Textos na Categoria 'Trabalho Interno'

Uma Pessoa Que Se Desviou Do Caminho

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se, na espiritualidade, a pessoa nasce novamente a cada instante e começa tudo desde o início, como pode ser que, uma vez que ela se desvia do caminho, ela se desvia mais e mais?

Resposta: É assim que o Baal HaSulam descreve isso. Eu estou simplesmente repetindo seu esquema. Se, no começo do caminho, você se desvia só um pouco (digamos, até 1 cm), e depois, ao continuar progredindo da mesma forma, você acaba se desviando do caminho correto, digamos, 5 cm.

Parece que você progrediu: recebeu conhecimento, percebeu e fez tantas coisas. Você se torna cada vez mais confiante de que está no caminho certo, embora, na realidade, você já se desviou do caminho e está avançando a esmo.

Ninguém tirou a sua liberdade ou a oportunidade de fazer um ajuste. Mas se você não suspeita de que se afastou do caminho, se você não sente isso, você acha que pode continuar assim.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 28/03/11, Preparação para a Convenção NÓS!

A Revelação Da Luz Ou Um Esforço Da Imaginação?

Dr. Michael LaitmanPergunta: Qual é a diferença entre revelar a Luz através de uma das metodologias orientais ou do método da Cabalá?

Resposta: A revelação da Luz só pode ser alcançada se a pessoa tem um grande Aviut  (aspereza ou espessura do desejo), que ela pode corrigir apenas com a ajuda da Cabalá e, assim, revelar a Luz, o Criador. Afinal, com um Aviut menor, a pessoa não será capaz de revelar nada, exceto algumas sensações mais ou menos agradáveis que lhe dão a ilusão de já estar “elevando-se” ao mundo espiritual.

Tudo, exceto a Cabalá –  todas as metodologias orientais, os ensinamentos da New Age (Nova Era), diferentes crenças e religiões – são suas formas modificadas, nascidas do desejo de receber prazer que não alcançou seu último nível, o de Dalet (quatro), e não é perfeito em todos os seus níveis de Aviut, nem tão egoísta.

Além disso, o que elas tomaram da Cabalá? Uma prega normas morais, outra defende meditações, uma terceira recomenda restrições alimentares, uma quarta pede para acreditar em imagens ou histórias, uma quinta elogia observâncias cerimoniais que são consideradas sagradas, e assim por diante.

Tudo isso é resultado do desejo de receber prazer, que ainda não atingiu a sua evolução final. Portanto, isso expressa a sabedoria da Cabalá de uma forma igualmente simples, em vez de corrigir-se.

Afinal, uma pessoa como esta não sente a necessidade de se corrigir. Ela não entende o que ela precisa para se corrigir. Ela acredita que se beijasse um objeto “sagrado” ou doasse algo, tudo estaria certo. Um pequeno desejo de receber prazer não empurra o homem para nada que seja grande. Tudo isso sai do desejo que ainda não se desenvolveu ao nível do último grau, o de Dalet.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 27/12/11, “A Sabedoria da Cabalá e a Filosofia”

Parar É Cair

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que significa acelerar constantemente em relação à meta espiritual, e como podemos acelerar o máximo possível agora, antes da Convenção?

Resposta: No espaço espiritual, aceleração é movimento. Isso porque se agora você não fizer uma determinada ação, nenhum de seus méritos anteriores irá contar e você vai perder toda a velocidade que acumulou até agora por todas as ações anteriores. O espaço espiritual é como um universo vazio, onde não há nenhum outro sistema a partir do qual se inicia a contagem, e se você não acelera, você não se move.

Um estado constante é equivalente a zero. Mesmo que você esteja voando na velocidade de 10 quilômetros por segundo, isto não é considerado movimento, e o mesmo ocorre se você estivesse apenas suspenso no ar. No sentido espiritual a aceleração significa velocidade e, em essência, é a ação.

