Textos na Categoria 'Nações do Mundo'

Judeus Antissemitas Contra O Povo De Israel

400Pergunta: Há judeus antissemitas contra o povo de Israel?

Resposta: No povo judeu que deve ir com uma única cabeça acima de si mesmos, quando eles transcendem o egoísmo em prol da conexão e unidade, sempre haverá pessoas que não concordam com isso. Foi assim quando ele estava no Egito e nos dias do Primeiro Templo, entre o Primeiro e o Segundo Templo, e nos dias do Segundo Templo, e isso foi particularmente verdade depois da destruição do Segundo Templo e a queda do povo da altura espiritual que eles tinham, da altura do amor e da conexão mútua.

Ao longo da história entre os judeus que viviam fora das fronteiras de Israel, não havia apenas alguns judeus que apoiavam o antissemitismo; a Inquisição – judeus, assessores próximos a Hitler – judeus, assessores do presidente norte-americano durante a segunda Guerra Mundial, que impediu a absorção de seus irmãos europeus – judeus. A mesma coisa tem continuado até hoje, porque, apesar de si mesmo, ninguém quer sentir sofrimento e ódio dentro da sociedade em que vive. Ele quer se misturar com esta sociedade, quer uma atitude normal para com ele e por isso sempre será a favor da América ou da Europa, e contra Israel.

Nenhum dos judeus que está na administração americana ou aqueles de outras nações fazem algo de bom para Israel. Pelo contrário, apenas mau; desta forma, ele mostra quão objetivo ele é. Nenhuma organização judaica, exceto algumas exceções, apoia Israel. Portanto, não há nada melhor a esperar delas! Ultimamente, quase todos os judeus que vivem no exterior, especialmente nos Estados Unidos, tornaram-se inimigos de Israel. Eles não querem que a gente exista, porque nós levamos o mundo a uma situação em que eles são odiados por causa de nós. Enquanto que eles querem viver em paz: “Vamos trabalhar, viver e se desenvolver em paz e sossego. Para que precisamos de Israel? Nós nunca estivemos lá e não vamos viajar para lá”. Eles sentem que, aparentemente, devem fazer uma escolha: ou eu sou um americano liberal e progressista, ou sou a favor de Israel.

Pergunta: Os judeus que vivem fora de Israel são capazes de carregar outra mensagem?

Resposta: Não, eles não podem, porque a sociedade a sua volta determina tudo. Eles sempre estarão contra nós, porque sentem o quanto a existência de Israel não vale a pena para eles; nunca podemos confiar nosso destino a eles. Se não houvesse pessoas, isso significaria que não há dependência dos outros. Mas agora eles sentem que dependem de nós na medida em que condenações de Israel caem sobre eles de todos os lados.

Nós ainda veremos como eles dirigem todos contra nós. Eu estou falando asperamente, e pode ser que também esteja falando antes do meu tempo, mas isso será revelado em breve. Infelizmente, estas são leis da natureza. Tudo isso será realizado, enquanto a nossa nação, nosso povo, não descobrir e ficar sóbria a tempo, e começar a desenvolver uma nova sociedade. Somente quando isso acontecer tudo vai mudar.

De KabTV “A Última Geração” 14/06/15

Uma Bandeira – Símbolo De Uma Ideia

laitman_610_2Cada acampamento das doze tribos de Israel tinha sua própria bandeira. Degel (Bandeira, Estandarte) vem da palavra “Geulah” (Redenção) e “Ledaleg” (Salto), pois o povo de Israel saiu para o deserto para se deslocar de um nível para outro.

Quando elas começavam a se mover, levantavam uma bandeira acima delas, um símbolo da meta que foi colocada diante delas. É impossível avançar sem isso; deve haver uma motivação mais séria!

No trabalho espiritual, uma bandeira simboliza a ideia de elevação acima do nosso ego, a dissociação absoluta e total desapego do ego, usando-o intencionalmente em prol da doação. Assim é também no mundo físico.

