Textos na Categoria 'Nações do Mundo'

O Segredo Essencial Dos Judeus, Parte 66

Do livro, O Segredo Essencial dos Judeus, M. Brushtein

O Amor Derrotará a Crise

3. No planeta, existe um povo “estranho” que foi criado durante a primeira crise. O princípio do “ama teu próximo como a ti mesmo”, com base no qual este povo foi criado, todo mundo gosta, mas ninguém pode compreendê-lo.

Sobre as leis, não há nada mais a acrescentar. Elas falam por si, pois são visíveis em sua própria natureza e parecem ensinar não a impiedade, mas a piedade mais verdadeira no mundo. Elas não fazem os homens se odiarem, mas incentivam as pessoas a comunicar o que elas têm entre si livremente; elas são inimigas da injustiça, cuidam da justiça, banem a ociosidade e a vida cara, e instruem os homens a se contentarem com o que têm, e a serem laboriosos em sua ocupação; proíbem os homens de fazer a guerra a partir de um desejo de obter mais, mas tornam os homens corajosos na defesa das leis; elas são inexoráveis ​​em punir malfeitores; elas não admitem nenhum sofisma de palavras, mas sempre são estabelecidas pelos próprios atos, cujas ações nós já propomos como manifestações mais certas do que o que está contido apenas por escrito: em cuja conta eu sou tão ousado a ponto de dizer que estamos nos tornando os professores de outros homens, com o maior número de coisas. (Flávio Josefo, historiador judeu, Contra Apion)

Esta nação tem uma identidade nacional e autoestima; não perde o ânimo e trabalha, e quer viver como os outros, em estreita amizade fraterna com todos”. (Maxim Gorky, escritor soviético)

A eles nós devemos a ideia de igualdade perante a lei, tanto divina como humana; da santidade da vida e da dignidade da pessoa humana; da consciência individual e também da redenção pessoal; da consciência coletiva e, portanto da responsabilidade social; da paz como um ideal abstrato e amor como o fundamento da justiça, e muitos outros itens que constituem a mobília moral básica da mente humana. Sem judeus poderia ter sido um lugar muito mais vazio. (Paul Johnson, jornalista inglês e historiador popular, A História dos Judeus)

4. Antissemitismo – uma aversão às pessoas “estranhas” – é um fenômeno que não tem explicação racional.

“Basta se ver como um judeu num sonho para fazer o assunto mais alegre tremular de pavor e enviar maldições impotentes ao destino” (Mikhail E. Saltikov-Shchedrin, 1826-1889, um dos maiores satíricos da Rússia).

O antissemitismo está contido nos genes. Cientistas alemães descobriram que o nível de antissemitismo em alguns estados da Alemanha não mudou ao longo dos séculos.

O maior percentual de sentimentos anti-judaicos hoje – é compartilhado por 30-38% da população – é notado onde os pogroms mais fortes ocorreram nos séculos XIX e XX, e em 1938 (7Kanal, Israel).

O ano de 2012 foi chamado no relatório: o “ano de violência sem precedentes contra os judeus na França”. Houve 614 incidentes antissemitas, em comparação com 389 desses casos em 2011 (7Kanal, Israel)

O Segredo Essencial Dos Judeus, Parte 65

Do livro, O Segredo Essencial dos Judeus, M. Brushtein

A Crise Não Pode Ser Acidental

Então, o que aprendemos? Teses iniciais:

  1. Nós vivemos num mundo que é “acidental”, continuamente integra [Referências] ou, se você quiser, comprime a humanidade.
  2. Acidentalmente e ao mesmo tempo periodicamente a humanidade se encontra em crises.
  3. No planeta, existe um povo “estranho” que foi criado durante a primeira crise. O princípio do “ama teu próximo como a ti mesmo”, com base no qual este povo foi criado, todo mundo gosta, mas ninguém pode compreendê-lo.
  4. Antissemitismo – uma aversão às pessoas “estranhas” – é um fenômeno que não tem explicação racional.

Agora, os detalhes de cada item de

1. Nós vivemos num mundo que é “acidental”, continuamente integra1 ou, se você quiser, comprime a humanidade.

“A história do mundo seria realmente muito fácil de fazer, se a luta fosse retomada apenas sob a condição de chances infalivelmente favoráveis. Seria, por outro lado, de natureza muito mística, se ‘acidentes’ não tivessem qualquer papel. Estes acidentes caem naturalmente no curso geral de desenvolvimento e são compensados ​​novamente por outros acidentes”. (Karl Marx, Carta ao Dr. Ludwig Kugelmann, 1871)

“Toda a história da ciência tem sido a realização gradual de que os eventos não acontecem de forma arbitrária, mas que refletem certa ordem subjacente, que pode ou não ser divinamente inspirada”. (Stephen Hawking, Uma Breve História do Tempo)

“Nada na natureza pode acontecer por acaso. Tudo está sujeito a leis fixas. Essas leis são apenas a conexão necessária de certos efeitos com suas causas. Um átomo de matéria não pode encontrar outro por acaso; este encontro é o efeito de leis permanentes, que faz com que cada ser necessariamente aja como ele age, e o imoeça de agir de outra forma, em determinadas circunstâncias. Para falar do concurso fortuito de átomos, ou atribuir alguns efeitos ao acaso, é simplesmente dizer que nós somos ignorantes das leis, pelas quais os corpos agem, se encontram, se combinam, ou em separam”, (Paul-Henri Thiry, Barão d’Holbach, autor franco-alemão, filósofo, enciclopedista e figura proeminente no Iluminismo francês)

