Textos com a Tag 'Criador'

O Professor Me Conecta Com A Vida

Dr. Michael LaitmanPergunta: De que forma o modo como lidamos com as palavras escritas no TES (O Estudo das Dez Sefirot) difere de como nos relacionamos com sua explicação do texto?

Resposta: É difícil explicar por que o Criador fez isso assim para que precisemos de alguém para nos conectar com a realidade superior em nosso mundo. É semelhante a mãe e o pai que temos nesse mundo, que nos conectam com a vida. De fato, se não fosse pela mãe eu não teria nascido e não teria existido até que crescesse.

O mesmo vale para o nascimento espiritual: eu preciso de alguém que me dê nascimento, me supervisione até eu atingir a maturidade na espiritualidade! Isso se manifesta no nascimento dos corpos em nosso mundo e também no nascimento das almas, todos os quais se derivam das leis que atuam no mundo espiritual, onde existe certa ordem dos Partzufim espirituais, e Aba ve Ima (o Pai e a Mãe superiores) dão nascimento a ZON e cuidam das almas.

Mas, até agora, eu não liguei minha alma quebrada a ZON do mundo de Atzilut e não posso ocasionar o trabalho de Aba ve Ima em mim; assim, eu preciso de um guia para a espiritualidade! E ele, agora mesmo, também se parece como alguma pessoa material para mim, uma vez que não posso ver o mundo espiritual.

O mesmo diz respeito aos amigos: eu não posso perceber seus desejos espirituais e penso que estou cercado por alguns corpos físicos. Porém, mais tarde, eu verei que não é assim. O professor e os amigos são um mecanismo espiritual, forças espirituais com as quais eu trabalho.

É dessa forma que eu devo tratar o professor e os amigos: com o entendimento de que eles são partes que o Criador me deu para me ajudar a me conectar com Ele. No grau em que eu avalio o professor e o grupo, eme rebaixo diante deles, na mesma medida eu irei alcançar o contato com o Criador. Eu não tenho outra oportunidade de me conectar com Ele e nenhuma chance de me conectar com Ele de outra maneira.

O Criador Está Em Toda Parte

Dr. Michael LaitmanPergunta: Onde está o Criador em todo o sistema dos mundos?

Resposta: O Criador está em toda parte. Este sistema de mundos só existe em relação a nós. Digamos que eu existo no meio, e todos os graus me cercam como os anéis de expansão do campo de força superior.

O Criador preenche todo este universo. Para Ele não há grande ou pequeno, interior ou exterior. Todas as divisões só existem em relação a mim. Eu existo no centro e tenho que expandir a mim, meus sentidos e minhas correcções, a fim de apreender um mundo, depois outro, um terceiro, e assim por diante. Cada vez o meu ego cresce mais, do nível zero aos níveis 1, 2,  3 e 4. Eu corrijo o meu egoísmo e, assim, atinjo a doação.

Desta forma, eu incluo todos os mundos dentro de mim. Antes eles parecem existir fora de mim, mas agora eu os devolvo a mim mesmo, aos meus desejos interiores.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 08/04/11, Escritos do Rabash

O Criador É Conhecido Por Suas Ações

Dr. Michael LaitmanOs Cabalistas começam nos contando sobre a criação, dizendo que “antes das criaturas serem criadas, a Luz superior simples preenchia toda a existência” (palavras iniciais do livro do Ari, A Árvore da Vida). Em outras palavras, a realidade já existia, a qual é o desejo da criatura de sentir prazer que foi preenchido com  Luz.

O plano da criação é deleitar os seres criados. E este presente que o Criador deseja doar só pode ser aceito com duas condições: a criatura deve se tornar como o Criador e, ao mesmo tempo, ser independente Dele.

O melhor estado de existência é sentir a presença do Criador. É o maior prazer, e ele deve ser sentido independentemente de qualquer outra pessoa. O ser criado deve ser completamente autônomo e igual ao Criador.

