Textos na Categoria 'Percepção'

Onde Está O Meu Verdadeiro Eu?

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como alguém pode receber do ambiente a importância da intenção de doar?

Resposta: Imagine que além do ambiente não há nada. Não existe Criador, nenhuma qualidade de doação, não há nada, apenas o ambiente.

Nós pensamos que há algo mais e isso tranquiliza-nos: existe o ambiente, mas também existe o Criador e a minha própria relação com Ele. Na verdade, não há nada disso,  apenas o  ambiente. Ou você se percebe em si mesmo, ou você pode se perceber no ambiente. Isso também será você, mas você perfeito, que incorpora dentro de si seus pedaços perdidos.

Além destes dois componentes não há nada. Ou você está submerso em seu eu atual ou se conecta com o ambiente que você atualmente imagina como estando fora de você: com o grupo, com o desejo comum. Mas isso é você!

Na realidade, a minha atual percepção de mim mesmo é condicionada pelo fato de que o meu egoísmo me arranca do meu verdadeiro “eu”, e eu penso que existo fora dele. É totalmente o oposto! Todo o meu Kli (desejo, vaso) da alma está ali, dentro do meu verdadeiro “eu”. É apenas a ocultação que atua em mim e eu considero isto estranho. Posteriormente, me será revelado de quem eu roubei, quem eu desapontei ou prejudiquei. Foi a mim mesmo, a pessoa mais próxima e querida para mim!

Pergunta cont:. Sob que condições eu posso receber a importância da doação do  ambiente?

Resposta: Pela fé acima da razão! Você está procurando uma confirmação racional,  uma certa lógica que explicaria que você apela ao grupo e recebe apoio dele. Tal lógica não existe. Na verdade, se você fosse capaz de provar isto de forma lógica, seria mais vantajoso para você estar neste time do ponto de vista egoísta; como em um time de futebol, por exemplo. Aqui, porém, você não tem nenhum apoio racional!

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 21/03/2011, O Livro do Zohar

Um Lego Feito De Pedaços Do Criador

Dr. Michael LaitmanPergunta: Durante a aula nós trabalhamos com a Luz que nos corrige. Mas com o que trabalhamos na Convenção?

Resposta: Na Convenção isso acontece ainda mais! Nós não temos nenhum outro meio para influenciar o que está acontecendo conosco, além da Luz que corrige. Essa é a única coisa que podemos despertar!

Nós despertamos nossos estados futuros, que ainda não foram revelados em nós e que estão para ser revelados. São estados de doação para fora, onde cada pessoa doa para fora, para o seu próximo. Esta é precisamente a qualidade que queremos descobrir – cada pessoa dentro de si mesma e todos nós como um todo.

Quando revelamos esta qualidade de doação, significa que revelamos o Criador. Como os Cabalistas nos dizem, esta qualidade nos criou, nos formou, e nos espalhou longe uns dos outros, para que, unindo-nos novamente, a revelássemos novamente.

Entretanto, o Criador está no exílio. O que isso significa? Podemos dizer que Ele também se desintegrou em pedaços minúsculos e está dentro de todas essas partes quebradas que estão longe umas das outras. Assim que você começa a conectá-las, você começa a recriá-Lo ou restaurá-Lo, a força comum de doação.

Nós temos que construir uma imagem para nós mesmos que esteja próxima da verdade. Caso contrário, vivemos em várias fantasias religiosas, imaginando uma imagem irreal, não-materialista.

Nós temos que entender que a diferença entre crenças ou religiões e a ciência da Cabalá é que as crenças ou religiões querem imaginar a espiritualidade nos desejos materiais, que percebem tudo “dentro” e, portanto, constroem suas noções de acordo com a realidade terrena, com a criação estando abaixo e o Criador acima, como se estivessem separados mais pela distância do que pelas qualidades. Elas não falam sobre a correção do homem.

