Textos na Categoria 'Nações do Mundo'

Um Povo Que Determina O Estado Da Humanidade

laitman_942Pergunta: O povo de Israel deve mostrar que a única coisa que torna a pessoa um Adão (homem) é a qualidade da unidade interna com os outros. Será que isso significa que tudo que é externo – que é chamado de civilização, tecnologia – deve perder o seu valor aos nossos olhos?

Resposta: Há uma coleção completa de leis encontradas na fundação da existência de nosso povo. Elas foram criadas por nosso pai, Abarão, há 3500 anos. Se começarmos a implementá-las, tudo vai ficar bem, e, se não, então, em primeiro lugar, será ruim para nós e, depois disso, para todo o mundo.

Num mundo onde há oito bilhões de pessoas, nós somos esse pequeno grupo que determina o estado de toda a humanidade, e a humanidade está gradualmente começando a entender e sentir isso inconscientemente.

Se a humanidade quer ou não, de qualquer forma, ela vai tentar resolver este problema, e o problema reside nisto: que, se nos comportarmos de forma incorreta e nos tornarmos a fonte de seu sofrimento, nós devemos ser destruídos.

O que nós faríamos no lugar de outra pessoa, se houvesse algo que causasse dor em nossos corações? Nós tentaríamos aniquilá-la!

Portanto, não há nada de antinatural nos Hitlers, Arafats e Ahmadinejads alcançarem domínio. Sem dúvida, eles vão continuar a aparecer uma e outra vez, enquanto nós nos comportarmos assim!

Pergunta: Isso significa que devemos sofrer?

Resposta: Nós devemos sofrer porque não atingimos a unidade, e, desta forma, estamos fazendo com que todo o mundo sofra. Além disso, através do nosso comportamento, podemos despertar e evocar sofrimentos num nível superior.

Pergunta: Portanto, de que forma o antissemitismo nos ajuda se ele não nos leva à unidade real?

Resposta: Ele nos leva à unidade. Sob a sua pressão, sem escolha, nós começamos a nos aproximar. No entanto, essa é apenas uma unidade preliminar, obrigatória para suavizar a pressão de cima, ao passo que nós precisamos alcançar tal compreensão do processo quando voluntariamente começamos a nos aproximar!

Isto é imperativo para nós para o nosso próprio bem, porque caso contrário não somos um povo. Nós precisamos começar a nos unir, porque com isso, trazemos bem ao mundo, inclusive unidade. Nós nos tornamos uma Luz para as nações.

De KabTV “A Última Geração” 14/06/15

Progresso Tecnológico E Regressão Moral

Laitman_004Hoje, mais uma vez, o mundo enfrenta o mesmo problema que existia na antiga Babilônia: a humanidade está num beco sem saída, no limiar de uma guerra mundial, a humanidade está novamente afundada na barbárie.

É interessante que nos últimos 30 a 40 anos o desenvolvimento científico, tecnológico e cultural, de tudo o que distingue um ser humano de um animal, entrou numa nova fase.

A tecnologia moderna dá à pessoa menos educada tudo que ela precisa: televisores, computadores e telefones celulares. Dentro, ela continua a ser um bárbaro, e, ao mesmo tempo, usa esses desenvolvimentos da humanidade que ultrapassam seu estado interno por centenas de anos.  Acontece que as pessoas regrediram.

Se 30 a 50 anos atrás, uma pessoa estava interessada em pinturas, livros e música, e tinha que absorver pelo menos uma parte do que a humanidade fez e alcançou antes dela, hoje, isso não é assim. Tudo foi substituído com o envio de mensagens de texto. O que as pessoas escrevem entre si? Para que?

No meu tempo, as crianças de uma aldeia queriam ser inteligentes, modernas. Elas tinham vergonha de sua ignorância, ao passo que hoje isso não é assim. Disso resulta que, especificamente, graças à tecnologia – graças a ter tudo e não precisar obter nada, sem precisar elevar-se a qualquer nível – a humanidade está retornando à barbárie.

Hoje, nós estamos passando por um determinado estado chamado de “reconhecimento do mal”. Quem somos nós? A humanidade deve reconhecer a sua barbárie, que está levando as pessoas diretamente à aniquilação. Em paralelo a isso, o povo de Israel deve desenvolver o próximo estado da humanidade: a conexão mútua, a união, tornando-se um exemplo para todos os outros.

