Textos com a Tag 'Criador'

Cabalistas Sobre A Natureza Do Homem E A Natureza Do Criador, Parte 20

Dr. Michael LaitmanCaros amigos, por favor, façam perguntas sobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

O Afastamento do Criador é a Razão para Todo o Sofrimento

Se uma pessoa de Israel degrada a virtude da interioridade da Torá, que trata da correção das almas, com respeito à vantagem da exterioridade da Torá, que trata apenas da observância mecânica de rituais, essa pessoa degrada os filhos de Israel e aumenta as Nações do Mundo sobre eles, que considerarão Israel como supérfluo, como se o mundo não tivesse nenhuma necessidade deles. Além disso, a pessoa evoca o fortalecimento dos destruidores do mundo, o que leva a pogroms e guerras.
– Baal HaSulam, “Introdução ao Livro do Zohar”, Item 69

A Luz do amor não despertará no mundo antes que Israel comece a se ocupar da Torá por causa da correção e não da recompensa. Assim, a duração do exílio e das aflições depende da nossa decisão de nos corrigirmos. Então a Luz do amor despertará imediatamente, e nós seremos agraciados com a redenção completa (do egoísmo).
Baal HaSulam, “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot”, Item 36

Cabalistas Sobre A Natureza Do Homem E A Natureza Do Criador, Parte 19

Dr. Michael LaitmanCaros amigos, por favor, façam perguntas sobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

O Afastamento do Criador é a Razão para Todo o Sofrimento

Se todos os seres humanos concordassem em libertar-se do seu desejo de receber e não tivessem outro desejo senão doar a seus amigos, todas as preocupações e perigo no mundo deixariam de existir. E nós teríamos a certeza de uma vida plena e saudável, já que cada um de nós teria o mundo inteiro cuidando de nós, pronto para satisfazer as nossas necessidades.

No entanto, enquanto cada um de nós está apenas no egoísmo, ele é a fonte de todas as preocupações, sofrimentos, guerras, doenças e dor.
– Baal HaSulam, “Introdução ao Livro do Zohar,” Item 19

Um Presente Para Um Coração Quebrado

Nós somos incapazes de entender o que significa a intenção “em prol da doação“(Lishma), uma vez que estamos sempre no desejo de desfrutar, o contrário da doação. E o que parece ser doação para nós neste mundo é apenas outra forma de egoísmo fingindo dar, de modo que quando damos a alguém, indiretamente recebemos ainda mais dele.

E é por isso que não entendemos o significado de “Lishma“, doação completa sem qualquer lucro para si mesmo. O Baal Ha Sulam escreveu no Shamati No. 5 (“Lishma é um Despertar do Alto, e Porque Precisamos de um Despertar de Baixo”) que não é para a mente humana compreender como tal coisa pode acontecer no mundo.

Além disso, quando uma pessoa está realmente trabalhando para alcançar a doação, ela começa a entender como esse objetivo é irrealista. Como é possível parar de pensar sobre si mesma, receber um pensamento, ação ou desejo que seja  direcionado para o “externo”, sem se preocupar com um benefício próprio? Isto porque uma pessoa só é capaz de entender se ela vai conseguir algo por engajar-se na Torá e Mitzvot. Deve haver auto-gratificação lá, caso contrário, ela é incapaz de fazer qualquer coisa.

Em vez disso, esta é uma iluminação que vem do Alto, e apenas a pessoa que experimenta isso (recebe do Alto) pode conhecer e entender o que ela recebeu. Portanto, não há nada de ir por diante disso, nem um simples entendimento ou até mesmo uma ligeira percepção do que é a doação, “Lishma”.

Está escrito sobre isso, “Prove e veja que o Senhor é bom“. Isto significa que primeiro a pessoa precisa “provar”, receber uma sensação, e então ela consegue entender.

