Textos na Categoria 'Trabalho Interno'

A Lição Diária Para O Dia Inteiro

Dr. Michael LaitmanNós temos que entender que o nosso estudo diário não é para adquirir conhecimento, mas para o desenvolvimento. Cada aula que você assistiu, seja hoje, ontem ou anteontem, são fases do seu desenvolvimento.

Este não é um estudo de algum artigo ou parte do Talmud Eser Sefirot. Ao estudar este material, você compreende quais os níveis que você deve desenvolver. Portanto, mais tarde, ao longo do dia, é muito importante manter-se dentro daquilo que você estudou na lição.

Você tem que passar o dia inteiro girando em torno das horas que nos encontramos na lição. É necessário trabalhar na lição e processá-la, tentando não perdê-la, e ler meu blog. Você tem que processar este material, o máximo possível. Ao fazê-lo nós já nós unimos em nossos pensamentos e nos encontramos em uma fase de desenvolvimento comum e especifica. Isso é muito importante, pois através dela nós já produzimos um pensamento comum.

Eu percebia que mesmo o Rabash fazia isso: no decorrer do dia ele voltava ao material que nós tínhamos estudado no período da manhã. Ele também falava sobre isso usando as mesmas palavras, recordando o artigo que havíamos lido. Isso é bom, pois significa que a pessoa o vive, transferindo-o da sua cabeça para o seu coração.

Diariamente, o Rabash e eu saíamos para um passeio, e se eu chegasse um pouco mais cedo eu o encontraria sentado, lendo ou escrevendo algo que foi tratado na lição matinal. Depois, quando andávamos de carro, nós só conversávamos sobre o artigo ou parte do Talmud Eser Sefirot que estudamos na lição.

Se ele tivesse que ir a uma consulta médica, ele levava  artigos ou um volume de Talmud Eser Sefirot consigo, e enquanto estava sentado na sala de espera nós conversávamos sobre ele e estudávamos. Normalmente, era o mesmo material que tínhamos acabado de estudar pela manhã.

Da  lição do Talmud Eser Sefirot em 7/01/2011 Ouvir

“Se o Burro Caiu…”

Pergunta: O que devemos fazer se uma pessoa deixa o grupo? Devemos tentar traze-la de volta?

Resposta: Se a pessoa decidiu que ele não quer vir para o grupo, devemos respeitar sua decisão, pois não há coerção na espiritualidade. Este é o primeiro.

Em segundo lugar, mesmo se uma pessoa diz que não deseja continuar seus estudos, amanhã tudo pode mudar. Então, devemos ter uma abordagem flexível para isso. Se o grupo tentou trazê-la várias vezes (geralmente duas vezes), mas ela ainda não voltou, eae deve ser deixado sozinho. Nós não somos autorizados a nos aproximar mos mais.

Em Gemarah existe uma lei. Se uma pessoa está andando em um campo e vê que seu burro  caiu sob a pressão da carga, ela deve ajudá-lo a tirar o burro e colocar o carga sobre ele. Se isso acontecer pela segunda vez, ela deve fazer o mesmo: levantar o burro e colocar a bagagem sobre ele. Se após as duas primeiras vezes o burro caiu novamente, a ajuda não pode ser oferecida novamente porque o animal é incapaz de transportar a carga.

Um burro (“Hamor”, em hebraico) simboliza a matéria (“Homer”) das quais são compostas. E sua bagagem é a carga que a matéria  é capaz de sustentar. E se o seu amigo “caiu” depois de ter tentado trazê-la de volta duas vezes, deixe o sozinho. É sua decisão!
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Da Palestra Introdutória do Norte de Tel Aviv,  de 19/12/2010

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Uma Variável Na Realidade Constante

Falando da atitude do Criador para conosco, usamos o nosso léxico e dizemos que Ele é “misericordioso”, “irritado”, e assim por diante. Naturalmente , tudo isso só existe em relação a nós.

