa que eu abandono tudo; eu só uso isso para revelá-Lo e para obter uma conexão com Ele.

Antes de mais nada, por que eu vim para essa mesa? Eu vim por causa do Anfitrião, a fim de encontrá-Lo, e não pela comida. Uma vez que eu realizo várias ações a fim de conhecê-Lo, eu estou autorizado a pegar qualquer coisa que eu queira da mesa, para saboreá-la e apreciá-la. Eu posso fazer qualquer coisa, desde que Ele seja importante para mim e o restante seja apenas um meio.

À medida que lemos O Zohar, nós estudamos as ações do Criador, e o único propósito para isso é revelá-Lo. Nós devemos nos concentrar no que está por trás do texto e tentar penetrar através dele. Por um lado, o livro parece confundir-me. Por outro lado, através do meu esforço em penetrá-lo, de repente eu começo a perceber o Criador por trás dele. Não há nenhuma outra oportunidade de revelá-Lo. Não há nenhuma outra conexão com o Anfitrião.

Eu não O compreendo, porque Ele se esconde atrás da mesa. Eu só posso compreendê-Lo ao estudar os pratos que me foram dados. Por exemplo, eu gosto de doces e Ele os preparou para mim. Ele criou-me para gostar de doces e Ele os deu para mim. O que Ele deseja com isso? Além disso, eu realmente não gosto de coisas amargas, mas Ele me dá o amargo. Por quê? Eu preciso revelá-lo através de mim.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabala 20/09/10, O Zohar

Substituindo O Criador Em Sua Obra

Dr. Michael LaitmanNão existem méritos ou transgressões, subidas ou descidas. Nós simplesmente precisamos atravessar uma cadeia de estados, a fim de construir um grande desejo (vaso espiritual) dentro de nós e aceitar toda a bondade que o Criador deseja nos dar. É com este objetivo que nós atravessamos vários estados diferentes, tanto no nosso coração (sentimentos), onde sentimos o doce ou amargo, quanto na mente, onde sentimos o verdadeiro ou falso.

Nós nos confundimos constantemente entre análises do coração e da mente, entre o doce/amargo e o verdadeiro/falso. Nós somos jogados de um lado para o outro. No entanto, é exatamente isso que nos ajuda a construir um desejo perfeito e uma consciência limpa.

O indivíduo não nasce um herói pronto para a missão que é depositada sobre ele. A Luz Superior cria apenas um único ponto “a partir da ausência”. Este difere da Luz porque ele tem um desejo de desfrutar, em vez do desejo da Luz de dar prazer. No entanto, o indivíduo deve desenvolver todas as outras qualidades dentro de si por conta própria, através da compreensão e da sensibilidade, e isso só será possível se ele estiver conectado à Luz que age sobre ele.

Somente então ele aprenderá e sentirá tudo o que existe no Criador ( Luz), e se tornará igual a Ele. O estado da Luz é perfeito, e o plano da criação supõe que a criatura também se tornará perfeita, como Ele.

Em outras palavras , a criatura, que no início é apenas um ponto, deve receber uma série de impressões, agradáveis e desagradáveis, claras e obscuras. Finalmente, a criatura atinge um estado em que ela realmente sente e entende tudo, e é capaz de substituir o Criador em Sua obra.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabala 17/09/10, Shamati # 52

Encontre-se Na Dimensão Superior

A sabedoria da Cabala fala sobre da minha ascensão a uma dimensão superior. O que significa “subida”? Os cabalistas dizem: “Você existe em uma dimensão Superior, mas não sente isso. Você tem que revelar-se nela. ”

Eu existo em duas dimensões: uma é a nível de “este mundo”, onde eu resido no meu corpo físico. O outro está em uma dimensão superior, onde eu existo no meu corpo espiritual. Este corpo espiritual, um desejo de doar, se esconde de mim, e eu não sei nada sobre isso. Oposto a isso, há a Força Superior chamada de ” o Criador“.

Em frente ao meu corpo físico, está a Natureza. Na realidade do “mundo” Eu me sinto mal, isso me força a descobrir a realidade superior, a minha existência como “a alma e o Criador” em vez do “Corpo e da Natureza.”

Os cabalistas dizem que eu tenho que descobrir a dimensão superior porque é aí que as forças que regem chegam a mim, e eu, juntamente com todo o meu futuro depende delas. Se eu subir, eu descubro porque eu existo, quem eu sou, e o que acontece comigo. Eu revelo o sentido da minha vida e como mudar tudo para melhor. Essas perguntas me empurram em direção à dimensão superior.