2. Acidentalmente e ao mesmo tempo periodicamente a humanidade se encontra em crises.

“Basta mencionar as crises comerciais que, por seu retorno periódico, colocam a existência da sociedade burguesa em julgamento, de forma cada vez mais ameçadora”. (Karl Marx, Manifesto do Partido Comunista)

“Parece que as crises, como as doenças, é uma das condições da existência dessas sociedades onde o comércio e a indústria são predominantes. Pode-se prevê-las, aliviá-las, atrasá-las até um determinado momento, pode-se facilitar a recuperação das actividades econômicas; mas voltou a ser impossível eliminá-las, não obstante todos os métodos possíveis que foram aplicados”. (Clément Juglar, médico e estatístico francês)

As crises acompanham toda a história da sociedade humana. No início, elas se manifestaram como crises de subprodução de produtos agrícolas, do meio do século XIX, como “subconsumo”, associadas a um desequilíbrio entre a produção industrial e a demanda efetiva.

Até o século XX, a crise estava confinada a um, dois ou três países. Mais tarde, ela começou a adquirir um caráter internacional, como por meio da competição e da reciprocidade, o desenvolvimento do comércio criou condições favoráveis ​​para a propagação. (Dicionário Econômico)

(Continua no próximo segmento)

1 Integração (do latim Integer – completo, inteiro, intacto): é um processo ou ação que resultou na integridade, associação, união, restauração da unidade (Dicionário Filosófico)

O Segredo Essencial Dos Judeus, Parte 64

Do livro: O Segredo Essencial Dos Judeus, M. Brushtein

A Crise Está De Acordo Com Um Padrão Consistente

O fato de que a crise é uma coisa regular tem sido conhecido há muito tempo. Os estudos de Nikolai D. Kondratiev são amplamente conhecidos.

Ondas de Kondratiev são longos ciclos de atividade econômica, cuja existência foi prevista pelo economista russo Nikolai D. Kondratieff (1892-1931), que foi morto durante os expurgos de Stalin.

A duração do ciclo é definido como tendo cerca de 40 anos. A última queda na produção foi responsável pela depressão na década de 1930. (Dicionário Acadêmico)

É interessante que, de acordo com as observações de Kondratieff, ciclos consistem de quatro fases. Por sua vez, os ciclos de Kondratieff, eles mesmos, são parte de outros quatro.

Ciclos econômicos:

Ciclo Kitchin 2-3 anos;

Ciclo de Juglar 6-13 anos;

Ciclo de Kuznets 15-20 anos;

Ciclo Kondratieff 50-60 anos.

A propósito, vamos recordar o que falamos sobre as quatro fases de desenvolvimento no Capítulo 2.

Precisamos dizer o seguinte em relação aos ciclos. A questão não é em que ordem e como as crises econômicas passam. O problema é que mesmo o estudo mais profundo da crise não nos aproximou de uma compreensão de suas causas. Por que precisamos saber quando a próxima crise virá? Seria melhor que isso absolutamente não acontecesse.

“Uma pessoa inteligente resolve um problema. Uma pessoa sábia o evita”. (Albert Einstein)

O fato é que as causas das crises estão na relação incorreta entre as pessoas, disse Abraham uma vez. Hoje, estamos finalmente começando a entendê-la.

Nós não nos desenvolvemos harmoniosamente e nosso desenvolvimento espiritual está tão para trás que somos vítimas de uma avalanche do crescimento tecnológico. Não podemos sair deste fluxo, mesmo que queiramos.

Como resultado, quando a humanidade tinha uma necessidade por uma nova energia para o desenvolvimento tecnológico, quando descobriu esta energia, então, moralmente ela não estava pronta para usá-lo para sua vantagem.

Então, em termos de desenvolvimento histórico, começamos a desconfiar tanto uns dos outros, não acreditando que podemos ajudar uns aos outros (embora tudo tenha sido feito para sobrevivermos juntos) que cada um de nós, pessoalmente, na verdade, não participa da vida pública (Andrei A. Tarkovski, cineasta russo, escritor, editor de cinema, teórico de cinema, teatro e diretor de ópera).

Não sabemos como resolver este problema. Abraão resolveu este problema.

“Ele (Abraão) conseguiu criar uma grande nação da descendência. Unificada, apesar de todas as mudanças de lugares e vicissitudes”. (Johann Wolfgang von Goethe, escritor alemão e estadista).

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Material Relacionado:
O Segredo Essencial Dos Judeus, Parte 63
O Segredo Essencial Dos Judeus, Parte 62
O Segredo Essencial dos Judeus, Parte 61

A Geração De Buscadores

Dr. Michael LaitmanA pessoa enfrenta muitas perguntas a respeito de como agir, trabalhar e acelerar o seu desenvolvimento, ou seja, acelerar a revelação do Criador. Revelar o Criador, a força que gerencia toda a realidade e a nossa parte nisso, é a única coisa que uma pessoa pode fazer neste mundo.