Pergunta: Então, de que forma deve-se culpar os Judeus?

Resposta: Nós deveríamos ter começado nosso trabalho desde o período que a humanidade começou a deixar a Idade Média, desde a época do ARI, no final do século XVI.

Foi precisamente nessa época que começou o avanço tecnológico, que deveria ter sido acompanhado do desenvolvimento moral, de modo que a pessoa saberia por que isso caiu em suas mãos; em vez disso, a pessoa se tornou um bárbaro com um iPhone.

Pergunta: Para onde devem os Judeus devem levar essa massa bárbara? À unidade, ao amor?

Resposta: Hoje, nós Judeus não somos menos bárbaros do que todo o resto. Então, em primeiro lugar, precisamos chegar à unidade. Nós estamos numa grande descida em relação ao nível que devemos cumprir.

Pergunta: Mas, em todas as épocas, os Judeus aspiraram por um mundo melhor: eles inventaram o socialismo, a ideia de igualdade.

Resposta: Eles não inventaram nada. A ideia de igualdade tem estado latente neles desde o início. Este processo começou há 3.500 anos, por volta da época em que Abraão reuniu pessoas que queriam saber o sentido da vida, “Nós não seremos escravos de nosso ego. Vamos nos levantar contra ele, cada um dentro de si mesmo e todos nós juntos”.

Uma vez que isso está na base do nosso desenvolvimento, nós não fizemos nada único.

Pergunta: Então, como a humanidade pode permanecer bárbara se uma ideia como essa está latente nela?

Resposta: Em relação ao mesmo nível em que existimos há 2.000 anos, desde Abraão até a destruição do Segundo Templo, hoje nós somos bárbaros. Nós não nos devoramos no sentido literal; fazemos isso através de nossos desejos e intenções.

Nós não compreendemos que tudo o que está acontecendo no mundo depende de nós, e nós podemos corrigir isso mostrando-nos como exemplo de uma existência completamente diferente.

De KabTV “A Última Geração” 14/06/15

Antissemitismo: Uma Estranha Contradição

laitman_224Pergunta: Quando falamos de antissemitismo, é necessário salientar um fenômeno interessante: esses mesmos antissemitas que odeiam ferozmente os Judeus, ao mesmo tempo os amam.

Por exemplo, Voltaire escreveu sobre os Judeus: “Eles são o mais rude de todos os povos, o mais odiado de todos os nossos vizinhos. Todos eles nascem com intenso fanatismo nos corações. Eu não ficaria surpreso se essas pessoas um dia se tornassem um verdadeiro desastre para toda a humanidade”.

Junto com isso, o mesmo Voltaire confessou seu amor pelo povo judeu: “Eu os amo tanto que gostaria que eles estivessem em Jerusalém, em vez dos Turcos que faliram e destruíram completamente seu país. Trabalhem a terra miserável como vocês nunca trabalharam antes, levantem a terra aos picos expostos de suas montanhas demolidas…”.

Da mesma forma, Tolstoi e Tchekhov falaram contraditoriamente sobre os Judeus, como fizeram outros escritores e pensadores. É dito que há apenas um passo do amor ao ódio, e nós sequer demos esse passo, porque o amor e o ódio estão entrelaçados de tal forma.

Resposta: Estes são dois lados de uma mesma pessoa. E ambos os lados, ódio e respeito especial, que são completa e mutuamente dependentes, são vistos por todas as pessoas esclarecidas e atenciosas para com os Judeus.

Pergunta: Na verdade, durante o curso da história, todas as medidas contra os Judeus foram tomadas como que para protegê-los, “Nós os amamos. Queremos garantir a sua segurança, por isso não portamos armas, não nos envolvemos em determinadas profissões, e vivemos no gueto”. Também hoje, o movimento de boicote contra Israel é acompanhado por declarações de amor, e ao mesmo tempo nos pressionam.

Resposta: Eu, pessoalmente, saúdo esse tipo de amor, já que vejo nisso uma revelação especial da Providência superior que quer que os Judeus implementem sua missão universal pelo mundo e façam tudo o que precisam fazer. O antissemitismo é muito útil para os sionistas. Se não houvesse o antissemitismo na Rússia, não haveria sionistas, e a mesma coisa vale para o resto das nações.

