A Revelação Espiritual Chegará A Todos!

944Pergunta: O que significa quando dizemos que o grupo vem do Egito? Refere-se a um grupo local ou a todo o Kli mundial?

Resposta: Todo o Kli mundial! Ninguém poderá sair sozinho, nem um único grupo, nem uma única pessoa. Garantia mútua (Arvut)! O que você pode fazer?! Todos conectados conosco no sistema receberão a revelação espiritual.

Neste momento, estamos gradualmente formando as condições para a garantia mútua. O que é garantia mútua? Ela começa quando você rompe com o egoísmo e cruza seus limites.

Ao ultrapassar a fronteira do egoísmo, você vê uma força maligna massiva separando você dos seus amigos, uma força integrada que se acumula ao longo de todo o seu caminho de trabalho espiritual, desde as suas primeiras lições até o ponto em que você se liberta do egoísmo. É aí que surge a condição da garantia mútua.

E sobre o que mais a garantia mútua poderia ser construída senão sobre o egoísmo absoluto?

Garantia mútua significa que, apesar do desenvolvimento e das manifestações de egoísmo dentro de mim, prometo me relacionar com todos os membros do grupo com amor e devoção, não importa o que eu possa perceber deles.

Porque o que eu acho que eles estão fazendo comigo é simplesmente o que me parece. Lembre-se do conceito de percepção da realidade: uma pessoa pinta o mundo dentro de si mesma.

Pergunta: Então estou acumulando egoísmo para chegar ao Monte Sinai e então, como um foguete, queimá-lo?

Resposta: Você não queima o egoísmo; você começa a se elevar acima dele. Ele nunca desaparece. Na verdade, ele ajuda você a se “digerir” cada vez mais. Você se elevará acima dele, usará suas qualidades e as transformará em qualidades de doação.

Este é o início do caminho espiritual. Antes disso, tudo é apenas preparação. Todo o período de reconhecimento do egoísmo, ou seja, o Egito, ainda não é uma ascensão espiritual.

De uma Lição Virtual de Cabalá em 01/04/12, “O Grupo Está Saindo do Egito”

Se Somos Tão Bons, Por Que O Mundo É Tão Mau?

929Pergunta: Olho para o mundo e já somos oito bilhões. E garanto que pouquíssimas pessoas podem dizer que são elas que precisam ser educadas. Não, eu preciso educar os outros, essa é a fórmula. Eles são os maus, os egoístas, não eu. É por causa deles que sofremos.

Como uma pessoa vai entender que é ela quem precisa ser educada?

Resposta: Só com golpes. De que outra forma? Se eles se acham tão bons, por que o mundo é tão mau?

Comentário: Os outros são maus, é por isso que o mundo é tão mau.

Minha Resposta: Se todos pensam assim sobre os outros, isso significa que o mundo é mau ou bom?

Comentário: O mundo é mau.

Minha Resposta: Exceto eu?

Comentário: Exceto eu; sim, é isso que as pessoas pensam.

Minha Resposta: E continuaremos acreditando nisso até que algo caia sobre nossas cabeças e não haja mais nada em que pensar.

Pergunta: Podemos dizer que ao fazer isso estamos atraindo problemas para nós mesmos?

Resposta: Claro. Em vez de nos corrigirmos ou tentarmos fazer algo, nos acalmamos.

Pergunta: Dizemos: “Os outros são maus, mas eu sou bom”. Estou causando problemas para mim mesmo?

Resposta: Sim.

Pergunta: Não me examinar? É mau?

Resposta: Muito mau! Isso leva o mundo ao desastre.

Pergunta: A educação é genuína quando aprendo a me examinar?

Resposta: Sim, quando olho para mim mesmo, para como sou. Quando olho para o que devo aos outros, para o fato de ser o único que não foi corrigido. Ou seja, tudo o que há em mim: um mentiroso, um ladrão, um enganador, um odiador — não sei que outros epítetos inventar aqui — sou tudo eu.

