Textos com a Tag 'Criador'

Não Há Mudanças Para O Criador

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se em relação ao Criador, nós já estamos no terceiro e já corrigido estado, o que significa que temos que dar prazer ao Criador?

Resposta: Nós nunca saímos do terceiro e dos primeiros estados; relação ao Criador, não há mudanças. Tudo o que foi criado por Ele foi criado de uma só vez e de imediato, e não há nem mesmo a questão de tempo. Nós vamos começar a sentir isso em breve.

O ARI escreveu em seu poema: Eis que antes das emanações serem emanadas e as criaturas criadas, a Luz superior simples preenchia toda a existência. O que significa antes e depois? Baal HaSulam explica isso em seus escritos.

O estado do tempo é uma relação causal. Mas nós também não entendemos isso. Causa e efeito são sempre relacionados ao tempo para nós.

A imagem que nós alcançamos na espiritualidade está além de nossas limitações de tempo, espaço e movimento. Nós só as sentimos no nosso nível terreno mais inferior. Uma vez que começarmos a sentir o mundo superior, veremos que não há tempo, morte, nascimento, nada! Há somente uma constante ascensão na propriedade de doação.

O Criador Precisa Conhecer A Si Mesmo?

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se “não há outro além Dele” e o Criador nos dá todas as sensações, isso significa que o ser humano é uma ferramenta que o Criador usa para conhecer a si mesmo?

Resposta: Não. O Criador não precisa conhecer a Si mesmo. Você gostaria de dizer que o Criador criou algo oposto a fim de Se conhecer a partir deste oposto.

Primeiro de tudo, para alguém que pode fazer isto, não é necessário conhecer a si mesmo. Se eu crio algo oposto, eu já sei o que é. Não podemos entender isso com a nossa mente, não vai funcionar. Nenhuma filosofia vai funcionar aqui. Se nós estamos falando da fonte primária, esta fonte inclui tudo. Tudo o que vem Dele existe Nele é claro.

Da Convenção em Novosibirsk 08/12/12, Lição 3

Presentes Inesperados Do Criador

Dr. Michael LaitmanNós sempre experimentamos a força superior, a impressão superior sobre nós, como algo incrivelmente agradável, prazerosa, gratificante e muito desejável. Nós experimentamos isso como um presente. Ela vem de forma inesperada, sem qualquer preparação de nossa parte.

Embora trabalhemos duro e nos esforcemos em obtê-la, a sua aparência é sempre surpreendente. E dentro deste presente nós sentimos amor. Este amor, que se manifesta no efeito da Luz sobre nós, provoca em nós um efeito instintivo na Luz de Retorno (Refletida). Portanto, a coisa mais importante é conseguir esse presente, o primeiro impacto da Luz sobre nós.

Este amor é muito mais profundo do que o que o presente em si, uma vez que é medido pela grandeza do doador e não pelo valor do presente. É semelhante em nosso mundo: se eu não me importo com o doador, então eu foco no valor do presente. Suponha que eu receba algo da empresa onde trabalho; naturalmente, eu sou indiferente a ela. Mas se tal presente é dado a mim por uma pessoa especial, então não importa o que ela está me dando. Ela pode me dar uma simples caneta, mas o que importa para mim é o próprio sinal de sua atenção, porque eu meço não pelo valor do presente, mas pela grandeza desta pessoa.

Da mesma forma nós definimos o que sentimos no mundo espiritual. Se já estamos em realização espiritual, então quando sentimos o impacto da Luz sobre nós, nós instintivamente respondemos com amor surgindo de dentro de nós.

Mas, se ainda estamos em nosso mundo, além da sensação do superior, aqui nós temos que cultivar essa qualidade artificialmente. Em outras palavras, devemos fazer um esforço e tentar expressar gratidão, exaltar o Doador aos nossos olhos, mesmo que não o sintamos e, pelo contrário, apenas sintamos o Seu trabalho em nós: de repente nós começamos a compreender mais, a sentir mais e experimentar novas sensações internas.