Para uma nação, a bandeira é o símbolo de uma ideia, como uma raiz e o ramo. Tudo o que existe no mundo espiritual se reflete em nosso mundo, e a pessoa age dessa maneira apesar de si mesma, sem saber de onde isso está vindo.

De KabTV “Segredos do Livro Eterno” 11/02/15

Educação Espiritual Para O Povo De Israel

laitman_938_03Hoje, nós estamos gritando para o mundo: “Dê-nos liberdade. Deixe-nos em paz. Por que vocês estão vindo atrás de nós com boicotes? Por que somos odiados por todas as organizações internacionais? Nós queremos ser como todo mundo’.

Aparentemente, o mundo responde: “Não, vocês não são como todo mundo. Nós não podemos nos relacionar com vocês como com todos os outros”.

Nós temos orgulho de termos avisado com antecedência a população Palestina sobre os ataques da força aérea de Israel, enquanto eles, por outro lado, atiram em nós do jeito que querem, sem avisar. Por que o mundo inteiro não os condena do jeito que nos condena? Porque, inconscientemente, eles entendem nossa singularidade!

Pode ser que a humanidade esteja passando pelo ódio sem total consciência, mas a princípio, tal abordagem é real e legítima.

Pergunta: O que precisamos fazer agora quando as nuvens estão se acumulando contra nós?

Resposta: O que é imperativo é uma grande onda de educação que irá cobrir todo o povo de Israel. Nós precisamos explicar às pessoas o que somos, quem somos, onde fomos criados, por que todo mundo nos odeia, e assim por diante.

Eles devem entender o centro, o núcleo de sua criação e o propósito de sua existência. Ninguém em Israel sabe porque ele existe como um Judeu, e porque existe o povo de Israel e o Estado de Israel.

Olhe o que está acontecendo no governo e em todos os níveis! Nós temos que introduzir o método integral na sociedade. Caso contrário, este não é um povo, nem um governo; não é ninguém e nada.

Em outras nações há um objetivo instintivo: nós precisamos viver, trabalhar, e existir juntos. Nada lhes é exigido além da sobrevivência nas circunstâncias em que se encontram.

Não há queixas deles sobre a natureza superior, ao passo que para nós, pelo contrário, a natureza nos rodeia fortemente. Nós estamos no centro de todo o resto das nações, e todas elas são como lobos rosnando e mostrando os dentes para nós. Nesse meio tempo, a força única da natureza as detém com rédeas para que possamos, finalmente, nos reorganizarmos, e se não fizermos isso, os lobos serão libertados de suas correntes.

De KabTV “A Última Geração” 14/06/15

Unir A Nação É Um Processo Acumulativo

laitman_570O Rav Kook diz: “Se nós formos aniquilados, o mundo também será destruído conosco por causa do ódio infundado; mas se formos reconstruídos, o mundo também será reconstruído conosco, graças ao amor altruísta”.

No entanto, por si só, a nação não vai a lugar nenhum; ela não pode desaparecer sem deixar vestígios. Tudo depende da quantidade dos sofrimentos que teremos que percorrer, a fim de compreender que estamos fazendo tudo errado.

Pergunta: O que mais nós precisamos, a fim de entender as coisas como uma nação? Eu estou em contato com muitas pessoas e vejo que as pessoas que ouvem isso de você repetidas vezes não entendem o quão perto estamos de outra tragédia.

Resposta: Sempre foi assim. A fim de mudar esta tendência, temos que preparar a nação para a unidade e tentar apresentá-la à nação como um prato saboroso com diferentes temperos e molhos. Então, as pessoas ao menos entenderão um pouco de onde vem tudo e começarão a participar de diferentes eventos de unidade.

Até agora, parece que todos esses esforços são em vão. Na verdade, é um esforço acumulativo durante o qual o potencial interno nas pessoas que vêm, participam e partem cresce como se nada tivesse acontecido. Mas, por outro lado, quando a natureza as pressiona e elas se encontram numa situação ameaçadora, tudo o que afundou desempenhará um papel importante e nos ajudará a unir.