Mas todos os outros não são. Todos os outros não existem. Todos os outros são os meus vários reflexos que vejo ao meu redor. Ou seja, olho para muitas pessoas ao meu redor, e cada uma delas me retrata negativamente desta forma, daquela e daquela outra.

Existem oito bilhões de pessoas no mundo, e cada uma delas representa algum tipo de qualidade negativa minha. Oito bilhões! É assim que sou retratado no mundo. E é assim que eu o vejo.

Pergunta: Então o que eu faço quando vejo o mal, uma pessoa má?

Resposta: Se eu me corrigir, começo a ver o mundo como mais unido, buscando doação, amor e conexão. No final, percebo que tudo isso é um sistema, uma pessoa chamada “Adão”, e esse Adão sou eu. Porque é assim que eu o integro com minhas ações, comportamento, pensamentos e todos os tipos de correções.

Pergunta: Eu absorvo o mundo em mim e me torno essa alma única, como dizemos, Adão?

Resposta: Sim.

Pergunta: Isso é verdade?

Resposta: É verdade.

Pergunta: E o que vemos é mentira?

Resposta: Não, nós também vemos a verdade, mas é uma verdade parcial, dilacerada pelo nosso egoísmo interior.

Pergunta: Senão, não passaríamos por meio do nosso ego? Não estaríamos olhando através do egoísmo?

Resposta: Certo. Se eu juntar tudo numa única imagem, então sou eu.

Pergunta: Como posso me concentrar nisso desse jeito?

Resposta: Esta é a nossa tarefa: reunir o mundo inteiro e dizer: “Este sou eu, e este mundo depende de mim”.

Comentário: Sou responsável por todos e por tudo?

Minha Resposta: Absolutamente tudo está aqui.

Pergunta: Todas as pessoas?

Resposta: Sim.

Pergunta: A pessoa mais simples e comum é responsável pelo mundo, por tudo o que acontece neste mundo terrível?

Resposta: Na medida em que ela se encontra neste mundo.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 03/04/25

Uma Dezena Existe Quando Eles São Um

938.07Pergunta: Temos a opção de receber aceleração do Criador ou deixar que tudo aconteça em seu próprio tempo. O que causou o êxodo acelerado do povo de Israel do Egito? O que podemos aprender com esse exemplo para acelerar o tempo?

Resposta: A razão para a saída prematura do povo de Israel do Egito foi uma tremenda onda de “força obscura” que desceu sobre os israelitas no Egito e tornou sua vida insuportável, pior que a morte. Foi por isso que eles fugiram de lá, e isso os levou rapidamente à compreensão de sua identidade espiritual.

Pergunta: Como isso pode ser aplicado quando há grandes divergências?

Resposta: Se a dezena não for como um homem, ela ainda não existe verdadeiramente, e isso não pode ser aplicado. Uma dezena é quando todas as dezenas são como uma.

Pergunta: O que é individualidade espiritual?

Resposta: É a qualidade única de cada alma na dezena em relação às outras.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 09/04/25, Escritos do Rabash, “Mas Quanto Mais Eles Os Afligiam”

Entre No Livro Do Zohar

540Comentário: Você diz que o Livro do Zohar precisa ser compreendido, mas é muito difícil! Até mesmo os israelenses, que em princípio…

Minha Resposta: E quanto aos israelenses? Que diferença faz se você é israelense ou não? Isso não importa! O que importa aqui é a realização. É preciso entrar neste livro. Para isso, você precisa sentir o mundo que ele descreve, nada mais.

Pergunta: Então, isso só começa a funcionar efetivamente para uma pessoa que está na espiritualidade?

Resposta: Sim, essa é uma condição natural e necessária.

Pergunta: Digamos que você distribua este livro pelo mundo agora. Como as pessoas conseguirão percebê-lo se não estiverem nesse estado?

Resposta: Com sua ajuda, elas começarão a se aproximar do mundo superior e gradualmente entrarão nele, atraindo a luz superior para si.