Quando eu começo a ler o Zohar , O Estudo das Dez Sefirot , e os artigos de Baal HaSulam e Rabash , eu descobro que eles estão falando sobre essa dimensão superior. Por outro lado, se uma pessoa pensa que eles estão falando do nosso mundo, então esta visão dos textos cabalísticos está incorreta. Isso significa que o leitor faz um ídolo de toda a Torá, praticando idolatria, e então é proibido ler assim esses livros . A razão de ser, em vez de aprender sobre as qualidades do Criador (amar o outro como a si mesmo), essa pessoa se torna um egoísta ainda maior por pensar que a Torá ensina como realizar rituais.

Todos os “santos” livros falam sobre a qualidade de santidade (doação) e do Mundo Superior (os atos de doação), enquanto todos os livros comuns falam sobre a qualidade da recepção neste mundo. Portanto, quando abro um livro sagrado, eu anseio para entrar no estado do autor. Ele me explica como chegar a doação, nunca falando deste mundo. Afinal, olhando de cima, este mundo é uma ilusão “, Olam HaMedume” (mundo imaginário).

Da 2 ª parte da Lição Diária de Cabalá de 7/9/10, o Zohar


Minha Semelhança Com O Criador

Dr. Michael LaitmanMalchut quer ser semelhante à Bina e consegue isso através de Zeir Anpin (ZA). ZA é um modelo para ela. Ser capaz de se tornar semelhante a ZA indica sua capacidade de ser semelhante à Bina.

O mesmo se aplica a nós. Se eu quero ser como o Criador, eu tenho que entrar no grupo, tornar-me parte integral dele, participar juntamente com todos, influenciar a todos, e receber de volta a influência deles. Neste tipo de mistura, na conexão entre nós, eu adquiro uma nova forma de união com os outros. Então, a forma que me reveste assemelha-se ao Criador.

Em outras palavras, se eu me vestir com o grupo, como se ele fosse uma peça de roupa, então eu serei semelhante ao Criador.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabala 07/09/10, O Zohar

União Das Almas = Equivalência Com O Criador

Dr. Michael LaitmanNós precisamos sentir a nossa oposição em relação à Luz e atingir o seu estado. Se nós não atraimos a Luz, nós sofremos, porque a sensação de sermos opostos ao Criador é amarga. Portanto, a fim de termos a oportunidade de nos desenvolver adequadamente, nós somos levados a um sistema chamado “grupo Cabalístico”. Ao invés de existir em um vazio e não saber como me desenvolver nas tentativas de me tornar semelhante ao Criador, eu me descubro em um grupo.

Eu posso trabalhar na união com o grupo, junto com outros que aspiram ao mesmo objetivo que eu. Em vez de focar em algo invisível, estando em um vazio, e não sabendo de onde vem o sofrimento ou o que está acontecendo, eu trabalho no sentido da união. E a nossa conexão resolve todos os problemas!

Como a união das almas pode ser substituída pela equivalência com o Criador? Originalmente, no Mundo do infinito, nós éramos uma única alma de Adão. Mais tarde, nós quebramos em várias partes, as almas individuais, e em vez do Mundo do Infinito nós começamos a sentir o nosso mundo (quebrado). Através da quebra, a Luz criou qualidades em nós que são opostas a ela, e a alma se tornou oposta à Luz.

No entanto, se nós corrigimos a quebra juntos e nos unimos novamente, a nossa ação se presta à revelação da Luz, tornando-se como ela. Em vez de nos igualarmos à Luz que está oculta, nós nos igualamos aos desejos que sentimos e compreendemos. Parece-nos como se estivéssemos sendo convocados, como bons filhos, para nos unir e anular o nosso egoísmo. Mas ao fazê-lo nós revelamos a Luz na união dos nossos desejos, pois este é o lugar onde a Luz se oculta: no interior dos Kelim quebrados.

Acontece que a oportunidade de trabalhar em grupo é a aplicação mais prática e real da Cabala. Nós realizamos ações que estão à nossa disposição, enquanto, em essência, revelamos a Luz que está além da quebra. Desta forma, nós purificamos o nosso contraste com a Luz, tornando-nos iguais a ela, e nos unimos. A Luz e o vaso se fundem num todo, e nós retornamos ao Mundo do Infinito.

Nós revelamos os 620 níveis ou degraus que nos separam uns dos outros e da Luz. Ao fazê-lo, nós descobrimos que somos opostos à Luz conforme os 620 degraus e, assim, compreendemos a Luz do Infinito 620 vezes melhor. Assim, nós revelamos a alma comum e toda a Luz que a preenche: o Criador.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabala 3/09/10, Shamati # 50

A Principal Testemunha

Existem dois estados no avanço em direção à meta espiritual: O primeiro estado é quando uma pessoa tem a sensação, a força e o apoio do grupo e do Criador. A pessoa sente a importância da propriedade da doação, e isso força ela a se aproximar do Criador. Ela tem uma sensação e um desejo, o Criador lhe mostra que vale a pena trabalhar na meta espiritual. A pessoa sente que há uma recompensa, o que significa que ela não depende da fé: a propriedade de doação dentro dela. A sensação desperta o amor pelos amigos e o Criador.