Em contraste, a ciência da Cabalá diz que tudo está dentro do homem. Assim, a realidade ou dimensão superior se revela nas correções e mudanças internas da pessoa. Portanto, a coisa mais importante para nós é  corrigir o homem. Ao corrigir suas qualidades, a pessoa sente que o Criador é revelado dentro dela.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 21/03/11, O Zohar

O Feriado Luminoso De Purim

Nós estamos dentro de uma tela na qual nossas qualidades são retratadas. E se elas são egoístas, elas são representadas perante o nosso desejo de desfrutar nos níveis inanimado, vegetal, animal e humano (nos tamanhos 0, 1, 2, 3 e 4). Assim, nós as vemos como o mundo ao nosso redor. Isso significa que a realidade que vejo, sinto e na qual vivo é uma impressão ou reflexo dos desejos e pensamentos que estão dentro de mim.

Se além da minha natureza geral, as qualidades de recepção, eu também adquiro uma segunda natureza, a qualidade de doação, assim como na tela de um computador, eu revelo mais uma janela na qual vejo o mundo superior: a força da minha alma. Agora eu reconheço que o que vejo na primeira janela é uma projeção de minhas forças receptoras, enquanto na segunda janela, eu descrevo a forma de minha unificação com outras pessoas em prol da doação.

Na medida em que sou capaz de me unir aos outros, pelo menos no nível de “não faça aos outros o que você odeia”, nessa medida posso reconhecer o mundo espiritual. Agora tudo depende do cálculo que eu faço, de como eu continuamente me desperto para transferir a realidade do mundo material para o espiritual.

O estado espiritual mais perfeito é Purim, que vem da palavra Pur — sorte (lote, destino). Nesse estado, meus desejos são corrigidos e estou unido a todas as almas, preenchendo assim minha alma com a Luz superior de acordo com a lei de equivalência de forma.

Purim é a celebração da correção final. Quando celebramos este feriado, atraímos a força daquele estado corrigido que nos corrige e nos une.

O costume de usar máscaras e fantasias neste dia veio até nós porque Hamã (o desejo egoísta) se veste com as roupas de Mordechai (o desejo altruísta), o que significa que podemos receber Luz nos grandes desejos de Hamã através das qualidades de Mordechai.

É também por isso que no feriado de Purim há um costume de comer biscoitos em forma de triângulo chamados “bolsos de Hamã”. Um bolso simboliza o desejo de receber. Temos que receber esses desejos de Hamã e, com a ajuda de Mordechai, por meio da Luz de Hassadim (a qualidade de doação), corrigi-los para a intenção em prol da doação. Então seremos capazes de receber a Luz de Hochma, a revelação do Criador, ou seja, o estado da correção final.

Da Palestra de 15/03/11 em Purim

Material relacionado:
Purim Significa O Nascimento De Um Mundo Corrigido

O Caminho Para A Auto-Realização

Dr. Michael LaitmanO Zohar, Capítulo “Yitro (Jetro)”, Item 199: Sua testa é grande, mas não tanto, suas linhas são cinco: três que atravessam a testa de um lado para o outro, e duas não estão atravessadas. Tende ao confronto, principalmente em sua casa, todas as suas ações são apressadas, e ainda que pareçam ser benéficas, não o são. Elogia-se com aquilo que não tem. … É indulgente em seu discurso, mas nada mais. Coloca-se onde não lhe pertence, e quem colabora com ele deve ter o cuidado de sua cobiça, mas triunfará com ele.

O Zohar nos fala sobre o quão complicado somos por dentro. Toda vez que revelamos novas qualidades dentro de nós, que podem ser boas ou más, e que constantemente vem substituir uma outra, devemos usá-las para discernir todas as nossas oportunidades de realizar-nos no estado atual, para descobrir todas as nossas fraquezas e limitações. É assim que, continuamente, a pessoa realiza-se mais, e isso significa que ela atinge o Criador, como está escrito: “Eu O conhecerei de Suas ações”.

