Coloque O Mosaico Geral Na Ordem Correta

75.01Toda pessoa tem a obrigação de alcançar a essência de sua alma. Isso significa que o propósito almejado pelo ser criado é a Dvekut [adesão] às Suas qualidades (Baal HaSulam, “A Mente que Age”).

Está escrito que “o marginalizado não será rejeitado pelo Criador”. Todo desejo universal, incluindo os níveis inanimado, vegetativo, animado e humano, toda a realidade, deve retornar à fonte, à raiz. A criação surgiu da fonte apenas em sua imaginação e agora, ao tentar superar essa ilusão que a separa da raiz, deve remover os véus e retornar em suas sensações.

Em suma, a realidade do universo é um desejo, dividido nos quatro níveis listados acima. O desejo mais elevado, relacionado ao grau humano, pode realizar essa obra. Os níveis anteriores não possuem livre arbítrio; não deveriam ter que trabalhar, esforçar-se ou alcançar esse objetivo, pois não podem atrair a luz, não podem obrigar o Criador a transformá-los e remover o véu. Somente o ser humano pode corrigir a si mesmo e a toda a realidade, ou seja, reconduzi-los à sensação da fonte ou à remoção do véu.

O grau humano, por sua vez, também se divide em quatro níveis; na verdade, o “humano no homem” que executa o plano. Isso significa que algumas pessoas realizam as ações necessárias, influenciam outras e as arrastam consigo. Outras arrastam os demais níveis consigo: o animado, o vegetativo e o inanimado. É assim que todos retornam à raiz única.

Assim, todas as pessoas devem alcançar a raiz, a adesão, mas diferem na execução do trabalho e na forma final. Dependendo da raiz de sua alma e desejo, cada um retorna à sua maneira, adere em sua própria medida, cumpre sua função e ascende ao seu próprio nível.

Claro, estamos falando do processo de retorno, quando removemos o véu e montamos o mosaico da imagem completa. Então, quando cada um ocupa seu lugar, começamos a entender que não há diferença entre o grande e o pequeno, entre os desejos individuais — tudo isso é importante durante o trabalho, no caminho de volta à origem.

Mas, depois que retornamos à nossa raiz, nossas diferenças desaparecem. Então, surge uma única força, um único desejo, uma única luz, uma única realidade — como está escrito: “Ele e Seu nome são um”.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá de 28/04/11, “A Mente em Ação”

Oração Dos Cabalistas

942Orar não significa se reunir em um determinado horário, chorar, ajoelhar-se e gritar.

A oração é um desejo coletivo, imenso, intencional e correto que surge em nós sob a influência da luz superior, Ohr Makif (luz circundante). Tal desejo pode se manifestar a qualquer momento, e o sentiremos como um todo comum, no qual o Criador se revelará imediatamente, sem quaisquer ações intermediárias.

O mundo espiritual não é como o nosso, onde as pessoas se reúnem em um só lugar e oram mecanicamente. Trabalhamos juntos, atraímos a luz superior, e ela aperta o parafuso final em nosso sistema comum, “capturando”-nos como desejávamos.

Em algum momento, agimos corretamente, nos unimos e a luz superior se manifestou em nós, que é a qualidade de doação e amor. Em princípio, alcançamos isso por nós mesmos, e a luz apareceu porque desenvolvemos uma equivalência de forma com ela.

Portanto, esta não é uma oração comum e convencional, mas uma ação conjunta de Cabalistas para criar um desejo unificado, que deve ser conectado, entrelaçado e unido a partir de seus desejos individuais.

Da 3ª Lição do Congresso de Moscou, 02/05/16

E O Paladar Provará O Sabor Da Luz

943Como posso lhes perdoar isso enquanto a escada que está no chão permanece vazia? Ninguém a sobe, e em vez de “hoje”, vocês dizem “amanhã”…

Portanto, permitam-me lembrar-lhes da validade do amor entre amigos, apesar de tudo neste momento, pois é disso que depende o nosso direito de existir e é por meio disso que se mede o nosso sucesso futuro.

Portanto, afastem-se de todos os compromissos imaginários e concentrem seus corações em pensar e elaborar estratégias adequadas para realmente unir seus corações em um só, para que as palavras “Ame seu próximo como a si mesmo” se tornem realidade em vocês, pois um versículo não vai além do literal, e vocês serão purificados pelo pensamento de amor que cobrirá todos os pecados. Testem-me nisso e comecem a se conectar verdadeiramente em amor, e então verão: “o paladar provará…” (Baal HaSulam, Carta 47).

É tão difícil para nós trabalharmos na conexão entre nós porque é precisamente nesse ponto que ocorreu a quebra espiritual. A pessoa resiste a essa ação com todas as suas forças e por todos os meios, graças à sua natureza, à sua inclinação egoísta.