Em tal situação, uma pessoa faz um pacto sobre o amor dos amigos e do Criador para sempre, para o futuro. Com quem é feito esse pacto? Não pode ser o Criador, porque quando um cresce distante do Criador, ele não vai sentir Sua proximidade, e o Criador não vai obrigá-lo.

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O Que Você Já Fez Por Conta Própria?

Dr. Michael LaitmanPergunta: Por que o Criador permite que algumas pessoas cometam crimes brutais?

Resposta: A ciência da Cabala esclarece a questão da percepção da realidade, do livre arbítrio e da natureza humana, mostrando que a pessoa que vive neste mundo não possui liberdade de escolha. Portanto, ela não comete nenhum ato consciente.

Uma pessoa só pode alcançar a liberdade de escolha em um grupo Cabalístico, formado por pessoas conectadas com o propósito de alcançar a meta espiritual. Neste caso, a pessoa recebe ou ganha algum grau de liberdade de ação. No entanto, aqueles que não alcançaram a realização espiritual e não reconciliaram as duas forças opostas, a ação e a intenção, não agem de forma alguma!

Eles chegam no fim da vida como se nunca tivessem vivido. Em outras palavras, eles não viveram como “humanos”. É o seu corpo biológico que viveu, assim como qualquer outro tipo de animal. É uma vida ditada somente pela natureza instintiva. A pessoa só pode por cima disso através da “fé acima da razão”, quando ela deseja alcançar uma natureza diferente.

A união dessas duas naturezas (Superior e inferior) é considerada como o humano nela. Somente uma pessoa que conseguiu isso pode-se dizer que realizou ações independentes que são dignas de punição ou recompensa. Em outras palavras, apenas um Cabalista pode ser julgado por suas próprias ações. A pessoa comum não pode ser julgada, pois ela atua em conformidade com as ordens da Natureza. Ela segue uma rota e não faz nada usando sua própria vontade .

No entanto, medidas punitivas são necessárias em nosso mundo. Entretanto, nós não as administramos de acordo com a nossa vontade, mas sob as ordens do Alto, embora isso aconteça através do governo legislativo, tribunais, e dispositivos da lei. Tudo isso existe para acelerar o nosso desenvolvimento!

Esta é a Governança Superior sobre todas as pessoas, que são como marionetes, com o objetivo de aproximá-las do ponto de liberdade de escolha.

Da 1ª parte da Lição Diária Cabala 31/08/10, “Quais São As Duas Ações Durante O Tempo De Descida?”

O Ponto De Salvação

Dr. Michael LaitmanA mesma questão surge repetidamente: Por que a Luz não conseguiu criar um ser perfeito semelhante ao Criador desde o início? Mas isso não pode ser feito! É impossível passar a qualidade de doação do Criador diretamente para a criatura.

É por isso que nós temos que experimentar a quebra dos mundos (no Mundo de Nekudim) e da alma coletiva (pecar com a Árvore do Conhecimento). Não há outra maneira de conectar e juntar as qualidades de doação e recepção (Bina e Malchut), exceto através do pecado (a quebra) de Adão e da destruição do Templo.

Mas foi o homem forçado a provar o fruto (maçã) da Árvore do Conhecimento? É semelhante à situação quando você vê um prazer e reconhece claramente que ele traz danos; você sente vergonha, mas está disposto a anulá-la, porque a tentação é forte demais. Você não pode resistir a ela, mesmo que esta seja mortal. Além disso, o prazer não anula a vergonha, mas obriga você a continuar!

Nesse caso é necessário chegar à conclusões e aprender de uma vez que é exatamente neste ponto que você experimenta o pecado de Adão baseado no egoísmo coletivo (a Árvore do Conhecimento), descrito como: “Eu comi e comerei de novo!”. Ele não pode resistir; esse prazer é maior que ele, embora ele saiba que é proibido.

É aqui que a diferença entre a Luz e o desejo é revelada. Se você for capaz de perceber e deseja corrigí-la, perceberá que você precisará da Luz que Corrige. Não há outra opção; esta é a única maneira de você sentir que está condenado e pode ser salvo apenas por um milagre do Alto. É quando você pede pela Luz e recebe a salvação.

A salvação vem somente deste ponto no nível humano. Quanto aos “animais”, o Criador não apela que eles saiam do Egito. É o “humano” que sai do Egito e conduz o “gado” para fora.

Da 4ª parte 4 da Lição Diária de Cabala 29/08/10, “Introdução ao Livro, Panim Meirot uMasbirot