Portanto, a força superior está oculta. Neste momento, estamos rodeados por varias ondas de rádio, mas a unica pessoa quem tem conhecimento delas é a que possui um rádio capaz de receber algo que possa reproduzi-la interiormente, com as  propriedades delas. Estamos cercados por uma luz branca, mas nós a percebemos como azul, vermelho e todas as outras cores. Enquanto a luz em si não tem cor, a cor é criada por aquele que a recebe, absorvendo apenas certas ondas através de um prisma próprio.

Assim, a luz nos parece amarela, azul e vermelha. Na verdade, a razão para isto é o vidro que pára e reflete essas ondas que se parecem com cores. Mas não há sombras na luz em si.

Desta mesma forma nós percebemos o Criador. Na medida em que pudermos nos igualar a Ele, Sua propriedade de doação, em cada um dos 613 desejos, nestes muitos desejos e níveis, nós  perceberemos o Criador. Então, gradualmente, começaremos a conhecê-Lo em pequenas porções.

No homem, há sempre 613 desejos atuando, que são a base da nossa percepção. No entanto, podemos fortalecer o poder deste vaso espiritual ao nos elevarmos nos 125 degraus da equivalência com o Criador, até que todos os nossos 613 desejos se tornem totalmente idênticos a Ele. Assim, nós alcançamos o Criador, e isto é considerado como “conhecê-Lo por Suas ações”.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 08/04/11, Escritos do Rabash

Você Não Pode “Adormecer” E, Depois, “Acordar” No Final Da Correção

Dr. Michael LaitmanPergunta: Até onde entendo, o Criador está jogando um jogo conosco e esse jogo tem um propósito específico. Mas, todo jogo tem um fim, o que significa que esse jogo irá acabar em cerca de 200 anos. Isso está correto?

Resposta: Na verdade, eu espero que isso acabe mais cedo. Eu estou dizendo a você com total confiança que nós podemos completar isso em alguns anos. Não há obstáculos.

Pergunta (cont.): Se esse “jogo” terminar e chegarmos aonde devemos chegar de qualquer forma, ou seja, que corrigiremos nossa alma, então, qual a diferença entre as linhas direita e esquerda? E o que acontecerá se escolhermos o caminho da esquerda?

Resposta: O propósito da criação é para cada um de nós, sendo cada um de nós um pequeno ponto no Kli ou desejo comum, alcançar a perfeição, isto é, o mesmo tipo de união com todos os outros pontos desse Kli, como aquela que existe entre as células de um organismo perfeito e saudável.

Para alcançar essa meta, temos que entender, sentir e alcançar todo esse imenso sistema comum, porque, em essência, somos um único organismo no qual estamos unidos uns com os outros. Mesmo nossos corpos físicos funcionam em virtude de ser permeados por certo campo de informação. Não é como um sistema linfático, um sistema cardiovascular, um sistema nervoso, etc., mas certo sistema informativo comum. Desta forma, é impossível que eu tome uma pílula para dormir e adormeça, ou me congele por 200 anos e, então, tenha alguém que me acorde e estarei no final da correção. Isso é impossível!

Eu tenho que desenvolver minha mente e coração, minha habilidade de entender, perceber, e alcançar. Afinal, em uma hora nós não podemos enfiar numa criança todo o conhecimento que ela tem que adquirir durante 20 anos de estudo. Da mesma maneira, não podemos ensinar a uma pessoa que cresceu na selva tudo o que ela tem que receber gradualmente, no curso de muitas décadas. Nós temos exemplos disso.

Em outras palavras, cada pessoa tem que atravessar seu caminho pessoal de desenvolvimento, elevando-se de forma gradual e persistente. A única diferença é se ela irá ser cutucada por uma “vara” a cada passo do caminho, ou se ela avançará adiante por seu próprio desejo.

Nós temos que passar por fases específicas de correção e cada um de nós tem que atravessá-las uma após a outra. Em cada passo, eu sou como uma criança sendo forçada pelos meus pais a ler mais uma palavra, e depois mais outra, e assim por diante. Eu sofro muito porque sou forçado a estudar, até que entenda que tenho que fazer isso de uma maneira ou de outra.