No item 155 da Introdução ao Estudo das Dez Sefirot, está escrito que uma pessoa, mesmo sem compreender nada, lê sobre o mundo superior, sua estrutura, conexões e funcionamento, e atrai sua influência sobre si mesma, porque já está dentro dessa estrutura, embora em um estado não nascido. No entanto, ao fazer isso, ela tenta despertar a si mesma, para extrair a influência do sistema sobre si. É assim que funciona.

Comentário: Basicamente, você está falando de alguém que tenta fazer isso intencionalmente. Mas agora você está disponibilizando muito material do Livro do Zohar para pessoas que não estão na espiritualidade, por exemplo, enquanto realiza convenções e eventos diversos.

Minha Resposta: É exatamente assim que deveria ser! Afinal, elas também precisam ser influenciadas por isso. Caso contrário, como abordarão o assunto? Como se desenvolverão?

Comentário: Mas é difícil para as pessoas. Você mesmo vê isso.

Minha Resposta: Que diferença faz se for “difícil”?

Se tenho um filho pequeno, constantemente lhe dou tarefas, tento provocá-lo com detalhes novos e desconhecidos deste mundo para que ele possa conhecê-lo, descobri-lo. Tento despertar seu interesse para que surjam nele perguntas: “O que é isso? Para que serve? Por quê?”. Só assim a criança se desenvolve.

Portanto, é claro, devo mostrar o desconhecido e indicar que ele é o desconhecido. Olhe para ele, explore-o; primeiro encontre a pergunta e só então procure a resposta.

De KabTV, “Eu Recebi uma Chamada. Zohar é o Livro nº 1″, 08/07/10

Palestras Sobre Os Degraus Da Escada, Parte 106


Palestras sobre os Degraus da Escada, Parte 106

Capítulo 11 Uma Pessoa Constrói Uma Casa

O que significa “E através da Torá, a pessoa foi criada”? Humano (Adão) vem da expressão Adameh leElyon (“Eu serei como o superior”), e está escrito: “Você é chamado Adão, mas as nações do mundo não são chamadas Adão”. Isso significa que se o desejo de receber passa por uma correção chamada “em prol da doação”, a parte corrigida é chamada de “humano”. Como isso é feito? É feito através da Torá. Como é feito através da Torá? Nós recebemos várias oportunidades para realizar diferentes ações neste mundo, e através de nossos sucessos e fracassos, nosso desejo de receber se desenvolve.

Após o desenvolvimento dos desejos bestiais por comida, sexo e família, e o desenvolvimento dos desejos sociais por riqueza, honra e conhecimento, alcançamos o desenvolvimento da vontade espiritual. O desenvolvimento da vontade espiritual não é uma expansão adicional do desejo. Em vez disso, é a direção do desejo rumo ao Criador e, consequentemente, seu crescimento. Se, antes do desenvolvimento do ponto no coração, que é esse novo desejo por espiritualidade, trabalhamos para desenvolver nosso desejo, geralmente inconscientemente, sem saber por que ou como, impulsos e anseios surgem em nós, simplesmente corremos atrás deles e os realizamos. Tal trabalho nem sequer é considerado uma única linha, e certamente não duas ou três linhas. Mas o desejo espiritual só pode ser desenvolvido, expandido e corrigido na forma de linhas.

“Linhas” significam que o pequeno desejo não é simplesmente inflado em algo cada vez maior, sem direção, o que tornaria sua forma um círculo, mas sim endireitado para que vise a um objetivo específico e se destine a um uso específico. O desejo não é direcionado à pessoa em si, que é o ponto central dentro dos círculos, mas ao Criador, a partir do ponto central até a fonte de luz.

Portanto, no desenvolvimento do desejo espiritual, existem diversas forças, condições e estados que o influenciam, de modo que o processo de correção do desejo não segue as leis de outros desejos. Ele opera de maneira muito complexa e precisa, de modo que o desejo cresce apenas de acordo com o grau de sua correção em direção ao uso adequado, em direção ao Criador. Suponha, por exemplo, que alguém seja inspirado pelo desejo de construir uma casa, um desejo que já está conectado à espiritualidade. Essa pessoa precisa relacionar cada detalhe do processo de construção, o planejamento, a ordenação dos materiais, a construção em si, a seleção dos trabalhadores e até mesmo a si mesma, ao propósito da criação. Ela deve se lembrar constantemente de que essa casa se destina a um uso relacionado ao propósito da criação.