No final das contas, todo o nosso caminho é o caminho da realização pessoal, a realização de nós mesmos. Em essência, toda a ciência da Cabalá explica à pessoa quem ela é: o feito (ação) do Criador. Portanto, você não precisa de mais nada: na medida em que você entende como o Criador criou você, o que Ele criou em você, porque e de que forma, ou seja, o quanto você irá alcançá-Lo.

Portanto, ao ler as descrições dessas imagens do homem, temos que entender que nem uma delas é apagada. Todas complementam-se através de suas qualidades, que são semelhantes ou opostas às daLuz, e, no final, atingem a imagem do Criador.

Além disso, temos que entender que se está falando da pessoa que avança na espiritualidade e é assim que ela se vê agora, com suas qualidades positivas e negativas em relação à Luz, o Criador. Mas a própria pessoa está julgando a si mesma, e ela compreende essas qualidades. Outra pessoa poderia vê-las de forma diferente, porque “cada pessoa julga conforme seus próprios defeitos”.

Se uma determinada imagem aparece diante dela agora, isso só lhe parece, mas não existe por si mesma na realidade. A única imagem que existe por si só, é a imagem do Criador. Mas essas imagens são representadas dentro da pessoa por suas qualidades internas.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 16/03/11, O Zohar

A Conversa Entre O Criador E Sua Amada Criação

Dr. Michael LaitmanQuando eu começo a corrigir meus relacionamentos com o mundo inteiro, com todas as outras almas, e com os amigos no grupo que estudam comigo, de repente descubro que só existe o Criador e eu, e ninguém mais. Em outras palavras, existem meus amigos, o mundo, a natureza inanimada, vegetal, e animal, pessoas e almas, e tudo isso é, essencialmente, as manifestações do Criador que pertencem a mim.

Afinal, o Criador não pode Se mostrar a mim como a Luz sem o vaso (Kli), uma vez que eu não terei nada com que percebê-Lo. Desta forma, o Criador divide a criação em duas partes: a própria criação, sua alma, e os outros desejos além dessa criação que são qualidades do Criador.

“O Criador” (Boreh) vem das palavras hebraicas “venha” e “veja” (Bo e Reh). Em outras palavras, se o ser criado se conecta com o Kli que está aparentemente fora dele, ele expressa sua atitude para com o Criador, e nesse vaso surge a Luz. Tudo isso dá à criatura a oportunidade de perceber a força superior (relativo a si mesma).

Então, a criatura começa a entender a “linguagem” do Criador, a conversa que o Criador está tendo com ela. Algumas vezes, parece à criatura que esse Kli “externo” está acima dela, e outras vezes que está abaixo dela. De vez em quando ela vê o mundo como um vácuo onde não há nada. Porém, se a criatura entende que é o Criador quem cria esse espaço vazio, para a criatura preencher com seu desejo de doar por si mesma, ela recebe um lugar para trabalhar.

Nesse vazio, existe a falta da Luz da fé, a Lua da doação, Hassadim (Misericórdia). Se a criatura é capaz de preencher essa dimensão vazia com a Luz de Hassadim, consequentemente, ela se une ao Criador e também pode encontrar ali a Luz de Hochma (Sabedoria).

Existem estados opostos quando o Criador permite que a criatura se sinta satisfeita. Primeiro, você sente que está de pé diante de uma enorme Luz que por enquanto está fora de você. Essa sensação nos é dada nas primeiras nove Sefirot (Tet Reshinot). Você tem que fazer uma restrição nisso, elevar seu limite interno, para que assim você possa receber a Luz (no Nikvey Eynaim), e trabalhar nas três linhas para avaliar com sua tela a satisfação que está diante de você, ou discernir em qual medida você pode recebê-la para doar.

Assim, nós avançamos passando por vários estados, mas nem sempre conscientes deles. Porém, eles só se revelam quando nós não esquecemos que só há uma única Luz e um único vaso que está dividido em muitas partes para o nosso bem, e que temos que incorporar gradualmente em nós mesmos com a intenção de doar.