Portanto. porque devemos investir o nosso esforço e trabalho para implementar as recomendações dos Cabalistas se nada vai ajudar até que o Criador nos dê a outra natureza? Não é mais fácil esperar até que você a receba?

A resposta é, como nossos sábios disseram: “Não é para você completar o trabalho, e você não está livre para abandoná-lo”. Isto significa que a pessoa deve dar o despertar de baixo, uma vez que isso é percebido como uma oração. A oração é considerada uma deficiência, e sem deficiência não há realização. Precisamos obter um desejo adequado para preencher com a qualidade de doação.

Mas como posso pedir algo que eu nunca experimentei ou senti necessidade, algo que eu não tenho, e do qual eu não sei absolutamente nada sobre? Segue-se que o trabalho da pessoa é necessário para receber Lishma do Criador apenas na forma de uma carência e um Kli (vaso). No entanto, ela não pode nunca atingir a realização sozinha; ela é um presente de Deus.

No entanto, a oração deve ser plena, ou seja, do fundo do coração. Isto significa que a pessoa tem certeza que não há ninguém no mundo que possa ajudá-la, exceto o próprio Criador. O que significa que a pessoa precisa investir todos os seus esforços para não receber nada, para chegar ao coração quebrado (partido). Só então ela finalmente ouve o desespero dentro de todos os esforços que ela investiu e percebe que somente o Criador pode ajudá-la. Então, o Criador ouve a sua oração.

Veja o quanto de esforço e frustração é necessário para ir de um estado ao outro, para alcançar uma compreensão mais profunda de que eu não posso, não consigo, e não quero! Assim, eu desço passo a passo, penetrando cada vez mais profundo no coração, até que eu alcanço a verdadeira oração.

Da 1a. parte da Lição Diária de Cabalá de 05/07/2011, Shamati #5

Material relacionado:
Sentindo O “Sopro” Da Luz
Para Ver E Ouvir O Sistema Superior

Um Despertador Invisível

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se a Luz e o Criador  não mudam, o que é o “despertar do Alto” (Itaruta de Leila)? O que significa ser despertado pelo Alto?

Resposta: O “despertar do Alto” está sempre lá. Se você é capaz de se sentar e estudar neste momento, mesmo por um minuto, isso é resultado do “despertar do Alto”. Ele lhe dá força, paciência e desejo. Você estuda em vez de dormir ou perseguir os prazeres materiais deste mundo. Em vez disso, você está ouvindo a lição e aspirando por algo que nem mesmo sabe.

De onde vem este desejo “louco” e “irrealista”? Será que uma pessoa racional e sensata faz isso? É tudo graças ao despertar do Alto, onde a Luz brilha em você do alto e lhe obriga a aspirar à doação.

A Luz é constante e não muda, mas você sim. Você muda o tempo todo, e aumenta a sua sensibilidade, razão pela qual você está sentindo uma influência cada vez maior. Você aumenta a sensibilidade de sua percepção ao longo dos níveis zero, um, dois, três e quatro, até chegar ao nível interno completo (HaVaYaH). Você faz isso com seu próprio esforço, graças ao seu “despertar de baixo” (Itaruta de Letata).

No entanto, quem lhe deu o despertar inicial e inspirou você a se esforçar? Foi o despertar do Alto! Portanto, está escrito: “Eu sou o primeiro, e Eu sou o último”.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 05/07/11,  Shamati # 5

Cabalistas Sobre A Natureza Do Homem E A Natureza Do Criador, Parte 17

Dr. Michael LaitmanCaros amigos, por favor, façam perguntas sobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

A Distância do Criador é a Razão para Todo o Sofrimento

A razão para a nossa distância do Criador e a nossa capacidade de transgredir a Sua vontade não é outra senão a “falta do nosso entendimento na Sua Providência sobre as Suas criações”. Nós não percebemos o Criador! É a fonte de todo o tormento que sofremos e os enganos em que caímos. Claramente, ao remover essa razão, livrar-nos-emos instantaneamente de qualquer pena e dor e garantiremos adesão com Ele.

