Palestras Sobre Os Degraus Da Escada, Parte 145


Palestras sobre os Degraus da Escada, Parte 145

O que é o “gosto de pó” na obra?

Sentimos o gosto de pó sempre que estamos na linha da esquerda, que é oposta à linha da direita. Por exemplo, acordamos de manhã e imediatamente sentimos que queremos dinheiro. Mas precisamos nos levantar e estudar, e sentimos isso como um gosto de pó. Pode ser que esse mesmo desejo por dinheiro se expresse no desejo de correr e ganhar muito dinheiro para obter luxos e prazeres, e, em vez disso, precisamos sentar e estudar.

O significado de “gosto de pó” é que não vemos nem sentimos qualquer possibilidade de desfrutar através do desejo que tivemos ontem ou através do desejo que ocasionalmente desperta em nós. Não sentimos que, em oposição a esse desejo, haja algo iluminador, tentador, que possa nos deleitar.

Incline A Balança Para O Bem

238.01Pergunta: Nós, em nosso estado atual, influenciamos o equilíbrio da balança para o bem?

Resposta: A cada momento da nossa existência, estamos na realização de apenas uma coisa: a garantia mútua (Arvut). Quer queiramos ou não, nós e o mundo inteiro estamos avançando em direção à realização de sua importância, seja através do sofrimento ou pelo caminho da Torá.

Não há nada mais para o qual a humanidade esteja sendo conduzida além da garantia mútua. Devemos compreender que é uma necessidade, que a unidade mútua conduza do “Ama o teu próximo” ao “Ama o Senhor, teu Deus”. Este é o processo pelo qual todas as almas devem passar.

Portanto, tudo o que acontece a todas as almas e a cada indivíduo a cada segundo de suas vidas é essencialmente um movimento em direção ao cumprimento desta lei.

Não importa o quão confusos nós e toda a humanidade possamos nos sentir — sem saber onde estamos, o que estamos fazendo e com o que estamos ocupados — tudo isso é apenas um esclarecimento para que possamos chegar à conclusão final: depende de cada pessoa para que lado a balança penderá.

Em outras palavras, tudo depende do grau de responsabilidade que cada indivíduo assume no cumprimento da lei da garantia mútua.

Mesmo agora, quando você ainda não está corrigido, na medida em que se aproxima de alguma forma da compreensão desta lei que somos obrigados a cumprir, você afeta o mundo inteiro através da sua inclusão em todas as almas. Dessa forma, a lei se revela mais nelas, e você ajuda outros a alcançarem o seu cumprimento.

No entanto, existem pessoas que, devido ao estado de seu ponto no coração, são incapazes de se esforçar para se unir ao Criador e não conseguem cumprir a lei da garantia mútua por si mesmas. Mas, como todas as outras almas estão incluídas nelas, elas receberão alguma iluminação e, como resultado, cumprirão essa lei.

Elas dirão: “Se todos os outros estão fazendo isso, é claro que também devemos fazer”. Mas internamente, elas não sentirão isso porque a penetração de outras almas nelas é realmente mínima.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabala 11/05/25, Escritos do Baal HaSulam, “O Arvut (Garantia Mútua)”

Sabedoria Japonesa, Parte 1

926.02Comentário: A misteriosa alma japonesa é muito diferente da europeia. Seus sábios são muito diferentes dos europeus, assim como sua sabedoria. Se possível, comente alguns ditados de sábios japoneses.

“É melhor ser inimigo de uma pessoa boa do que amigo de uma má”.

Minha Resposta: É verdade; é mais benéfico para você. Você pode aprender muito com uma pessoa boa. Mas ser amigo de uma pessoa má é certamente o pior.

Comentário: “Quem quer muito subir inventa uma escada”.

Minha Resposta: Sim. Ele encontrará uma maneira de subri.

Comentário: “Marido e mulher devem ser como a mão e os olhos: quando a mão dói, os olhos choram, e quando os olhos choram, as mãos enxugam as lágrimas”.

Minha Resposta: Lindo!

Pergunta: “O sol não conhece os justos. O sol não conhece os injustos. O sol não brilha com o objetivo de aquecer ninguém”. É assim mesmo?

Resposta: Tudo depende de como você encara. Tudo é relativo a cada pessoa — com ou sem objetivo.

Pergunta: Mas se falamos do calor do Criador emanando Dele, não há realmente nenhum propósito?

Resposta: Tudo é absolutamente pensado e previsto com antecedência. Com base no objetivo final, no estado final, todos os estados intermediários chegam até nós e nos movem em direção a esse objetivo.

Comentário: “Mesmo que uma espada seja necessária apenas uma vez na vida, você deve carregá-la sempre”.

Minha Resposta: Sim, é verdade. Justamente por carregá-la sempre, você estará pronto para usá-la naquela ocasião na vida.