Portanto, não há “diferenças” entre as ações espirituais. Sempre que uma ação termina, é onde a próxima ação começa, imediatamente, assim como durante o nascimento do Partzufim espiritual. Isso indica que a atitude da pessoa em relação ao grupo e a atitude do grupo em relação a ela deve ser tal que irá constantemente despertá-la a agir e sempre renovar o seu desejo.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 28/03/11, Preparação para a Convenção NÓS!

Ajuste Fino Espiritual

Dr. Michael LaitmanDe “Os Princípios da Educação Global”: A essência do nosso desenvolvimento encontra-se no reconhecimento do mal.

Nós somos capazes de realizar um ato após o ato apenas de acordo com o nosso reconhecimento do mal, com o grau de sensibilidade para com o bem e o mal. Tudo depende do nível a que as nossas qualidades nos permitem medir a diferença entre eles.

O meu desejo é como um instrumento de medição. Seu ponteiro move uma medida se, por exemplo, eu altero a tensão interna ou peso algo em minha escala interna. Há escalas com divisões de 100 libras para carros e escalas precisas com medida em miligramas.

Minhas medidas dependem também da sensibilidade. Assim que eu sinto dentro de mim alguma diferença entre as duas forças, isso aciona a minha ação, minha resposta. Eu me sinto mal por causa dessa diferença; eu fico insatisfeito e preocupado. Então, surge um impulso dentro de mim e ele me empurra de volta para o ponto de equilíbrio de onde nos originamos.

É por isso que tudo depende do reconhecimento do mal. Eu tenho que intensificar continuamente esse sentimento, pressionando cada vez mais o “botão” que tem um ajuste fino. Assim como o ponto inicial da criação sentia que se diferenciava da Luz, até que essa diferença transformou-se na escuridão da sua oposição completa, da mesma maneira eu aumento a sensibilidade em relação à Luz dentro de mim, a fim de alcançar finalmente a correção.

Da 4a parte da Lição Diária de Cabalá 2t/03/11, Os Princípios da Educação Global

Como Eu Supero A Minha Natureza?

Dr. Michael LaitmanMuitas pessoas pensam que a espiritualidade é um método comum para realizar-se. A pessoa pensa que muito em breve o Criador será revelado a ela, e que ela será capaz de obter todo o mundo as seus pés. Mas essa é uma idéia falsa, pois, na verdade, a espiritualidade é a doação.

Em outras palavras, eu não sou preenchido por aquilo que está sendo revelado a mim. Porém, se eu me abro corretamente, eu fico cheio de doação. Afinal, a Luz nunca entra em um Kli (desejo) diretamente, mas somente quando está vestida com a Luz Refletida. Daí, eu devo me tornar um doador e desfrutar da doação. Mas como faço para conseguir isso?

Para alcançar isso, a pessoa precisa de um ambiente que possa lhe influenciar de forma que ela pense que a doação é uma qualidade muito profunda e elevada, que é a satisfação. Todos devem elevar o valor da doação aos olhos do amigo, passando-lhe sua parte da garantia mútua.  Então, graças a sua consciência da importância dessa meta, a pessoa recebe a iluminação que lhe ajuda no progresso espiritual.

Mas, acima disso, a pessoa deve entender que isso é um jogo, já que da sua condição atual ela não consegue ver a meta. Portanto, todo este trabalho é considerado como ascender ao estado que, agora, não é claro e perceptível a ela, em oposição ao que ela é capaz de compreender hoje. Em outras palavras, a pessoa deve pensar constantemente na importância de uma falsa meta. Mas ela é falsa só para ela, pois se opõe ao seu desejo egoísta.

Portanto, o ambiente deve educar a pessoa, fornecer-lhe a correta escala de valores, e ser forte o suficiente para substituir sua natureza egoísta. Quanto à pessoa, ela deve apoiar seu ambiente, rebaixar-se diante dele, submeter-se, e, literalmente, dissolver-se nele. Então, ela será capaz de receber dele a importância da meta, apesar do seu ego que se revela nela cada vez mais.