É preciso atravessar uma vasta gama de estados antes de perceber que nada lhe serve de auxílio e, por fim, retornar ao princípio simples e mais próximo que sempre esteve ao seu lado. Então, se ainda houver tempo para a pessoa neste ciclo da vida, ela poderá conseguir se conectar verdadeiramente com seus amigos e compreender que somente através da união com eles ela alcança o mundo espiritual, a correção e tudo em geral.

Portanto, o que se exige aqui é uma decisão coletiva, uma necessidade premente e um grande trabalho conjunto para despertar constantemente a importância da conexão. Cada um deve mostrar a todos, e todos devem mostrar a cada um, que a correção reside precisamente na conexão — é na conexão que o mundo espiritual se revela.

Todas as outras ocupações que inventamos para nós mesmos em vez desta são chamadas de trabalho artificial e exílio, exílio da conexão, da prontidão para a unidade, exílio do contato próximo com um amigo, do amor ao próximo, que já não é o objetivo por trás de cada passo e cada ação na vida de uma pessoa.

O objetivo reside precisamente na conexão, pela qual se determina a medida do nosso sucesso — até que ela se transforme numa escada de graus espirituais, e as medidas de conexão se tornem Partzufim, Sefirot e mundos. No fim, comprimimos e nos unimos a tal ponto que nos tornamos um só homem com um só coração, o que já é o grau do mundo do infinito, pois tal conexão é absolutamente perfeita e ilimitada.

E se fizermos disso nosso objetivo principal, único e central, a única tarefa em que devemos nos empenhar e nada mais, teremos sucesso. Caso contrário, nosso ego nos afastará de bom grado do verdadeiro trabalho, nos seduzindo com todo tipo de ocupações imaginárias.

Como escreve Baal HaSulam: Comecem a se conectar verdadeiramente em amor, e o paladar provará, isto é, provará o sabor da luz interior que nos é revelada.

Da Preparação para a Lição Diária de Cabalá de 19/10/12

Por Que Não Devemos Olhar Para O Passado?

249.01Pergunta: Você continua dizendo para não olharmos para o passado, para cortarmos o mal pela raiz e não olharmos para trás. Como podemos fazer isso?

Resposta: Acho que é apenas uma convicção, uma autopersuasão, de que não tenho nenhuma ligação com o passado. O passado se desfaz, é cortado, desaparece, evapora e se dissipa como uma névoa.

Pergunta: Preciso dominar o presente?

Resposta: Sim.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 19/10/25

A Missão Única Do Homem

252Cada indivíduo tem sua própria vocação ou missão específica na vida; cada um deve cumprir uma tarefa concreta que exige realização. Nela, ele não pode ser substituído, nem sua vida pode ser repetida. Assim, a tarefa de cada um é única, assim como sua oportunidade específica de realizá-la (Viktor Frankl, Em Busca de Sentido).

Pergunta: É assim que devemos nos enxergar e enxergar os outros? É assim que devemos ver as pessoas?

Resposta: Sim, cada pessoa é única.

Pergunta: Isso significa que eu não posso tirar a vida deles, nem forçá-los, etc.?

Resposta: Você não pode fazer nada.

Pergunta: Que tipo de relacionamento devo ter se somos únicos? O que significa que minha vida e a dele são únicas?

Resposta: Que você se encontra em circunstâncias excepcionais a cada instante, e deve tirar proveito disso de acordo com as regras da interação absoluta, ou seja, o equilíbrio absoluto entre você e o mundo ao seu redor.

Pergunta: O que fazemos durante uma guerra quando há inúmeras baixas?

Resposta: Com mais frequência, esses sentimentos se tornam ainda mais intensos.

Pergunta: Então, a pessoa que mata e a que se defende chegam, de alguma forma, a esse estado?

Resposta: Nem todas. Mas se uma pessoa refletir sobre sua verdadeira e genuína percepção, chegará à conclusão de que cada vida é inimitável e única.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 07/10/25

Existe Uma Saída!

423.02Até mesmo a vítima indefesa de uma situação desesperadora, enfrentando um destino que não pode mudar, pode se elevar acima de si mesma, pode crescer além de si mesma e, ao fazê-lo, transformar-se (Viktor E. Frankl, Em Busca de Sentido).

Quando uma pessoa se encontra diante do absoluto, diante da constatação de que nada pode mudar, ela compreende a necessidade de mudar a si mesma, que a única maneira possível de fazer algo, de continuar a ter uma existência correta no mundo, é mudar a si mesma, deste exato momento para o próximo, e para o próximo, e para o próximo. E assim, passo a passo, viva sua vida de tal forma que a cada instante você se transforme.

Pergunta: Então, você realmente gosta de becos sem saída?