Isso me conecta com o Doador. Assim como eu sinto que recebo um pequeno efeito positivo na forma de sentimentos ou sabedoria, eu devo imediatamente começar a desenvolver a gratidão dentro de mim. Ela expande a minha sensação do presente. Então, mesmo se o presente for pequeno, vou começar a senti-lo como muito maior, e dentro dele poderei até sentir o próprio Doador.

Portanto, em nosso mundo, em nossos estados, nós devemos responder imediatamente às várias mudanças espirituais positivas em nós de forma correta; embora elas ainda não possam ser muito espirituais, algo já está aparecendo em nossos sentidos e mente. Nós devemos responder com gratidão e exaltar o doador, a doação, aos nossos olhos. Então, ela se desenvolve e expande nossos órgãos de percepção, nossos sentidos.

Ao avançar de tal forma, nós começamos a alcançar gradualmente o Criador, e é por isso que os Seus presentes são valiosos apenas na medida em que podemos segui-los com uma experiência mais profunda Dele. Ou seja, o presente é uma espécie de mediador, uma comunicação entre Ele e eu.

Da Lição Virtual de 02/12/12

Acreditar Ou Jogar

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como é possível determinar que o Criador é quem organiza os problemas entre os amigos, se Ele está oculto e não O vemos?

Resposta: Não há outro além Dele. Nós simplesmente precisamos acreditar nisso e agir de acordo, até que Ele seja revelado. Então, veremos que é assim.

Como eu atuo de forma espiritual? Quando eu trabalho em proximidade, preciso agir dessa forma, como se estivesse na frente do Criador. Eu acredito nisso? Não. Eu não acredito nisso.

As pessoas religiosas acreditam que oram para o Criador. Nós não nos comportamos assim. Procuramos realizar atos de doação como se o Criador estivesse dentro de nós. O Criador é o atributo de doação, e nós imaginamos que Ele, como se fosse, estivesse em nós e desta forma agimos.

Desta forma nós atraímos sobre nós Seus atos da Luz Circundante, até que Ele realmente seja revelado, vestido e aja sobre nós.

Assim, nossos atos são chamados de jogo porque aqui jogamos como se já estivéssemos no mundo superior, como crianças pequenas que jogam (brincam) de serem adultas, e desta forma alcançamos todos os Seus atributos. Mas se uma criança não joga com isso, ela se tornará um adulto, ficará mais velha, mas ainda será uma criança.

Assim, em comparação com vários outros métodos, nós não nos vemos apenas em nosso estado futuro, mas desejamos realizá-lo agora. Assim, não pode haver uma situação que ao meu lado exista um outro grupo, e eu não gostaria de entrar em contato com ele. Como eu poderia imaginar um mundo futuro, meu próximo nível, se ao mesmo tempo não quero estar conectado com o outro grupo? Isso é o futuro?

Da Lição Virtual de 11/11/12

Conectando O Mundo Inteiro Ao Criador

Dr. Michael LaitmanO principal ponto que devemos constantemente guardar como nossa meta interna é o princípio do “Não há outro além Dele”. O Criador é a razão para cada estado, cada pensamento, cada percepção, para tudo o que acontece. Há somente uma força me dirigindo e ao mundo ao meu redor, e nada além disso.

Tudo é destinado para que eu, através de minha conexão com o mundo, em todos os momentos, em todos os eventos e em cada ação, tanto interna como externamente, atinja o entendimento que “não há outro além Dele” dentro do círculo global. Isso é chamado de adesão dentro do vaso geral. Este é o nosso trabalho, e é nisso que nos focamos.

No entanto, o mundo é grande, e, assim, nós começamos com o grupo (1) e só então passamos para o resto do mundo (2). Eu devo conectar-me com o grupo através de diferentes casos e problemas, e esta deve ser a coisa mais importante para mim agora. Quando me volto ao grupo, eu também preciso lembrar do mundo como a segunda parte do meu trabalho.