Mas, se eu sou esperto e entendo que posso desenvolver um desejo pela leitura. Por exemplo: quando olho para meus amigos que já aprenderam a ler bem, eu começo a sentir vergonha da minha incapacidade e adquiro o desejo de “alcançá-los”. Então, eu não preciso de ninguém para me repreender, mas vou adiante por mim mesmo.

Essa é a diferença entre as linhas esquerda e direita: o caminho do sofrimento, onde os “golpes” chegam até você de todas os lado, e o caminho “doce”, onde você está no ambiente correto que desperta o sentimento de inveja em você. Você olha para eles e sente inveja de que eles tenham algo e você não. E isso o força a se mexer.

Da 3a Lição na Convention NÓS, em 01/04/11

Quando A Decisão É Tomada

Dr. Michael LaitmanTemos de alcançar o estado onde sentimos que estamos entre o Egipto e a liberdade, e perceber que se nos unirmos vamos superar a nossa natureza presente e seremos capazes de escapar de qualquer estado atual de existência. Mas, enquanto a pessoa não tem consciência de sua maldade e deseja permanecer no “Egito”, é inútil falar com ela. É necessário a experiência do exílio com todas as suas turbulências, com todos os problemas e dores, para finalmente ser capaz de tomar a decisão de sair dele.

Nosso ponto no coração, “Moshe (Moisés)”, nos empurra (Moshech) da nossa condição atual em diante. Depois, permite-nos estar dispostos a aceitar a “garantia” (Arvut , mas não antes.

Neste estado, dentro de uma pessoa, múltiplos desejos estão convivendo juntos.Obviamente, todos os seus “Egípcios” e “Faraó” ainda estão nela, mas “Moshe“, o Criador,  e a “nação de Israel” também já estão revelados nele. Estas são as qualidades do homem: velho, egoísta, e novo, altruísta.

Uma pessoa experimenta dúvidas: Será que ela está saindo do egoísmo, do “Egito”? E mesmo muito tempo depois que ela saiu, ela permanece na dúvida: Será que eu tomei a decisão certa, ou devo voltar? E assim permanece até que corrige todo o seu egoísmo.

 Da Lição Diária de Cabalá 17/09/10, “Arvut (Garantia Mútua)”

O Que Pedir Ao Criador?

Dr. Michael LaitmanPergunta: Cada pessoa chega a um ponto onde tudo que costumava ajudá-la a avançar e desenvolver-se torna-se totalmente inútil. Qual deve ser o seu apelo ao Criador em tal estado?

Resposta: Peça o que quiser, mas isso não vai ajudar! O Criador é uma força perfeita da natureza. Não é um velhinho ou uma força que pode ser influenciada. Não mesmo! O Criador é absoluto e, portanto, não muda. Se o Criador mudasse, isso significaria que Ele era diferente antes e agora ficou melhor ou pior.

Pedir ao Criador meios para desenvolver novos desejos dentro de mim. A razão pela qual eu sinto a mudança na sua influência constante sobre mim é porque eu mudo. O Criador nunca muda! Ele não ouve ou vê nada de nós. Ele é simplesmente uma grande, eterna, existente, e perfeita força da natureza. Nós somos os únicos que devemmos mudar, até nos tornarmos semelhantes a Ele.

Nossas orações são auto-julgamentos, auto-avaliações, e o desejo de mudar. Não há nada para pedir ao Criador, caso contrário, é como se você estivesse dizendo: “Você não é tão bom. Por favor, seja melhor!”.

Aos poucos, vamos descobrir que estamos lidando com a natureza. O Criador é a natureza. E dentro desta natureza só podemos mudar. O ser humano é o único que pode mudar a si mesmo. Então, surge a pergunta: que estado temos que alcançar e como podemos alcançá-lo, para sentir-nos eternos e perfeitos, como a natureza?

De 3ª Lição em Moscou 16/01/11, Perguntas e Respostas

A Profundidade Do Ponto

Dr. Michael LaitmanO Criador criou o desejo de receber na forma de um ponto e quer levar esse desejo à auto realização através de sucessivas ações. Só é possível conhecer algo como resultado do conhecimento do seu oposto.