– Baal HaSulam, “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot” Item 42

 A base de todo o mal é o amor próprio chamado “egoísmo”. Ele é oposto ao Criador em forma, o qual não tem qualquer desejo de receber para Si próprio, mas apenas para doar.

– Baal HaSulam, “A Essência da Religião e o Seu Propósito”

Cabalistas Sobre A Natureza Do Homem E A Natureza Do Criador, Parte 16

Dr. Michael LaitmanCaros amigos, por favor, façam perguntas sobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

A Discrepância entre a Natureza do Homem e a Natureza do Criador

Quando a pessoa emerge do seio da criação, ela está em egoísmo absoluto, amor-próprio, e cada movimento seu é deprovido de qualquer traço de doação aos outros. Assim, a pessoa está o mais longe possível do Criador, a qualidade de altruísmo absoluto. Portanto, sua situação é considerada como estando no ponto mais baixo da criação.
– Baal HaSulam, Matan Torá (A Entrega da Torá), Item 12

Embora o desejo de receber seja uma lei obrigatória na criatura, ele, contudo, separa-a completamente do Emanador. Há uma disparidade de forma até o ponto de oposição entre a criatura e o Emanador, entre o desejo de receber e o desejo de doar.
– Baal HaSulam, “Prefácio à Sabedoria da Cabalá”, Item13

O mal, em geral, nada mais é do que o amor-próprio chamado de “egoísmo”, pois ele é oposto em forma ao Criador, que não tem qualquer desejo de receber para Si mesmo, mas só para doar.
– Baal HaSulam, “A Essência da Religião e Seu Propósito”

Quando O Sol Não Abandona O Zênite

Dr. Michael LaitmanPergunta: Pesquisas mostram que 80 por cento da humanidade acredita no poder superior que controla tudo. Por que nós não podemos explicar às pessoas que tipo de poder ele é e o que ele quer? É muito mais interessante do que as chamadas para o amor.

Resposta: Nós não temos nada a explicar. A força superior é a Natureza, a lei, uma força tão  inflexível quanto a força da gravidade. Ela é o Absoluto que é Bom, faz o Bem, e não muda.

Se esta força é invariável, é como se inexistisse. A ausência de mudança parece anulá-la.  É como viver sob o sol, sempre preso no zênite. Não há nenhuma forma de  levá-lo em conta se ele está, e sempre estará lá. Ele simplesmente é, e isso é tudo.

Em nossa vida, fazemos cálculos com base no que deve mudar, nos avanços dos quais dependemos. É uma outra questão se falamos de algo permanente e indestrutível, do qual dependemos constantemente, a tal ponto que isso não pode ser chamado de dependência.

Isto é o que o “Criador” é. É por isso que é tão difícil explicar isso às pessoas. Na realidade, nós oramos não para Ele, mas para nós mesmos. Nós buscamos como mudar, e Ele é sempre imutável. Claro, eu irei mudar se eu desejo isso, e para fazer isso, eu não preciso levá-Lo em conta. Ele é Bom e faz o Bem, e ao lado Dele eu sou como uma criança mimada cujos pais lhe dão amor absoluto, enquanto ela faz o que lhe agrada e fica fora de controle, sabendo que nada de ruim vai lhe acontecer.

Assim, nosso problema é como explicar às pessoas que o Criador é como um muro sólido e simplesmente existe. Você pode saltar na frente dele, abanar os braços, este é o seu trabalho e o muro ainda está edificado sobre você.

A pessoa mal pode imaginar isto: “Então, com quem eu estou lidando? Isso significa que não há ninguém para perguntar”. Como nós podemos explicar para aqueles que acreditam no poder superior, de que não faz sentido orar ao “Criador” mutável que faria melhor hoje do que ontem. Isto significa dizer que ontem ele me fez mal?