Essa pessoa fica tão imersa no trabalho que esquece a direção, o significado por trás de cada ação. Então, o trabalho aparentemente para e várias perturbações começam a surgir. Essas perturbações não são obstáculos reais, mas sinais, sinais, de que ela se esqueceu de algo muito importante: a intenção, o motivo de cada ação. Como o progresso espiritual acontece passo a passo, às vezes ficamos presos em um determinado estágio, tentando teimosamente encontrar uma solução por conta própria, insistindo em continuar a construção a todo custo. Mas percebemos que não podemos avançar até que nos lembremos de que o problema é que esquecemos a intenção.

Isso significa que, em vez de nos movermos da linha da esquerda para a da direita, pensamos que poderíamos completar o trabalho apenas com nossas próprias forças. Então, nos lembramos da linha da direita, do Criador, do alinhamento com Ele. Ou seja, lembramos que devemos estar conectados a Ele com todo o nosso coração e alma enquanto realizamos a ação. Só então podemos progredir novamente até nos esquecermos mais uma vez, e o ciclo se repita.

Em todo o nosso trabalho neste mundo, esquecemos constantemente o objetivo. Esquecemos que o objetivo não é trabalhar de acordo com a maneira como pensamos neste mundo, mas que o trabalho em si é um esforço para permanecer conectado com aquele que nos deu o trabalho e usá-lo como um meio de manter o pensamento e, mais importante, como um meio de aumentar a intenção. O trabalho em si é apenas uma ferramenta na medida em que se destina a construir e desenvolver a intenção. Pensamos que estamos construindo uma casa, como se a casa em si fosse o que importasse. Mas, na realidade, devemos construir uma estrutura de intenção em vez de uma estrutura de tijolos.

Como somos feitos de matéria e espírito, intenção, recebemos tarefas materiais para que possamos construir uma estrutura espiritual paralela à física. É verdade que não podemos construir uma estrutura puramente espiritual, embora, em última análise, essa seja a única estrutura de que realmente precisamos. Isso significa que devemos estabelecer apenas a intenção, a tela (Masach) e a luz refletida (Ohr Chozer), enquanto o desejo de receber, os “tijolos”, estará sempre disponível para ser usado adequadamente, de acordo com a intenção de doar.

É assim que construímos uma casa, e é assim que nos construímos como um ser humano (Adão). Como? Através dos 248 órgãos e 365 tendões, que são 613 componentes ou desejos dentro de nós, que devemos construir. Queremos usar esses desejos tanto quanto a forma espiritual correspondente permitir. Precisamos organizar nossos desejos de acordo com as intenções de doar, para que esses dois aspectos — o uso de todos os desejos, por um lado, e o alinhamento desses desejos com a intenção de doar, por outro — estejam em harmonia e trabalhem juntos.

Escuridão Atraída Pela Luz

Dr. Michael LaitmanRabash, Shlavey HaSulam , “O que é ‘Se Engolirem as Ervas Amargas e Não Saírem’, no Trabalho?”: Então, uma pessoa que começa a seguir esse caminho e que quer que suas ações sejam em prol do Céu, descobre a verdade de que quanto mais ela realiza ações com a intenção de doar, mais distante ela fica disso, o que significa que há um mérito especial nesse trabalho, que a verdade está sendo revelada a ela do Alto, e que a pessoa está longe de quaisquer ações de doação.

Nosso avanço se baseia apenas nas diferentes revelações que são desagradáveis para o nosso ego, para o nosso desejo de receber. Acontece que, se estivermos imersos em nosso ego, não podemos avançar espiritualmente.