Consequentemente, o desejo de receber precisa conhecer a si mesmo e ao Criador, um a partir do outro. Em outras palavras, ele precisa conhecer a natureza original e fundamental do desejo de doar, bem como a natureza da criatura, o desejo de receber, que foi criado intencionalmente como oposto à doação. 

Originalmente, a criatura é desprovida de qualquer entendimento e realização de qualquer das naturezas. Ela representa um ponto que é apenas levemente diferente do Criador, e é por isso que se chama “existência a partir da ausência”, enquanto que o Criador é a “existência a partir da existência”. Isso é tudo que existe para a criatura. Ela pode alcançar o restante a partir desde esse ponto: em comparação com o Criador. Enquanto ela se desenvolve em relação ao Criador, a Luz superior, a qualidade de doação, a criatura finalmente se vê o máximo possível oposta a Ele.

Seu crescimento é um conhecimento, entendimento e realização mais profundos. O ponto permanece o mesmo. Ele não muda de forma alguma, além do fato de ganhar uma compreensão cada vez mais profunda de quão oposto é em relação à Luz. Ao alcançar essa profundidade, ele se torna um “monstro” terrível, uma inclinação ao mal, alcançando a grandeza da Luz em sua oposição a ela.

O ponto alcança tudo isso em profundidade, revelando um abismo insondável entre si e o Criador. É impossível preencher esse abismo. Em essência, o ponto percebe o quanto está separado da Luz.

Isso significa que ele está crescendo em sua percepção, entendimento e realização. Ele está crescendo negativamente, revelando sua própria oposição à doação.

Da 4a parte da Lição Diária de Cabalá 27/03/11, Os Princípios da Educação Global

O Pior Pesadelo Da Criação

Dr. Michael LaitmanNós precisamos unificar Israel, a Torá e o Criador como um (a pessoa  esforcando-se diretamente à Luz e o Criador). Cada parte deve se esforçar para se unir com os outros, para que no final ela possa doar à Luz. É como no início, a Luz era a única a doar, tendo dotado Malchut com a sensação de Seu amor, levando-a a todas as ações que começaram com a Primeira Restrição (Tzimtzum Aleph) e revelaram-se mais abaixo.

Mas quando, depois de todas esses correções, Malchut retorna ao mesmo estado de perfeição, plenitude e unidade, no seu amor e doação em relação a Luz do Infinito, nós começamos a ver que tudo isso é apenas uma criatura, que passou por todos os tipos de “sofrimentos”.

Estas “situações difíceis” são consideradas como os “mundos”, da palavra “ocultações” em hebraico. São ocultações do estado perfeito do Infinito, de maneira a retirar-se desta sensação de realização e se submeter a todos os tipos de experiências interiores,  impressões, escolhas e guerras, para construir dentro uma relação idêntica com a Luz, ao atravessar os estados de separação dela e, depois, aproximando-se do mundo do Infinito,  para finalmente chegar à adesão total.

Em todo este processo, existem infinitos detalhes, cada um dos quais está relacionado com o início e o fim do processo. Afinal, nós também participamos deste emaranhado de sentimentos que Malchut experimenta, causado pela colisão da Luz e do vaso, o prazer e o desejo, a força do Criador e a da criatura. Nós atravessamos os mesmos estados individualmente, como partes de Malchut, de modo que no final nós nos sentimos como uma única alma.

Afinal, há apenas uma criatura: Malchut do mundo do Infinito. E cada um de nós deve se unificar com todos os outros, tendo superado este terrível pesadelo e nossa separação ilusória, essa ocultação de um estado perfeito e eterno. Então, todos vão ver que estão incluídos em todos os outros com seus sentimentos, pensamentos, amor e doação.

Portanto, precisamos fazer tudo o que pudermos para acelerar o nosso despertar deste sonho. Está escrito que o Criador nos trará de volta “fora de Sião”, isto é, que há uma saída (Yetzia) desta realidade, deste sono. Então, vamos ver que estávamos em um estado de sonho e iremos nos unificar em uma só alma.

Espero que a próxima convenção nos ajude a dar um enorme salto adiante, para que acordemos e nos sintamos como uma só alma.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 24/03/11, Preparação para a Convenção NÓS!