Nesse caminho, há dois estágios para nós. O primeiro é o patamar de Biná (Hafetz Hesed) onde a pessoa não pode realmente se conectar com os outros por agora e somente aprende a resistir a seu egoísmo, eleva-se acima de seus desejos, acima de sua “inclinação ao mal” que está sendo revelada e obtém os Kelim de GE (Galgalta Eynaim).

Depois, a pessoa começa a trabalhar com a “unificação da qualidade da misericórdia e o vaso” quando até mesmo os seus desejos de receber, que estão incluídos nele, são usados somente para doar.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 15/03/11, Escritos do Rabash

Um Pequeno Instrumento Que Faz Uma Grande Diferença

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como podemos construir um modelo de mundo integral e global dentro de nós?

Resposta: Imagine-se conectado ao grupo. Graças a isso, você será capaz de formar um pequeno e compacto Kli dentro de você, que será global, integral e unificado.

Então você vai entender o que é o mundo real. Ele não é essas sete bilhões de pessoas miseráveis ​​que não sabem onde empoleirar-se, mas a sua interconexão. Você vai descobrir que você distingue claramente todas as partes do mundo através de seu pequeno Kli, como através de lentes. Você pode medir as distâncias entre elas, comparar suas cores, e reconhecer rostos….

Como isso aconteceu? É porque o seu Kli, o seu instrumento está lá dentro, diante do olho de sua mente, mas através dele você vê o mundo inteiro profundamente. Você constrói este pequeno Kli em si mesmo, que é o grupo com o qual você está conectado, e isso é o suficiente para ver o mundo real e sua interconexão interna.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 15/03/11

O Mal É A Nossa Incapacidade De Sentir O Amor

Dr. Michael LaitmanO Criador inicialmente criou um ser perfeito. No entanto, para que ele pudesse perceber e sentir onde estava, ele precisou primeiro passar por várias sensações e impressões, a fim de aprender, sentir e examinar a situação criada pelo Criador e ver que ela era perfeita para ele.

Conseqüentemente, o estado em si não muda. O Criador é bom e faz apenas o bem, mas nessa condição perfeita, nós passamos por vários testes e avaliações que nos ajudam a compreender e sentir mais corretamente a profundidade de todo o bem que o Criador preparou para nós.

Isso define todo o processo pelo qual passamos, todas as nossas experiências nas fases intermediárias desse caminho para a conscientização. Não é a nossa própria situação que muda, mas sim a nossa percepção, a revelação desta perfeição. Nós começamos a compreender cada vez mais onde estamos e o que está acontecendo conosco, até que aprendemos qual é o nosso estado autêntico.

Quando o nosso estado real nos é revelado, é considerado como o nascimento espiritual. Mais tarde, passamos por 125 degraus para nos tornarmos conscientes dele. Quando as impressões desse caminho acumulam e reunem-se em nós mental e emocionalmente, vamos finalmente perceber o estado em que estávamos no início, com apenas uma diferença: nós nos transformamos, transformamos nossas percepções, tornando-nos aptos a sentir essa perfeição.

Neste caminho, passamos por duas fases. Primeiro, nós descobrimos que somos incapazes de experimentar esse estado benevolente, e é por isso que o chamamos de mal. Na realidade, não há mal, nem egoísmo, e nada que pudesse ser contra o Criador. O único problema é a minha incapacidade de reconhecer e sentir o Criador, a Luz; assim, eu os chamo de mal.

Meu egoísmo envolve as mesmas propriedades nos meus sentimentos e na minha mente, as quais não me permitem perceber a bondade presente em meu estado. Estou constantemente querendo aderir ao Criador, mas não consigo devido aos meus sentimentos e pensamentos não desenvolvidos, que são precisamente o que eu chamo de mal, o ego.

Esta primeira fase, onde eu reconheço o meu mal e ascendo acima dele, é considerada como a transformação “de doar para doar”, o grau de Biná. É o meu mal que me ajuda a subir.

Quando eu finalmente o supero, eu começo a transformar o mal em bem, ou seja, “receber para doar”, e neste ponto eu emprego o meu ego na forma inversa ao que anteriormente havia se desenvolvido em mim. Isso significa que eu me levantei acima do “anjo da morte”, livrei-me dele, e agora estou aprendendo o amor absoluto, o grau de Keter (coroa).