Nós não merecemos quaisquer transformações pela parte do Criador. Mas, na medida em que nós mesmos mudamos em relação à imutável e sempre constante lei do “Bem que faz o Bem”, merecemos uma reação recíproca.

Eu seria capaz de prever qual será a reação se eu fosse familiarizado com todos os parâmetros interiores da minha alma, com todo o sistema e suas condições. Obviamente, é um desafio saber tudo. Como isso pertence a nós, o Criador, porém, não muda. A força que preenche toda a natureza e sustenta a criação de toda a existência sempre nos trata com amor absoluto, como o “Bem que faz o Bem”, por sua vez, não há qualquer alteração e mudança.
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Por Que Precisamos dos Resíduos No trabalho?

Pergunta: Como uma pessoa pode seguir o conselho de “ser feliz” se ela sente “o gosto dos resíduos” em seu trabalho espiritual?

Resposta:
Esta é uma fase em que ainda não compreendemos a importância dos resíduos. No entanto, nada pode crescer sem resíduos, estrume, fertilizantes? Não há nada inútil no mundo, tudo depende apenas de sua atitude. Temos que passar por todos os estados e sentir cada um deles. Nesses estados, a morte parece mais doce que a vida, mas você não é capaz de evitá-los porque você tem que entender o que é a “vontade de desfrutar.”

Estou falando francamente, sem exagerar: A menos que você experimente isso, você não será capaz de sair do poder da vontade de desfrutar, embora esse também não ajude muito. Essa é a revelação do “anjo da morte.” Sem grupo, o apoio, sem uma rotina diária rigorosa, e sem ter obrigações, é impossível lidar com esse sentimento.

A melhor coisa que você pode fazer por si mesmo é assumir obrigações que o levem a realizar uma determinada tarefa hoje. Ela tem que exercer pressão sobre você como um jugo sobre um touro. Não há nada pior do que se sentir livre. Apesar do fato de você não ver, sentir, entender ou lembrar de nada, você começa a trabalhar porque você tem que e, gradualmente, você sai do estado de descida e continua seu caminho.

Somos controlados por duas forças, e a única oportunidade que nos é dada é a mudança da regra de uma força para a influência da outra. Além da regra de duas forças, existe um estado intermediário, no qual vocè poderá escolher qual a sua influência. Você tem que tentar controlar essas duas forças no estado intermediário, a linha média, como se essas fossem duas rédeas que você tem em suas mãos.

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O Mundo Todo é Meu

Hoje, temos que admitir que todos nós: a humanidade, o inanimado, animado, a natureza vegetativa, e o Criador são partes de um único sistema. Quanto mais nós correspondermos com esse sistema, melhor será a nossa condição. Se, no entanto, não estivermos de acordo ou não pudermos nos harmonizar com isso na medida em que correspondermos ao nível do nosso desenvolvimento, vamos sofrer, inclusive, sentir a nossa morte.

Na verdade, nós existimos em um sistema integral que se revela a nós cada vez mais. O sistema por si só é constante, no entanto, uma vez que o nosso egoísmo está em evolução, percebemos suas formas ocultas anteriores. Nós pensamos que é a natureza que muda, enquanto nós é que a mudamos. É como se estivéssemos olhando pela janela do trem: não é a plataforma que está movendo, mas sim o trem que está se movendo.

Até recentemente, temos evoluído em todos os níveis do inanimado, vegetativo e e natureza animada, e não sentimos a nossa oposição a natureza. Estes foram os meus desejos interiores que têm se desenvolvido ( Shoresh, Neshamahe Guf), e tudo estava destinado a satisfazer as minhas necessidades egoístas.
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Quando o Coração e a Mente Se Unem Como Um

Uma noção suprema diz que o Criador é Um, Único, e Unificado.  Único, singular, uma força superior que criou toda a criação: Existiu antes da criação ter  existido, existe junto com ela, e continuará a existir mesmo depois que a criação não existir mais, ou seja, essa força existe em todos os estados.