A fim de conseguir isso, nós seguimos os conselhos de pessoas que já passaram por esse processo e que alcançaram a revelação do Criador. Esta é a razão que nós estudamos a sabedoria da Cabalá, que, por definição, é o método da revelação do Criador aos seres criados neste mundo. Tudo o que nós temos a fazer é cumprir e implementar o que os Cabalistas dizem.

É claro que, quanto mais próximo um Cabalista está do nosso tempo, mais útil é o seu conselho para nós, porque ele nos entende melhor, uma vez que vive o mesmo estilo de vida é e como nosso contemporâneo.

Assim, nós começamos a estudar o sistema que inclui não só o sistema de ocultação entre nós e o Criador, mas também o sistema onde os Cabalistas estão, aqueles que atingiram o Criador. Eles revelaram o Criador durante a sua vida neste mundo, o que significa que eles removeram a ocultação.

Eles não estão mais nesse mundo, mas os frutos do seu trabalho não são perdidos, e ao usá-los, nós podemos desenvolver um sentido especial e reconhecimento acima dos nossos sentidos físicos comuns e mente.

Nossa percepção física do mundo é ainda mais limitada do que a dos animais. Todos os animais podem sentir um tsunami quase três dias de antecedência e fugir para as montanhas. Só os humanos não suspeitam de nada. Nós sequer sentimos a natureza e estamos mais longe em comparação com todos os animais. No entanto, não se trata da existência do corpo físico, mas da nossa atitude para com a força superior.

O desejo de alcançar a força superior desperta apenas no homem e mesmo isso não acontece com todos. Porém, em cada geração, desde a existência da humanidade. há pessoas em quem tal necessidade de revelar o Criador desperta e preenche este desejo.

Além de revelar o Criador, elas também nos deixam seus escritos por meio de livros, cartas e artigos. Cada uma escreve em seu próprio estilo sobre como remover a ocultação, o sistema de ocultações, e como usar o sistema.

É porque ele não é revelado de uma só vez e não totalmente, mas progressivamente. Assim, nós temos que passar por certas ações. Os Cabalistas nos dizem como ajudar uns aos outros a fazer isso se houver pessoas na nossa geração com o mesmo desejo de revelar o Criador.

Houve muitas gerações de Cabalistas desde o primeiro homem (Adão), que foi o primeiro Cabalista a alcançar o Criador e que removeu a ocultação. Nós podemos usar o seu legado, e além de seus escritos, também podemos usar a sua ajuda.

Quando nós entramos num sistema onde o Criador está presente, mas invisível, nós podemos usar a ajuda de Cabalistas que já tenham completado a Sua revelação. Eles estão ativamente incorporados dentro deste sistema e o mantêm num determinado nível de revelação e realização, aproximando-nos e ajudando-nos a ser incorporados dentro dele.

Nós só precisamos atingir a sensibilidade e o reconhecimento necessário para revelá-lo para que possamos utilizar o sistema corretamente, com a ajuda dos Cabalistas.

Nós também temos que realizar todas as suas recomendações neste mundo. Na nossa geração, há muitas pessoas que querem revelar o Criador. Nós estamos vivendo um momento especial quando há permissão para revelar a sabedoria da Cabalá a todos. Qualquer um que queira revelar o Criador pode ir e revelá-Lo.

Assim, nós temos uma oportunidade única. Se nos unirmos na nossa busca pelo Criador, será como procurar juntos por alguém que está perdido na mata. Todos nós podemos sair juntos, muitas pessoas, e procurar por toda a floresta. Todo mundo pode ir e gritar: “Ei, onde você está?!”, Assim, ajudando um ao outro, acabaremos por encontrar o que está perdido.

Da mesma forma, nós podemos procurar o Criador juntos. Tal busca coletiva é muito mais fácil do que procurar individualmente. Na verdade, é impossível encontrar o Criador sozinho, mas, juntos, vamos fazer isso de forma rápida e fácil.

De KabTV “Uma Nova Vida” 05/10/14

O Segredo Essencial Dos Judeus, Parte 63

Do livro: O Segredo Essencial dos Judeus, M. Brushtein

Se você cavar mais fundo em busca dos autores do crime, o círculo de suspeitos começa a se estreitar. É claro que é os judeus. Existe realmente um candidato melhor?

Por exemplo, o famoso compositor grego Mikis Theodorakis tem certeza disso.

Os judeus americanos estão por trás da crise econômica mundial que também atingiu a Grécia. (The Global Jewish News Source)

Pesquisas realizadas na Europa indicam isso. Em sete países europeus, foram entrevistadas 3500 pessoas. Cerca de um terço dos entrevistados, 31%, respondeu que os autores da crise financeira são os judeus. (Lenta)

Pesquisas, feito nos EUA têm mostrado os mesmos resultados.

“A fim de avaliar o preconceito explícito em relação aos judeus, nós perguntamos diretamente aos entrevistados ‘Quanto se deve culpar os judeus pela crise financeira?’… Entre os entrevistados não judeus, uma impressionante alta de 24,6% dos americanos culparam os judeus uma quantidade moderada ou mais e 38,4% atribuíram pelo menos algum nível de culpa ao grupo”.(Boston Review)

Um paradoxo surpreendente. Por um lado, os judeus são acusados ​​de todos os pecados mortais, e, por outro lado, “O judeu é um pioneiro da cultura. Desde tempos imemoriais, a ignorância era impossível na Terra Santa, mais ainda do que hoje em dia na Europa civilizada. Além disso, no momento em que a vida e a morte de um ser humano não valia nada, o rabino Akiva falou contra a pena de morte, que agora é considerada uma punição aceitável nos países mais civilizados”. (Leo Tolstoy “O que é um Judeu?”)