Unificar Para Dar Nascimento Ao Criador

Dr. Michael LaitmanA criatura desce da perfeição do mundo do Infinito para o nosso mundo e, antes de alcançá-lo, começa a se dividir em duas partes: masculina e feminina. Essas duas partes, que previamente existiam em total harmonia, tentam preservar sua conexão mútua. Mas, no último momento, quando sua conexão se rompe, elas se separam em duas. Isso dá início à criação do sistema dos mundos impuros, que distanciam a parte masculina da feminina.

Como elas estavam infinitamente unidas no mundo do Infinito, elas se tornam infinitamente distanciadas uma da outra nos mundos impuros. É quando elas caem em nosso mundo, o mundo onde a parte masculina e a parte feminina estão completamente separadas uma da outra e existem num grau mínimo de conexão, para sustentar a existência das formas inanimada, vegetal e animal da matéria, bem como a do nível “falante”.

A força de conexão se manifesta nelas não como cooperação e reciprocidade, mas como o uso uma da outra. Assim, seu estado é totalmente oposto ao mundo espiritual.

A sabedoria da Cabalá declara que o nosso mundo surgiu com a criação da criatura perfeita, Adão, que se dividiu em duas partes. Elas se separaram e perderam o vínculo uma com a outra, mas preservando ainda certa conexão e interdependência. Isso gerou a vida em nosso mundo, uma vida cheia de sofrimento.

Estando desconectados do mundo espiritual, nós temos que chegar à compreensão de que somente nossa unificação interna e espiritual irá criar um lugar para a revelação do Criador. Então, isso será chamado de: “Marido e esposa, e a Shechina entre eles”.

A unificação e a inclusão mútua das múltiplas partes masculinas e femininas completando-se irá resultar na revelação do Criador dentro delas, que é sua parte mútua e perfeita, onde a Luz superior se revela.

Da Série de Palestras Introdutórias 08/03/11, “Alcançar o Equilíbrio”

A Irrenconciliável Disputa Entre O Criador E O Faraó Em Mim

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como podemos elevar-nos acima de todas as discussões no grupo antes da convenção?

Resposta: Quando você se prepara para a convenção, você tem que ver como todos estes conflitos são dados a você como “ajuda contra Ele”, como o Faraó se levanta e pergunta: “Quem é este Criador para eu ouvir Sua voz?”.

O Criador lhe diz para se unir com os amigos, enquanto o Faraó lhe diz para separar-se! O Criador diz: “Ceda!”, enquanto o Faraó diz: “Não, você tem que governá-los com mão de ferro!”. O Criador diz: “Trabalhe com alegria”, enquanto o Faraó diz: “Não, você trabalhará desanimado e escravizado a mim”.

Estas duas forças discutem dentro da pessoa quando ela atinge as “dez pragas do Egito”, a medida que ela percebe qual delas está certa. Eu tenho que entender que eu determino qual delas vai ter vantagem e governar: o Criador ou Faraó! Tudo depende de mim.

Este é o ponto mais decisivo, e eu estou no meio destas duas partes da realidade: a positiva e a aparentemente negativa, que foram preparadas para mim desta forma, a fim de me dar a liberdade de escolha. Eu tenho que decidir que quero, a partir da força de amor e doação, libertar-me do egoísmo e ascender acima dele para assumir o controle.

Eu estou pronto para aceitar os golpes vindos do Faraó e do Egito egoísta, e estou feliz com eles. Deixe o golpe cair sobre mim, porque ele está batendo no meu egoísmo, ajudando-me a libertar-me dele, a acendê-lo, e não estar nele. Após esses golpes, eu já saí do Egito e já não sou seu escravo!

No entanto, a pessoa não deve trabalhar em si mesma, mas em relação ao ambiente, o grupo. Ela não deve corrigir certo tipo de qualidades dentro de si, mas sim a sua atitude para com os outros. A coisa mais importante aqui é não se confundir e não mudar a direção de seus esforços.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 22/03/11, Preparação para  a Convenção NÓS!