Da 4ª parte Lição Diária de Cabalá 23/11/12, “O Papel da Nação de Israel”

 

Sensibilidade Para Com O Criador

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como eu posso me tornar mais sensível ao Criador?

Resposta: Eu já dei este tipo de exemplo muitas vezes: nós adquirimos a sensibilidade a um determinado fenômeno no momento em que começamos a trabalhar com ele, mesmo que não tivéssemos antes. Nós adquirimos a sensibilidade a tudo: a pedras, árvores ou outras pessoas. Primeiro nós não prestamos atenção em determinada pessoa, e depois começamos a senti-la cada vez mais e descobrimos tudo nela. Isso se chama: “o hábito se torna uma segunda natureza”.

Portanto, eu tenho que dirigir o trabalho que faço com os amigos ao Criador. Eu me esforço em descobrir os atributos dos amigos, pelos quais não tenho necessidade nem interesse, a fim de aumentar a minha sensibilidade em relação a eles, descobrindo o máximo possível de atributos. Não a natureza corporal do amigo, mas sua atitude para com o Criador. Depois, no ponto em que estou em contato com ele e quero estar em contato com ele, eu descubro uma sensibilidade para com o Criador.

O Criador em si não existe. Ele é revelado apenas em nossas conexões. Assim, aumentar a sensibilidade à conexão com os amigos é igual a aumentar a sensibilidade ao Criador.

Da Convenção na Georgia 06/11/12, Workshop 2

Uma Iluminação Da Eternidade

Dr. Michael LaitmanPergunta: Qual é a definição de “Criador”?

Resposta: “Criador” é a força de doação numa pessoa. Se ela sente que pertence à conexão e doação, o Criador já está vivo nela. A pessoa sente algo novo que não é seu, algo superior, e quer que o superior esteja nela, já que com isso adquire algo melhor, mesmo num nível corpóreo.

Pergunta: Será que isso significa que o geral alcança a revelação do Criador inconscientemente?

Resposta: É isso mesmo, uma vez que ele é AHP e não GE, apenas “das suas ações O conheceremos”.

O geral que age em conexão sente uma vida melhor em suas ações. Imagine que, de repente, tudo dê certo, você e sua família têm tudo, seus filhos estão sendo cuidados, você está saudável e seguro. De onde vem esta felicidade? Ela vem da conexão entre nós que nos dá um sentimento geral coletivo que somos como irmãos. Uma espécie de unidade, amor, e um acordo de que o Criador está vestido nas criaturas, nos conecta.

Além de que nós sentimos uma espécie de fluxo eterno nisso. Há uma iluminação especial na unidade, que diz à pessoa: “Você está viva e vai continuar a viver”.

Eu recebo esta adição conectando-me aos outros e vivendo neles. Minha vida é dividida entre todos; eu estou totalmente neles e assim sinto uma vida eterna, uma existência eterna. A ilusão da vida e da morte desaparece, uma vez que era sentida apenas no meu ego separado e limitado. Agora, no entanto, quando o meu ego é distribuído entre todos, quando eu dependo de todos e todos dependem de mim, eu não sinto que estou mais morto; eu vivo entre todos.

Esta é toda a psicologia, o sentimento interno. Tudo isso chega até a pessoa comum quando ela dá passos em direção à conexão. Ela sente um acréscimo de espiritualidade em todos os aspectos da vida. É a “espiritualidade” porque ela sai de si em direção aos outros e está sob a força de doação. Mesmo que ela aja de acordo com os golpes, sem entender exatamente a verdadeira razão para o que está acontecendo, mesmo que se tenha tomado todo cuidado por ela, é normal. Nós também agimos desta forma em relação ao conselho dos Cabalistas.