Então, as etapas do meu desenvolvimento são os níveis da revelação. Primeiro, eu revelo o meu mal, ou as propriedades que não me deixam sentir amor, e então eu o uso corretamente. Por isso, estou sempre grato pelo fato de que não é o mal, mas uma mera revelação de falta de sentimentos e compreensão em minha mente e coração, que não me permitem atingir o bem em sua perfeição.

O mal apenas me ajuda a ver onde me falta  receptividade, unidade e similaridade com a Luz. Portanto, eu sempre vejo o desenrolar do mal, como a descoberta de uma doença, um sintoma,  que mostra onde eu preciso ser reformado a fim de ascender ao longo de todos os 125 degraus e alcançar o estado de perfeição.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá em 13/3/11 sobre o Mal

A Dependência Global Em Mim

Dr. Michael LaitmanPergunta: Até que ponto nossos pensamentos, intenções e a habilidade de se concentrar durante a aula dependem de todos que estudam conosco ao redor do mundo? Existe uma tal interconexão global?

Resposta: O que é que a interdependência implica? Se eu enxergar toda a realidade como partes de minha alma, eu sou totalmente independente. Estas partes despertam somente conforme a minha atitude para com elas, o meu desejo de despertá-las.

Eu não me concentro em seu comportamento externo, mas sim desperto-as de dentro, e, com isso, no mesmo nível da conexão interior, elas despertam e me respondem. Tudo é determinado pela minha visão do mundo: ou eu o vejo como uma realidade material com muitos corpos físicos, ou como os desejos mundanos dos homens, ou como o corpo da minha alma, o seu Partzuf (estrutura).

Neste último caso, eu não vejo as imagens externas que, aparentemente, existem no mundo físico, mas sim as partes da minha alma, que eu devo transformar. “Eu” é o ponto focal do meu pensamento, da minha intenção. “Eu” é a intenção que devo acrescentar a estes desejos e propriedades para apontá-los corretamente.

O que significa que eu dependo e sou despertado pelos outros? Assim como eu os desperto, eu desperto a mim mesmo como resposta. Este despertar aparentemente passa por esse sistema externo, embora o sistema seja meu.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 8/3/11, “Introdução do Livro do Zohar”

Sob anestesia

Pergunta: A humanidade não pode se conectar às catástrofes ecológicas para a correção do egoísmo. Como podemos explicar essa conexão com as pessoas?

Resposta: Temos que procurar por maneiras de realizar isso e tentar escrever artigos e formular explicações precisamente em tempos de desastres, a fim de transmitir a essência: Tudo isso está acontecendo porque não estamos corrigidos .

O mundo externo é um molde do nosso estado interior. Portanto, na realidade, estamos a falar de catástrofes interiores que nós percebemos como externas. Todas as nações são partes de uma alma, mas nas nossas sensações são divididas peças que parecem ser exteriores.

É como se eu tivesse dado um tiro de anestesia local e agora eu não me sinto como a minha perna está queimando ou como meu braço está sendo cortado. Agora parece engraçado, mas é isso que está acontecendo.

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Problema Mundial? É meu problema

A imagem do “mundo externo”, como Baal HaSulam escreveu, é criada pela “câmera” no verso do nosso cérebro, que projeta as minhas qualidades para o que parece ser a tela externa, com as qualidades de ser imperfeito ou corrigidos para diversos níveis. Dentro de mim, eles existem sob a forma de forças diferentes. Ao combinar ou dividir em diferentes formas, eles formam o vaso da minha alma.

No entanto, sou incapaz de distinguir essas forças, porque são projetadas sobre a tela da minha consciência de uma forma que me permite vê-las. Portanto, vejo várias formas dos níveis vegetal, animal, humano e inanimado. Todas estas formas estão em movimento, passando por mudanças, e isso é o que permite a manutenção de uma conexão com a minha força interior.

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