Ajuda Do Professor
Comentário: Seus alunos recorrem constantemente a você como fonte de informação. “O que devemos fazer? Como devemos realizar isso ou aquilo?” e assim por diante.
Minha Resposta: Eu apenas dou conselhos gerais que envolvem correções: onde focar com mais precisão e como ajustar o rumo. Não posso fazer mais do que dar uma dica de forma indireta.
Pergunta: Por um lado, uma pessoa pode provar que isto, e não aquilo, é o que importa, e você concorda. Mas, por outro lado, as pessoas vêm até você em busca de conselhos sobre como agir da melhor maneira. Então, qual é a utilidade desses conselhos se você pode ser persuadido?
Resposta: Depende do nível em que estão falando comigo. Se estivermos falando de algo mais complexo e me forem apresentados certos argumentos, então dou ouvidos ao especialista ou a uma pessoa com experiência nessa área.
Por outro lado, quando uma pessoa me pergunta qual a melhor maneira de agir na disseminação ou no ensino, ou seja, dentro do nosso sistema, é preciso garantir que isso não contradiga as condições da Cabalá.
Basicamente, tudo isso visa apenas que a pessoa cometa menos erros e aprenda comigo em vez de com a própria experiência. Mas isso não diz respeito à sua trajetória pessoal, formação acadêmica ou situação profissional, e sim a questões gerais como quando ela leciona, compõe música, produz vídeos, cria programas ou publica um jornal. Nesses casos, posso intervir, e intervenho.
Mas se se trata do seu estado pessoal, não posso ajudá-la. Ela precisa passar por isso sozinha. Posso apenas ajudar indiretamente, para que, através do ambiente, ela possa acelerar a transição entre os seus estados.
A questão é que não podemos mudar nossos estados, apenas podemos acelerá-los. E se essa aceleração ocorre por nosso próprio esforço, ela é percebida como boa e desejável, não como sofrimento.
Pergunta: Mas quando uma pessoa está em estado de depressão ou se sente triste, você não intervém? Ou você ainda a estimula de alguma forma?
Resposta: Quando ela está comigo, esses estados se suavizam porque ela sente a energia que emana de mim e recebe dela uma sensação de confiança e segurança.
Mas, por outro lado, ela ainda precisa percorrer todos os seus estados. É por isso que eu a sacudo, grito e pressiono, como se estivesse compensando minha presença com influências negativas e afastando as pessoas de mim. Não tenho pessoas próximas, favoritas ou adjuntas; todas são iguais.
Talvez eu me relacione com as pessoas de maneira diferente dependendo da posição que ocupam, mas apenas em um sentido profissional, nada mais. Não faço absolutamente nenhuma distinção entre as pessoas em seu caminho espiritual.
De KabTV, “Eu Recebi uma Chamada. Câmara dos Conselhos”, 07/10/10
Pergunta:
Pergunta:
O Rosh (cabeça) do Partzuf representa Keter. Isso significa que o Rosh é a Sefira mais elevada e determina a extensão e a forma como a luz se espalha dentro do Kli.
Na Cabalá, essencialmente não existe passado ou futuro, apenas o presente.
Se alguém não tem nenhum desejo ou anseio por espiritualidade, mas está entre pessoas que têm esse desejo e anseio, e se gosta dessas pessoas (somente sob essa condição!), também absorverá a força delas para prevalecer, bem como seus desejos e aspirações, embora, por sua própria natureza, não possua esses desejos e anseios nem o poder para superá-los. Mas, de acordo com a graça e a importância que atribui a essas pessoas (que o cercam), receberá novos poderes (para a ascensão espiritual) (Baal HaSulam, Shamati 99, “Ele Não Disse Ímpios ou Justos”).