Textos na Categoria 'Trabalho Interno'

O Mundo Está Esperando Seu Veredito

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como eu posso continuar tentando unificar o mundo se vejo nele uma enorme quantidade de armas e preparação para a guerra?

Resposta: Nós precisamos fazer o que cabe a nós. O mundo chegou a um estado ameaçador e está se movendo rapidamente em direção a eventos indesejáveis; mas, independentemente disso, ele ainda permanece dividido em grupos, e ninguém está disposto a abrir mão de seus interesses, mesmo em face de uma ameaça iminente de explosão.

Cada país se defende e conduz uma política de protecionismo, tentando se manter separado de todos os outros. Essa tendência leva à guerra. Afinal, ninguém quer se unir com os outros e levar os interesses deles em consideração. Isto é como os jogos infantis, onde pequenos egoístas orgulhosos entram em conflito, exceto que cada um deles tem uma arma mortal nas mãos.

Nós precisamos aceitar isso como condições impostas à alma coletiva que precisa ser corrigida e tentar incutir a correção de todos esses fenômenos. Nós devemos perceber tudo o que vemos no mundo como um testemunho da nossa falta de esforço.

Todas as outras pessoas estão privadas do livre arbítrio e da capacidade de compreender o que está acontecendo. Portanto, como elas podem corrigir alguma coisa? Elas são controladas  pelo Superior. Nós precisamos fazer com que, na balança do mundo, o prato da misericórdia compense o prato da culpa. Esta escolha está somente em nossas mãos.

Todas as outras pessoas são inocentes, e os estados pelos quais elas estão passando são apenas conseqüências de nossas ações. O seu afastamento mútuo nos mostra o quão rapidamente as falhas inseridas na natureza revelaram-se, comparadas com a pequena velocidade com que fazemos as correções. Nós estamos ficando muito para trás!

Àqueles a quem é dado o livre arbítrio e mostrado o quanto o mundo continua se movendo em direção ao prato da culpa, devem estar cientes do que estão fazendo. Está escrito: “A pessoa deve sempre considerar-se metade pecadora e metade justa”, e “se alguém realiza uma boa ação, ela sentencia a si e o mundo inteiro à balança de mérito”.

Portanto, onde estão elas, as nossas “boas ações?”. Parece que somos capazes de fazer muito mais do que estamos fazendo. Se você vê que o mundo está enfrentando grandes problemas, isto aponta diretamente a você, todos nós, dizendo-nos que não conseguimos a unificação, a disseminação, a união, a auto-anulação, e garantia que deveríamos conseguir. Vamos esperar que acordemos, bem como todos os nossos amigos ao redor do mundo.

Nós precisamos pensar muito bem sobre isso, já que o estado do mundo é muito ameaçador, e tudo depende de nós. Faço um apelo a todos que estão ouvindo e que se juntam a nós em todo o mundo. Somente nós, o nosso pensamento de união, é capaz de corrigir o mundo e não deixar que esse estado perigoso cresça de tal forma que possa entrar em confronto e colapso.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 27/2/11, “Introdução ao Livro, Panim Meirot uMasbirot

As Primeiras Tentativas

Dr. Michael LaitmanPergunta: Quanto mais esforços fazemos em prol do sucesso do grupo, mais sentimos que estamos trabalhando para o nosso próprio ego….

Resposta: Você deveria estar feliz com isso, porque essa é a revelação do mal. Sem revelar o mal, não vamos chegar à bondade.

Eu vejo que, no final, a única coisa que quero de minhas ações em prol do grupo é extrair benefícios pessoais. Qual será a próxima?

O problema é que, sozinho, esse “ponto de epifania” não é suficiente. Você não pode fazer nada com ele. Minha ação tem que ser objetiva; ela tem que ter um vetor. Caso contrário, a minha força interior continua a ser meramente potencial, como um motor abafado. Pode até ser um bom motor com uma capacidade de 200 cc, mas e daí?

Eu tenho que “resumir” o meu desejo e dirigí-lo a uma ação específica. Isso significa que eu preciso de dois pontos para formar um vetor. A mente é o que dá sentido a essa minha força. É por isso que a força e a razão trabalham bem uma com a outra. Isso é válido.