Eu estou imerso em meu ego, e a Luz vem do Alto e enfatiza o nível de ego em que me encontro. Como resultado, sinto um grande sinal negativo (-) que reflete a profundidade (H) do meu desejo. Na medida em que me sinto mal, preciso discernir o que devo fazer com esse sentimento tão mau. Posso ser grato pelo mal, pois, com isso, descubro até que ponto sou oposto à espiritualidade e à doação. O mal se revela em meu ego, em meu desejo de receber por receber, e se esse desejo desaparecer, nem saberei que estou imerso no mal. A profundidade do sentimento mau é o índice da verdade para mim; é o sinal certo.

Então, deste estado, eu peço adesão; quero estar acima disto, acima da fronteira do Egito, acima do meu ego, acima do Machsom (barreira). Aqui começo a construir a Luz de Retorno (LR) e a implementar a primeira restrição em toda a parte inferior (Tzimtzum Aleph – TA).

É assim que o Partzuf espiritual é construído de duas partes: “uma cabeça” e “um corpo”. Como implementei a primeira restrição, já tenho um “corpo”. Mais tarde, posso elevar parte dele e conectá-lo à “cabeça”, e isso já será um Partzuf real acima do Machsom.

Assim, através dos estágios de Ibur (gestação), Yenika (amamentação) e Mochin (mente), transfiro todos os “vasos quebrados” de baixo para cima.

Já começamos a sentir que este é um trabalho prático que pode ser realizado. Mas não devemos esquecer que ele é feito pela Luz que Reforma (a Luz Circundante – Ohr Makif – OM), e que só podemos invocá-la pela conexão entre nós.

Na verdade, tudo o que aprendemos e lemos pode ser reunido em uma imagem simples e viável das Dez Sefirot, e podemos ver que o mundo inteiro, todos os nossos estados, têm a função de fornecer apenas o padrão espiritual correto para aquilo em qualquer momento.

Esperemos que o estado que estamos criando permaneça em cada um como um padrão claro. A percepção do mundo, minha atitude em relação a todos, meus sentimentos, tudo o que desejo compreender e sentir precisa passar por esse padrão. Então, seremos capazes de resolver todos os problemas que vêm do Criador, da Luz, corretamente, respondendo corretamente e apoiando-O, permitindo que Ele revele as ações corretas.

Pergunta: Como podemos realmente agradecer ao Criador por todos os estados ruins?

Resposta: É verdade que mentir não nos ajudará aqui; você não pode chorar e beijar honestamente a vara que o fere. Mas se você sente que a vara está batendo em sua inclinação ao mal, se você não quer se identificar com ela, mas com a inclinação ao bem, você já vê as diferenças em uma certa inclinação ao Criador.

É somente graças à Luz Circundante que sentimos que somos maus. Cinquenta anos atrás, todos ainda acreditavam que um futuro brilhante e próspero nos aguardava. Então, a tendência global de declínio se tornou aparente e começamos a afundar na escuridão. Uma pessoa com um ponto no coração (•) também começa a entrar no mal, na escuridão que lhe chega pela Luz que Reforma. Mas, ao mesmo tempo, a Luz ilumina o ponto no coração, de modo que o mal puxa a pessoa para baixo, enquanto o ponto sobe cada vez mais alto.

Então precisamos da seguinte divisão interna:

1. Um ponto no coração,

2. O mal em nós.

Só então descobrirei com quem me identifico.

Pergunta: Como você se livra de pensamentos perturbadores sobre uma recompensa, sobre um presente que o Criador me dará pelo meu trabalho?

Resposta: Você terá que lidar constantemente com esses pensamentos para ascender sem pedir nada e se identificando apenas com o ponto no coração, repetidas vezes. Esse jogo de “pingue-pongue” continua até que a Luz que Reforma venha através da conexão no grupo e o leve ao próximo nível.

Lá, uma Luz mais forte virá e revelará novamente os resultados da quebra em você. Isso ocorre porque estávamos conectados uma vez e então o Criador, que criou a conexão entre nós, a rompeu. Agora, temos que participar da correção, despertar e invocá-Lo. Então, a Luz vem e faz todo o trabalho.