Adicionalmente,

“Eu admiro a firmeza espiritual da nação judaica, seus idealismos viris, a sua fé inquebrantável na vitória do bem sobre o mal, na possibilidade de felicidade na terra.

“Os judeus – velho e forte fermento da humanidade – têm sempre exaltado o seu espírito, trazendo ao mundo ideias nobres e inquietas, incitando os homens a embarcar numa busca de valores mais finos” (Maxim Gorky, Sobre os Judeus)

E, finalmente,

“Algumas pessoas gostam dos judeus e outras não; mas nenhum homem pensante pode duvidar do fato de que eles são sem dúvida a raça mais formidável e marcante que já apareceu no mundo”. (Winston S. Churchill, “A Luta pela Alma do Povo Judeu“)

É tudo isso coincidência? A crise foi um acidente? São os judeus culpados pela crise, por acaso? Os comentários elogiosos sobre os judeus são aleatórios? Talvez, um tijolo cai na cabeça de alguém por acidente?

“‘Um tijolo não é aqui nem lá’, o estranho interrompeu de forma persuasiva. ‘Um tijolo nunca cai na cabeça de alguém. Você em particular, eu lhe asseguro, não está em perigo do que isso. Sua morte vai ser diferente'”. (Mikhail Bulgakov, O Mestre e Margarita)

Eu posso tomar muito tempo para provar que não existem coincidências, e essa é uma atividade sem sentido. Vamos nos concentrar agora no compromisso proposto por um dos grandes nomes. Um acidente é uma regularidade não compreendida.

O Diagnóstico E O Poder De Cura Da Torá

Dr. Michael LaitmanPergunta: Por que o feriado de Simchat Torá (Regozijo com a Torá) vem imediatamente depois de Sucot?

Resposta: Durante os sete dias de Sucot, quando estou na Sucá, o que significa cercado pela Luz circundante, eu estou sendo corrigido. Esta Luz me alcança através da Scach (ramos que cobrem a Sucá), que por sua vez, é um mecanismo espiritual completo.

Eu tenho convidados todas as noites, tais como Abraão, Isaac, Jacó, Moisés, Aarão, José e Davi; cada um deles simboliza um atributo especial numa pessoa. Em outras palavras, trata-se de forças que corrigem meus atributos, transformando-os de mal em bem.

Eu executo o trabalho interno em todo o caminho para a perfeição e uso a Torá como a força de correção, e graças a isso, sou capaz de identificar o mal dentro de mim e identificá-lo de tal forma que, no final, não resta ninguém.

Após este diagnóstico, a Torá transforma o mal em mim em bem e eu me assemelho ao Criador, a bondade absoluta. Eu sou preenchido de amor e doação pelos outros e através deles pelo Ele, pois é realmente a mesma coisa. Assim eu descubro o que é chamado de “o mundo inteiro está cheio de Sua honra”. Ele está em tudo o que me parece externo.

Pergunta: O feriado de Simchat Torá simboliza alegria. Com o que a pessoa está realmente feliz neste feriado?

Resposta: É que ela usou a Torá corretamente e corrigiu-se em equivalência com o Criador.

Pergunta: Por que é tão agradável se assemelhar ao Criador?

Resposta: Visto que nós chegamos à adesão e equivalência de forma com Ele, agora podemos doar a Ele, assim como Ele doa a mim. É assim que somos feitos e não há um estado mais sublime para nós.

Pergunta: Ainda assim, o que se esconde por trás disso?

Resposta: Eu fui criado como um desejo de receber prazer. Portanto, num estado de completa equivalência de forma com o Criador, eu recebo prazer dele. Ao transformar todo o mal em bem, em equivalência com o Criador, eu começo a receber todo o bem e abundância infinita Dele. É porque eu também quero doar abundância infinita.

Assim, o simbolismo festivo do mês de Tishre descreve o caminho para o fim da correção, o que resulta no oitavo dia, o Shmini Atzeret, depois do qual não há mais nada para corrigir. A palavra “Atzeret” deriva da palavra hebraica “parar – atsar“, que simboliza o fim da correção.

Nós comparamos este estado perfeito a uma romã. Todos os meus 613 desejos são as sementes da romã que finalmente mudaram de mal em bem.

De KabTV “Uma Nova Vida” 05/10/14

O Início Da Contagem Regressiva

Dr. Michael LaitmanEu sinto imensa alegria no fato de que agora a maioria dos meus alunos no mundo está começando a entender e sentir que o mundo espiritual é descoberto na conexão entre nós.

Apesar de termos estudado o sistema espiritual por muitos anos, o coração não quer ouvir sobre a quebra do Kli da alma coletiva, a sua descida e qudea neste mundo, a divisão em inúmeras pessoas, a expansão do Kli, a igual distância do centro para a periferia por toda a Terra, e o crescimento do ego. Geralmente, isso leva muito tempo e muitos anos se passam antes que o coração entenda e alcance a consciência de que algo não está bem, e responda aos problemas com conexão, com unidade.

