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Nós Nos Consideramos Deus

294.2Pergunta: O que um cachorro pensa sobre o homem? “Ele me alimenta, cuida de mim, me leva para passear. Ele deve ser Deus”. O que um gato pensa sobre uma pessoa? “Ela me alimenta, cuida de mim. É Deus”.

O que nós, humanos, pensamos sobre o Criador? Ele nos alimenta, Ele cuida de nós. O que pensamos Dele?

Resposta: Que nós somos Deus.

Pergunta: Por quê? Por que não posso dizer: “Obrigado! Você cuida de mim. Você é Deus”.

Resposta: Porque ao fazer isso, perco minha independência.

Pergunta: Eu quero essa liberdade, eu preciso de independência?

Resposta: Sim, claro. É assim que somos criados.

Pergunta: Então, Ele como se nos separasse de Si mesmo?

Resposta: Na verdade, Ele se escondeu para que eu mesmo pudesse restabelecer o relacionamento correto com Ele.

Pergunta: Isso só é possível se eu não O vir?

Resposta: Sim. Se não consigo encontrá-lo, mas continuo procurando por ele, aos poucos percebo que ele é, de fato, o centro da minha existência.

Pergunta: Em que ponto começo a procurá-lo? Em que ponto estou insatisfeito comigo mesmo, com meus esforços e minhas capacidades?

Resposta: Quando você fica totalmente desiludido com sua busca: por si mesmo, pela vida, pelo propósito da vida, pelo Criador e assim por diante, então você começa a se aproximar de encontrá-Lo.

Pergunta: Devo chegar à desilusão?

Resposta: Sim.

Comentário: Mas tenho que investir na busca.

Minha Resposta: Absolutamente, tudo o que você tem.

Pergunta: Trata-se de fazer tudo sozinho; meus esforços deveriam ser tais?

Resposta: Sim. E depois que você percebe que não pode fazer nada sozinho, começa a se perguntar onde está essa conexão com o Criador?

Pergunta: Você disse: “Não posso fazer nada”. Não há realmente nada que eu possa fazer?

Resposta: Nada. Até que a pessoa levante as mãos e se entregue completamente à força superior, nada funcionará.

Pergunta: Hoje vemos que guerras e crises estão se aproximando, haverá cada vez mais delas, desastres ambientais e assim por diante. Isso nos levará a perceber que não podemos fazer nada?

Resposta: Boa pergunta. O que vemos hoje, duvido que leve à realização. A humanidade ainda tem muito pouca consciência de sua situação, de sua dependência. Ela acha que ainda pode fazer alguma coisa.

Pergunta: Então eu tenho que puxar este “tapete” debaixo de mim para ver que não posso fazer nada?

Resposta: Sim.

Pergunta: Este é o tema principal: “Não podemos fazer nada sem Ti?”

Resposta: Não podemos fazer nada sem o Criador.

De KabTV. “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 15/12/22

De Uma Fonte

232.06Pergunta: Sempre há confronto de forças no trabalho espiritual?

Resposta: Não, só nos parece assim para que usemos essas forças corretamente. Elas vêm da mesma fonte, mas ainda não concordam dentro de nós, então seu confronto ocorre apenas dentro de nós.

Precisamos tratá-las exatamente da mesma maneira e usar correta, racional e eficazmente tanto a força de recepção quanto a força de doação. Não pode haver amor sem ódio.

De KabTV,Eu Recebi uma Chamada. Jogos Masculinos”, 02/04/12

A Muralha Que Precisamos Quebrar

Comentário: Digamos que estamos fazendo um projeto juntos e, se houver erros, sentamos e discutimos. A princípio, todos acham que estão certos. Então, se uma pessoa tenta ouvir outra, segue-se a análise.

Na próxima vez que começarmos a fazer algo, a mesma situação surgirá novamente. Você olha para esta situação: “Mas você mesmo fez essa análise! Como você pode reentrar neste estado novamente?” E acontece assim o tempo todo.

Minha Resposta: Não, não o tempo todo. Estes são novos Reshimot, novos dados informativos, um novo tempo! Uma pessoa mudou e até as fotos do passado parecem novas.

Comentário: Quando trabalhamos juntos ficamos mais próximos um do outro, surge uma certa importância, mas quando preciso dar o próximo passo, há uma muralha que constantemente tenho que quebrar.

Minha Resposta: Mas, ao mesmo tempo, há um entendimento de que ela foi especialmente criada entre vocês para que vocês pudessem superá-la justamente pelo desejo um do outro.

Comentário: Este é um processo de aprendizagem muito interessante.

Minha Resposta: Ainda há muito por vir, muitas surpresas agradáveis.

De KabTV,Eu Recebi uma Chamada. Dois Tipos de Distúrbios”, 25/03/12

Nova Vida #112 – Trabalhando Em Vendas, Parte 1

Nova Life #112 – Trabalhando Em Vendas, Parte 1
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

No novo mercado de trabalho que opera de acordo com a abordagem integral, não há vendedores, mas consultores com atitudes em relação aos clientes muito diferentes das vendas típicas. Seu cliente sonha em receber o mesmo tipo de tratamento de um amigo próximo e não de um vendedor que tenta empurrar um determinado produto. A necessidade de compras está desaparecendo e a necessidade de conexão está surgindo. A organização integral deve servir lanches, dar presentes, realizar eventos em parques e doar aos necessitados. O segredo das vendas e da publicidade é proporcionar uma atitude calorosa e amorosa, como a de uma mãe, por meio do modelo CNSB, que se baseia na proximidade, na necessidade, na solução e no benefício.
Este resumo foi escrito e editado por alunos do Cabalista Dr. Michael Laitman

De KabTV, “Nova Vida # 112 – Trabalhando em Vendas, Parte 1″, 19/12/12

“Qual Pode Ser A Motivação Por Trás Do Fenômeno Conhecido Como ‘Auto-ódio Judaico’?” (Quora)

Dr. Michael LaitmanMichael Laitman, no Quora: Qual Pode Ser A Motivação Por Trás Do Fenômeno Conhecido Como ‘Auto-ódio Judeu’?