Embora a ênfase do geral seja na ação e não a partir de um esclarecimento interno, eles também descobrem o Criador e experimentam o sentimento espiritual. Todo aquele que participa da doação já é chamado de “humano”, mesmo que esteja agindo num nível totalmente mecânico. Não faz diferença, uma vez que ele também faz parte do todo.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 14/11/12, “A Essência da Sabedoria da Cabalá”

A Pessoa Não Pode Falhar

Dr. Michael LaitmanPergunta: A natureza é construída e equilibrada sobre o princípio do “positivo-negativo”. O Criador é a propriedade totalmente positiva. Depois que toda a humanidade atingir a unidade, após a adesão com o Criador, ela também será capaz de avançar com a propriedade positiva. Quão séria será esta mudança? Devido a que ocorrerá a mudança de propriedades? Será que o equilíbrio com a natureza vai ser restaurado?

Resposta: Nós não fazemos nada sozinhos, não produzimos nada, exceto uma coisa: o desejo de que a Luz faça tudo por nós. Por isso, não há oportunidade de estragar algo, de falhar em algum lugar, para causar dano.

Ou nós aceleramos o processo do nosso desenvolvimento e o tornamos mais suave, ou ele prossegue por si mesmo, e isso é ruim – um dos dois.

Quanto mais afetamos a Luz, melhor será, e mais rápido podemos alcançar um bom estado. Quanto menos afetarmos a Luz, mais lento vamos avançar, e mais problemas teremos.

Tudo depende de nossos esforços em atrair a Luz, e ela realiza todas as ações. Por isso, é impossível falhar aqui.

Da Refeição na Convenção da Geórgia 05/11/12

O Criador É Revelado Dentro Da Unidade

Dr. Michael LaitmanO próximo nível depois do amor dos amigos é “amar ao próximo como a si mesmo”. Nós nos conectamos não apenas com o ponto no coração, mas também com todos os outros valores que se complementam como um coro harmonioso. Então, eu começo a amar todos os atributos de todos os amigos, porque eles me complementam e eu os complemento, formando um todo completo.

Através do ponto no coração nós somos capazes de nos conectar a fim de alcançar a equivalência de forma com o Criador. Nós chegamos à equivalência de forma com Ele quando todos os nossos atributos tornam-se completamente conectados, complementares entre si. Portanto, “amar o próximo como a si mesmo” é o nível em que a unidade, isto é, o Criador, revela-se no homem.

Assim, fica claro o quão importante são os meus amigos para mim. O importante é que sem eles sou incapaz de chegar a algum lugar. Somos todos partes de uma criação, nos quebramos e nos sentimos divididos. Todo mundo é egoísta, sente só a si mesmo, e os outros são sentidos apenas na medida em que, de acordo com seus conceitos, podem ajudar ou incomodar a pessoa. Isto significa que os amigos são importantes apenas no trabalho mútuo, e só quando eu constantemente me anulo perante eles sou capaz de me conectar a eles. Esta é a importância do grupo.

A conquista da meta depende do nosso constante desejo a partir do ponto egoísta inicial de cada pessoa, o ponto no coração, através do grupo, da conexão com a revelação do Criador dentro dele. Isto significa a qualidade do Um, Único e Unificado.

O “Criador” é, especificamente, um atributo e não algo que existe pessoalmente. Nós não conseguimos sentir nada na separação. Nós sentimos a manifestação somente na matéria. Assim, quando se fala de certa força, queremos dizer onde e como ela se expressa.

Assim, quando falamos do Criador, queremos falar do atributo de unidade, unicidade, amor, doação, o atributo de abundância, de plenitude que se revela em nós. Caso contrário, não podemos falar de Deus, uma vez que não sabemos como isso pode acontecer externamente a nós.

Portanto, o grupo deve chegar a um estado onde irá demonstrar o atributo do Criador.

Disso surgem muitas conclusões diferentes: “Como fazer um amigo”? Como se relacionar com ele: como superior ou inferior a mim? Como um estudante ou um Rav?

