Textos na Categoria 'Trabalho Interno'

O Método Da Ascensão

Dr. Michael LaitmanNós passamos por inúmeras vidas, permanecendo apenas no desejo egoísta. Dentro dele, vivemos e nos desenvolvemos. É a nossa realidade neste mundo. Essencialmente, é apenas o ponto no coração de cada um de nós que passa por encarnações, enquanto os órgãos pertencentes ao nível animal simplesmente nascem e morrem.

Finalmente, depois de muitas vidas, o ponto no coração começa a trabalhar. Afinal, o desejo material completou seu desenvolvimento e não tem mais nada a fazer, ele perdeu o interesse em tentar satisfazer-se e não vê pela frente um futuro emocionante. Tudo isso ajuda o ponto no coração a levar a pessoa à questão do propósito da vida, a uma existência mais elevada do que a viagem material, do nascimento à morte. Este é o início do processo espiritual.

Na natureza, existem duas forças: o desejo de receber e o desejo de doar. O mundo espiritual é o mundo da doação, enquanto que o mundo material é o mundo da recepção. Então, como nós revelamos o mundo da doação? Como podemos entrar nele?

O meu ponto no coração deve enfrentar o egoísmo que o impede. No entanto, a força superior que se expande a partir da rede integral de conexão mútua leva-me ao grupo, os estudos, e o professor. Agora, eu tenho que trabalhar com o ambiente, de modo que o meu desejo de doar possa elevar-se acima do desejo de receber. Tendo conseguido isso, eu ascenderei ao meu primeiro nível espiritual. Ele se baseia no egoísmo, mas sua essência está na doação.

As fases da ascensão são as seguintes: 1) O meu egoísmo é aumentado para coincidir com o ponto no coração, 2) Eu tenho que acreditar que, mesmo que estas forças sejam igualmente fortes, eu posso conciliá-las, por ter elevado o meu ponto no coração com a ajuda do grupo e ter escolhido o valor da doação sobre o da recepção, e 3) Isso é considerado como fé acima da razão.

Posteriormente, o processo se repete: eu recebo um egoísmo maior, que é confrontado com o ponto no coração, que também cresceu, ascendendo assim ao nível dois. Desta forma, nós subimos a escada dos níveis espirituais, passo a passo.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 07/01/11, Escritos do Rabash

Existe Uma Alternativa!

Pergunta: Hoje em dia existem muitos alunos novos na aula. Que conselho você daria a eles, de modo a mudar sua intenção egoísta para altruísta?

Resposta: No nosso mundo, nós estamos nos aproximando do momento da verdade: nós não temos mais nada para viver. Dia após dia, o mundo descobre que sua vida está vazia. Na realidade, porém, nós ainda não atingimos o momento decisivo, e as pessoas continuam a confundir-se e obscurecer a verdade, porque elas não têm nada que substitua a sua vida atual.

Nós temos que mostrar-lhes que existe uma alternativa, e que estamos passando por certo processo controlado pelo Alto. Nós temos que perceber isso. É um processo único e bondoso, um desenvolvimento notável, elevando-nos acima da vida corpórea, que está se aproximando da morte a cada segundo. Isto é o que devemos transmitir aos novatos.

Nós devemos nos elevar a uma nova percepção da realidade. Isso não significa que eu simplesmente substituo “a minha imagem”, que vejo de dentro do corpo. Não, eu não mudo o modo de ver externamente, mas saio para uma nova realidade, atravesso de um mundo para outro. Eu mudo a minha atitude na prática, dando-lhe um novo vetor: de dentro de mim para fora, para os outros, ou de dentro de mim para fora, para o Criador. De fato, “o outro” é um remédio, uma fase intermediária que me ajuda a me dirigir ao Criador.

Em geral, eu posso existir em meu pequeno desejo de receber prazer, perceber este mundo minúsculo e frágil. Por outro lado, eu posso me libertar dele e experimentar a vida eterna, a natureza perfeita, onde vivo sem restrições no mundo do Infinito. A sabedoria da Cabalá nos dá essa oportunidade.