De KabTV “A Última Geração” 14/06/15

Um Povo Que Determina O Estado Da Humanidade

laitman_942Pergunta: O povo de Israel deve mostrar que a única coisa que torna a pessoa um Adão (homem) é a qualidade da unidade interna com os outros. Será que isso significa que tudo que é externo – que é chamado de civilização, tecnologia – deve perder o seu valor aos nossos olhos?

Resposta: Há uma coleção completa de leis encontradas na fundação da existência de nosso povo. Elas foram criadas por nosso pai, Abarão, há 3500 anos. Se começarmos a implementá-las, tudo vai ficar bem, e, se não, então, em primeiro lugar, será ruim para nós e, depois disso, para todo o mundo.

Num mundo onde há oito bilhões de pessoas, nós somos esse pequeno grupo que determina o estado de toda a humanidade, e a humanidade está gradualmente começando a entender e sentir isso inconscientemente.

Se a humanidade quer ou não, de qualquer forma, ela vai tentar resolver este problema, e o problema reside nisto: que, se nos comportarmos de forma incorreta e nos tornarmos a fonte de seu sofrimento, nós devemos ser destruídos.

O que nós faríamos no lugar de outra pessoa, se houvesse algo que causasse dor em nossos corações? Nós tentaríamos aniquilá-la!

Portanto, não há nada de antinatural nos Hitlers, Arafats e Ahmadinejads alcançarem domínio. Sem dúvida, eles vão continuar a aparecer uma e outra vez, enquanto nós nos comportarmos assim!

Pergunta: Isso significa que devemos sofrer?

Resposta: Nós devemos sofrer porque não atingimos a unidade, e, desta forma, estamos fazendo com que todo o mundo sofra. Além disso, através do nosso comportamento, podemos despertar e evocar sofrimentos num nível superior.

Pergunta: Portanto, de que forma o antissemitismo nos ajuda se ele não nos leva à unidade real?

Resposta: Ele nos leva à unidade. Sob a sua pressão, sem escolha, nós começamos a nos aproximar. No entanto, essa é apenas uma unidade preliminar, obrigatória para suavizar a pressão de cima, ao passo que nós precisamos alcançar tal compreensão do processo quando voluntariamente começamos a nos aproximar!

Isto é imperativo para nós para o nosso próprio bem, porque caso contrário não somos um povo. Nós precisamos começar a nos unir, porque com isso, trazemos bem ao mundo, inclusive unidade. Nós nos tornamos uma Luz para as nações.

De KabTV “A Última Geração” 14/06/15

Progresso Tecnológico E Regressão Moral

Laitman_004Hoje, mais uma vez, o mundo enfrenta o mesmo problema que existia na antiga Babilônia: a humanidade está num beco sem saída, no limiar de uma guerra mundial, a humanidade está novamente afundada na barbárie.

É interessante que nos últimos 30 a 40 anos o desenvolvimento científico, tecnológico e cultural, de tudo o que distingue um ser humano de um animal, entrou numa nova fase.

A tecnologia moderna dá à pessoa menos educada tudo que ela precisa: televisores, computadores e telefones celulares. Dentro, ela continua a ser um bárbaro, e, ao mesmo tempo, usa esses desenvolvimentos da humanidade que ultrapassam seu estado interno por centenas de anos.  Acontece que as pessoas regrediram.

Se 30 a 50 anos atrás, uma pessoa estava interessada em pinturas, livros e música, e tinha que absorver pelo menos uma parte do que a humanidade fez e alcançou antes dela, hoje, isso não é assim. Tudo foi substituído com o envio de mensagens de texto. O que as pessoas escrevem entre si? Para que?

No meu tempo, as crianças de uma aldeia queriam ser inteligentes, modernas. Elas tinham vergonha de sua ignorância, ao passo que hoje isso não é assim. Disso resulta que, especificamente, graças à tecnologia – graças a ter tudo e não precisar obter nada, sem precisar elevar-se a qualquer nível – a humanidade está retornando à barbárie.