Podemos discutir isso de acordo com vários pontos de vista, o que só demonstra a nossa falta de perfeição, portanto, podemos defini-Lo como Um, Único, e  Unificado, mas várias definições da Força Superior, o Criador, só existe em relação a nós.

  • Um já que não existe  qualquer outra força que poderia governar o universo, como esta escrito:  “Não há ninguém além Dele”.
  • Unico o que significa que Ele está unido em todos os Seus atos e não tem outra intenção.
  • Unificado significa que, mesmo que suas ações pareçam irrelevantes e, às vezes, contraditórias, é apenas porque todos nós existimos em diferentes estados que são opostos a Ele. Assim, cada um de nós têm percepções diferentes, como está escrito: Todo mundo julga de acordo com suas próprias falhas “. Mas como nós continuamos a nos corrigir, todos esses estados cardinais e diferentes atributos, eventualmente, ganham noção.

“Único”significa perfeição. Se houver dois, eles são um pouco diferentes, e não têm as qualidades do outro, juntos, eles se completam. E se houvesse um milhão, em vez de dois, então cada um deles é muito menos completo; ele ou ela tem apenas uma parte da milionésimo perfeição e carece de outras 999.999 patres.

Se dissermos que existe apenas um, isso significa que tudo está Nele. Mas eu não acho que Ele tem tudo, porque eu sou oposto a Ele, e isso significa que o problema está em mim e não Nele.

Se Ele é um, e tudo está Nele, então não importa como eu vejo Ele: como bom ou mau, claro ou escuro, frio ou quente. Eu tenho que entender que esses atributos não são opostos a Ele. Ele não é nem bom nem mau; noções opostas existem apenas na minha percepção.

Se eu digo que o Criador é sempre bom, não constitui a definição de “Único”. “Único” significa que nem bem nem mal existe Nele. Eu sou aquele que julga Suas manifestações em relação a mim. Enquanto isso, Ele é único, algo totalmente abstrato, além daquilo que é ainda chamado de bom.

Uma pessoa é inspirada pelo conceito de “Único”, a sua pureza perfeita e sensação de realização. Neste “Único”, o coração e a mente se unem como um.

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Da 4a. parte da Lição Diária de Cabala  de 13/11/2011, ,”A sabedoria da Cabala e Filosofia”

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Por Todos Os Labirintos Até A Luz Do Amor

Dr. Michael LaitmanPergunta: No mundo físico, eu tenho que ver e desenhar uma linha entre dois pontos para conectá-los. Como eu posso conectar duas almas com a ajuda do texto do Zohar?

Resposta: Eu não sei o que a minha alma é, e sei muito menos sobre o que as outras almas são. Além disso, eu nunca saberei isso. Eu só preciso desenvolver a atitude correta em relação a elas, chamada de “doação”, e pronto.

Eu não tenho consciência de quem eu sou, nem sei quem o meu amigo é. Tudo que eu preciso fazer é amá-lo, e isso é suficiente. Isso significa que eu alcanço a força do Criador, que age entre nós. A minha atitude aberta em relação a outra pessoa, a minha capacidade de amá-la é a força do Criador, a força da doação. Ele é o Criador pois Ele é onipotente, e eu me torno parte Dele.

Nós não sabemos quem é quem agora; isso será revelado mais tarde. Tudo que eu preciso fazer é aceitar as condições à medida que elas vão se revelando. Mas toda a minha atenção deve ir para a conexão, sem contemplar quem eu sou, pois agora eu sou aquele que deve se esforçar em amar os outros.

No entanto, conforme o meu esforço em alcançar o amor e a doação, é que eu conhecerei ainda mais o meu amigo e eu mesmo. Eu só consigo atingir isso se eu amarro ele e eu juntos com amor; assim, nossas almas serão reveladas. Isso só acontecerá sob esta condição.