Assim, mesmo se eu tiver alcançado o desespero em minha atitude para com o grupo, isso ainda não me dá a oportunidade de agir. Agora, eu tenho que conectar o meu estado com o objetivo.

Eu apenas senti que eu sou contrário a mim mesmo. O egoísmo foi revelado nas minhas ações ou em uma de minhas ações: eu fiz isso por mim e não poderia apontá-lo nos amigos.

Em primeiro lugar, eu tenho que lembrar que não há outro além Dele. O problema não é que eu não tenha êxito nisso, mas sim que o Criador dispôs esta situação para mim, assim como a sua análise. Torna-se claro que eu não poderia fazer nada por causa do meu egoísmo, e isso é porque o Criador quis me ensinar, para me mostrar que sou governado pelo ego.

Então. o que devo fazer? Por que Ele quer que eu sinta isso? Para que através dele eu perceba a importância do objetivo, a qualidade da doação, que é oposta ao que eu recém revelei.

Onde eu conseguirei essa importância? Desse próprio estado. Afinal, não há Luz sem vaso, sem sensação que não inclua a combinação de ambos: Luz e Kli. Com o que eu vou me comparar a fim de sentir que sou mau? Isso acontece em comparação à forma como eu entendo a doação, imaginando que poderia ter atuado melhor, tratando os amigos de uma forma melhor.

Nesse caso, já existem dois pontos! Como, então, eu posso agora mudar do ponto da minha própria insignificância e maldade ao ponto da doação? O que me falta? Falta-me força, e é isso que eu deveria exigir.

Mas isso não é tudo. Por que eu deveria exigir isso? Para me fazer sentir bem, para parar de sentir repulsa por mim mesmo? Afinal, o meu egoísmo sofre com a recente “revelação”. Nesse caso, seria revelado que eu ainda sou um egoísta, tendo somente dado uma “volta”, e estando no próximo nível do amor-próprio.

Em vez disso, eu não quero todo o meu trabalho e o seu resultado para perseguir o êxito pessoal. Eu quero realizar uma ação na qual vou revelar prazer ao Criador. Ele corrige-me e eu quero isso para dar prazer a Ele.

É assim que eu tento avançar um pouco mais, e depois um pouco mais, tanto quanto possível. Estas são as minhas primeiras tentativas, que eu devo literalmente “mastigar”,  “provar” com a minha língua, ou, mais precisamente, “romper “com meus dentes .

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 28/02/11, Escritos do Rabash

Concebendo-me Dentro De Mim

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como eu posso imaginar o nosso Kli (vaso) comum? O que significa o grupo dentro de mim?

Resposta: O grupo dentro de mim é o lugar onde o Criador existe. Ele organizou um lugar dentro de mim. É por isso que quando eu entro no grupo, eu pareço dirigir-me aos meus amigos, quando na realidade, eu entro na minha sensação interior do “lugar”. Se eu continuo conectado ao grupo, ele me servirá de útero materno, de arca, o local de ocultação, salvação e proteção.

Esse grupo existe dentro de mim. Eu só o percebo erroneamente como existindo fora de mim, da mesma maneira que eu percebo toda a realidade. Para começar a sentir a verdadeira realidade, eu tenho que desistir do meu orgulho, independência e grandeza, de modo que eu possa me dissolver no grupo, na arca, no ventre da mãe. Então, dentro dele eu revelarei o Criador, no meu primeiro nível de desenvolvimento espiritual do embrião espiritual.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 27/02/11, “Introdução do Livro do Zohar”

Quando O Indesejável Se Torna Desejável

Dr. Michael LaitmanO objetivo da criação do homem é fazê-lo transformar-se de oposto a semelhante ao Criador, isto é, fazê-lo adquirir a qualidade de agir unicamente para o bem dos outros, em vez de agir apenas em benefício próprio. Esta transformação da natureza pode ser feita através do estudo do Livro do Zohar, porque conforme a necessidade da pessoa, a força que corrige a natureza do homem é revelada durante a leitura.