Hoje, nós estamos passando por um determinado estado chamado de “reconhecimento do mal”. Quem somos nós? A humanidade deve reconhecer a sua barbárie, que está levando as pessoas diretamente à aniquilação. Em paralelo a isso, o povo de Israel deve desenvolver o próximo estado da humanidade: a conexão mútua, a união, tornando-se um exemplo para todos os outros.

Pergunta: Então, de que forma deve-se culpar os Judeus?

Resposta: Nós deveríamos ter começado nosso trabalho desde o período que a humanidade começou a deixar a Idade Média, desde a época do ARI, no final do século XVI.

Foi precisamente nessa época que começou o avanço tecnológico, que deveria ter sido acompanhado do desenvolvimento moral, de modo que a pessoa saberia por que isso caiu em suas mãos; em vez disso, a pessoa se tornou um bárbaro com um iPhone.

Pergunta: Para onde devem os Judeus devem levar essa massa bárbara? À unidade, ao amor?

Resposta: Hoje, nós Judeus não somos menos bárbaros do que todo o resto. Então, em primeiro lugar, precisamos chegar à unidade. Nós estamos numa grande descida em relação ao nível que devemos cumprir.

Pergunta: Mas, em todas as épocas, os Judeus aspiraram por um mundo melhor: eles inventaram o socialismo, a ideia de igualdade.

Resposta: Eles não inventaram nada. A ideia de igualdade tem estado latente neles desde o início. Este processo começou há 3.500 anos, por volta da época em que Abraão reuniu pessoas que queriam saber o sentido da vida, “Nós não seremos escravos de nosso ego. Vamos nos levantar contra ele, cada um dentro de si mesmo e todos nós juntos”.

Uma vez que isso está na base do nosso desenvolvimento, nós não fizemos nada único.

Pergunta: Então, como a humanidade pode permanecer bárbara se uma ideia como essa está latente nela?

Resposta: Em relação ao mesmo nível em que existimos há 2.000 anos, desde Abraão até a destruição do Segundo Templo, hoje nós somos bárbaros. Nós não nos devoramos no sentido literal; fazemos isso através de nossos desejos e intenções.

Nós não compreendemos que tudo o que está acontecendo no mundo depende de nós, e nós podemos corrigir isso mostrando-nos como exemplo de uma existência completamente diferente.

De KabTV “A Última Geração” 14/06/15

Antissemitismo: Uma Estranha Contradição

laitman_224Pergunta: Quando falamos de antissemitismo, é necessário salientar um fenômeno interessante: esses mesmos antissemitas que odeiam ferozmente os Judeus, ao mesmo tempo os amam.

Por exemplo, Voltaire escreveu sobre os Judeus: “Eles são o mais rude de todos os povos, o mais odiado de todos os nossos vizinhos. Todos eles nascem com intenso fanatismo nos corações. Eu não ficaria surpreso se essas pessoas um dia se tornassem um verdadeiro desastre para toda a humanidade”.

Junto com isso, o mesmo Voltaire confessou seu amor pelo povo judeu: “Eu os amo tanto que gostaria que eles estivessem em Jerusalém, em vez dos Turcos que faliram e destruíram completamente seu país. Trabalhem a terra miserável como vocês nunca trabalharam antes, levantem a terra aos picos expostos de suas montanhas demolidas…”.

Da mesma forma, Tolstoi e Tchekhov falaram contraditoriamente sobre os Judeus, como fizeram outros escritores e pensadores. É dito que há apenas um passo do amor ao ódio, e nós sequer demos esse passo, porque o amor e o ódio estão entrelaçados de tal forma.

Resposta: Estes são dois lados de uma mesma pessoa. E ambos os lados, ódio e respeito especial, que são completa e mutuamente dependentes, são vistos por todas as pessoas esclarecidas e atenciosas para com os Judeus.

Pergunta: Na verdade, durante o curso da história, todas as medidas contra os Judeus foram tomadas como que para protegê-los, “Nós os amamos. Queremos garantir a sua segurança, por isso não portamos armas, não nos envolvemos em determinadas profissões, e vivemos no gueto”. Também hoje, o movimento de boicote contra Israel é acompanhado por declarações de amor, e ao mesmo tempo nos pressionam.

