Textos na Categoria 'Torá'

A Aliança Da Paz

Dr. Michael LaitmanTorá, Bamidbar, 25: Eis que eu lhe dou a Minha aliança de paz… porque ele foi zeloso pelo seu Deus e fez expiação pelos filhos de Israel.

Em essência, nós estamos sempre à procura da aliança, a conexão com o Criador, a fim de receber todos os meios Dele, para organizá-los corretamente, e acelerar o nosso desenvolvimento. É por isso que o Criador dotou o homem com uma mente: é só assim que seremos capazes de superar nossos instintos, para forçar o nosso desenvolvimento, antecipando-nos à velocidade da Natureza, o Criador. É assim que nós “nos antecipamos” (Okvim) a Ele, da mesma forma como Jacó comprou a primogenitura de Esaú.

Este é o nosso caminho em direção à meta, e nós temos que construí-lo em conformidade. A nossa atividade destina-se a acelerar as fases de desenvolvimento, superando a sua velocidade natural. É claro que nós modificamos a nossa atitude para com o desenvolvimento e as nossas sensações durante o processo. Nós trabalhamos exatamente no que cabe ao homem (Adão), preenchendo nossas vidas com o “trabalho do Criador”, em vez da existência animal, que é completamente desprovida de compreensão do processo e da meta. É aí que reside toda a diferença entre a oposição e a paz no mundo espiritual.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 27/02/11, Escritos do Rabash

Um Animal Sofisticado Ou Um Humano?

Dr. Michael LaitmanEscritos do Rabash, “O Que Significa Que O Mundo Foi Criado para a Torá”: Através da realização de cada uma das 613 recomendações, a pessoa adquire a Luz correspondente a recomendação dentro de seu desejo altruísta.Ouvir

Esta Luz, correspondente à observância espiritual de cada mandamento, é chamada de “contribuição”, porque corresponde à assimilação de cada nível espiritual. Todas as 613 recomendações de todos os 613 graus são chamados de Torá

O Criador criou o desejo de desfrutar, mas Ele quer que esse desejo desfrute a doação ao invés da recepção. Portanto, o desejo tem de fazer modificações, e tem que fazê-lo de forma independente, pelo princípio do “Faremos e ouviremos”.

Onde está esse desejo? Encontra-se na espécie humana, no nível de desenvolvimento humano. Como o Baal HaSulam escreve, depois de fazer todas as verificações, encontramos apenas uma vantagem do homem sobre o animal: o desejo de trabalhar para o Criador, para a união com Ele. Aquele que tem este desejo é chamado de “humano”, Adam. No entanto, se essa aspiração ou esta subida ainda não está presente nele, então ele é chamado de “animal”.

No entanto, é dito nos Salmos: “Você vai salvar um homem e um animal”. Todo mundo está gradualmente se aproximando do despertar para a unificação com o Criador. E uma vez que eles despertam, eles começam a fazer ações pelo princípio do “Faremos e ouviremos”.

“Faremos” significa a correção dos Kelim, onde realizamos as 613 recomendações. “Ouviremos”, significa o preenchimento dos Kelim por meio dos 613 pedidos, ou colocado de forma diferente, das contribuições, onde uma contribuição, um depósito, ou a Luz entram no Kelim corrigido.

A título de correção e realização, com a ajuda das Luzes e das contribuições, nós chegamos à realização: todos os nossos 613 desejos se tornam corrigidos da recepção para a doação e são preenchidos pela Luz Superior ou o Criador. No final, nós nos tornamos realizados dentro Dele, chegamos a adesão com Ele, onde Ele nos satisfaz

Portanto, a Torá, ou seja, o método de correção, foi criada apenas para quem quer corrigir seu desejo egoísta pela intenção de doar. Só eles realmente se ocupam com a Torá. Isso porque a Torá é a Luz que Corrige. A pessoa que não existe em prol disto não é chamada de “humano”, aquele que realiza uma correção.

Olhando para o nosso mundo através das lentes espirituais, podemos ver, possivelmente, várias pessoas aqui. Todo o resto pertencente aos níveis inanimado, vegetal, e animal da natureza, incluindo o grande número de animais sob a orientação das pessoas que têm apenas uma semelhança externa.

Se a pessoa ainda não despertou para corrigir-se e atingir a altura do Criador, significa que ela ainda está no nível animal de desenvolvimento. E não importa o que ela faça, o método de correção não foi criado para ela. Ela pode ser muito sofisticada e inteligente, e pode se considerar um homem justo, mas se ela não se preocupa a todo instante com a correção de sua inclinação ao mal, agora ela é chamada de animal. É por isso que se diz que todos são como animais

Portanto, temos de respeitar o desejo que despertou dentro de nós, que aspira à união com o Criador, assim como os amigos que também têm esse fogo interior. Nós podemos nos unir de modo que o desejo comum de todos entrará em cada um. Então, em resposta a esse desejo que cada um tem, nós vamos atrair a Luz que Corrige e que realmente irá unir todos os nossos desejos em um Kli completo que já está corrigido. Ele será preenchido pela Luz Superior, o Criador, e é assim que vamos nos tornar semelhantes a Malchut do mundo do Infinito, como está escrito: “Ele é um e o Criador é um”. Ele é a Luz, e o Criador é o vaso (Kli), HaVaYaH.