Na realidade, nós lidamos com Aquele que é Bom e faz o Bem para o malvado e o justo. Mas para a pessoa, isto significa que, independentemente de ela ser boa ou ruim, o resultado será o mesmo.

Uma pessoa comum está constantemente sujeita a mudanças. O tempo todo, ela se compara com o mundo, tentando calcular os resultados de mudanças internas e externas. Ela não entende o que significa a Força universal, geral, grande e imutável. Isto ilude nossos órgãos dos sentidos, porque eles estão “sintonizados” para mudanças ao invés da condição estática. Eu só não vejo o que não muda, não desaparece da minha vista.

É por isso que nós não podemos explicar às pessoas o que o “Criador” é. Às vezes, eu digo que o “Criador” é a Natureza, que Ele é imutável, e não há ninguém para quem orar; que a oração é um autojulgamento. Em resposta, eles estão prontos para me fazer em pedaços. Este é o problema: nós julgamos a nós mesmos, enquanto outros pedem ao Criador por mudança: “Eu joguei uma moedinha no Seu cofrinho, agora me salve das angústias”.

Ao falar do Criador como a lei inflexível da natureza, nós negamos à pessoa a possibilidade de recorrer a Ele. A pessoa não vê que ela tem que mudar. A nova “dose” forte de desenvolvimento é necessária para que a pessoa comece a se comportar de forma diferente.

O que quer que nós falemos, incluindo a crise, nós essencialmente explicamos às pessoas o caminho do sofrimento: “Como alternativa, haverá problemas, e não vale a pena. Vamos mudar”. Isso não é uma mentira, mas também não é a verdade.

Nós devemos dizer algo mais à pessoa que vem para a sabedoria da Cabalá, desejando alcançar a meta da criação: “Você tem que estar acima disso. Não importa se isso é bom ou ruim, você tem que se elevar pela fé acima da razão. Você não deve condicionar suas ações ao sofrimento ou prazer. Isto não é doação. A fé acima da razão significa que você se eleva acima da recompensa. Ou você trabalha para escapar do mal e alcançar o bem no futuro? Você está esperando a compensação? Você quer atingir o propósito da criação para si, em vez de dar prazer ao Criador?”.

Por outro lado, a quem nós supostamente agradamos, se o Criador é a lei? Este é um momento delicado em nossas explicações

Da Lição Diária de Cabalá 17/106/11, “O Corno do Messias”

O Meu Objetivo É Desejar

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como é possível se lembrar do Criador durante todo o dia? Como é possível evocá-lo a cada momento?

Resposta: Nós estamos em Malchut do mundo do Infinito, que está totalmente preenchida com Luz. No entanto, em vez deste estado eterno e perfeito, nós vemos e sentimos as nossas próprias qualidades, que retratam o mundo material para nós. Portanto, se quisermos aspirar à meta, sentir o mundo do Infinito, precisamos da garantia mútua do nosso ambiente. Os amigos devem nos dar as forças, o desejo, a persistência, a diligência e a realização da importância da meta.

Afinal, eu tenho apenas uma meta – obter o desejo correto e nada mais. Deixe-me sentir constantemente que não estou preocupado o suficiente em relação a fazer o bem para o Criador, da maneira que Ele faz por mim.

Você pode argumentar: “Mas eu não sei o que Ele me dá. A julgar pela minha vida, às vezes eu poderia dizer que seria melhor se Ele não me desse nada”. Isso é verdade. Obviamente, cada pessoa rejeita as coisas de acordo com seus próprios defeitos. Portanto, a minha atitude para com o Criador pode ser definida da seguinte forma: eu quero alcançar um estado onde desejo doar a Ele.

E o resultado real virá graças à influência da Luz, graças aos esforços que fazemos repetidamente. A Luz derrama sobre nós uma e outra vez, e, de repente, essas iluminações criam o desejo na pessoa.