Mesmo que a pessoa não tenha a menor vontade de mudar e pense apenas no seu próprio bem, mesmo assim, estando sob a influência do ambiente, ela gradualmente concorda que a capacidade de doar é a coisa mais importante em sua vida. Assim, ela estuda com o grupo para que ele possa melhorar a sua aspiração em ser corrigida.

Se os amigos se apresentam como um todo, o estudo evoca o impacto da força oculta, que se manifesta como amor mútuo e doação. Apesar do fato de que ninguém leva a sério a sua transformação, finalmente, sob a influência do ambiente e da força oculta no estudo coletivo do Zohar, todos experimentam mudanças autênticas – todos adquirem a natureza do Criador e sentem o mundo superior.

Da 2a parte Lição Diária de cabalá 24/02/11, “Introdução do Livro do Zohar”

Um Processo Chamado “Luz”

Dr. Michael LaitmanA “Luz”, por si só não existe. Um determinado fenômeno ocorre dentro da criatura, e a criatura chama-o de “Luz”.

À medida que a criatura desperta para sentir este fenômeno, isso significa que a Luz se espalha dentro dela. Na realidade, nada se espalha, nem vem de nenhum lugar! Um desejo simplesmente desperta dentro de mim e eu chamo sua característica, forma e cor de “Luz”, que se espalha dentro, entra, e existe em mim em algum tipo de processo.

No entanto, além do meu desejo interior não existem outros processos que estejam ocorrendo. Eu chamo parte desses processos de “desejo” e parte de “Luz”. Em outras palavras, o meu desejo muda, e como resultado, eu chamo os fenômenos que ocorrem dentro dele de “Luz”.

Da Lição Diária de Cabalá 31/12/10, Talmud Eser Sefirot

Como Dominar O Programa Do Criador

Dr. Michael LaitmanA sabedoria da Cabalá nos ensina como fazer a transição do mundo material para a espiritualidade, da percepção comum da realidade para a percepção autêntica. Precisamos explicar a nós mesmos que a realidade que percebemos agora é ilusória, passageira e acidental, dependendo das nossas qualidades internas. A realidade apenas parece estável para nós, mas na verdade, ela pode ser alterada, corrigida, e transformada.

Suponha que você receba um computador e assuma que ele não possui recursos adicionais, além daqueles dos quais você está ciente. Você olha para a mesma imagem o tempo todo, porque não tem outra. De repente, um perito chega e lhe diz: “Olhe para este teclado que eu trouxe para você, experimente-o”. E você começa a pressionar as teclas e de repente descobre muitas coisas novas.

Você visualisa imagens onde você se reconhece. Então você entra dentro delas e começa a programar o mundo em que está vivendo.Você dá comandos e tudo muda ao seu redor. Neste ponto, você começa a perceber que o mundo funciona de acordo com um determinado programa chamado de “O Criador”. Mas à medida em que você se torna semelhante a Ele, você gradualmente adquire Suas funções como um comandante.

E mais tarde, você chega ao estado em que você se apossa deste teclado por meio de suas próprias mãos, com todos os seus comandos e programas disponíveis para você, em relação a tudo isto que está ocorrendo, e, essencialmente, em relação ao seu próprio destino. E assim, imagem por imagem, você começa a organizar todas as imagens que vêm até você em constante mudança. Agora você pode planejar o seu próprio destino, como está escrito: “Israel está acima das estrelas e dos sinais de sorte”.

De repente, você observa que a vida passada é deixada para trás, e que você já se afastou bastante da primeira imagem. Você percebe que não está nela. Mas onde você está agora? Você descobre que você está em uma determinada realidade e está envolvido nela, programando-a. Ela está cada vez mais está aberta para você, além do tempo, movimento e espaço, fora da percepção da realidade anterior, e seu corpo animal não está mais lá.

Você já sente que a matéria do mundo inteiro se dissolveu, uma vez que não existia, em primeiro lugar; ela era simplesmente uma sensação que acompanhava a primeira imagem. É por isso que o nosso mundo é chamado de mundo de “faz-de-conta”. E a sabedoria da Cabalá nos ensina a ver a realidade corretamente, ou como revelar o Criador.