Além disso, na Torá está escrito que sem o ódio das nações do mundo em relação a Israel, os Judeus teriam deixado de ser uma nação muito tempo atrás. Assim, esse ódio é precisamente necessário, como nas relações dos pais para com seus filhos amados. Há misericórdia e há julgamento, o que significa duas mãos, esquerda e direita. A mão esquerda às vezes pune, e direita acaricia e abraça.

Pergunta: Onde no homem surge o ódio em relação aos Judeus e por que é tão difícil ele controlá-lo?

Resposta: Onde há a revelação do amor para com a nação judaica, em relação à sua visão de mundo ou religião, saiba que, pouco depois, virá o ódio. Por outro lado, se você ver o ódio entre as nações do mundo, logo ele vai mudar para melhor, para expressões de amor.

Isto se manifesta não apenas entre povos e nações, mas também entre muitas nações e os Judeus. Por exemplo, após a Segunda Guerra Mundial, depois do Holocausto, uma atitude diferente para com os Judeus apareceu: “Nós temos que dar aos Judeus um lugar para morar, uma nação, para se certificar de que eles estão no comando”. Isto é absolutamente a clara providência superior que não depende de povos ou nações. Isto tem sido observado de forma precisa durante todo o curso da história humana.

Não há nada psicológico nisso. É simplesmente a providência superior geral, supra-humana, que está acima do nosso mundo e está levando-o a subir acima de si mesmo para o próximo nível, par o mundo espiritual de forças.

Não é o mundo material, mas o mundo de forças. São os Judeus que precisam especificar este caminho, pois é somente com eles que há a experiência inicial de se unir, sob a instrução de Abraão, e ascendendo a este nível. Assim, eles são chamados de uma nação especial com uma qualidade única que não está conectada ao resto das setenta nações do mundo.

De KabTV “A Última Geração” 14/06/15

Sobre Os Ombros Dos Grandes Cabalistas

laitman_940Pergunta: Resta alguma coisa do grande trabalho dos Cabalistas ao longo da história?

Resposta: Claro! Nós estamos sobre os seus ombros e, portanto, parecemos ser tão fortes e inteligentes. Mas não temos nada que seja nosso! Tudo o que temos recebido é dos Cabalistas do passado, e agora podemos acrescentar às fundações que eles estabeleceram.

Isto será feito de duas maneiras: em primeiro lugar, deve haver uma ampla difusão do método da unidade entre as pessoas que vivem em Israel e entre os judeus de todo o mundo.

Por outro lado, a pressão externa proveniente da Europa, América, Rússia e todos os outros países, sob a forma de diferentes boicotes, irá aumentar.

No final, a pressão externa e a disseminação interna explicando por que isso está acontecendo e como podemos mudar as coisas, influenciarão as pessoas e elas vão entender que a única maneira de realizar qualquer coisa é corrigindo a nós mesmos.

A única maneira que podemos nos proteger é através do desenvolvimento de nós mesmos e levando os atributos de conexão, amor e doação ao mundo. Nós temos que descobrir tudo em nós mesmos e entre nós, e, assim, ondas de unidade e amor vão se espalhar de nós a todas as nações do mundo.

De KabTV “A Última Geração” 14/06/15

Sobre O Que A Torá Fala?

laitman_527_05Pergunta: Será que os eventos descritos na Torá realmente ocorrem nesse mundo? Em um de seus programas, você disse que nós temos que passar por toda a história da Torá dentro de nós mesmos.

Resposta: Claro, todas as palavras da Torá ocorreram neste mundo, porque cada raiz espiritual superior deve se desenvolver e finalmente tocar seu ramo material.

É por isso que nós passamos por todo o processo neste mundo: Adam HaRishon e todas as futuras gerações até Abraão, e mais adiante através de nossos antepassados ​​Isaac e Jacó, os filhos de Jacó, depois baixar até o Egito, Moisés, Aarão, diante do Monte Sinai, a entrada para a terra de Israel, a conquista da terra de Israel, a destruição do Primeiro e do Segundo Templos, etc.