Nas gerações anteriores, poucos foram capazes de experimentar essa revolução interna, a transição de um mundo para o outro. Mas hoje, todos cujo ponto no coração (ou o desejo espiritual) é revelado podem tentar realizá-la. Começando na nossa época, toda a raça humana passará gradualmente, passo a passo, por essa transição.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 07/01/11, Escritos do Rabash

Vôo De Balão Em Direção À Liberdade

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que é a Luz de Hassadim (Misericórdia) e como ela é produzida?

Resposta: Quando eu cultivo meu ponto no coração com a ajuda da Luz Circundante que Corrige, isso se torna o meu início de doação ao Criador. Eu adquiro essa capacidade. A Luz de Hassadim me libera do egoísmo, e eu o transcendo. É como se eu recebesse um balão que me levantasse do chão e eu pudesse voar!

A Luz de Hassadim é a Luz de Bina, a Luz da liberdade. Eu me liberto do meu desejo egoísta, como se saísse da escravidão egípcia, tornando-me livre do poder do meu ego. Eu elevo-me acima dele, e ele não é mais uma carga para mim. Já não estou amarrado a qualquer qualidade egoísta que me faz roubar, mentir, e acumular coisas; eu me desfaço de tudo e torno-me livre, como se estivesse observando o mundo inteiro e a mim mesmo de cima, voando no ar. Este é o tipo de liberdade concedida pela Luz de Hassadim.

A Luz de Hassadim expande-se melhor horizontalmente do que verticalmente, porque ela não depende do nível de desejo. É semelhante a um ” espírito generoso”: “Aqui estou, pronto para doar a todos, sem ser governado por meu desejo de receber. Pegue tudo que tenho, eu não me importo! Eu estou conectado com o Criador, estou unido a Ele e não sinto qualquer restrição do meu egoísmo; ele não tem mais poder sobre mim”.

Se a pessoa se liberta do egoísmo dessa forma, ao ascender à Luz de Hassadim, ela se liberta do anjo da morte, elevando-se acima dele.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 7/1/2011, “Explicação do Artigo, ‘Prefácio à Sabedoria da Cabalá’”.

Faça Você Mesmo Um Mundo Diferente

Em última análise, nós descrevemos uma imagem da realidade para nós mesmos quando a Luz entra em contato com o desejo de receber, da mesma forma como no nosso mundo a Luz projeta  um filme sobre uma tela. Contudo, ao contrário do cinema, a Luz Superior não descreve a imagem na tela externa, mas dentro de nós, criando assim uma imagem da realidade sobre a matéria, o desejo de receber prazer.

É por isso que vemos um mundo vivo e criaturas vivas “diante de nós” (é assim que percebemos o que sentimos dentro de nós), e não as imagens numa superfície plana. Imagine por um momento que você está desenhando um cachorrinho que está correndo em torno de você. Você está criando-o; ele não é uma imagem, mas uma criatura feita de carne, sangue e ossos, que tem uma mente e sentimentos, porque está dentro de sua matéria (desejo). Essencialmente, isso é tudo o que estamos fazendo, porque não existe nada, exceto desejo e Luz.

Se o seu desejo desperta, eleva-se e atinge pelo menos uma medida mínima de doação, ele cria novas imagens, novas criaturas, juntamente com a Luz. Você vê por si mesmo, como se estivesse de lado, como seus diversos desejos, que mudam em contato com a Luz, criam várias formas de vida. Você consegue imaginar em que realidade está vivendo? Diante de seus olhos, os mundos estão mudando, com todo seu conteúdo, os quais foram criados por você.

Certamente, você está plenamente consciente de que, anteriormente, você também existiu em um mundo criado em sua matéria.Então, surge uma pergunta: Eu estou criando estas formas, criando-as novamente, ou elas já existiam antes e só agora estão se revelando desta forma, ao longo do crescimento do meu desejo e subida na escada dos níveis espirituais?

