Textos na Categoria 'Percepção'

Fanatismo, Fascismo Ou Cabalá?

Pergunta: Como podemos reduzir a distância entre a percepção da realidade dos que estudam a Cabalá e o resto da humanidade?

Resposta: De acordo com a sabedoria da Cabalá, nós criamos uma atitude especial em relação a nós, a realidade, e o Criador, a força superior, que descobrimos de acordo com a equivalência de forma com ela. De acordo com a nossa equivalência, descobrimos cada vez mais os 125 graus, onde cada um é um novo mundo, e nele um novo eu.

Por outro lado, a atitude da maioria das pessoas em relação à realidade não muda. A pessoa permanece em seu nível e percebe uma imagem fixa do mundo ao qual tem se acostumado. Além disso, ela se orgulha disso, se apega a isso, sentindo que está certa, pensando que é absolutamente sã.

Nós estamos constantemente  mudando; constantemente temos dúvidas, constantemente fazemos perguntas. O momento seguinte, pode vir a ser o oposto do que o anterior. Todo o nosso modo é cheio de surpresas semelhantes que vêm do interior. [Leia mais →]

Ocultado E Revelado

A sabedoria da Cabalá consiste de duas partes: oculta e revelada.

“Oculta” significa proibida de ser revelada. E qual é a questão em revelar? Na verdade, tudo pode ser escrito em livros, mas o que uma pessoa pode obter deles depende do estado em que ela está internamente. Assim, uma das partes da sabedoria da Cabalá é chamada de “oculta”, porque só é revelada depois que certas condições são reunidas, à medida que a pessoa atravessou a limpeza do seu ego.

Também é chamado assim visto que a parte superior do mundo de Atzilut é inacessível a nós. Mesmo que eu aprenda sobre o primeiro e menor nível da ascensão espiritual  e ainda estou no mundo de Assiya, Yetzira, Beria e só depois entrar no mundo de Atzilut, ainda assim, mesmo no menor nível em que estou, as primeiras dez partes chamadas de “um nível” (um nível é feito de 10 Sefirot), já me dão uma idéia sobre toda a criação, mas de uma forma mínima, em pequena escala. Então, eu me elevo e me vejo como num mapa que eu li em uma escala maior, tudo está ampliado.

Mas estando no fundo, eu não posso trazer a parte oculta, GAR de Atzilut, sua parte superior para perto de mim , o que significa descrevê-la. Eu posso imaginar mais ou menos diferentes níveis mais baixos, e também estou sempre errado, uma vez que cada nível superior é um novo atributo a respeito de um nível inferior. Ainda assim, eu posso de alguma forma imaginar, mas não os níveis que estão  ocultos ou que são chamados secretos. Todos os níveis abaixo deles são chamados de revelados e nós podemos chegar a todos eles, antecipando de antemão quais revelações eles nos trarão”.

O primeiro Partzuf do mundo de Atzilut é chamado de Atik, a partir da palavra hebraica “ne’etak” –  “Cortar”, desunido e cortado, da nossa realização. O seguinte Partzuf é chamado de ZeirAnpin, e a parte superior de sua “cabeça” é chamada de Keter, ou mais precisamente Kitra (em aramaico), e esta parte é também oculta.

Tudo que está abaixo dessa parte é revelado gradualmente para nós:  Kruma de Avira, Mocha de Avira, Mocha Stima. A estrutura de todas estas partes é muito interessante, pois é a partir delas, da parte revelada da cabeça de Arich Anpin, que a Providência desce ao nosso mundo, que o nosso destino desce.

Da Lição Virtual de 25/11/12

Todos Os Medos Derivam Da Ocultação

Dr. Michael LaitmanNão pode haver diferentes medos (temores): pela minha condição neste mundo, pelos meus parentes, e pelo mundo todo. Mas todos estes são medos corporais que resultam do fato de que, neste momento, a pessoa não está conectada ao Criador da forma correta, de modo que possa perceber que tudo está em Suas mãos e que “não há outro além Dele”.

A pessoa não entende que está totalmente sob o controle do Criador, e por isso teme por si mesma neste mundo. Uma vez que ela não tem contato com o Criador, ela sente que ela e este mundo estão afastados da força superior. Ela acha que esse mundo existe por si só.

Depois há outro estágio, quando a pessoa começa a se preocupar com a forma como as coisas são no próximo mundo: consigo mesma, com seus familiares, com o mundo. Isso significa que ela separa a si mesma e o mundo do Criador, como se todas essas coisas existissem separadamente umas das outras, e ela busca a conexão entre elas, que possa garantir a melhor existência para ela.

Todo esse medo decorre da ocultação, de modo que nada pode ajudar, exceto avançar para o verdadeiro medo, o medo (temor) do Criador.