Da Série de Palestras Introdutórias 4/1/11, “Do Que Trata A Sabedoria da Cabalá “

A Matriz Da Unidade

Dr. Michael LaitmanNoventa e nove vírgula nove por cento de todas as mudanças em nós  ocorrem enquanto não vemos e não estamos cientes delas, embora influenciemos e agilizemos esses atos pelo esforço de ser corrigido. Mas elas acontecem exatamente como os processos físicos em nossos corpos, sobre os quais nós também não precisamos pensar.

Eu não sou o que bombeia o sangue através das minhas artérias, e não faz parte do meu trabalho garantir que o meu sistema linfático e nervoso, bem como todos os meus órgãos, funcionem bem. Na verdade, eu posso “desligar” totalmente e dormir, não me preocupando com nada, e meu corpo vai continuar a viver e até mesmo a crescer.

No desenvolvimento espiritual isso ocorre da mesma maneira. Existem muitos processos dos quais não precisamos estar conscientes e determinar a sua forma e ordem. Há uma margem muito estreita, onde tomamos nossas próprias decisões e fazemos a nossa participação. E isso é suficiente, é tudo que precisamos para alcançar qualquer coisa!

Nós revelamos a “unidade”. E por meio dessa unidade, a adesão a que aspiramos, nós adquirimos o conhecimento de todos os outros elementos do sistema que não conhecíamos. A mim é dado o livre arbítrio para que eu possa trabalhar de maneira a conseguir a adesão com o Criador. A mim é dito que se eu trocar a minha intenção por uma intenção altruísta, vou começar a entender o Criador. E se eu entender o Criador, todo este sistema se abrirá para mim e eu compreenderei tudo!

Portanto, eu não preciso trabalhar em todo o sistema e analisar tudo para que eu possa aprender, explorar e compreender toda a sua incrível diversidade e imensidão de fenômenos. Desde que eu adquira o desejo de doar, eu entendo tudo o que acontece dentro dele.

Nós trabalhamos dentro de um campo estrito, enquanto o mundo inteiro nos é revelado.  Está escrito: “Faça uma abertura para mim, do tamanho do buraco de uma agulha, e eu abrirei os portões do mundo superior para você”. Caso contrário, seria impossível aprender sobre este sistema ilimitado de complexidade infinita, que tem um número incontável de partes conectadas por possíveis laços infinitos em constante mudança, e cada umcom seu livre arbítrio define as mudanças que afetarão todos os outros.

Na matemática, nós sabemos como definir um fator desconhecido por outro em uma equação. Se tivermos dois fatores desconhecidos, precisaremos de duas equações. Mas neste caso, estamos lidando com um número infinito de componentes desconhecidos; por isso precisamos de um número infinito de equações conectadas em um sistema. Portanto, isso é uma matriz com um número incontável de condições, cada uma das quais muda de acordo com sua própria lei.

Nós não podemos resolver tal problema, já que a nossa mente corpórea é incapaz de resovê-lo. Em primeiro lugar, nós não possuímos instrumentos matemáticos para abordá-lo. Mas podemos fazer isso no mundo espiritual, porque aumentamos os Kelim de doação (adquirimos o desejo de doar) e recebemos o poder sobre tudo nele.

Da 3a parte da Lição Diária de Cabalá 24/2/11, Talmud Eser Sefirot

Não Perca Seu Tempo

Dr. Michael LaitmanPergunta: Quando nós começamos a experimentar a pressão sobre o nosso egoísmo, os golpes que ele recebe, qual é a maneira correta de apelar para o grupo? Em que devo me focar?

Resposta: Se a pessoa não reclama internamente ao grupo, o que ela pode dizer a ele? Tudo o que fazemos, fazemos de boa vontade. Se a pessoa não percebe porque deve voltar-se para o grupo, ela não irá.

Eu apelo ao grupo se me sinto impotente, se vejo que não há nada que possa me salvar, que sou incapaz de mudar a mim mesmo e conseguir alguma coisa, se percebo que apesar de todo meu conhecimento, inteligência e potencial, não haverá solução para mim.