Portanto, eu deveria me concentrar na atitude correta para com os outros, no ponto onde eu posso exercer o meu esforço, meu desejo, para que ele seja revelado. Mas como eu posso criar e alcançar esse desejo? De onde ele vem? Ele vem do grupo, o lugar onde eu influencio meus amigos e eles me influenciam. Eu tenho que sentir a minha humildade, a fim de receber a importância da meta deles, e o Criador será revelado entre nós.

Assim, eu revelo este ponto cada vez mais, usando a força de uma grama, e todos os mundos se iluminam. Por que eu faço isso? Para alcançar este labirinto inteiro, para passar por ele, aprender todo o programa de criação, e alcançar a sabedoria inteira.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 12/01/11, “Introdução do Livro do Zohar”, Artigo “O Condutor de Burros”

Livre-se De Tudo Do Nível Animado

Pergunta: Revelar o mal interior dificulta que a pessoa adquira amor pelos outros?

Resposta: Mas, isso é exatamente o que você está revelando: o mal em relação ao amor e à unificação com os outros. Todo o outro mal pertence ao nível animado. Por exemplo: existem cães que mordem, e há os cães gentis e fofinhos que são animais de estimação. Animais também têm diferentes personalidades. Porém, não estamos nos referindo a um temperamento bom ou mau, mas ao jeito que a pessoa revela o mal verdadeiro quando ela começa a se unir com outras. A verdadeira inclinação ao mal se revela precisamente na rejeição da meta.

Eu me uno com outros para alcançar a meta, o Criador. Nós revelamos o mal somente quando aspiramos à meta. O mal não se revela sem a conexão com a meta. Eu posso ter um temperamento mau, eu posso ter falta de paciência e ser irritável; porém, isso não é chamado “mal” nem pertence à espiritualidade. Mas, quando eu tento alcançar o amor pelos amigos para adquirir o amor pelo Criador e eu descubro o quanto isso me causa desgosto, então o mal é o grau de ressentimento e rejeição. O mal é a aversão à união.

Filtre todas as propriedades humanas e saia do nível animado. Existem “cães”, “coelhos”, e “burros” sentados conosco. Deixe-os todos; não os leve em consideração. Os profetas escreveram em referência a isso: “Eu vim, e não havia homem”. Mal é somente associado com união e aspiração pelo Criador.

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Da 1ª parte da Lição Diaria de Cabala, 11/1/11, “O que é o Pão do Olho mau no trabalho”

O Que Precisamos Acrescentar À Criação?

Não há nada no universo. OCriador é imutável. Tudo foi feito e concluído imediatamente, e nada está faltando. Nesse caso, o que nós precisamos acrescentar à Criação? Como podemos adicionar a ela?Está  escrito na Torá que quando Deus criou o mundo, “Ele viu tudo que Ele havia feito, e era muito bom”. Ele não viu e soube antes? Ele confirmou que tudo saiu bem somente depois de completar a ação? Por que os sábios falam sobre isso usando essas palavras?
Há somente uma Força que opera no mundo: o Criador. Nós não discutimos o que existiu antes da criação do mundo porque nós percebemos a realidade do ponto de vista da criação. Nós nunca podemos perceber o que precede sua existência.
Nós agimos de acordo com os princípios de “Por Tuas ações, nós Te conhecemos”, e “a pessoa julga de acordo com suas próprias falhas”. Nós sempre vamos ao Criador (Boreh) das  nossas propriedades internas quando o revelamos, o que é chamado “vem e vê” (Bo-Reh).

Isso significa que isso não se refere a alguma Força sendo revelada, mas ao ser criado revelando essa Força dentro de si. Para esse propósito, à criatura, é preciso dar o sentimento e o entendimento do que ela representa, onde está, quem a pariu e criou, bem como outros detalhes de percepção que refletem seu status. Por essa razão, a criatura experimenta mudanças até que todo bem do Criador seja revelado. Todas essas mudanças vêm do final de uma ação, que está oculta no pensamento inicial. Desde o começo, o Criador deseja que a criatura se torne como Ele e exista no melhor estado possível.