A partir do momento que a pessoa começa a ouvir isso, ela entra no caminho em direção ao objetivo da criação e avança numa taxa constantemente crescente, acumulando experiência e reunindo as partes distantes, espalhadas e quebradas de sua alma. Ela já sabe que tudo está concentrado apenas em seu Grupo de Dez, em cem, em mil, e que o mundo superior, o Criador, e a realização e objetivo da criação são encontrados precisamente neste lugar.

Se ela automaticamente se volta ao grupo, não importa o que aconteça, este é um sinal de que ela está firme sobre os seus dois pés e visa corretamente o objetivo. Eu espero que os resultados da nossa Convenção se tornem um sentimento como este para muitos que estão aqui e os que estão junto conosco em todo o mundo.

Este é o ponto de partida mais difícil da contagem regressiva. Ninguém em nenhum lugar foi capaz de alcançar isso. Muitos já tentaram fazer isso através de todos os tipos de condições por milhares de anos, mas apenas indivíduos conseguiram, mesmo que as pessoas estivessem prontas para sacrificar tudo por causa disso. Assim, uma abordagem gradual, o reconhecimento e a descoberta do ponto de partida e o investimento de muito esforço exigiram um trabalho sutil e contínuo.

Parece-me que estamos vendo o seu início. A sensação de que tudo começa e termina com o contato, a conexão dentro do grupo, que tudo é determinado lá, e que além disso não há nada, vai nos mostrar mais tarde como agir no mundo, e como lidar com a natureza através da nossa união. Isto é porque nós estamos elevando MAN, o nosso desejo de conexão, união e correção.

O mundo vai então avançar no sentido da harmonia, unidade, felicidade e cumprimento da lei de equivalência de forma com a mesma velocidade que nós. Nesta transição do “eu”, o anseio pelo Criador que eu imagino, para o “nós”, onde dentro deste “nós” está o todo único dentro do nosso “nós” separado, o poder geral de conexão chamado o Criador é descoberto.

Da Convenção em São Petersburgo 20/09/14, Lição 4

A Sociedade Do Futuro

Dr. MIchael LaitmanO processo revolucionário em que estamos participando começou com o Big Bang e continuou através de uma conexão cada vez mais forte: de partículas fundamentais a átomos, de átomos a moléculas, de moléculas a estruturas cada vez mais complexas, até o surgimento do corpo humano, incluindo o sistema cognitivo, o sistema nervoso, e sistemas adicionais. Alguns deles não são conhecidos e alguns não são entendidos por nós.

Em geral, esse processo evoluiu em duas direções: extensão e conexão.

Tudo aspira à conexão, e somente os seres humanos, suas sociedades e sua natureza, recebem uma forma oposta. Numa sociedade, nós nos tornamos cada vez mais conectados. No entanto, por outro lado, nós nos opomos uns aos outros, porque o ego nos separa. Como resultado disto, não podemos construir uma sociedade coesa baseada na ajuda mútua, de acordo com o princípio de cada organismo vivo, inclusive o nosso. Em vez disso, construímos algo muito estranho, e nossa sociedade torna-se como um câncer que, finalmente, se devora e morre.

Basicamente, nós não sabemos o que fazer. Estudos científicos das forças e mecanismos que nos movem descobriram que não temos possibilidade de evitar uma terceira guerra mundial e o caos. Os cientistas sabem disso e escrevem que não há solução real para esse caminho de desenvolvimento, e o que resta é apenas submeter-se à misericórdia do processo que nos leva em direção a um futuro desconhecido.

Nós estamos destruindo o planeta, esgotando os recursos naturais, e fazendo com a natureza e a ecologia o que quer que nos agrade. Tudo isso não é porque isso veio até nós, mas porque não sabemos como construir sistemas que consistem de opostos que se conectam numa única estrutura. Essa união de opostos é precisamente a lei essencial de sistemas complexos.

Aqui, nós chegamos à sabedoria da Cabalá. Este problema surgiu inclusive há 3500 anos na antiga Babilônia. Por um lado, os seus habitantes eram muito próximos uns dos outros e dependiam uns dos outros. Por outro lado, não podiam se suportar. Eles se odiavam e sentiam repulsão mútua. E não havia nada que pudessem fazer sobre isso, a própria estrutura da sociedade era tal que estava devorando a si mesma.

Foi então que um homem sábio chamado Abraão descobriu que a transição para um novo nível de desenvolvimento estava escondida aqui. Basicamente, não havia nada de especial nesse estado. Assim como a transição do nível inanimado para o vegetal, ou do vegetal para o animal, também é a transição do nível animal para o nível falante. Esta transição exige que nós atinjamos o poder de conexão entre opostos, de modo que eles possam estar conectados e formar um sistema completamente harmonioso. Apesar das polaridades, apesar do ódio e da rejeição entre nós, nós podemos utilizar uma força única, uma rede única, a fim de alcançar o equilíbrio entre ambas e construir uma vida.