Qualquer coisa que passamos neste mundo é apenas um dos lados da imagem. A coisa mais importante é o nosso estado atual e quais eventos descritos na Torá ainda temos que percorrer.

A Torá não se trata de eventos históricos; ao contrário, trata-se do que devemos corrigir depois do pecado de Adão HaRishon. Como resultado da nossa correção, vamos alcançar o mundo espiritual que é eterno e infinito; é aqui e agora, assim que concordamos em passar pelo processo de correção, como está escrito: “Você deverá ver o seu mundo durante a sua vida”.

Do Programa da Rádio Israelense 103FM, 21/06/15

Israel: Esperança De Renascimento

laitman_746_03Comentário: O grande Cabalista Baal HaSulam falou sobre o retorno dos judeus à terra de Israel corpórea como o renascimento da nação e uma oportunidade de cumprir seu objetivo.

Resposta: A questão é que o povo que voltou a esta terra deve se organizar e unir na forma da nação de Israel. Não é apenas um conjunto de pessoas que tem vivido aqui por 70 anos após o estabelecimento do país ou por 130 anos desde a primeira onda de colonos, a primeira Aliyah. Nós devemos primeiro compreender a base em que um novo Estado e uma nova nação podem crescer para que realmente possam ser chamados de nação de Israel, o que significa, que está focada direto no Criador, no atributo de amor e doação. Esta não é a situação no momento.

Herzl também sonhava com a reunião de todos os judeus aqui, o que era fisicamente certo, mas para o que a nação não estava pronta ideologicamente. O Estado foi fundado em princípios e disputas socialistas que não podiam levar a nada de positivo.

Comentário: Baal HaSulam esperava que houvesse alguma revolução e que o Criador, que significa a lei do amor e o atributo em que vivemos, nos trouxesse a essa terra e nos comprimisse num todo.

Resposta: Na década de XX do século passado, Baal HaSulam pensou que podia trazer 3,5 milhões de judeus para cá, principalmente da Polônia. Essa poderia ter sido uma grande ascensão para o Estado antes dele ser estabelecido. Além disso, ele esperava que poder criá-los ideologicamente e que, embora todos fossem de aldeias judaicas, ele seria capaz de dizer-lhes no que se resume a sua missão. Ele sonhava ter um pequeno círculo de dez alunos e que eles iriam trabalhar em conjunto e estudar, e que as relações mútuas entre eles fariam ondas de verdadeira unidade. Mas isso não foi realizado.

A esperança era que a nação que se reuniu em Israel se tornasse um todo unificado no tempo, mas, na verdade, acabou sendo o contrário: ela se dispersa e se desintegrou. Ainda hoje a estratificação social continua, bem como a oposição de uma parte para com a outra. Isso vai continuar até que as coisas explodam e sejamos jogados para todos os cantos da terra. A Torá diz que se não formos compatíveis com essa terra, ela vai nos mastigar e vomitar para fora. Se formos compatíveis com ela, será uma terra que mana leite e mel para nós. Infelizmente, por enquanto nós estamos nos aproximando do estado em que nos encontraremos no lado de fora.

Pergunta: Então, o que podemos fazer se mesmo o maior Cabalista do século XX não conseguiu fazê-lo?

Resposta: Baal HaSulam não teve sucesso porque as pessoas não o ouviram. Ele não tem culpa, e nem os outros; nós simplesmente temos que trabalhar mais. Hoje nós temos muitas mais oportunidades e tentamos fazer o que depende de nós, a fim de estabelecer um exemplo de conexão e unidade para o mundo. Isso não é fácil, mas nós estamos tentando e vamos esperar que finalmente consigamos.

De KabTV “A Última Geração” 14/06/15

As Premonições Dos Grandes Antissemitas

laitman_281_02Pergunta: O período depois da Segunda Guerra Mundial foi um período de paz e calma temporária para o povo judeu, e a humanidade concordou em dar-lhes a terra de Israel. Isso aconteceu por causa das aflições que os judeus tinham sofrido ou porque o mundo tinha a sensação de que o seu regresso à sua terra lançaria as bases para a unidade do povo judeu e que a humanidade se beneficiaria disso?