Caso contrário, ela não será capaz de avançar, uma vez que existem duas forças que agem nela: a força que rejeita e a força que atrai. A força da rejeição, da resistência, emerge naturalmente: é o seu ego. E a questão reside apenas em saber se ela conseguirá se opor a ele com uma força maior em qualidade, a força do ambiente, que irá atraí-la à espiritualidade.

Portanto, todos devem estar preocupados com a forma de organizar o ambiente certo para si. Isto é o que está implícito no que o Rabash descreve como: “Reunimo-nos aqui para ascender ao grau do homem”.

Da Lição Diária de Cabalá 4/03/11, Escritos do Rabash

Na Esfera Radiante Da Alma

Dr. Michael LaitmanO Zohar, Capítulo “Yitro (Jethro)“, Item 465: No sábado, a Torá é coroada com ele, coroada com todas as Mitzvot, todas as sentenças e punições em setenta ramos de luz que brilham em todas as direções…. Quem viu aqueles portões que se abrem cada qual nas direções deles, onde cada um é composto por dez, e eles são cinquenta portões? Todos brilham e iluminam nesta luz que é emitida e que nunca pára.

Onde posso revelar todos esses detalhes? Posso encontrá-los apenas na conexão interna entre os amigos. O Zohar descreve todos os tipos de conexões que iremos revelar, até que estas se tornem um laço infinito entre nós, quando as corrigimos completamente.

Todos os estados e relações que O Zohar descreve, bem como as várias imagens da natureza inanimada, vegetal, e animal, incluindo as pessoas e todos os tipos de situações, ou, na linguagem da Cabalá, Partzufim (almas), Olamot (mundos), Reshimot (genes espirituais), e Sefirot (propriedades), juntamente com suas subidas e descidas, todos são expressões da conexão interna entre nós, as pessoas que estão dispostas a se unificar a fim de revelar o mundo superior dentro de suas relações.

Todos avançam na capacidade de ver como os 613 desejos de sua alma se expandem externamente em doação às outras almas, e como de cada alma, os seus 613 desejos, também se expandem para todas as outras. Imagine isto: há bilhões de almas que correspondem ao número de pessoas no mundo corpóreo. De cada alma, expandem-se 613 desejos para todas as outras almas, cada uma conectada à outra, e com uma nova conexão  mútua, elas doam a cada uma novamente, e se interconectando uma vez mais, elas continuam a doar.

Assim, finalmente, veremos uma esfera que não tem “espaço” vazio, dado que todo ele é preenchido com a união das almas. Se revelarmos essa união na sua mínima medida, em 1/125 da parte dela, começaremos a revelar a Luz que flui nos canais entre nós. Isso é chamado de revelação do Criador, porque esta Luz é, na verdade, o Criador, e é isso que O Zohar descreve.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 25/03/11, O Livro do Zohar.

Oração Pela Sociedade

Dr. Michael LaitmanVocê e eu não fomos criados por acaso. O Criador quis que a criação se tornasse igual a Ele, e tudo que está acontecendo conosco está nos levando em direção a esse objetivo. Portanto, temos de seguir este caminho compreendendo que estamos divididos, separados, e odiamos uns aos outros. No entanto, recebemos a força para nos unir acima desse ódio, que aumenta gradualmente cada vez mais. Isso porque não podemos vencer e superar todo o ódio que reina em nós ao mesmo tempo. Mas, se pudermos vencê-lo gradualmente, passo a passo, vamos adquirir a qualidade da doação, da atenção mútua, do cuidado, a qualidade de Bina, que não nos permite fazer ao outro aquilo que odiamos. Depois disso alcançaremos o amor ao próximo “como a nós mesmos.”