Comentário: “A tristeza, como uma roupa rasgada, deve ser deixada em casa”. Mas uma pessoa não pode deixar de demonstrar tristeza.

Minha Resposta: É uma atitude cultural em relação ao mundo, em relação à vida, o que significa que nada me abalará.

Comentário: “Quando há amor, as cicatrizes da varíola são tão bonitas quanto as covinhas nas bochechas”;

Minha Resposta: Sim, o amor ameniza absolutamente tudo. “O amor cobre todas as transgressões”.

Comentário: “Ninguém tropeça deitado na cama”.

Minha Resposta: O melhor de tudo é deitar.

Comentário: “Dê passagem aos tolos e aos loucos”.

Minha Resposta: Sim, é verdade. Porque os outros podem entendê-lo, mas estes não.

Comentário: “Quando os pais trabalham e os filhos aproveitam a vida, os netos pedem esmola”.

Minha Resposta: É verdade. Os filhos não devem receber nada de graça. Você precisa incentivá-los com todas as suas forças a adquirir uma profissão e dominar a vida, para que, enquanto você ainda existir, eles já estejam se construindo. É isso que significa amor pelos filhos.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 24/01/25

Perguntas Sobre O Trabalho Espiritual — 236

281.02Pergunta: Todo desejo de receber é um Reshimo [registro espiritual] da partida da luz com a qual recebemos as letras da Torá. É um sentimento de realização ou um sentimento de novo vazio por nos aproximarmos do Criador?

Resposta: Acredito que é o vazio que pressiona uma pessoa e a impele em direção ao Criador.

Pergunta: Diz-se que, quando o povo de Israel se reuniu no Monte Sinai, eles tinham uma única intenção e um único pensamento. Isso significa que nos unimos em intenção e pensamento mesmo antes de receber a Torá?

Resposta: Não, antes de receber a Torá, não podemos nos unir em intenção e pensamento.

Mas isso já é um passo à frente. As pessoas começam a sentir como o Criador as corrige e como gradualmente se aproximam umas das outras, formando um só corpo, um só coração.

Da Lição Diária de Cabalá de 02/06/25, Escritos do Baal HaSulam, “Sobre a Entrega da Torá – 1”

Palestras Sobre Os Degraus Da Escada, Parte 144


Palestras sobre os Degraus da Escada, Parte 144

Por que não sentimos gosto no trabalho espiritual?

Se progredíssemos espiritualmente seguindo o mesmo padrão na corporalidade, preferiríamos a espiritualidade porque é melhor para nós, ou imediatamente depois, preferiríamos a corporalidade, porque é melhor. Assim, aumentaríamos ambas em nosso desejo de receber.

No entanto, se temos fé naqueles que já alcançaram a realização espiritual, que nos aconselham que isso também vale a pena para nós, e nos convencemos de que neste mundo só podemos saborear prazeres passageiros, e que é melhor ansiar pela espiritualidade, juntamo-nos a um grupo envolvido na Cabalá e começamos a aprender com eles como nos sentirmos realizados pela espiritualidade em vez de labutar em vão buscando os prazeres deste mundo. Realizamos uma lavagem cerebral em nós mesmos e intensificamos nosso desejo por espiritualidade.

Isso significa que pensamos “com o objetivo de doar”? Não, imaginamos constantemente que a espiritualidade nos dará algo, assim como todos os prazeres nos dão algo. Isso se chama crescer em Lo Lishma. Como passamos de Lo Lishma para Lishma? É com um remédio especial (Segula), porque não podemos pensar em benefício do Criador por nós mesmos.

Não devemos nos iludir com o contrário. Essa é a realidade. Cada um de nós pensa apenas em seu próprio benefício, e palavras bonitas e elevadas não mudam isso. Somos construídos de tal forma que pensamos apenas em nós mesmos. Não apenas pensamos, mas somos verdadeiramente programados e estruturados para que todo o nosso corpo, cérebro, hormônios, discernimentos, cada célula e tudo em todos os níveis, dos movimentos mecânicos aos biológicos, se mova unicamente na direção do autobenefício. Isso está arraigado em nossa natureza. Podemos dizer “com o objetivo de doar”, mas agiremos apenas em nosso próprio benefício.

Portanto, somente através de um remédio especial nos movemos de Lo Lishma para Lishma. O remédio nos foi dado pelos Cabalistas em seus livros, e porque estamos engajados no que os Cabalistas escreveram, e eles escreveram sobre o mundo espiritual, estamos verdadeiramente envolvidos no conceito da entrega da Torá. A entrega da Torá é o meio do alto através do qual podemos nos preparar para cruzar a barreira do mundo espiritual.