Acontece que todas as respostas estão corretas: também como um igual, também como aluno e também como um Rav. À primeira vista, como ele pode ser igual a mim, se todos nós temos naturezas completamente diferentes!? Ele pode ser igual a mim só numa coisa: eu não sou capaz de alcançar o Criador sem ele e ele não pode sem mim. Parece que desde o início somos parceiros na adversidade.

Depois nós começamos a agir da seguinte maneira: cada um de nós tem que estar acima do amigo, a fim de ajudá-lo, e estar sob o amigo, a fim de saber como receber a inspiração que ele tem, para receber dele o reconhecimento da importância da meta, e ansiar pela unidade. Esse desejo está faltando em cada um de nós e sempre faltará. Só é possível recebê-lo dos outros.

Assim eu trabalho com o amigo: ele é maior que eu, ele é menor do que eu, ele é igual a mim. Então, uma conexão realmente ocorre. O ponto principal deste trabalho é chamado de “Faça-se um Rav e compre um amigo”.

Da Convenção na Geórgia 06/11/12, Lição 2

Jogando Com Um Elástico

Dr. Michael LaitmanEu acho que já podemos avançar para o próximo nível, para um novo sentimento. A sensação é de que estou no grupo, em unidade, num conjunto de amigos, e se eu sentir que sou empurrado para fora, é a inclinação ao mal.

Assim, o Criador joga comigo: Ele me afasta do grupo, como se me puxasse como um elástico, de modo que eu queira voltar e implore a Ele: “O que você está fazendo?!”. Abandonar a unidade a cada vez é mais fortemente sentido em mim, e eu grito: “Não faça isso! Traga-me de volta!”. Por mais estranho que possa parecer, tais estados ligam a pessoa ao Criador. É nesta ação de contrastes que eles me permitem ver que Ele está jogando comigo através da inclinação ao mal. O Criador disse a Moisés desde o início, “Vinde ao Faraó”.

Agora eu também sinto que estou no centro do grupo, enquanto Ele “puxa o elástico para trás”, puxando-me para fora de lá. Ele me dá a sensação correta, e eu imediatamente respondo e sou atraído de volta. Então, mais uma vez Ele me puxa para fora, e eu respondo novamente. A questão é o quão sensível eu sou à atração e em que medida posso resistir sempre que isso acontece?

Eu começo a jogar, e a inclinação ao mal se torna uma “ajuda contra” mim. Eu aprendo com Suas ações à medida que Ele revela meu mal e me puxa para fora do círculo de amigos. No final, o Criador me revela a extensão do centro, toda Malchut em diferentes ângulos e discernimentos. Eu jogo com Ele de tempos em tempos, me comportando de maneira diferente a cada vez. A principal coisa é que eu identifico Seu jogo em tudo que acontece. A inclinação ao mal é a força que devemos adquirir como a base acima da qual descobrimos o Criador; onde mais podemos revelá-Lo?

Portanto, toda vez que Ele me puxa para fora do grupo ao qual estou conectado, a saída fornece-me novos “motivos” para o trabalho, onde o Criador e eu podemos compreender e sentir um ao outro como parceiros num jogo. Neste jogo nós podemos ser rivais, inimigos ou amigos. Os estados e as relações mudam numa seqüência de conexões e acessórios. Nós jogamos, e isso não é apenas um jogo, é o jogo da vida.

Pergunta: Para continuar com um jogo a pessoa precisa de certa recompensa…

Resposta: Antes de tudo, use a inveja. Se eu parar o jogo, vou ficar para trás. Esse incentivo é muito claro e simples. Não é por acaso que se diz que a inveja, a luxúria (cobiça), e a honra tiram a pessoa deste mundo. Eu devo ser como os outros. Eles são mais avançados do que eu, eles estão em doação e eu não sou nada. Todo mundo tem estes impulsos simples.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 26/10/12, Escritos do Rabash