É por isso que toda a ciência da Cabalá, que é chamada de ciência da verdade, só fala sobre a unidade. É porque dentro da unidade, nós, as pessoas, alcançamos as qualidades do Criador.

Se as pessoas se reúnem e se unem em um só desejo, a fim de multiplicar as forças de cada pessoa e dar a cada um a garantia de que através de seus esforços comuns eles irão atingir o objetivo desejado e irão ganhar mais confiança, isso é chamado de “uma sociedade de palhaços e mentirosos”. Isso é porque eles pensam que através de sua união serão capazes de obter maiores benefícios egoístas. Portanto, a sua oração comum vai agir de modo destrutivo, separando-os da meta.

A pessoa tem que entender que ela se une com os outros apenas para discernir como ascender acima da sua natureza. Não é para receber maior força da sociedade ou para satisfazer as exigências de seu egoísmo, mas para entrar dentro desta sociedade e começar a doar a ela. Esta é a única força que devemos procurar.

A força da doação para a sociedade vem da Luz, do Criador, do que está oculto dentro do relacionamento da pessoa com a sociedade, o grupo. Ou seja, o grupo deve ser composto por pessoas que se unem precisamente para atingir o Criador, a qualidade comum da doação.

O Criador não existe separadamente da criação. A qualidade da doação comum não existe a menos que haja uma pessoa que a revele. Portanto, se a pessoa se inclui no grupo que aspira à qualidade da doação e lá deseja encontrar essa força, para atingir essa qualidade, ela começa a compreender, a partir de sua unidade com outros, que esta preocupação com a sociedade, dentro da qual existe a qualidade da doação, ou a preocupação com o Criador, que é a mesma coisa, é a oração da sociedade.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 27/03/11, Preparação para a Convenção NÓS!

O Pior Pesadelo Da Criação

Dr. Michael LaitmanNós precisamos unificar Israel, a Torá e o Criador como um (a pessoa  esforcando-se diretamente à Luz e o Criador). Cada parte deve se esforçar para se unir com os outros, para que no final ela possa doar à Luz. É como no início, a Luz era a única a doar, tendo dotado Malchut com a sensação de Seu amor, levando-a a todas as ações que começaram com a Primeira Restrição (Tzimtzum Aleph) e revelaram-se mais abaixo.

Mas quando, depois de todas esses correções, Malchut retorna ao mesmo estado de perfeição, plenitude e unidade, no seu amor e doação em relação a Luz do Infinito, nós começamos a ver que tudo isso é apenas uma criatura, que passou por todos os tipos de “sofrimentos”.

Estas “situações difíceis” são consideradas como os “mundos”, da palavra “ocultações” em hebraico. São ocultações do estado perfeito do Infinito, de maneira a retirar-se desta sensação de realização e se submeter a todos os tipos de experiências interiores,  impressões, escolhas e guerras, para construir dentro uma relação idêntica com a Luz, ao atravessar os estados de separação dela e, depois, aproximando-se do mundo do Infinito,  para finalmente chegar à adesão total.

Em todo este processo, existem infinitos detalhes, cada um dos quais está relacionado com o início e o fim do processo. Afinal, nós também participamos deste emaranhado de sentimentos que Malchut experimenta, causado pela colisão da Luz e do vaso, o prazer e o desejo, a força do Criador e a da criatura. Nós atravessamos os mesmos estados individualmente, como partes de Malchut, de modo que no final nós nos sentimos como uma única alma.

Afinal, há apenas uma criatura: Malchut do mundo do Infinito. E cada um de nós deve se unificar com todos os outros, tendo superado este terrível pesadelo e nossa separação ilusória, essa ocultação de um estado perfeito e eterno. Então, todos vão ver que estão incluídos em todos os outros com seus sentimentos, pensamentos, amor e doação.