O ponto inicial do Criador precisa se tornar o ponto final da criatura. Uma vez ambos estavam soldados como um, tudo começa a se desenvolver e se abre em relação à criatura.  Somente absoluta bondade vem do Criador. Todos os processos derivam do Seu amor absoluto. Ele já percebe a criatura no seu estado final; porém, todos os graus, forças, e alcances precisam se desenvolver um após o outro na própria criatura. Ela precisa experimentar diferentes estados contraditórios para aprender por si mesma e alcançar o Criador.  A criatura precisa adicionar seu “eu” ao ponto final de igualdade e união com o Criador, e esse “eu” precisa participar completamente no estado perfeito. Por isso está escrito que o estado final difere “620 vezes” do estado inicial. A criatura adiciona todo o seu desejo, entendimento, compreensão, sentimentos, e sensações a ele, e então se torna um justo parceiro semelhante ao Criador.

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Da 1ª Parte da Lição Diária de Cabala, 1/11/12, “O que é escrito e tu deve retornar aos teus corações”

Vivendo Como Uma Alma

Primeiro, nós temos que desenvolver um relacionamento descrito como “Não faça ao outro o que você mesmo odeia”, seguido por “Ama o próximo como a ti mesmo”. Nós somente precisamos determinar quem é o “outro” (o amigo), quem sou eu, e o que “fazer” significa. Isso tem a ver com as ações da pessoa em relação ao amigo, que tem que adquirir uma forma tangível nesse mundo em toda raça humana.
No final, tais relações irão se aclarar entre todos os humanos, o que pode ser chamado de mundo Infinito, e significarão a correção final (Gmar Tikkun). Aqui, nessa esfera chamada Terra, entre esses corpos animados, nós iremos estabelecer os relacionamentos que se chamarão nossa alma infinita.
Quando alcançarmos esse ponto, nós nos encontraremos em outro mundo. Não haverá mais a necessidade de experimentarmos toda essa materialidade, e ela irá desaparecer de nossa percepção. Mesmo agora, ela existe somente na nossa percepção, enquanto que toda essa realidade é apenas imaginária. Esse é o único propósito de nossa existência na terra. Este é o lugar onde tudo acontece.
Antes da queda do Templo quando as pessoas viviam em alcance espiritual, elas não viviam realmente em outra galáxia ou dimensão, viviam? É verdade, de qualquer forma, que internamente elas viviam em outra dimensão com uma atitude diferente. Porém, junto com isso, esse mundo, a natureza inanimada, vegetativa e animada ainda existia, e todos viviam uma vida normal. Elas criavam gado, administravam propriedades, davam à luz crianças, tinham empregos, e pagavam taxas.

Porém, o relacionamento entre elas era espiritual uma vez que todas viviam em doação mútua e a mantinham com o melhor de sua habilidade. Cada pessoa era importante no nível de sua habilidade de doação. O julgamento era feito baseado no mesmo princípio: do ponto de vista de quanto dano a pessoa trouxe para a sociedade e quão repentinamente seu desejo egoísta se expandiu.

Foi desse jeito que o povo de Israel, a quem Abraão conduziu para fora da Babilônia, viveu até a queda do Segundo Templo. Agora, no grupo, nós temos que atualizar o que a sabedoria da Cabalá nos ensina na prática, isto é, que nossas relações internas devem ser baseadas em amor e união para que possamos viver como “uma só alma”.
Isso não tem nada a ver com a proximidade externa. Nós não precisamos na verdade comer do mesmo prato, viver na mesma casa, e manter uma família coletiva. Isso é sobre relacionamentos internos.

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Da 4ª Parte da Lição Diária de Cabala, 12/1/11, “A qualidade da sabedoria oculta” – no geral”