Resposta: Eu não posso dizer que a humanidade compreenda o estado em que se encontra com relação aos judeus, ao seu país e à sua missão; contudo, desde os tempos antigos até aos nossos dias e, especialmente no século XX, houve muitos filósofos que sentiram isso. Havia muito poucos filósofos antissemitas entre eles que realmente não entendiam por que sentiam tanto ódio em relação aos judeus.

O famoso industrial Henry Ford, um antissemita ferrenho, disse que: “a nação judaica é obrigada a cumprir as velhas profecias de acordo com a qual o povo judeu e todas as nações do mundo serão abençoados por elas, e eles devem começar a trabalhar para conseguir isso. Se o povo judeu reconhecesse que a sua missão, o seu papel global, não pode ser cumprido pelo bezerro de ouro, a sua cidadania global no que diz respeito à humanidade e seu isolamento nacional em curso com relação a si mesmo viria a ser um fator forte e frutífero em unir a humanidade, que tanto se incomoda com a conduta dos judeus”.

Não há um grande cientista que não tenha apontado ou tentado compreender o papel do povo judeu em certa medida, uma vez que eles possuem a pedra angular da evolução humana com que o mundo tem que começar a subida, para não continuar seu caminho no plano, mas ascender. Isso foi defendido por todas as grandes mentes, mas, curiosamente, na medida em que cada um se expressa de forma antissemita, ele também se expressa em favor da nação semita. Isso funcionou para eles muito bem, uma vez que perceberam que há um momento crucial aqui, quando os judeus começam a cumprir a sua missão de unidade e dão a todos oportunidade, força e um exemplo a seguir.

De KabTV “A Última Geração” 14/06/15

O Ponto Focal Da Unidade

Dr. Michael LaitmanPergunta: Quando eu passo pelas ruas de Tel Aviv ou Jerusalém, eu olho em volta e penso: como é possível se unir? Como?

Resposta: A ideia é que você está avaliando tudo de acordo com as suas forças e entende que isso é impossível. Mas nós não temos essas forças para começar, então não há nenhuma razão para procura-las dentro de nós. Nós devemos entender que essas forças se encontram no fundo de nossa natureza. Nós só precisamos começar com a unidade e imediatamente vamos sentir como elas despertam dentro de nós, tornando-nos próximos, e nós nos tornamos como um homem com um coração.

A mesma coisa acontece em paralelo com o resto das pessoas. Todos nós existimos num único campo, e os judeus dentro dele como fonte de unidade; de lá se espalham ondas para toda a humanidade. Na medida em que nos unimos, a humanidade de repente começará a se acalmar, começará a sorrir para o outro, e a paz e o bem-estar prevalecerão.

Assim que alcançarmos a nossa unidade, ficará claro que não somos 16 milhões de judeus no mundo, mas metade de um bilhão, por exemplo. Para algum lugar as dez tribos dos filhos de Israel estão perambulando; elas também se juntarão a nós e começarão a se unir com o mesmo método. Então outros começarão a se unir, as partes mais pesadas e distantes da humanidade. Tudo depende apenas do ponto focal e esse é o povo de Israel!

De KabTV “A Última Geração” 14/06/15

Pessach Em Cada Geração

laitman_747_03A Torá, “Números”, 9:1- 9:2, 9:5: E falou o SENHOR a Moisés no deserto do Sinai, no primeiro mês do segundo ano depois que saíram da terra do Egito, dizendo: “Deixe os filhos de Israel celebrar Pessach a seu tempo determinado “E eles celebraram Pessach no primeiro mês, no dia catorze do mês, ao entardecer, no deserto de Sinai; conforme tudo o que o Senhor ordenara a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel.

Um ano se passou após o êxodo do Egito. Quando os filhos de Israel se tornaram livres, não puderam celebrar esse evento. Agora, um ano depois, eles começam a comemorar o aniversário do êxodo (Pessach). Portanto, a Torá nos dá instruções específicas sobre a forma como devemos fazê-lo. A primeira celebração de Pesach (Páscoa Judaica) ocorre no deserto do Sinai, e é comemorada todos os anos por 40 anos, o que significa que se repete em cada um dos quarenta níveis da subida. Quando subimos os níveis espirituais passamos as fases da correção do egoísmo para os atributos de amor e doação uma e outra vez. Tudo se repete.