Este já é um tipo diferente de medo; ele não é em relação a este mundo nem ao próximo mundo, nem em relação à recompensa e castigo nele. Por enquanto, há simplesmente um medo que permanece na pessoa; ela não descobriu totalmente que o Criador controla toda a Sua boa criação e que ela não tem nada a pedir ou com que se preocupar, nem no presente e nem no futuro.

Quando ela olha para o passado, ela se envergonha de suas más ações. Isso significa que ela ainda não se aderiu à Providência superior de modo que possa entender que não há outro além Dele, exceto a Providência.

Acontece que a causa de todos os medos é a ocultação. Tudo é determinado apenas pela nossa transição da ocultação para a revelação. Não há outro critério para avaliar nossos estados. A ocultação, 0 sentimento insuficiente do Criador, a fé incompleta acima da razão, tudo leva a temer e se preocupar.

Este nível é chamado de “arrependimento pelo temor” e é o nível intermediário antes da plenitude. Ele deve existir. Neste nível a pessoa esclarece quantos desejos, nos quais ela sente este mundo, ainda estão desconectados da boa e infinita Providência do Criador.

Ela consegue organizar seus desejos mais rapidamente se ela se conecta mais fortemente ao grupo. Dentro dela, ela sempre vai encontrar a si mesma e a Luz superior agindo, e irá processar todos os seus medos corretamente para que cada medo avance em direção à totalidade, tanto quanto possível.

O medo completo é chamado de Luz de Hassadim na iluminação de Hochma. Ela deve abordar tal medo gradualmente através de suas análises. Se ela exige isso corretamente, ela exige saber sobre todas as interrupções, o que significa sobre todos os seus desejos e discernimentos em que ela ainda não se assemelha ao Criador e em que não há um medo total.

Enquanto isso, a pessoa não está em estado de medo total, se preocupando se tem a intenção de doar, acima de todos os seus vasos de conhecimento, seus vasos de recepção; na verdade, isso é o que constitui o medo completo. Ao mesmo tempo, ao se preocupar com isso, no quão grande é sua doação, ou seja, acima de qual espessura do vaso isso foi revelado, ela pode subir e estar em doação. É assim que chegamos ao medo completo.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 04/12/12, “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot

Subir Para Um Novo Grau Significa Tornar-Se Ele

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que a pessoa obtém quando atinge a espiritualidade?

Resposta: Ela obtém um conhecimento qualitativamente novo, porque agora a sua revelação faz parte dele. Em nosso mundo, eu descubro estes ou aqueles fenômenos externos. Por exemplo, se sou um químico, eu observo, examino e descrevo um processo químico.

Na ciência da Cabalá, eu revelo o mundo superior e sou eu na foto que se abre para mim. Eu sou idêntico a minha descoberta, eu tenho as mesmas qualidades que estão lá na realidade que descobri. É claro que, ao mesmo tempo, eu vejo todas as etapas que passei, tanto espiritual como material. Elas permanecem em mim, e eu posso descer a qualquer uma delas para estabelecer contato com outros.

Em geral, porém, o desenvolvimento espiritual é uma realização precisa. Eu não apenas conheço ou entendo algo. Conhecer e realizar não são a mesma coisa. Realização significa que eu me transformo no estado que alcancei, e não apenas me familiarizo com um novo grau, mas me torno ele.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 04/12/12, “Cabalá e Filosofia”

 

O Ambiente Que Tenho Faz De Mim O Que Serei Amanhã

Pergunta: Se eu sou totalmente dependente do ambiente, como posso influenciá-lo?

Resposta: Se você olhar de perto, você vai ver que realmente tudo o que você vai ser no futuro é totalmente determinado pelo ambiente. Isto significa que você é como o barro nas mãos de um artesão, que é o meio ambiente, pois a Luz superior vem em uma forma abstrata. O ambiente estabiliza-o e depois a Luz superior passa por ele e influencia você, e então você pode imaginar que de alguma forma o meio ambiente é assim, como se deve olhar. Uma vez que é o seu futuro, você quer olhar para esta forma de futuro sobre o meio ambiente e, assim, relacionar-se com ele. Então, de repente você começa a descobrir que os seus atributos futuros e os atributos de todo o mundo estão aí contidos, pois o indivíduo e o geral são iguais, e mesmo se você mergulhar em uma pessoa individual, você vai ver o mundo inteiro nele, tudo é o caminho para o fim da correção.

Então, quando você olha para o ambiente assim, você quer se tornar dependente dele, e então você começa a descobrir que em todos os amigos estão os estados corretos no futuro, apesar de não identificá-los ainda. Assim, o grande cabalista, o Rabino Yossi Ben Kisma aprendeu com seus novos alunos, como está escrito: “Eu aprendi com todos os meus alunos.”

Esta é a maneira que você se deve relacionar com o meio ambiente, já que é o mesmo acondicionamento, que afeta você. O mais corrigido que possamos imaginar que ele seja, mais ele impressiona. Ele não tem forma própria, tudo depende de como você o vê.