Acontece que o mundo inteiro foi criado para a correção. No final, teremos de corrigir a nós mesmos e alcançar a união, a qual é descrita pelo verso: “Todos me conhecerão, desde o menor deles até o maior deles”.

Da 1a parte da Lição Diaria de Cabalá 21/02/11, Escritos do Rabash

Não Coloque Muito Tempero!

Dr. Michael LaitmanAo ler O Zohar, devemos sempre pensar sobre a conexão entre nós, e com base neste pensamento constante e poderoso, devemos apenas ouvir um pouco o texto, tanto quanto seja possível, como um complemento, um tempero. O pensamento sobre a união tem de ser poderoso e incessante. Somente conforme somos capazes de fazer isso é que devemos adicionar o texto a ele, ou seja, o pensamento sobre isso e a sensação dele. Isso tem que ser feito apenas com a condição de que esta base, o pensamento constante sobre a união, não desapareça ou se torne mais fraca.

Nós podemos facilmente estar na intenção correta se soubermos que O Zohar, assim como toda Torá, fala somente dos tipos de conexão entre nós. Portanto, tudo o que estudamos e tudo o que agora queremos ver como resultado do nosso trabalho – a união entre nós, nossos tipos de conexão, suas características especiais, tudo que está acontecendo entre nós -, é disso que O Livro do Zohar nos fala.

Portanto, nós estamos falando da mesma questão – o ponto de união entre eu e os outros. Este ponto contém todos os tipos possíveis de conexões entre eu e todos. É disso que a Torá fala.

Portanto, se eu me dirigir corretamente, eu compreendo que ela só fala disso: que relações existem entre nós? Como posso me conectar? Como posso conseguir isso?

Nesse caso, nós queremos alcançar o que nós estudamos, embora não o conheçamos. Como resultado da aspiração de alcançá-lo, para nos unir em um desejo integral ou Kli, e discernir todos os tipos de conexão que a Torá nos fala, a Luz que Corrige vem e cria essa conexão, trazendo-a à luz. Então, nós a revelamos realmente.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 21/01/11, O Zohar

A Correção Da Alma Vem Primeiro

Dr. Michael LaitmanPergunta: Pode um Cabalista manter simultaneamente duas ideologias e ser religioso ao mesmo tempo que é Cabalista?

Resposta: Não, ele não pode. A Cabalá tem vantagem sobre a ideologia religiosa. Um Cabalista pode realizar todos os tipos e costumes religiosos, como resultado de sua educação, cultura e as tradições de seu povo. E eu acho que é bom fazer isso. Eu não desprezo a religião.

No entanto, ela não deve substituir a Cabalá, porque a coisa mais importante para uma pessoa é alcançar a revelação e a adesão com o Criador. Qualquer coisa que interfira nisso deve ser removida deste caminho. O que interfere não é a religião em si, mas a falsa concepção dela, pensar que ela pode substituir a realização do Criador, que em vez da revelação espiritual basta realizar certas ações materiais, orar de acordo com palavras escritas, e pensar que isso é suficiente.

Isto não é bem assim. Está escrito que “todos devem conhecer o Criador, do menor até o maior”. Nós temos que atingir a adesão com Ele. Todos dizem que concordam com isto, porque é isso que está escrito e é impossível argumentar com isso. É claro para todos que temos de atingir a “obra do Criador” e nos unir a Ele. Também está escrito que a regra principal da Torá é amar ao próximo como a si mesmo. No entanto, as pessoas por toda parte só falam disso, mas realmente não fazem com que isso ocorra.

Ninguém sabe o que significa a adesão com o Criador, como aproximar-se Dele, e como se tornar semelhante a Ele. O problema é que a religião tem substituído a ciência da Cabalá após a quebra do Templo, quando a nação de Israel caiu do nível espiritual ao nível material, e tudo o que restou ao povo fazer foi realizar ações físicas como uma tradição, a fim de comemorar as ações espirituais anteriores.

Agora nós temos que aprender a nos elevar de volta para o nível espiritual e adicionar a percepção do Criador em relação a estas tradições nacionais. A religião parece parar a pessoa, dizendo-lhe que basta fazer ações mecânicas que são realizadas por pessoas religiosas.