Nós realmente não entendemos o significado deste passo. Nós não entendemos o que é a fonte da vida e como dois opostos podem se conectar. No entanto, é precisamente as polaridades absolutas entre positivo e negativo que formam o átomo, um sistema estável no qual eles são opostos e ainda se conectam simultaneamente.

Para continuar, de acordo com esse princípio, combinações cada vez mais complexas são construídas, possuindo a capacidade de evoluir. Positivo e negativo são combinados entre si, a fim de atrair o que é útil para o desenvolvimento e o equilíbrio entre eles, e para repelir o que é prejudicial para esse equilíbrio. Assim, por meio de absorção e de repulsão, a vida é criada. Há um desenvolvimento cada vez mais complexo, até que haja a necessidade da construção de um novo sistema que os Cabalistas chamam de sistema espiritual. Em outras palavras, ele é mais elevado do que os sistemas que nos são familiares.

Abraão descobriu que existe uma lei universal na natureza que abrange todos os sistemas, que os mantém e desenvolve. É possível chama-la de poder da Luz, o poder do Criador, o poder superior. No entanto, ele tem um objetivo: manter todas as partes da realidade em harmonia e conexão mútua.

É possível atrair e usar essa força mesmo agora, quando queremos subir para o novo nível e nos tornar um sistema. Com isso, nós despertamos a força universal, e construímos o equilíbrio tão esperado entre nós.

Na Cabalá, a lei que Abraão descobriu é a chamada de lei da equivalência de forma. Se eu sou pessoalmente atraído à força única de equivalência de forma, nessa medida eu desperto sua influência sobre mim e ela constrói a conexão entre eu e outras pessoas a quem sou atraído. Ela constrói entre nós um sistema harmonioso e equilibrado entre todas as partes.

Abraão descobriu a camada mais profunda dessa lei geral integral da natureza, que já era conhecida e a qual ele chamou todos os babilônios a se juntar a ele.

Maimonides, filósofo do século XII, disse que Abraão escreveu uma série de livros e fez um grande trabalho de disseminação para que as pessoas oudessem entender o que ele descobriu e que ele estava falando especificamente sobre uma lei da natureza que não se deve opor. É assim que nós evoluímos, sem possibilidade de escapar de seu fluxo, da tendência natural ao equilíbrio, conexão e harmonia.

No nível inanimado, vegetal e animal, nós chegamos ao equilíbrio espontaneamente, sem liberdade de escolha. No entanto, no nível falante, isso já não tunha êxito, porque nós precisamos participar conscientemente na construção do equilíbrio e de um sistema humano universal. Cabe a nós entender, reconhecer, querer se esforçar e optar por tentar organizar corretamente a fim de avançar.

Então, graças a esses esforços, nós despertamos a força universal singular da natureza, que é o Criador, a Luz. Não importa como você a chama. Em resposta aos nossos esforços, ela vai nos influenciar e realizar a ação correta de conexão em nós. Isto é o que Abraão ensinou às pessoas.

A história posterior é conhecida. Algumas pessoas ouviram e compreenderam o método por um tempo, mas depois, e apesar de tudo, se retiraram do processo. É impossível construir um sistema harmonioso e equilibrado, se todo o resto da humanidade está quebrado. É por isso que nós chegamos à situação atual, onde a crise babilônica da separação retornou.

Por que especificamente hoje? Isso ocorre porque a humanidade, da mesma forma que naquela época, está descobrindo que está conectada num sistema universal. Nós estamos fechados dentro de um sistema, uma sociedade, uma família, sobre a face da Terra, e estamos todos ligados uns aos outros.

Hoje, nós não precisamos lutar. Basta romper as conexões com alguma nação e esta não vai suportar o isolamento. Armas modernas são as mesmas clavas bárbaras primitivas numa forma sofisticada. Ninguém precisa delas num sistema global que é como uma aldeia global. Hoje, as conexões comerciais, industriais, financeiras e logísticas determinam tudo. Se você cortar estas artérias para uma nação, é como desconectar algum órgão do corpo. É claro que ela não vai sobreviver sozinho.

Isso é também o que aconteceu na antiga Babilônia, na Mesopotâmia, o berço da humanidade, quando ela se tornou uma sociedade. A mesma coisa está acontecendo hoje.

Os Cabalistas, alunos de Abraão em todas as gerações, falaram sobre isso e inclusive fizeram um cálculo numa linha do tempo de acordo com a lei do desenvolvimento humano para compreender que a humanidade iria retornar à mesma situação. A lei de unificação começou a ser esclarecida no final do século XIX, e de acordo com todos, chegou a esclarecimento no final do século XX. Mais precisamente, os Cabalistas escreveram sobre isso como sendo desde o ano de 1995.

Esta é a situação atual. Quando eu comecei a estudar a sabedoria da Cabalá em 1975-76, eu não acreditava que isso iria realmente acontecer. No entanto, houve na realidade uma transição muito forte, e de repente havia uma conversa sobre um sistema unificado, uma humanidade unificada, uma aldeia global e uma dependência absoluta mútua, etc.

Junto com isso, o mal da natureza humana foi revelado mostrando o quanto nós somos opostos uns aos outros e não estamos prontos para nos conectar de forma correta. Afinal, apesar das oposições entre nós no nível inanimado, vegetal e animal, a força universal nos conecta de tal forma que as polaridades são transformadas num dipolo que nos conecta e nos mantém em equilíbrio e harmonia.