Portanto, precisamos fazer tudo o que pudermos para acelerar o nosso despertar deste sonho. Está escrito que o Criador nos trará de volta “fora de Sião”, isto é, que há uma saída (Yetzia) desta realidade, deste sono. Então, vamos ver que estávamos em um estado de sonho e iremos nos unificar em uma só alma.

Espero que a próxima convenção nos ajude a dar um enorme salto adiante, para que acordemos e nos sintamos como uma só alma.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 24/03/11, Preparação para a Convenção NÓS!

Um Homem Sábio Enxerga À Frente

Dr. Michael LaitmanNo caminho espiritual, nós passamos por fases de desenvolvimento e, ao mesmo tempo, por um desenvolvimento criativo. O mesmo ocorre no nosso mundo: o homem não vive só de pão.

Nós não alimentamos as crianças apenas para fortalecê-las, nem as apreciamos apenas pelo peso que ganham. Em vez disso, o fator mais crucial é o quanto ela se torna um ser humano: aquela que é inteligente, perceptiva, compreensiva, receptiva e orientada para resultados mais qualitativos do que quantitativos. Isto significa que a criança cresce. É uma pena se ela for privada disto.

É o mesmo na espiritualidade. Será realmente possível ser avaliado de acordo com o número de horas dedicadas ao estudo? Não, nós exigimos o crescimento qualitativo, para que nossos desejos e pensamentos se concentrem-se cada vez mais no princípio de “Israel, a Torá e o Criador são um” como a meta do nosso crescimento.

A natureza nos transmite um desenvolvimento dotado de um propósito e nos obriga a aprender a nos relacionar com tudo o que fazemos na vida de forma intencional. Isso significa que temos que definir para nós o que uma pessoa deve ser. Afinal, um homem sábio enxerga à frente. Se nós nos desenvolvemos intencionalmente, precisamos entender o que a natureza quer.

A natureza nos mostra a totalidade, a interligação, a integridade de todas as partes, um desenvolvimento constante. Do mesmo modo, nós também devemos distinguir os estágios correspondentes do nosso desenvolvimento, aceitando-os como desejável.

Hoje, a educação correta é necessária tanto para os pais quanto para os filhos. Nós temos que transmitir os princípios básicos a todos: o auto-aperfeiçoamento constante, visando atingir a unidade; a bondade qualitativa e quantitativa das conexões entre nós, surgindo naturalmente como resultado da associação, união, harmonia e homeostase com a natureza.

Se nós nos comportarmos desta maneira, e começarmos a ensinar isso à geração mais jovem, se nos aproximarmos continuamente da unidade e da compreensão mútua, até o que “amar ao próximo como a si mesmo” se torne uma norma, estaremos nos aproximando ainda mais da meta. Nossa educação terá um propósito.

A medida que nos desenvolvemos e passamos por estados que contrariam o nosso egoísmo, devemos entender que o fim da ação encontra-se em seu pensamento inicial.  A natureza fixou o objetivo final: devemos nos unir mutuamente. E como não há outra saída, nós temos que educar a nós e a crescente geração com o método da união.

Caso contrário, ao invés de desejarmos ansiosamente uma fruta doce, ficaremos apenas cada vez mais imersos na amargura das fases anteriores do amadurecimento.

Da 4a parte da Lição Diária de Cabalá 24/03/11, Os Princípios da Educação Global

O Vestuário Luminoso Da Alma

Entre o Criador e a criatura, a Luz e o vaso, o desejo de doar e desejo de receber prazer, há a lei da equivalência das propriedades, da forma. Só se existe uma semelhança entre eles pode o ser criado sentir o Criador aproximar-se Dele e tocá-Lo.

Mas o que pode ser feito se a criatura é criada oposta ao Criador? Na verdade, a questão da criação é o desejo de receber prazer. Mas esse desejo pode cobrir-se com “vestuário”, “intenção”, que ele recebe de cima e trabalha com a matéria “por causa da doação.” Então, encaixará a Luz com precisão. [Leia mais →]