Em cada nível espiritual, eu me deparo com novas formas, um novo mundo. Será que eu fiz esse novo mundo que estou descobrindo, ou ele existia antes de mim e agora eu só estou descobrindo-o? A resposta é que eu só o revelei. Mas para mim, eu estou realmente criando-o, uma vez que para mim, ele vive em meus desejos.

De Cabalá para Principiantes, “Percepção da Realidade” 20/10/10

Livrando-se Do “Anjo da Morte”

Quando estamos sendo “puxados pela manga” para nos familiarizarmos com o nosso egoísmo, devemos nos alegrar, pois assim adquirimos níveis espirituais. Quando uma pessoa perde a fé neste mundo, e está sobrecarregada com perguntas sobre o sentido da vida, essas questões derivam do ponto no coração. Então  é dada a oportunidade de construir níveis espirituais, os níveis de revelação do Criador até que a Luz inteira de NRNHY (Nefesh, Ruach, Neshamah, Haya, Yechida) seja revelada.

Além disso, mesmo o menor nível lhe dá uma sensação de eternidade, da vida além do corpo, independente da carne. Isto é descrito como: “Você verá o seu mundo nesta vida”. Nesses níveis, a pessoa sente que ela não reside no recebimento Kli (desejo), mas acima dele. Assim, ela experimenta a sua vida ligada ao Criador, ela sente que entrou na eternidade.

É por isso que a Torá é vista como meio de ascensão para a liberdade do “anjo da morte”. Abandonamos o desejo de desfrutar para a auto-gratificação, que  em essência, é o “anjo da morte”, chegando assim a autêntica vida eterna.
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Da 4a. da Lição Diária de Cabala de 7/1/2011, Escritos de Rabash

O Assunto Intangível da Liberdade

Pergunta: Quando eu vejo como a humanidade vive, não vejo qualquer tipo de livre-arbítrio. Alguém criou o final e as condições iniciais para nós, e nós continuamos a correr a partir deste ponto de partida para a linha de chegada. Onde está nossa liberdade, então?

Resposta:
Você está absolutamente correto. Nós não podemos escolher nem os estados de criação: um-dois-três (começo-mudança-final), nem as fases do nosso avanço de um estado para o estado três. Tudo já está predeterminado.

Eu nasci com características pré-definidas e devo atualizar o programa instalado em mim; eu sou corrompido e devo chegar a última correção (Gmar Tikkun). É claro até que ponto eu estou corrompido e o que vou sreparar. Além disso, todo o meu caminho para a correção tem sido escrito passo a passo.

Se eu me tornar ciente desse caminho, eu começo a entender como tudo está ligado estritamente, como se estivesse em um motor, onde cada peça se move após a outra em uma determinada seqüência . A “Torá” deriva da palavra hebraica “manual”(Oraa) o que significa que são dadas instruções precisas que não deixam espaço para qualquer nível de livre-arbítrio, exceto um! Você deseja alcançá-lo através do seu livre arbítrio, através da sua escolha pessoal, ou você prefere ser forçado a isso? Agora escolha se vai fazê-lo por exercer seu livre-arbítrio ou apanhando até fazê-lo de bom grado.

E essa escolha não implica em evitar o sofrimento. Quando você escolhe evoluir com a sua própria vontade, você percorre o caminho do desenvolvimento e realização, e você sente a grandeza da espiritualidade, sentindo-a como algo infinitamente exaltado.

O ponto que você tem dentro que deseja conhecer o mundo espiritual, tendo subido acima do seu material, o desejo egoísta, é chamado de “Sí Mesmo”. Você não pode evitar esta situação, mas cabe a você como entrar nela.
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Da 4 ª parte da  Lição Diária de Cabala de 07/01/2011, “A Liberdade”

Quebra-Cabeça de 613 Dimensões da Alma Integral

Onde está o nosso livre arbítrio, afinal? Não era minha vontade de vir a este mundo, nem eu escolhi a estrutura da minha vida: a família, país, e etnia. Eu sou feito dos genes dos meus pais que definem absolutamente todas as minhas qualidades. Fui criado pelo ambiente onde eu encontrei a mim mesmo: minha casa, o jardim de infância e escola, nenhum dos quais dependeu de mim. Nada em mim é meu!