No entanto, no nível falante, nas relações humanas entre nós, cabe a nós despertar em nós a influência da força universal e participar do equilíbrio entre positivo e negativo, entre os dois extremos. Isso exige de nós um trabalho específico.

Em primeiro lugar, cabe a nós compreender e reconhecer a situação em que nos encontramos e continuar a investir esforços compartilhados, a fim de construir o ambiente certo. Na Cabalá, esses esforços são chamados de elevar MAN, ou seja, fazer um pedido de conexão. Com isso, nós despertamos a influência da força universal sobre nós que nos conecta num sistema e em harmonia com toda a sociedade humana.

Isto é certo para o atual momento histórico. Hoje, a sabedoria da Cabalá, a ciência que Abraão descobriu, foi aberta diante de todo mundo. Isso porque todos nós devemos utilizar o sistema que foi criado e começar a usar corretamente as condições que foram criadas para a construção da sociedade do futuro. Caso contrário, a humanidade corre o risco de ser destruída.

Assim, os Cabalistas, as pessoas que estão envolvidas com este problema e sua solução, nos advertem sobre a verdade da nossa situação e do nosso futuro. Eles nos dizem que, de qualquer forma, nós estamos chegando a um equilíbrio coletivo. No entanto, se não despertarmos a força única da natureza que traz a nossa unificação e a conexão correta entre nós, então ela será revelado como o poder único que nos conecta e reúne, mas sem a nossa inclinação e desejo. Nesse caso, nós teremos que obedecer a essa lei contra a nossa vontade, e isso vai nos levar às situações muito desagradáveis ​​através de desastres, epidemias e guerras.

Esta é uma força boa, pois conecta a totalidade do sistema em um. No entanto, se nos opomos a ela, nós despertamos em nós mesmos a influência de forças opostas que atuam sobre nós como desastres.

Os Cabalistas tentam levar esse conhecimento a toda a humanidade e ensiná-la como chegar ao entendimento correto de conexão, despertando em nós uma atração em direção a ela, e de acordo com nosso desejo, estimular a descoberta da força única sem despertar desastres. Como necessidade, nós chegaremos mais perto do correto estado singular integral e avançaremos da forma mais agradável e desejável. Tal esforço é o que é exigido de nós.

Os problemas mais difíceis hoje estão sendo descobertos na sociedade humana, apesar de tudo de bom que existe no mundo. O avanço científico e tecnológico atingiu o seu pico, mas eles não se atrevem a mostrar um pouco dessa tecnologia moderna para a humanidade. Caso contrário, as pessoas não precisarão trabalhar e não haverá qualquer necessidade de se esforçar.

Basicamente, nós já saímos para um novo nível de desenvolvimento, mas ainda não estamos prontos para realizá-lo por causa da nossa incapacidade. Nós temos as ferramentas em nossas mãos, mas não estamos prontos para integrá-las corretamente no novo nível, porque a nossa abordagem não é integral, ou seja, a nossa estrutura interna não é integral. Pelo contrário, somos egoístas, e nossa tendência é estarmos distantes um do outro e não nos conectarmos em harmonia.

Como resultado, nós olhamos com temor para o estado futuro da humanidade unida, e não sabemos o que fazer com sete bilhões de seres humanos que não vão trabalhar. Não temos qualquer conceito de outra forma de existência e sobre uma conexão diferente entre nós enquanto subimos para outro nível de percepção, para diferente vida e maneira de viver.

Há uma infinidade de surpresas escondidas por trás da nova situação, mas ainda não estamos prontos para digeri-las, porque a nossa percepção não é integral.

A principal coisa no sistema integral é renunciar à visão individualista do eu contra o mundo. Em vez disso, eu devo adquirir uma percepção integral e ver uma imagem completa onde todos nós estamos conectados e completando um ao outro. Só então eu descubro o estado futuro em que a humanidade deve existir, e, assim, entendo e sinto essa vida que é esperada num momento propício.

Cabe a nós alcançarmos essa percepção, e é isso que a sabedoria da Cabalá nos ensina.

Da Convenção no México 01/08/14, Lição 1

O Segredo Essencial Dos Judeus, Parte 62

Do livro, O Segredo Essencial dos Judeus, M. Brushtein

Enquanto a force majeure afetava membros individuais da humanidade ou até mesmo países individuais, isso podia ser tolerado. Mas agora, começando com o século XX, a situação começou a se deteriorar. Agora, forces majeures “pegam” não países individuais, mas hemisférios inteiros.

Vamos lembrar Chernobyl, o mais recente terremoto no Japão, o acidente de petróleo no Golfo do México. No entanto, os desastres mencionados são bastante aleatórios na natureza, que nós associamos com motivos alheios à vontade do homem. Assim, parece que estamos lavando as mãos e dizendo que não somos os culpados.

No entanto, há muito tempo as coisas começaram a mudar. Nós encontramos forces majeures, ou seja, eventos imprevisíveis, nos sistemas, inventados e geridos por nós nos sistemas financeiro e econômico, na saúde, educação, etc.

Agora, nós não podemos dizer que a natureza irracional estraga nossas vidas. Acontece que estamos errados em algum lugar. O problema é agravado novamente pela extensão das consequências.