Resposta: Claro! Como poderia ser diferente? Se uma pessoa não se sente num beco sem saída…

Pergunta: Então, uma situação sem esperança é a sua saída?

Resposta: Sim, é como um carrinho de brinquedo. Ele bate em alguma coisa e começa a girar. Bate de novo e gira de novo. E assim continua tentando até que, dentre todas as possibilidades, descobre que existe uma saída.

Pergunta: Então, uma pessoa que vai de um beco sem saída a outro acabará encontrando uma saída?

Resposta: Claro, tudo é programado.

Pergunta: Então, em princípio, como pessoa, eu deveria cantar uma espécie de hino ao beco sem saída?

Resposta: Certamente! Essa é a própria força da nossa formação.

Comentário: Mas eu sempre quero evitar becos sem saída. Todo mundo quer evitá-los.

Minha Resposta: É realmente possível tomar a decisão certa sem chegar a um beco sem saída?

Comentário: Não é provável.

Minha Resposta: De forma alguma.

Pergunta: Que decisão correta a humanidade deve tomar hoje? Esta é uma questão global essencial.

Resposta: A resposta é a mesma em todos os casos: anular a si mesmo.

Pergunta: O conceito de “anular a si mesmo” é compreensível para seus alunos?

Minha Resposta: Isso também precisa se tornar compreensível para todos os outros.

Pergunta: Então, o que você quer dizer com “anular a si mesmo”?

Resposta: Significa que eu não decido o que fazer, não defino o objetivo e não o imagino para depois tentar alcançá-lo. Só posso fazer uma coisa: anular-me perante os outros de forma que eles possam alcançar seus objetivos.

Se eu definir qualquer outro objetivo para mim que não seja ajudar os outros, significa que estou atrapalhando o caminho deles. Se eu me anular, eu os ajudo a avançar em direção ao seu objetivo. Como resultado, todos deveriam se ocupar exatamente dessa maneira: ajudar os outros a alcançarem seus objetivos.

Pergunta: O que acontece então com o meu “eu”?

Resposta: É quando esse “eu” se revela como um eu comum coletivo, dentro do qual se revela a força superior da natureza, a única força existente e orientadora.

De KabTV, Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 15/10/25

A Complexa Simplicidade Do Círculo

272As “Sefirot retas” (Yosher) e as “Sefirot redondas” (Igulim) obedecem à leis opostas: entre as Sefirot retas, a mais interna é a mais importante, enquanto entre as redondas, a mais externa é a mais importante. Essa oposição entre as propriedades das Sefirot redondas nos confunde bastante.

Entendemos recepção e doação quando a recepção é oposta à doação, como nas Sefirot retas. Mas as Sefirot redondas (ou circulares) não pertencem a esse cálculo de recepção e doação, pois não têm filtro (Masach); esses são desejos que existiam antes da restrição (Tzimtzum) e antes do filtro. É por isso que nos tornamos tão confusos neste mundo, onde somos influenciados por duas forças: uma dos círculos e a outra da linha reta.

Na linha reta, tudo é claro e simples: há uma para cima e uma para baixo. Abaixo está o mal , a recepção; acima está o bem, a doação.

De qualquer ponto da linha, posso medir quanta força tenho (quantos “quilogramas”, que tipo de tela), que tipo de luz (quantos “litros” ou “lúmens”). Portanto, na linha, não tenho dúvidas; subi a uma certa altura e a medi.

Aqui, a física espiritual simples opera: todos os cálculos estão em minhas mãos. Existe uma força, a tela (a cobertura), e um desejo que é preenchido através dela, e o quanto eu paguei é o quanto eu fui preenchido. Tudo é claro.

Mas nos “círculos”, não sei o que fazer, nada mais é claro. Não há para cima nem para baixo, esquerda nem direita, nenhuma distinção pela qual eu costumava avaliar meu estado. As “esferas redondas” estão onde eu ainda não havia nascido; é antes de eu começar a entender qualquer coisa.

É como se eu estivesse no útero da minha mãe. É ali que opera a governança “circular”, e eu me anulo completamente. Tudo me é dado, todo o desperdício é descartado, eu não decido nada por conta própria. Mas quando a pressão começa a aumentar, exigindo que eu lute pela minha própria vida, a governança “linear” entra em ação.

E hoje, uma segunda forma de governança está sendo revelada no mundo, além da linear: a circular. Mas não sabemos o que fazer com ela.

O mundo subitamente se torna global, integral; todos estão conectados uns aos outros, e eu devo levar todos em consideração, e penso: “Por que deveria?!” Devo considerar todos como se estivessem incluídos no meu desejo, no meu vaso, que se torna redondo. Este é um tipo de governança completamente diferente e, portanto, nos deparamos com um problema. É o oposto de tudo o que aconteceu antes.