Quando eu crescer, eu estarei completamente formado, um produto acabado, como uma torta do forno. Mas isso não é tudo! De fato, como a sabedoria da Cabala nos ensina, que estamos todos interligados como rodas dentadas, somos partes de uma alma integral, que foi quebrada em pedaços. É como se nós fossemos um “puzzle”, impresso como uma imagem inteira para depois ser cortado em pequenos fragmentos.

Então, a cada um de nós é atribuído um lugar no qual nos encaixamos com todas as nossas propriedades e atributos, 613 desejos, que fazem que nós dependamos de uma pessoa, a segunda e a terceira, para ligação com elas. Todos dependemos de todos para este enigma ser concluído. E não é apenas um quebra-cabeça tri-dimensional, uma vez que não se conectam por contornos simples: Cada um de nós tem “613” facetas pela qual é adjacente a todas. Imagine como um espaço de 613 dimensões.

Então o que é a liberdade que estamos falando se eu sou apenas um pedaço pequeno no quebra-cabeça totalmente forçados a corresponder a todos os outros em minhas propriedades? Assim, quando o livre arbítrio é discutido, não pertence a uma pessoa per si e sua escolha pessoal e independente. Esta é uma liberdade comum de todos e é determinada por todos nós juntos!

Mesmo que uma pessoa possa fazer algum movimento, ela tem que corresponder com todas as outras partes, todas as outras almas e suas propriedades. Se eu passar em algum sentido, o movimento deve ocorrer em todo o sistema. Agora precisamos saber: O que constitui o meu livre arbítrio afinal?
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Da 4a. parte da Lição Diária da Cabala de 1/7/2011, ,”A Liberdade”

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Mesmo Que Meus Olhos Não Possam Ver

Pergunta: O que é a Segula (um remédio milagroso ou força)?

Resposta: Segula é quando o resultado não é evocado pelas minhas ações diretas, mas acontece de forma indireta. Eu não sei exatamente como isso funciona, simplesmente me foi dito que isso é assim e com base nisso eu atuo.

Posso ver a ligação entre as minhas ações e os seus resultados como um fato porque eu conto na mente superior de outro. Em outras palavras, eu não trabalho com base no princípio: “O juiz só tem o que os olhos podem ver”. Pelo contrário, eu sigo o princípio: “Eles têm olhos mas não podem ver”. Eu só posso usar a mente (Rosh) de um superior, que me disse: “Faça isso desta forma. E quando o faço  “Segula” ocorre.

É uma lei já que a a natureza funciona apenas através de leis, mas esta lei não é totalmente diferenciada dos meus atributos, inteligência, no entanto, não é evidente para mim e é por isso que é chamado Segula no que diz respeito a mim. Me afeta, mas eu não sinto isso nos meus desejos egoístas, nem no que é revelado a mim. Por isso, é chamado de Segula, um milagre, um fenômeno natural sem explicação.

Testemunhamos tais fenômenos em nosso mundo. Suponha que uma pessoa que sugere a outra pessoa para fazer algo a fim de obter um resultado desejado. Mas este último se recusa pois não vê como uma coisa resulta da outra. Mas se, apesar de seu próprio desejo, ela seguir o primeiro conselho da pessoa, o que significa que ela havia compreendido que a outra pessoa poderia ver a causa e efeito, e as medidas necessárias para alcançar o resultado desejado, isso significaria que ela iria usar a menta da outra pessoa, ou a força milagrosa, Segula.
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Da Lição Diária de Cabala de 31/12/10,  Shamati # 4

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Mergulhando Nas Profundezas da Unidade

Pergunta: Como é que vamos conseguir “um apelo do fundo do coração”?