A Torá nos diz alegoricamente que ao trazer os sacrifícios de Pessach nós examinamos como podemos distinguir mais e mais atributos dentro de nós que deveríamos ter aparentemente deixado no Egito, e com quais atributos saímos da escravidão, e quais atributos podem ser purificados, etc. O que os 40 anos de peregrinação no deserto significam? É uma repetição das correções anteriores sobre novos níveis que criaram os 40 níveis de subida ao nível da terra de Israel, até que a geração do deserto desaparece, o que significa até a purificação do egoísmo estar concluída.

Portanto, o Criador diz que ninguém que pertence à geração do deserto pode entrar na terra de Israel, mas apenas aqueles que se completamente corrigiram em altruísmo. Todos os outros que não aderiram ao atributo de amor e doação devem morrer. Está realmente morto, mas mesmo assim não foi diferenciado da “salada” de atributos e desejos. Quando nós classificamos e tiramos o que pode ser corrigido em doação, criamos um desejo altruísta que é chamado de terra de Israel, e qualquer coisa que não possa participar dela é o mesmo Egito que morreu porque carecia de toda a Luz.

O Egito costumava receber a Luz, graças à conexão com os atributos que podem ser corrigidos, na medida em que a iluminação mínima descia por eles. Mas agora os desejos que não podem ser corrigidos se separam e eles já estão completamente mortos. Por isso, quando percorremos os 40 níveis de correção, nós constantemente formamos a terra de Israel, que é revelada gradualmente diante de nós.

De KabTV “Segredos do Livro Eterno” 04/02/15

Com Nossa Correção – Nós Corrigimos O Mundo

laitman_749_02Comentário: Os primeiros Sionistas esperavam que se voltássemos à Terra de Israel todas as coisas boas da nossa nação despertariam.

Resposta: Onde estava a esperança da base Sionista: ​​na crença na boa inclinação da humanidade? Isso é um mito que nunca foi realmente verdade. Herzl disse que em todos os lugares que já vivemos, nós honestamente tentamos nos integrar e fazer parte das outras nações, mas elas não nos querem. Se as nações do mundo não se opusessem, nós certamente teríamos nos assimilado entre elas porque não teríamos nos concentrado no que somos.

Nós orávamos para receber a oportunidade de construir um Estado como qualquer outro Estado, mas nosso: “Apenas nos dê uma chance e não vamos incomodá-los; tudo será tranquilo e pacífico”.

Pergunta: O que um Judeu tem que fazer quando vê o ódio animal nos olhos de um antissemita? Será que ele explica a seu inimigo que seu povo tem dado ao mundo muitos Prêmios Nobel?

Resposta: Nós podemos dizer o que quisermos, mas o antissemita entende que não é bem assim. Ele sente dentro de si que os Judeus são a fonte do mal no mundo. Nós temos que dar o método da unidade às outras pessoas. Isto é o que elas exigem de nós. O mundo está num estado de guerras intermináveis há por séculos, porque os Judeus não fornecem a ele um método que possa substituir as guerras.

Pergunta: Então, o que eu devo dizer ao antissemita?

Resposta: “Vamos descobrir juntos porque há um fenômeno como a nação Judaica no mundo: onde ela está, o que ela deve fazer, porque você a odeia, e como vamos explicar ao povo que tudo decorre do plano superior da natureza. “Mas, de modo geral, nós simplesmente temos que nos mostrar que quando nos conectamos nos tornamos uma nação unida, e no momento em que alcançamos este acordo com os princípios estabelecidos por Abraão, tudo à nossa volta se acalma e todas as tempestades cessam.

Nós só precisamos atingir a compreensão mútua entre nós: a unidade, para nos tornar como um homem num só coração, para ascender ao nível do “ama teu amigo como a ti mesmo”. Então, vamos ver imediatamente como a mesma coisa será revelada no mundo. Tudo isso vai acontecer sem dizer uma palavra a ninguém!

Mesmo que fôssemos trancados num grande gueto e as nações do mundo não pudessem nos ver, uma vez que atingíssemos um estado de unidade, o mundo iria se acalmar imediatamente.

A principal coisa para nós é alcançar a unidade dos corações, o que significa subir acima do nosso ego. Quando nós corrigimos a nós mesmos, podemos corrigir todas as nações, o mundo inteiro.

De KabTV “A Última Geração” 14/06/15