Ou seja, o crescimento constante do nosso desejo é apenas uma parte do quadro. Nosso desejo cresce dos desejos por prazeres animalescos, por dinheiro, honra, conhecimento e, finalmente, pela Divindade. Mas, à medida que nos aproximamos da Divindade, há um acréscimo especial: não apenas um desejo substitui o outro, mas o desejo pela Divindade precisa adquirir uma forma adicional chamada “com o objetivo de doar”.

Não importa se um desejo é positivo ou negativo. Todos os tipos de desejos crescem continuamente, do estado mais baixo ao mais alto que se revela em nós. Se, por exemplo, nossa alma tem uma tonelada de desejo, nos é mostrada apenas uma parte dele de cada vez, um grama, cinco gramas, outros dez gramas, outros vinte gramas. É como se, a cada vez, uma abertura um pouco maior fosse aberta em nossa caixa de desejos, e sentíssemos cada vez mais desejos.

Os desejos já existem dentro de nós. Eles simplesmente se revelam lentamente e, a cada vez, surgem como desejos mais fortes e maiores. Crescemos de baixo para cima, deste mundo até o fim da correção, na medida absoluta do desejo. No entanto, além disso, se quisermos crescer além do plano específico chamado “este mundo”, o desejo deve ser direcionado não para o nosso próprio benefício, mas para o benefício do Criador.

Um Filme Dentro Do Ponto da Criação

276.03Do lado do Criador, a ação potencial chamada pensamento é suficiente. Para o Criador, o fim da ação já está no pensamento inicial; ou seja, os estados não corrigido e corrigido da criação coexistem e formam um ponto negro que é chamado criação.

Todo o resto é o desenvolvimento deste ponto e sua consciência de si mesmo e, a partir de si mesmo, consciência do Criador, a fim de entender de onde ele veio, quem o criou e o desenvolve.

É como um filme se desenrolando dentro deste ponto. Todos nós, o universo inteiro, todos os mundos, existimos dentro dele. A atitude do Criador, da luz superior em relação a ele, é chamada de pensamento da criação.

Portanto, existe apenas um pensamento do qual todo o universo emergiu — o pensamento da criação. Nele, todas as nossas recompensas, esforços e experiências ao longo do caminho já estão determinados. Da parte do Criador, não há outro pensamento. Mas nós, os seres criados, só podemos compreendê-lo quando ele se separa Dele e começa a agir de forma independente.

Dentro deste pensamento, surgem outros pensamentos adicionais: as quatro fases, os Partzufim, os mundos. Estudamos o que, na prática, emerge do ponto negro, que contém em potencial todo o pensamento do Criador, todo o processo originalmente incorporado nele.

Da Lição Diária de Cabalá de 22/08/19, “Não Há Outro Além Dele”

Verdadeira Gratidão

13.03Pergunta: O que é a verdadeira gratidão? Afinal, existe a gratidão pela recompensa, pelo fato de o Criador nos dar presentes.

Deve ser para todos os estados que precedem todo o trabalho e ascensão. Qual é a gratidão correta? De onde ela deve vir?

Resposta: A gratidão correta deve vir da consciência do estado inicial e da consciência do estado final, a ascensão.

Quando vejo que o Criador fez tudo isso em mim, devo imaginar como agradeceria à pessoa que me prestou tal serviço e como agradeceria a Ele.

A gratidão ao Criador é uma ação muito poderosa. Então, vamos tentar alcançá-la.

Da Lição Diária de Cabalá de 26/05/25, “Continuando a Convenção com uma Ascensão”

Uma Ação Simples

938.05Pergunta: Qual é uma maneira de verificar se estou em intenção?

Resposta: A intenção para quê? Para o estado em que quero estar. Como imagino isso? Qual é o estado que quero alcançar depois? Não consigo imaginar o fim da correção ou o infinito, como se eu estivesse flutuando ali e não houvesse diferença entre esquerda e direita.

Como posso imaginar todos esses estados?! Além disso, tudo ali é qualitativo, não quantitativo; não há distâncias, e assim por diante. Imaginar tais coisas é perder completamente qualquer tipo de ponto de apoio.

Imagino um estado que é desejável do meu ponto de vista, e a partir daí começo a agir. Só isso. Não imagine todo tipo de imagens abstratas de sabe-se lá o quê.

Pergunta: Então, qual é a ação correta?

Resposta: A ação é muito simples. Se eu quiser me aproximar da espiritualidade, já que para mim ela é a salvação de toda a minha vida, então devo recorrer ao grupo para que ele aumente a importância de entrar na espiritualidade para mim, e então terei forças para isso.

Por exemplo, hoje temos uma reunião de amigos: “Por que estamos fazendo isso? Como vamos influenciar a todos com isso? Como vamos despertar juntos e sentir uma força comum? O que ganhamos no final? Afinal, no dia seguinte eu vou cair disso. É desejável? Talvez seja exatamente isso que seja bom, já que então novos e fortes Kelim se formarão em mim? Hoje posso falar com milhares de pessoas ao redor do mundo que me veem. E não apenas alguns milhares, muito mais! Elas podem mudar a minha vida”.