Resposta: A profundidade é quando no nosso estado atual, mergulharmos para estados mais internos e exaltados, onde a nossa interligação fica reforçada, até que “um só coração” é formado. Isto é o que o “fundo do coração” é, já que na espiritualidade, cada grau mais interior é o mais exaltado deles.

Se, no nosso trabalho, nós nos esforçamos para chegar ao “fundo do coração,” temos que encontrar a unidade lá. E não é apenas algum suplemento desejável, mas sim um Kli (recipiente), a nossa correção. Nada mais cabe a nós já que a realização, de acordo com a lei de equivalência de forma, vai se desdobrar no Kli na medida em que o Kli corresponder a isso.

Portanto, devemos pensar apenas sobre a unidade. Depende do comum acordo entre o grupo e permite um efeito positivo, mesmo que dure pouco tempo. Uma vez que o hábito se torna uma segunda natureza, vale a pena fazer um negócio que todo mundo vai pensar sobre a unidade durante um determinado período de tempo durante o dia.

Em nosso mundo, qualquer fenômeno eventualmente declina e expira porque a noção do tempo o afeta. Uma vez que ainda não atingiram um estado onde o tempo não nos influencia, é aconselhável fazer um esforço para manter um pensamento de unidade sem interrupção durante algumas horas por dia, na medida em que todo mundo vai sentir como tudo depende dele, já que todos os outros já estão conectados.

Como resultado, ele vai revelar novos fenômenos que será aproximar-se da Luz; perfeitamente possível. É muito provável que, enquanto nele, uma pessoa vá descobrir o ressentimento, a relutância e incapacidade de se relacionar. Ao mesmo tempo, uma pessoa pode sentir que com a ajuda de alguma força externa, ela é capaz de superar-se e unir-se, como se estivesse se elevando sobre a matéria. Se esta força vem à tona, ela vai sentir isso com certeza.

Dentro do corpo (o desejo de receber), ela não pode fazer nada. Mas desde que deseje desesperadamente se elevar e se unificar com os outros, ela sentirá que tem que haver uma certa força que pode ajudá-la. Passando através da cadeia de revelações e sensações, uma pessoa sente quando e o que tem que acontecer. Ela entende as causas dos acontecimentos e os descobre passo a passo.

Nossa natureza, Faraó, senta-se em nós não permitindo nos unir. A fim de superá-lo, precisamos da força, e nós temos que pedir por ela o tempo todo. Como resultado dessas revelações, vamos querer voltar para o Criador para construir uma conexão em nós. O primeiro nível da rede é chamado êxodo do Egito.

[32205],
De uma palestra “Questões sobre Unidade de 31/12/10”

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Como Se Tornar Um Herói

Pergunta: Quais foram os esforços finais que você fez antes do Criador lhe responder? O que você fez antes de passar o Machsom?

Resposta: A questão está incorreta porque isso acontece de forma inesperada. O que funciona é a soma de todos os diferentes esforços, alguns dos quais você nem suspeita que existam. Só mais tarde, quando você seleciona a  “acumulação coletiva”, você começa a entender que tudo o que você passou foi necessário para você alcançar o que você acabou atingindo.

No entanto, até que o resultado final de todos os esforços não for revelado, você não saberá o quanto é deixado. É por isso que é impossível dizer que algum esforço específico trouxe a conclusão.

Pergunta: O que foi especial sobre seus esforços?

Resposta: Eu acho que nada além de paciência, persistência e consistência (claro, no fundo das preocupações e tudo relacionado com elas). Baal HaSulam escreveu sobre isso no famoso exemplo do item 133 da “Introdução ao Talmud Eser Sefirot”: E só os heróis entre eles, cuja paciência resistiu, derrotaram os guardas e abriram o portão. E eles foram imediatamente recompensados: puderam ver o rosto do rei …
“Quem é o herói? É uma pessoa que tem paciência suficiente, que faz todo o possível para não desviar do caminho.

Da 1a parte da Lição de Diária de Cabala de 9/1/11, Escritos de Rabash

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