Você pode perguntar, então, por que é que diz: “Bendito é o que não anda em sintonia com os maus ou fica no caminho que os pecadores tomam ou se senta na companhia dos escarnecedores” (Salmo 1). É bom para a pessoa que não se senta entre os ímpios e certamente bom para uma pessoa que se senta entre os justos.

É claro que nos referimos a ímpios e justos no ambiente certo e bom que avança para a espiritualidade. Mas o ponto é que a própria pessoa molda o seu ambiente. Pela forma como ele o trata hoje, ele determina se é um “ambiente de ímpios” ou um “ambiente de justos”. E, consequentemente, ele determina como este ambiente vai afetá-lo.

É porque nós não sabemos quem é mau e quem é justo. No início as pessoas anseiam por espiritualidade: isto é o que eu revelo pelos meus sentidos corporais (visão, audição, paladar, olfato e tato). Eu vejo em minha mente e coração que todos anseiam por espiritualidade mais ou menos. A maneira que eu os perceciono a partir de agora depende de mim. As diferentes qualidades atribuo-as a eles e quão mais sublimes e respeitáveis são, mais eles me vão impressionar.

Eu construo meu ambiente, o envelope que me afeta. Em seguida, ele determina não só isso, mas também afeta a forma do Criador. É porque o Criador não tem forma. A relação entre mim e o ambiente estabiliza a imagem do Criador para mim, e uma vez que Ele não tem imagem, eu simplesmente posso imaginá-lo dessa maneira.

Mais tarde, este ambiente torna-se um vaso externo para mim em que há a Luz Circundante, e esse processo continua até o fim da correção, até que este vaso se une a mim e se torna o meu vaso, para o meu “eu” todo que é preenchido com a Luz Interior.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 29/11/12, O Zohar

Conectando O Mundo Inteiro Ao Criador

Dr. Michael LaitmanO principal ponto que devemos constantemente guardar como nossa meta interna é o princípio do “Não há outro além Dele”. O Criador é a razão para cada estado, cada pensamento, cada percepção, para tudo o que acontece. Há somente uma força me dirigindo e ao mundo ao meu redor, e nada além disso.

Tudo é destinado para que eu, através de minha conexão com o mundo, em todos os momentos, em todos os eventos e em cada ação, tanto interna como externamente, atinja o entendimento que “não há outro além Dele” dentro do círculo global. Isso é chamado de adesão dentro do vaso geral. Este é o nosso trabalho, e é nisso que nos focamos.

No entanto, o mundo é grande, e, assim, nós começamos com o grupo (1) e só então passamos para o resto do mundo (2). Eu devo conectar-me com o grupo através de diferentes casos e problemas, e esta deve ser a coisa mais importante para mim agora. Quando me volto ao grupo, eu também preciso lembrar do mundo como a segunda parte do meu trabalho.

Da 4ª parte Lição Diária de Cabalá 23/11/12, “O Papel da Nação de Israel”

 

A Ocultação Não Está No Criador, Ela Está Em Nós

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como podemos afetar todos os grupos do mundo agora, para que eles sintam o que sentimos? Como podemos transferir nossos sentimentos a eles? Que tipo de intensidade, relacionamento, e conexão é exigido de nós?

Resposta: Nós realmente estamos em conexão com todos. Se eles nos entendem ou não, não é problema nosso, já que tudo acontece em relação ao Criador.

Ele nos afeta, Ele é completamente revelado a nós. O Criador não se oculta. Quando dizemos que o Criador está oculto, Ele não está. Nós é que o ocultamos através de nossos atributos não corrigidos. Ele não tem nada a ocultar de nós. Nós simplesmente expressamos isso desta forma. Mas, na verdade, a ocultação está em nós e não no Criador.

O mesmo ocorre em relação aos outros grupos. Quando estudamos, realizamos workshops, em qualquer coisa que fazemos, isso inclui todos os grupos do mundo. Quando tentamos incluir isso em nós, mesmo que não pensemos nele a cada instante (porque também não pensamos nisso a cada instante), não podemos incluí-lo dentro de nós. Nós ainda temos apenas um desejo pequeno, um pequeno Kli (vaso/desejo).

Mas quando começamos a nos conectar, nós podemos, simultaneamente, captar um bilhão de pensamentos, um bilhão de sentimentos, e eles não se anulam. É como se agora nós fôssemos muito pequenos, como um byte de informação, e nele, por exemplo, fosse possível escrever 0 ou 1, e nada mais. Mas quando tivermos uma grande conexão de 0s e 1s, o que significa todos os tipos de unidades de informação, então seremos capazes de listar e incluir em nós toda a humanidade, e então tentaremos fazer isso.