O pior é que não podemos encontrar o culpado e não sabemos o que fazer.

Os presidentes dos bancos centrais têm respondido às críticas de sua política monetária muito agressiva. Eles admitiram que realmente administram a economia com os olhos vendados e simplesmente não sabem o que vai acontecer a seguir, escreve o Financial Times.

Apesar destas declarações, os autores da crise são procurados. Não há tantas versões. Na maioria das vezes o Ocidente, ou melhor, os EUA, são acusados. Ao mesmo tempo, é difícil imaginar que o Ocidente esteja atualmente dirigindo essas coisas.

Leonid Nikas, diretor de uma escola primária em Atenas, estava acostumado com o fato de que as crianças no pátio da escola brincavam, riam e sonhavam com o futuro. Mas, recentemente, uma imagem completamente diferente, que ele antes não podia imaginar, apareceu diante de seus olhos: as crianças estavam procurando comida no lixo; aquelas que estão em necessidade, pedem a seus amigos ricos para compartilhar restos de comida, escreve o The New York Times.

O Diretor-Geral do Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV), Yves Daccord, informa a agência de notícias alemã DPA, comparou a situação atual no Velho Mundo com os eventos de quase 70 anos atrás. Tal operação em larga escala para fornecer ajuda alimentar na Europa não tem sido vista desde a Segunda Guerra Mundial. (Expert Online)

De acordo com o estudo, encomendado pela Comissão Europeia, apenas de 2008 a 2010, o número de vítimas de traficantes de escravos europeus aumentou 18%: de 6309 para 9528 pessoas.

Segundo dados oficiais, nestes três anos, 23623 pessoas foram reconhecidas como vítimas de tráfico de seres humanos…

Duas das três vítimas foram forçadas a se prostituir, e as outras foram usadas ​​como trabalho barato ou gratuito, forçadas a atividades ilegais, a se tornarem doadoras de órgãos. (Russian Germany)

Claro, nós podemos dizer que os americanos não se preocupam com o que está acontecendo na Europa – as suas preocupações são mais importantes para eles. Nós podemos dizer que eles são vilões. Mas eles não são loucos. Será que eles realmente não se importam com o que está acontecendo em suas casas?

“Grandes cidades dos EUA, que o resto do mundo costumava olhar com inveja, agora estão sendo transformadas em infernos infestados de gangues com altos índices de criminalidade. Cidades como Chicago, Detroit, Camden, East St. Louis, New Orleans e Oakland eram antigamente agitadas com a atividade econômica, mas como a indústria fugiu dessas comunidades a pobreza explodiu e por isso têm uma atividade criminosa. Enquanto isso, os problemas financeiros fizeram com que todas essas cidades reduzissem significativamente as suas forças policiais. Infelizmente, esse mesmo padrão se repete em centenas de comunidades em todo o país. …Há cerca de 1,4 milhão de membros de gangues que vivem nos EUA hoje, de acordo com o FBI. Esse número subiu incríveis 40 por cento desde 2009″(Michael Snyder,randes Cidades em Toda a América Estão se Degenerando em Zonas de Guerra Infestadas de Gangues”)

Ensaios No Teatro Do Criador

laitman_934Pergunta: O que as quatro espécies de plantas (Arba Minim) que caracterizam o feriado de Sucot simbolizam para nós?

Resposta: O Lulav (ramo de palmeira) é doação consistindo de murta e salgueiro (três ramos de murta e dois ramos de salgueiro). Esse é o Yesod que nós conectamos à Malchut, o Etrog.

Esta é a combinação das características do Criador — Hesed, Gevura, Tiferet, Netzach, Hod, Yesod — com nossas características de criatura, Malchut. Se dizéssemos isso de forma diferente, é a conexão das formas de doação que tipificam o Criador, todas as várias expressões de Seu amor por nós. No entanto, isto não é Ele próprio, mas é como nós O percebemos em nossos Kelim, em nossos desejos.

Pergunta: Onde exatamente a pessoa realiza todo este processo de se adaptar à doação e amor completo? Para quem ela direciona seu amor?

Resposta: Para alcançar o Criador, eu preciso aprender o que são doação e amor. Então, eu devo construir um grupo, adquirir amigos para mim, para que lá entre eles, eu possa manifestar minha atitude. Do amor pelas criaturas, a pessoa atinge o amor pelo Criador.

Eu me relaciono com os amigos com amor, assim como me relacionaria com Ele. Minha relação com o Criador não pode ser melhor que a minha relação com as criaturas, e somente através do amigo, através do outro, eu posso alcançar o Criador.

Pergunta: Por quê?

Resposta: Porque a relação com os outros é o trabalho que o Criador coloca à minha frente. Todo o mundo em volta é Seu “teatro” no qual eu posso ensaiar, praticar e tentar alcançar a mesma atitude para com o mundo como deve ser a relação com o Criador.

O caminho em direção a Ele deve passar por este mundo. Individualmente, eu não descubro o Criador. Pelo contrário, é apenas dentro deste mundo, através dele. Eu pratico num grupo de pessoas que estão conduzindo uma busca o tempo todo, e então nós atravessamos o mundo, através de todas suas asperezas, para alcançar o Criador.

De Kab TV “Uma Nova Vida” 05/10/14