Resposta: Eu, pessoalmente, saúdo esse tipo de amor, já que vejo nisso uma revelação especial da Providência superior que quer que os Judeus implementem sua missão universal pelo mundo e façam tudo o que precisam fazer. O antissemitismo é muito útil para os sionistas. Se não houvesse o antissemitismo na Rússia, não haveria sionistas, e a mesma coisa vale para o resto das nações.

Além disso, na Torá está escrito que sem o ódio das nações do mundo em relação a Israel, os Judeus teriam deixado de ser uma nação muito tempo atrás. Assim, esse ódio é precisamente necessário, como nas relações dos pais para com seus filhos amados. Há misericórdia e há julgamento, o que significa duas mãos, esquerda e direita. A mão esquerda às vezes pune, e direita acaricia e abraça.

Pergunta: Onde no homem surge o ódio em relação aos Judeus e por que é tão difícil ele controlá-lo?

Resposta: Onde há a revelação do amor para com a nação judaica, em relação à sua visão de mundo ou religião, saiba que, pouco depois, virá o ódio. Por outro lado, se você ver o ódio entre as nações do mundo, logo ele vai mudar para melhor, para expressões de amor.

Isto se manifesta não apenas entre povos e nações, mas também entre muitas nações e os Judeus. Por exemplo, após a Segunda Guerra Mundial, depois do Holocausto, uma atitude diferente para com os Judeus apareceu: “Nós temos que dar aos Judeus um lugar para morar, uma nação, para se certificar de que eles estão no comando”. Isto é absolutamente a clara providência superior que não depende de povos ou nações. Isto tem sido observado de forma precisa durante todo o curso da história humana.

Não há nada psicológico nisso. É simplesmente a providência superior geral, supra-humana, que está acima do nosso mundo e está levando-o a subir acima de si mesmo para o próximo nível, par o mundo espiritual de forças.

Não é o mundo material, mas o mundo de forças. São os Judeus que precisam especificar este caminho, pois é somente com eles que há a experiência inicial de se unir, sob a instrução de Abraão, e ascendendo a este nível. Assim, eles são chamados de uma nação especial com uma qualidade única que não está conectada ao resto das setenta nações do mundo.

De KabTV “A Última Geração” 14/06/15

Sobre Os Ombros Dos Grandes Cabalistas

laitman_940Pergunta: Resta alguma coisa do grande trabalho dos Cabalistas ao longo da história?

Resposta: Claro! Nós estamos sobre os seus ombros e, portanto, parecemos ser tão fortes e inteligentes. Mas não temos nada que seja nosso! Tudo o que temos recebido é dos Cabalistas do passado, e agora podemos acrescentar às fundações que eles estabeleceram.

Isto será feito de duas maneiras: em primeiro lugar, deve haver uma ampla difusão do método da unidade entre as pessoas que vivem em Israel e entre os judeus de todo o mundo.

Por outro lado, a pressão externa proveniente da Europa, América, Rússia e todos os outros países, sob a forma de diferentes boicotes, irá aumentar.

No final, a pressão externa e a disseminação interna explicando por que isso está acontecendo e como podemos mudar as coisas, influenciarão as pessoas e elas vão entender que a única maneira de realizar qualquer coisa é corrigindo a nós mesmos.

A única maneira que podemos nos proteger é através do desenvolvimento de nós mesmos e levando os atributos de conexão, amor e doação ao mundo. Nós temos que descobrir tudo em nós mesmos e entre nós, e, assim, ondas de unidade e amor vão se espalhar de nós a todas as nações do mundo.

De KabTV “A Última Geração” 14/06/15

Sobre O Que A Torá Fala?

laitman_527_05Pergunta: Será que os eventos descritos na Torá realmente ocorrem nesse mundo? Em um de seus programas, você disse que nós temos que passar por toda a história da Torá dentro de nós mesmos.

Resposta: Claro, todas as palavras da Torá ocorreram neste mundo, porque cada raiz espiritual superior deve se desenvolver e finalmente tocar seu ramo material.