Nós não sabemos o que é Lishma, o despertar do Alto. Mas quando ele chega, a pessoa é capaz de dizer: “Agora eu sei, agora eu entendo”. A pessoa deve se esforçar como uma criança e, desses esforços, surgirá a sensação. Mas não antes disso.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 07/05/11, Shamati

O Gosto Divino Da Doação

Dr. Michael LaitmanPergunta: Não está claro por que a criação faz uma restrição e afasta o prazer? Por que ela não pode estar perto do Criador e receber Dele?

Resposta: Eu não afasto o prazer, mas sim a sensação desagradável. Naquele momento eu não sinto mais prazer. Se você me der algum tipo de prato requintado, mas isso me faz sentir vergonha, eu paro de sentir prazer daquele prato. Esta satisfação infinita não me faz sentir bem por mais tempo!

Depois eu terei que despertar o meu gosto por este prazer mais uma vez. Quando eu adquiro a qualidade de Bina e começo a agir em prol da doação, e começo a receber em prol da doação, eu devo despertar novamente o gosto pelos prazeres dentro de mim.

No entanto, estes não são mais os mesmos gostos que eu sentia antes, mas um tipo completamente diferente de prazer que eu ofereço ao Criador. Primeiro de tudo, eu pego o desejo Dele e o satisfaço. Eu verifico com que tipo de amor Ele me deu este pedaço de prazer e quero preencher o lugar vazio Nele. Ele está vazio porque eu não aceito esta satisfação Dele.

Eu penso no Seu prazer, sobre que tipo de prazer Ele receberá quando Ele me satisfazer. E como eu sinto que tipo de prazer eu dou a Ele, agora entendo que tipo de satsifação eu tenho que receber Dele e de que forma eu deveria dar prazer a Ele.

Quando eu começo a experimentar o prazer da doação, eu não sinto mais o antigo sabor dos prazeres dentro de mim, porque eu os encaro com uma nova intenção. Assim como a vergonha arruina todos os prazeres da recepção para mim, a intenção de doar revoga o gosto simples em mim. É por isso que este processo se chama aquisição de novos vasos ou desejos.

Tanto a doação quanto os desejos de receber em mim são completamente novos, o que é chamado de “613” vezes mais do que o que eu tinha antes. Esta multiplicação vem justamente da vergonha que nos permite aumentar nossos desejos e prazeres em 613 vezes.

Esta é a vergonha da diferença entre eu e o Criador, a diferença entre nossas situações. Isso não é apenas algum tipo de sensação, mas uma medida precisa do quanto Ele doa totalmente e está acima de mim, pois eu sou um receptor. É exatamente igual à altura dessa vergonha.

E a diferença não surge devido a qualquer recepção material, mas é uma diferença em nossas intenções. Portanto, se nós trabalharmos com esta vergonha, a fim de transformá-la em respeito e honra, vamos atingir este aumento de “613 vezes”.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 27/06/11, Prefácio à Sabedoria da Cabalá

A Revelação da Cabala Para o Mundo: Por Bem ou Por Mal?

Nos livros cabalísticos as pessoas vêem o sistema superior que controla o mundo. No entanto, usando a sabedoria da Cabala, assim como as religiões, as pessoas têm “esculpido” todos os tipos de equívocos de acordo com seu gosto pessoal: ensinamentos místicos, filosofias e teorias estudadas em outras universidades. Artigos sobre demonologia e magia são apresentados em cursos de filosofia.

Ao emprestar nomes cabalísticos e termos, mas não a essência, as pessoas só se confundem, pensando que elas entenderam o que estavam sendo discutido. Isto inclui anti-semitas que formaram toda uma estrutura com uma fundação instável. Pessoas da facção de Hitler estudaram estas questões de perto, tentando provar que, ao destruir os judeus poderiam acabar com todo o mal no mundo. É por isso que Baal HaSulam escreveu no seu artigo “Shofar do Messias” que a disseminação prematura da Cabala causaria desastres para Israel. [Leia mais →]