No entanto, muitos dos textos originais dizem que não basta fazer apenas as ações materiais, que o Criador não se importa como você abate o animal – de modo kosher ou não, e que os mandamentos foram dados a fim de corrigir as criaturas através deles . Isto significa que as ações tem que ser complementadas com a intenção correta. A intenção é a coisa mais importante; na verdade, ela é a própria pessoa. O importa são seus pensamentos e desejos, ao invés das ações. A pessoa religiosa costuma fazer ações por hábito, tendo sido construídos desde a infância, para fazê-los sem pensar. Não há nenhuma correção em fazer isso.

É por isso que nós queremos complementar a tradição, o modo costumeiro de vida, ou o que é chamado de religião, que percebemos como cultura ou tradição de uma nação, com a “obra do Criador”, isto é, o trabalho interno de uma pessoa pela qual ela corrige seus desejos para se tornar semelhante ao Criador. Adam (homem) significa “semelhante”.

Cada pessoa, tanto secular como religiosa, tem que entender que a Cabalá pode acrescentar algo a sua vida. Ela acrescenta a revelação do Criador, a Força Superior que controla tudo. E quando você  a vê,  a entende e a sente, você sabe como seguir em frente sem cometer erros, tanto neste mundo quanto no “mundo vindouro”, o mundo espiritual que lhe é revelado.

Nós não alcançamos a revelação do Criador através de ações religiosas, mas através da união com os outros. No entanto, essas ações não são anuladas. Elas são simplesmente como um ramo que simboliza a raiz espiritual, e a pessoa pode permanecer nessa cultura. Este é um costume que não interfere no próprio avanço, mas também não o ajuda. Ela simplesmente lembra a você que existem ações espirituais, e é por isso que foi preservada ao longo dos anos do exílio.

O Criador não se preocupa com suas ações físicas. Ele só se preocupa com a intenção que você coloca nelas.

Da 4a parte da Lição Diaria de Cabalá 20/01/11, “Introdução ao livro Panim Meirot uMasbirot”

Ouvindo A Melodia Do Mundo Espiritual

A imagem inicial que aparece frente ao iniciante que lê O Livro do Zohar é muito desordenada. Ele fica confuso, não entende que tipo de linguagem está sendo  usada exatamente – a linguagem da Cabalá ou falando através de Luzes, Kelim, e Partzufim, ou na linguagem de histórias.

Frequentemente, o mesmo parágrafo no Zohar usa uma mistura de linguagens. Por exemplo: por um lado ele fala sobre Adão e Eva, a serpente etc.. Por outro lado, ele fala sobre Malchut e Zeir Anpin e como eles se unem, alcançando ZAT ou GAR de Bina. Isso é assim porque o mesmo pecado e sua correção que é descrito na Torá pode ser descrito em duas linguagens – aquelas da Tanach, Halachot, Hagadot(histórias) e Cabalá. Porém, a pessoa não conecta tudo isso ainda. [Leia mais →]

O “Despertar Do Alto” No Sábado

A cada dia existe uma iluminação completamente diferente, que vem em virtude da influência de Zeir Anpin, consistindo de 6 Sefirot, em cima da sétima, Malchut. No curso desses “6 dias” Malchut se corrige e se junta a Zeir Anpin.

Uma vez que todas as 6 Luzes – Hesed, Gevura, Tifferet, Netzah, Hod e Yesod influenciaram Malchut e a corrigiram, elas se uniram. Isso é chamado o sexto dia, Sexta-feira. Nesse dia vem uma iluminação que é composta de todas as Luzes que foram recebidas durante a semana. Isso é chamado Yesod (base), após a qual o Sábado começa.

No Sábado, todas as Luzes prévias brilham juntas como uma grande Luz e não há nada novo de nossa parte, desde o “despertar desde baixo”. Isso é por que não há trabalho, discernimentos, ou correções feitas no Sábado. Isso é o resultado do trabalho feito durante toda a semana, o resultado de todas as clarificações precedentes e correções. [Leia mais →]

Como Ensinar Uma Criança

Pergunta: Como podemos ensinar as crianças a linguagem dos ramos para que elas venham a entender as raízes mais rapidamente possível?

Resposta: Gostaria que lêsse o Tanakh (o Pentateuco), com o seu filho e explicar o significado profundo para ele. As crianças têm boa memória e imaginação, e podem facilmente traduzir o conto superficial no processo interno que você explica para eles.

Então eu lhes daria para fazer o oposto anotando as coisas que vêem em nosso mundo de um ponto de vista interno , usando a linguagem de raízes em vez de

ramos.

Da quarta parte da Lição Diária de Cabala de 2/10/11 “A Essência da Sabedoria da Cabala”

Por Que Precisamos Da Linguagem Dos Ramos?