A questão central é que os “desejos circulares” estão sendo revelados, os desejos do mundo vindouro. É por isso que hoje somos incapazes de organizar nossas vidas neste mundo onde uma nova governança superior está sendo revelada.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá de 22/08/11, “O Estudo das Dez Sefirot

Com Que Direito A Cabeça Decide Pelo Corpo?

235O que há em Aba ve Ima, do mundo de Nekudim, que os torna a “cabeça” do mundo de Nekudim em relação ao corpo, ZON (Zeir Anpin e Nukva)? Eles contêm a iluminação do Partzuf superior, Keter, e essa luz é uma proteção contra os desejos egoístas, a luz de Chassadim, que os protege do desejo de receber prazer. Mesmo que tal desejo surja repentinamente, a luz de doação os protege da recepção egoísta. É por isso que Aba ve Ima podem ser considerados a cabeça.

Afinal, qual a diferença entre a cabeça e o corpo? No mundo corpóreo, são feitos de substâncias diferentes: cérebro e carne.

Qual a diferença entre a cabeça e o corpo espiritual (Rosh e Guf)? Como o pensamento difere do desejo? Afinal, não é o desejo a única coisa criada pelo Criador? O princípio da cabeça é a separação do desejo de desfrutar, permitindo-lhe realizar uma ação acima dele. É por isso que os desejos, vasos espirituais (Kelim), tornam-se uma “cabeça” que recebe iluminação de Chassadim, a luz de doação, que lhes permite se desconectarem do desejo interior e realizar um cálculo acima dele, como se observassem de fora, objetivamente, como um observador independente.

A parte onde se pode tomar uma decisão objetiva chama-se cabeça. Nisto reside a diferença entre um ser humano e um animal e, em geral, entre o homem e toda a natureza (inanimada, vegetal e animada).

No mundo espiritual, todas as distinções encontram-se no princípio essencial, e não na substância em si, como acontece no nosso mundo.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 05/07/10, “O Estudo das Dez Sefirot

Atraia Diversas Luzes

567Pergunta: Malchut sobe até Zeir Anpin, onde a luz refletida é atraída e ocorre um Zivug. A luz refletida não vem do Partzuf anterior, mas da luz circundante (Ohr Makif) que foi previamente rejeitada.

Qual a diferença entre a luz refletida de Chochma no nível anterior e a luz refletida de Chochma no estágio atual? Trata-se de uma nova porção da mesma luz ou existem diferenças na própria luz?

Resposta: Existe uma grande diferença entre essas luzes. No nível anterior era Partzuf Keter, e agora é Partzuf Chochma, e várias interações ocorrem entre elas.

Acredito que devemos memorizar mecanicamente o que Baal HaSulam escreve e, mais tarde, quando sentirmos isso em nós mesmos, ficará gradualmente claro como essas luzes entram, saem e se alternam umas com as outras.

Pergunta: Será que cada um de nós que se dedica à correção merece atrair uma nova luz?

Resposta: Sim, cada um de nós atrairá a luz que é atraída por sua alma, sua Malchut.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá de 28/10/25, “O Estudo das Dez Sefirot

A Intenção Correta Durante O Estudo Do TES

137Pergunta: Quando meus amigos e eu discutimos as lições do TES (O Estudo das Dez Sefirot), fica claro que existem duas abordagens. A primeira é quando a pessoa tenta compreender cada conceito e aplicá-lo em si mesma. A segunda é quando os amigos dizem que é isso que as pessoas inteligentes fazem, e que meu trabalho é cumprir meu dever, minha tarefa é pensar no meu amigo, seguir as recomendações do Rabash, e o resto virá naturalmente.

O que significa estudar O Estudo das Dez Sefirot no espírito do Bnei Baruch?

Resposta: Precisamos entender que dominar o mundo superior a partir do nosso mundo não é uma tarefa fácil. Mas somos capazes de fazê-lo.

Portanto, vamos apenas estudar. Tudo o que não entendermos hoje, entenderemos amanhã. E talvez, ao longo das próximas aulas, tudo fique mais ou menos claro para nós, e assim poderemos avançar.

Conheço muitos alunos que são tímidos para fazer perguntas e ficam para trás, mas isso vai acontecer.

Assim que concluirmos o primeiro volume de O Estudo das Dez Sefirot, ficará claro para nós onde estamos, em que nível nos encontramos e como podemos receber alguma força da luz superior.

Pergunta: Qual é a intenção correta quando estudamos o TES?

Resposta: A intenção correta é a nossa aspiração de ter um Kli no mesmo nível e que ele seja capaz de modelar as várias possibilidades que lemos no TES dentro de si mesmo.

Da Lição Diária de Cabalá de 25/10/25, “O Estudo das Dez Sefirot