Da Convenção na Georgia 06/11/12, Workshop 2

A Realidade É Criada Pelas Ações

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “A Essência da Sabedoria da Cabalá”: Como não há qualquer percepção do Criador, é impossível atingir a essência de qualquer de Suas criaturas, mesmo os objetos tangíveis que sentimos com as mãos.

Nós percebemos o Criador de acordo com o princípio: “Venha e veja”. Eu não sei qual é a essência do Criador, mas posso “ir e ver”. A fim de fazer isso, eu realizo certas ações e através delas conheço o Criador, como se diz, “Por Suas ações Lhe conheceremos”. Toda a realidade, todas as Suas ações e as formas que Ele é revelado, é resultado da nossa correção pessoal e com isso nós O percebemos em nossos sentimentos. Eu percebo tudo em meus vasos, porque é lá que descubro diferentes fenômenos, incluindo o Criador.

O “Criador” é o nível mais alto que eu posso alcançar. É a doação e o amor que controla toda a realidade. Eu descubro a lei de fazer o bem às Suas criaturas, o Bom que faz o Bem; descubro o fenômeno que reside em todos os vasos, em todas as minhas partes, em toda a minha alma e meus desejos; eu vejo e percebo que Ele é o primeiro, o original. Acontece que, mesmo antes de eu começar a entender, perceber e sentir, havia algo determinando meus pensamentos, desejos e ações.

Mas como pode ser que primeiro eu percebo isso e depois reconheço e admito que Ele existia primeiro. Pode ser assim? Sim. Dentro da própria ação eu percebo e descubro que Ele era primeiro. Então tudo decorre apenas das ações. Na espiritualidade eu não consigo reconhecer e identificar algo que não se mova e não atue.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 19/11/12, “A Essência da Sabedoria da Cabalá”

Segundos Intermináveis

Dr. Michael LaitmanPergunta: A realização do mal é um processo sem fim?

Resposta: Ah! Nós ainda temos que chegar lá! Então você vai ver como um segundo é estendido. Ele simplesmente não tem um fim; ele simplesmente desaparece. O tempo não é comprimido em um ponto, como se diz em nosso mundo, mas sim estendido de modo que desaparece.

Isto não é como as pessoas costumam pensar, que o tempo acelera como na tecnologia, em que passamos de hertz para kilohertz, para megahertz, para frequência de laser, e assim por diante. Não! Aqui tudo está acontecendo da maneira oposta. O tempo está gradualmente parando; no entanto, durante um segundo, você pode passar por um grande número de estados. Este segundo ainda não tem fim.

Da Convenção na Georgia 06/11/12, Lição 4

Nomes Com Um Conteúdo Interno

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “A Essência da Sabedoria da Cabalá”: as coisas reais são encontradas até mesmo na realidade corporal estabelecida diante de nossos olhos, embora não tenhamos percepção nem imagem de sua essência. Tais são a eletricidade e o magnetismo.

No entanto, quem pode dizer que esses nomes não são reais quando vividamente e satisfatoriamente conhecemos suas ações? Nós não poderíamos ser mais indiferentes ao fato de que não temos a percepção da essência do próprio objeto, ou seja, eletricidade em si.

Na “Introdução ao Livro do Zohar“, o Baal HaSulam nos dá o exemplo da água, que pode ser arrefecida até ficar sólida ou que pode ser levada ao estado de vapor e não pode ser vista. Em outras palavras, não podemos julgar de acordo com a nossa percepção se algo existe ou não, não importa o que seja. Isto é especialmente verdade em nossos tempos, quando descobrimos diferentes frequências, fenômenos quânticos, bactérias e outros fenômenos que não podem ser sentidos.

Na verdade, nós vemos que isso é muito mais complicado do que a imagem descrita pelos nossos cinco sentidos grosseiros. Eu não posso limitar por mais tempo o mundo a estes sentidos limitados. Na verdade, o mundo inteiro não é matéria, mas ondas e energia, e eu também sou assim.

Ao estudar diferentes fenômenos, nós os nomeamos de acordo com os nossos sentimentos. No passado, por exemplo, uma pessoa olhava para uma montanha e dizia: “É uma boa ideia plantar oliveiras nas encostas dessa montanha”. Desde então, essa montanha é chamada de “Monte das Oliveiras”. Existe uma realização espiritual nisso? Não. Por outro lado, a ideia não surgiu por acaso, mas de acordo com a ordem das Luzes dos vasos. Não há nenhuma; os nomes sempre resultam de alguma realização, neste caso, uma realização corpórea. Os Cabalistas descobrem fenômenos da realidade espiritual em seus sentimentos e, portanto, as chamam pelo nome. Além disso, esses nomes são preenchidos com um rico conteúdo interior que está estabelecido em diferentes aspectos, processamentos e componentes.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 19/11/12, “A Essência da Sabedoria da Cabalá”