A linguagem dos ramos é entendida quando você ascende deste mundo e, então, no Mundo Superior, você revela as raízes de tudo que existe neste. Mas, a meta não é simplesmente conectar o ramo com a raiz. Essa linguagem não nos conecta com o mundo espiritual, mas com os nossos professores! Esses são os meios que os ajudam a nos ensinar.

Nós não entendemos a linguagem espiritual que eles falam e nós não a aprendemos. E não temos que conhecê-la porque nós já estamos familiarizados com ela desde o nosso mundo. Por isso nós podemos ouvi-la e aprender deles sobre o que acontece no mundo espiritual.

Você abre o livro no qual alguns tipos de palavras estão escritas. Se você não estava vivendo neste mundo, então você não entenderá nada. Mas, desde o nosso mundo, você já está familiarizado com o que os Cabalistas falam e seu desejo de alcançar a raiz, de descobrir o que eles estão apontando no Mundo Superior, uma vez que eles não dizem uma palavra sobre o mundo material.

Os Cabalistas não descrevem nosso mundo nem com uma palavra. A Torá não está conectada ao nosso mundo e a pessoa que a interpreta dessa maneira a materializa e comete o maior crime, criando “ídolos” para si mesma. Fala-se somente sobre o mundo espiritual. Mas, para falar a mesma linguagem que você, os Cabalistas descrevem o mundo espiritual usando palavras do nosso mundo para despertar algum tipo de conexão ou atitude para com elas dentro de nós.

Isso foi deliberadamente planejado no pensamento da criação para que assim nós começássemos a nos elevar do nosso mundo ao espiritual. Assim, temos que usar todos os meios para esta existência neste mundo.

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Da 4a parte da Lição diária de Cabala, 10/02/2011, “A essência da sabedoria da cabala

A Luz Procura Um Coração Unido

Dr. Michael LaitmanA Cabalá, o método de alcançar o mundo superior, inclui duas partes:

1. A primeira parte fala sobre como unir-se mutuamente, ou a forma de tentar se conectar e unir;
2. A segunda parte fala sobre como atrair a influência ou o efeito da Luz superior sobre nós.

Antes de começar a estudar, nós devemos ser transpassados pela aspiração de unir nossos desejos. Assim, cada pessoa terá um desejo muito maior que o seu. Ela começará a ser permeada por pensamentos, qualidades e desejos das outras pessoas, que também desejam o mesmo resultado e o mesmo objetivo que ela. Esta deve ser a nossa principal intenção antes do estudo.

A pessoa que não se preparou para o estudo desta forma perde praticamente tudo, porque a influência da Luz superior não vem sobre o desejo de cada pessoa individualmente, mas sobre a aspiração que cada um de nós tem para com os outros, ou seja, sobre nossas aspirações mútuas de unir-nos mutuamente, com todos juntos, em um desejo comum.

Se eu imagino este desejo comum e quero ser incluído nele “como um só homem”, como antes da quebra de Adão em almas separadas, então a minha aspiração recebe a influência da Luz superior. Desta forma, eu realmente ganho a realização espiritual como resultado desses esforços.

No entanto, se eu chegar lá e ouvir sem esses esforços, sem fazer tentativas de ser incluído no desejo comum, a Luz superior não tem nada que possa influenciar dentro de mim. Eu não forneço uma base onde ela possa influenciar e, portanto, todas as minhas ações só provocarão o conhecimento puramente formal, ou seja, eu ouvirei e memorizarei o que está escrito no livro, e nada mais.

Portanto, deve ficar bem claro para nós que a Luz superior vem apenas conforme nossos esforços mútuos. Eles têm que ser mútuos! Portanto, a condição para atrair a Luz sobre nós é a mesma condição que foi exigida durante a recepção da Torá: “Ser como um homem com um coração”. Somente neste caso é que a Luz vem.

Por isso, vamos tentar pensar dessa maneira.

Da 3ª Lição da Convenção em Berlim em 28/01/11

A Noite do Êxodo do Egito

Pergunta: O que significa agradecer ao Criador?

Resposta: Depois de todos os esforços que são exigidos de mim em disseminação,, estudos, e no grupo, eu atingir o desespero então eu começo a perceber o meu desejo egoísta separado de mim mesmo. É o mesmo que uma pessoa doente sentir o lugar da doença e sua origem – a área dolorida dentro dela, que ela compreende e quer isolar o desejo.

Então ela começa a trabalhar para sair do Egito, para isolar o seu egoísmo. Uma pessoa que tenta se separar dele, mas não pode fazê-lo. É assim que a primeira e a segunda pragas do Egito passam.

Depois que uma pessoa começa a sentir que todas essas mudanças em relação à sua inclinação para o mal são evocados pelo Criador. Como a Torá nos diz, o criador informa Moisés que Ele deu mais força ao Faraó, a fim de ascender e projetar-Se acima dele. [Leia mais →]