É por isso que nós passamos por todo o processo neste mundo: Adam HaRishon e todas as futuras gerações até Abraão, e mais adiante através de nossos antepassados ​​Isaac e Jacó, os filhos de Jacó, depois baixar até o Egito, Moisés, Aarão, diante do Monte Sinai, a entrada para a terra de Israel, a conquista da terra de Israel, a destruição do Primeiro e do Segundo Templos, etc.

Qualquer coisa que passamos neste mundo é apenas um dos lados da imagem. A coisa mais importante é o nosso estado atual e quais eventos descritos na Torá ainda temos que percorrer.

A Torá não se trata de eventos históricos; ao contrário, trata-se do que devemos corrigir depois do pecado de Adão HaRishon. Como resultado da nossa correção, vamos alcançar o mundo espiritual que é eterno e infinito; é aqui e agora, assim que concordamos em passar pelo processo de correção, como está escrito: “Você deverá ver o seu mundo durante a sua vida”.

Do Programa da Rádio Israelense 103FM, 21/06/15

Israel: Esperança De Renascimento

laitman_746_03Comentário: O grande Cabalista Baal HaSulam falou sobre o retorno dos judeus à terra de Israel corpórea como o renascimento da nação e uma oportunidade de cumprir seu objetivo.

Resposta: A questão é que o povo que voltou a esta terra deve se organizar e unir na forma da nação de Israel. Não é apenas um conjunto de pessoas que tem vivido aqui por 70 anos após o estabelecimento do país ou por 130 anos desde a primeira onda de colonos, a primeira Aliyah. Nós devemos primeiro compreender a base em que um novo Estado e uma nova nação podem crescer para que realmente possam ser chamados de nação de Israel, o que significa, que está focada direto no Criador, no atributo de amor e doação. Esta não é a situação no momento.

Herzl também sonhava com a reunião de todos os judeus aqui, o que era fisicamente certo, mas para o que a nação não estava pronta ideologicamente. O Estado foi fundado em princípios e disputas socialistas que não podiam levar a nada de positivo.

Comentário: Baal HaSulam esperava que houvesse alguma revolução e que o Criador, que significa a lei do amor e o atributo em que vivemos, nos trouxesse a essa terra e nos comprimisse num todo.

Resposta: Na década de XX do século passado, Baal HaSulam pensou que podia trazer 3,5 milhões de judeus para cá, principalmente da Polônia. Essa poderia ter sido uma grande ascensão para o Estado antes dele ser estabelecido. Além disso, ele esperava que poder criá-los ideologicamente e que, embora todos fossem de aldeias judaicas, ele seria capaz de dizer-lhes no que se resume a sua missão. Ele sonhava ter um pequeno círculo de dez alunos e que eles iriam trabalhar em conjunto e estudar, e que as relações mútuas entre eles fariam ondas de verdadeira unidade. Mas isso não foi realizado.

A esperança era que a nação que se reuniu em Israel se tornasse um todo unificado no tempo, mas, na verdade, acabou sendo o contrário: ela se dispersa e se desintegrou. Ainda hoje a estratificação social continua, bem como a oposição de uma parte para com a outra. Isso vai continuar até que as coisas explodam e sejamos jogados para todos os cantos da terra. A Torá diz que se não formos compatíveis com essa terra, ela vai nos mastigar e vomitar para fora. Se formos compatíveis com ela, será uma terra que mana leite e mel para nós. Infelizmente, por enquanto nós estamos nos aproximando do estado em que nos encontraremos no lado de fora.

Pergunta: Então, o que podemos fazer se mesmo o maior Cabalista do século XX não conseguiu fazê-lo?

Resposta: Baal HaSulam não teve sucesso porque as pessoas não o ouviram. Ele não tem culpa, e nem os outros; nós simplesmente temos que trabalhar mais. Hoje nós temos muitas mais oportunidades e tentamos fazer o que depende de nós, a fim de estabelecer um exemplo de conexão e unidade para o mundo. Isso não é fácil, mas nós estamos tentando e vamos esperar que finalmente consigamos.

De KabTV “A Última Geração” 14/06/15