Você tem algo em que pensar durante o dia. O resultado depende do que você pensa, não do que você faz. É isso que significa viver no espaço das intenções. A ação pode permanecer a mesma, mas o resultado é o que você espera dela.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá, 13/05/25, Escritos do Baal HaSulam, “O Arvut (Garantia Mútua)”

Como Podemos Ascender A Um Nível Espiritual?

942Quando vivemos com a intenção correta, sentimos a eternidade, a vida e a realização interior! Isso não complica a existência material de uma pessoa; na verdade, é assim que ela realmente sente o que é a vida.

Pergunta: E se eu ainda não achar que está bom? O que devo fazer?

Resposta: Enquanto você não sentir que isso é vida, isso lhe parecerá a morte.

O que você deve fazer? Pergunte ao grupo! Você não tem escolha. Naturalmente, você nunca desejará isso sozinho. É isso que significa ascender do nível animal ao humano, ou mais precisamente, não ao nível humano, mas ao espiritual! Se você viver com a intenção direcionada à força superior, você a descobrirá, sentirá e habitará na sensação da vida eterna.

Esta já é uma dimensão que lhe dá uma atitude completamente nova em relação a tudo. Se toda a sua vida estiver voltada ao Criador 24 horas por dia, então é isso, você já está vivendo no mesmo espaço que Ele! É um modo de existência totalmente diferente.

Pergunta: Como posso pedir ao grupo que me dê esse tipo de atitude?

Resposta: Não peça, exija do grupo! Conscientize-os dessa necessidade.

Comentário: Mas eu não tenho essa consciência em mim!

Minha Resposta: Você não tem isso em si, mas pode influenciar o grupo. Afinal, você não está sempre pressionando alguém? Você não quer impor sua opinião aos outros? Você faz isso o tempo todo; isso é egoísmo! Pressione-os e isso retornará a você na forma de convicção.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá de 14/05/25, Escritos do Baal HaSulam, “O Arvut (Garantia Mútua)”

Contra A Lógica

88Cada vez que uma pessoa passa pelos quatro exílios, ela corrige a adição do desejo de receber. E hoje, como em todos os estágios anteriores durante os quais a alma de Adam HaRishon passou por correções, o mesmo sistema opera. A força de Abraão se revela em oposição a todas as forças que podem ser corrigidas, mas ainda não foram corrigidas. Estas são chamadas de “o povo de Israel”.

É semelhante à primeira libertação do Egito. Só que agora a clarificação ocorrerá até que os mesmos desejos presentes no povo de Israel se tornem gradualmente revelados em todo o mundo. Mas isso só acontecerá depois que o povo de Israel se separar, ou seja, depois que todas as almas isolarem dentro de si aqueles desejos e pensamentos que podem se apegar ao Uno, Único e Unificado, pois não há outro além Dele.

Os desejos que eles conseguem isolar podem passar por uma correção chamada Arvut (garantia mútua), e dessa forma, eles começam a trabalhar na correção dos pensamentos e introduzindo-os à ideia de que apenas uma força opera na realidade, não muitas.

Todos os outros pensamentos, chamados de “nações do mundo”, que não podem participar disto por enquanto, devem passar por restrição total e não ser usados.

Portanto, mesmo que pareça ilógico, quanto mais separado o povo de Israel estiver de todas as outras nações, melhor será para eles — na vida, na política, em tudo.

Isso vai contra a lógica de que somente apoiando uns aos outros todos podem viver e sustentar sua existência. Mas aqui, quando se misturam com outros, ao contrário, isso leva à adoção de sua visão de mundo, sua Aviut (espessura) e suas normas; causa atrasos na correção e, mais uma vez, arrasta a categoria de Israel para as categorias das nações do mundo.

Isso só pode ser corrigido escapando, como no Egito, isolando-se com pensamentos direcionados somente à proximidade com o Criador e à unidade com Ele.

Portanto, o sistema permanece o mesmo de antes. É preciso fundir-se com a ideia de que não há outro além dEle, que Ele é um, único e unificado, e o bom que faz o bem tanto aos maus quanto aos justos, isto é, aos bons e até aos maus desejos. O que quer que sintam — bom ou mau — não importa: Ele lhes traz bondade a cada momento e em cada estado específico.

Portanto, é necessário separar todos os desejos com os quais se pode alcançar a adesão ao Criador. Primeiro, as correções são realizadas pelos Cabalistas, depois outros desejos se juntam a eles (estes são chamados de “o povo de Israel”) e, em seguida, as nações do mundo. Isso acontece em cada pessoa, na nação e no mundo, com todas as nações.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá de 14/05/25, Escritos do Baal HaSulam, “O Arvut (Garantia Mútua)”