Da 3a parte da Lição Diária de Cabalá, 04/04/13, Escritos do Rabash

“Essas Ervas Amargas”

Dr. Michael LaitmanRabash, “O que é ‘Se Engolirem as Ervas Amargas e Não Saírem’ no Trabalho?”: E isso é como o que dizemos (na Hagadá de Pessach): Essas ervas amargas (Maror) que comemos, para que servem? É porque os egípcios amarguraram (Êxodo 1:14): “E amarguraram suas vidas com trabalho duro”.

O trabalho árduo (servidão) consistia no desejo do povo de Israel de abandonar o domínio dos egípcios, isto é, o amor-próprio. Mas quando superaram isso para fazer algo em prol da doação, imediatamente os pensamentos dos egípcios lhes vieram; eles perguntaram ao filho perverso (Êxodo 12:26): “O que é esse serviço para você?”, ou seja, trabalhar para o benefício do Criador. E cada vez que superavam isso, imediatamente as perguntas dos egípcios vinham, e isso é o que se chama de trabalho árduo.

Tudo isso visa direcionar a pessoa para a conexão. Nosso problema essencial é que cada um de nós tenta resolver seus problemas sozinho e, portanto, não conseguimos. E a solução simples e fácil é resolver os problemas juntos.

Precisamos entender que todo o trabalho está conectado e que todas as dificuldades são impostas a ele. Se enxergarmos as coisas como um grupo, não restará nenhuma dificuldade, tudo correrá bem.

A solução está precisamente em não enxergar a dificuldade diretamente, mas em compreender que ela nos direciona para a conexão. Se ansiamos por conexão, o problema é removido e desaparece imediatamente. Toda vez que surgem dificuldades, é porque a conexão entre nós está incorreta.

Da 3a parte da Lição Diária de Cabalá, 16/04/14, Escritos do Rabash

Para Onde A História Está Nos Levando?

944Pergunta: O êxodo do Egito é a última fronteira material do mundo egoísta. Além dela, existe uma linha condicional que, após ser cruzada, a pessoa começa a sentir o amor e a dádiva do Criador.

Que transformação é essa que estamos vivendo?

Resposta: Esta é a última correção, que é chamada de correção final (Gmar Tikkun).

Aconteceu quando um grupo de Cabalistas liderados por Moisés saiu do Egito, uniu-se ao Criador, recebeu a Torá no Monte Sinai e, assim, alcançou sua correção final.

Em outras palavras, tudo isso já aconteceu. Hoje, em hipótese alguma, precisamos ir ao Monte Sinai e escalá-lo. A única coisa que precisamos fazer é estar interna e espiritualmente prontos para a unidade no movimento de coração a coração.

Então, sentiremos o estado chamado de uma nação em um só coração. É para lá que a história nos conduz. Tudo o que acontece no mundo é necessário apenas para que o completemos. Vivemos na época mais feliz.

Da Lição Diária de Cabalá de 21/04/24, Escritos do Rabash “Quando o Faraó Enviou o Povo”

A Guerra Contra O Egoísmo

507.03Pergunta: Na guerra contra o egoísmo, há situações em que minha força me é tirada. Eu dou mais força, mas ainda mais força é tirada de mim. Onde posso encontrar força?

Resposta: De fato, você está deitado aí e não pode fazer nada. Somente amigos podem vir em seu auxílio, levantá-lo e reanimá-lo.

Eles podem sentir você porque você interage com eles de alguma forma. Isso significa que eles estão conectados a você ao receber alguns sinais do Criador através de você.

Da Lição Diária de Cabalá de 24/04/24, Escritos do Rabash, “A Conexão entre Pessach, Matsá e Maror

Palestras Sobre Os Degraus Da Escada, Parte 105


Palestras sobre os Degraus da Escada, Parte 105

Podemos escapar do esforço e da luta?

Para aqueles que trilham o caminho da correção, não há para onde escapar. Eles já entraram no caminho dos justos . Está escrito que os justos não têm descanso, nem neste mundo nem no outro, até que alcancem o fim da correção.

De uma palestra sobre o artigo “Toda a Torá é um só Nome Sagrado”, 05/06/02