Só então estarei disposto a pedir ajuda aos meus amigos. A demanda surge em mim quando eu busco e desejo romper com este horrível estado de ser. Aí é quando eu descubro que possa me voltar apenas ao grupo.

Eu faço um apelo a ele externa ou internamente. Os amigos podem nem sentir isso, mas eu gostaria de receber apoio e força deles. Então eu me volto a eles com um apelo.

Caso contrário, será que eu posso realmente ouvir conselhos e pedir ajuda ao grupo?  Pedir ajuda apenas da boca para fora não funcionará aqui; é um desperdício de tempo. Só quando o verdadeiro desejo amadurece em mim, eu me volto para os amigos. Não importa se eles sentem isso ou não. Existe a força do desejo em meu apelo, que o torna verdadeiro.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 23/2/201, Escritos do Rabash

A Pessoa Deve Ver A Estrada À Frente!

Dr. Michael LaitmanDe agora em diante não podemos avançar como fazíamos antes, com os olhos vendados em direção ao desconhecido, sem compreensão, sabedoria e conhecimento preciso, como animais correndo em uma direção indefinida, fugindo para um lugar seguro para escapar do perigo. Esta é a forma como temos avançado durante o curso da história, mas hoje temos de começar a evoluir como seres humanos que somos.

Um ser humano é alguém que “tem olhos” e vê a estrada à frente, sabendo exatamente para onde está indo. Primeiro, a pessoa atinge o estado futuro da existência em sua “forma potencial”, e depois realiza-o na prática.

As formas para as quais devemos mudar agora são as formas de equivalência com o Criador. Portanto, antes de mais nada, devemos manifestá-las na conexão entre nós, graças a qual iremos adquirir novas qualidades. Então, vamos compreender de forma coletiva o nosso estado futuro na prática: uma conexão mais forte, mais estreita, com base na doação, onde o Criador será revelado.

Desta forma, vamos avançar passo a passo, até atravessarmos todos os 125 degraus espirituais. Isso vai significar o êxodo do exílio em direção à liberdade total. De hoje em diante, nosso avanço deve ser vislumbrado e consciente, sem repetir os erros anteriores, que nós sempre cometemos de forma contínua e metódica, durante todos os estágios da evolução humana.

Cada vez que tentamos fazer algo sem saber o futuro, ao líder que gritou mais alto é dada a oportunidade de alterar a natureza e a sociedade humana. Essa pessoa iria realizar as suas idéias até ser derrubada ou morrer naturalmente, sendo que depois descobriríamos que tudo o que ela fez foi errado. E o ciclo se repetiria novamente, passando de um erro ao outro.

Hoje, entre tudo o mais, nós estamos lidando com uma situação difícil que tem relação com a liderança do mundo e essa nova tendência. Ainda veremos que enorme obstáculo se coloca em nosso caminho e como esses líderes são inúteis. Finalmente, eles serão substituídos por um governo digno, semelhante ao antigo “Sinédrio” (assembléia de Cabalistas), ou seja, um autêntico conselho espiritual que estará liderando toda a humanidade.

Da 4a parte da Lição Diária de Cabalá 29/12/10, “A Sabedoria Cabalística e a Filosofia”

A Oração é Julgar Você Mesmo

Pergunta: Como podemos lidar com a “disseminação interna” e o que devemos fazer ao longo do dia para alcançá-la?

Resposta: Correção ocorre em virtude de uma ação chamada “oração”, que é a revelação do verdadeiro desejo que exige a realização. Este trabalho é chamado de “oração”, que traduz como “julgar a si mesmo” ou discernir sua essência interior: Quem sou eu, o que eu quero, eu tenho o direito de desejos ou não, e quando meus atos forem semelhantes aos feitos dos antepassados, ou seja, os meus desejos semelhantes aos que os Cabalistas descreveram no livro de oração?

Isso não é nada simples. O livro de oração foi criado pelos cabalistas, os sábios da Grande Assembléia, que estavam no nível espiritual mais elevado. Eles deixaram o livro de orações por nós, para servir como um exemplo do que temos que alcançar nas nossas reivindicações.

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