Abraão, que pesquisou as leis da natureza, viu que o crescente ego humano de seu tempo era um sinal de amadurecimento da sociedade. Ele entendeu que a natureza desenvolve o desejo egoísta nas pessoas para que elas se conectem positivamente acima dela. Isso ocorre porque, ao nos apropriarmos de duas forças – nossa força egoísta inata e a força altruísta acima dela – podemos alcançar uma compreensão das leis da natureza, como as duas forças de separação e conexão agem na natureza.

Existe um estado muito especial entre essas duas forças que podemos alcançar e que Abraão alcançou. Abraão começou a ensinar o método de obtenção das duas forças da natureza para os babilônios da época, e um grupo especial se formou em torno dele.

O que precisamos entender dessa história é que um grupo surgiu na antiga Babilônia, e as pessoas desse grupo desenvolveram uma sensação de duas forças na natureza – a força egoísta e sua força altruísta oposta, a força de conexão que conecta as duas. As pessoas que alcançaram essas duas forças receberam o nome de “Israel” e mais tarde ficaram conhecidas como “os judeus”, que significa “unidade” (a palavra hebraica para “judeu” [Yehudi] vem da palavra para “unidos [yihudi] [Yaarot Devash, Parte 2, Drush no. 2]), porque essas pessoas receberam um desejo de unidade que desenvolveram posteriormente em uma sensação unificada das duas forças. Os outros babilônios da época não receberam o impulso de se unir, pois estavam contentes em permanecer dentro da abordagem egoísta natural do mundo e se tornaram conhecidos como as “nações do mundo”.

“Nações do mundo” é o termo que define a força egoísta da natureza humana. Quando a força altruísta aparece em certas pessoas, essa força altruísta também começa a incitar um crescimento mais acelerado da força egoísta dentro da pessoa. Como resultado, encontramos um grupo que inclui ambas as forças: positiva e negativa. Devido ao crescimento das duas forças internas, os membros desse grupo tornam-se mais desenvolvidos. O grupo com a força egoísta menor simplesmente não precisa de tanto desejo, porque eles têm o suficiente para viver suas vidas sem desenvolver a conexão com a força altruísta.

Visto que o povo judeu surgiu inicialmente da obtenção das duas forças da natureza, também descobrimos como essa nação está em constante contradição uma com a outra e consigo mesma. É porque eles abrigam essas duas forças opostas e, portanto, são pessoas que não podem se dar bem – nem consigo mesmas nem com os outros – porque abrigam um conflito interno fundamental. Portanto, até hoje, testemunhamos cada judeu que consiste em partes gentias e judaicas e, portanto, abriga uma inquietação interior.

Essa é a raiz do auto-ódio judaico, ou seja, em todo e qualquer judeu reside uma força de auto-ódio, uma grande força egoísta, e sem equilibrá-la com sua força altruísta oposta, o auto-ódio se torna aparente.

Baseado no vídeo, “Qual é a Origem do Auto-ódio?”, com o Cabalista Dr. Michael Laitman. Escrito/editado por alunos do Cabalista Dr. Michael Laitman.

Conexões Ideais

571.03Pergunta: Quais são as conexões ideais e o estado ideal entre as pessoas?

Resposta: O estado ideal é quando uma pessoa atinge uma atitude benevolente em relação a outra pessoa. Não porque hoje elas são benéficas uma para a outra e amanhã não ou porque alguém supera alguém, mas porque minha natureza deve se tornar completamente boa.

Por quê? Qual é o meu benefício? Bem, se você me pagar, eu entendo isso. Se eu me beneficiar disso, eu entendo. Mas apenas para ser gentil um com o outro para que esse relacionamento seja eterno e eu não possa estragá-lo, como posso conseguir isso?

Isso requer o próximo grau, porque se eu o tratar bem, alcançarei um grau superior, a adesão à força superior, a realização da eternidade e da perfeição. Nesse caso, você se torna um meio em meu caminho para alcançar minha perfeição e eternidade. Nesse caso, estou pronto para isso, valorizo isso.

Em princípio, esssa abordagem também é egoísta no início, Lo Lishma (para o próprio bem), e depois se transforma em uma qualidade absolutamente altruísta. Quando começo a perceber qual é a minha atitude para com os outros correta, pura, eterna e real, que em si carrega uma grande força superior, já estou completamente protegido do meu egoísmo e nunca me tornarei seu inimigo.

De KabTV, Eu Recebi uma Chamada. Por Que Precisamos de Países?”, 04/02/12

O Conselho De Controle Do Desenvolvimento Espiritual

65O principal ao ler O Livro do Zohar é ser ingênuo e simples em relação a ele.

Afinal, esse Livro é tão elevado e grandioso que em relação a ele somos crianças pequenas que receberam uma enciclopédia em nossas mãos e mal sabemos folheá-la.

Nós não entendemos nada escrito no Zohar. Mas não importa. Se você o estudar da melhor maneira possível, o efeito da luz contida neste livro será muito grande.

Afinal, você não apenas lê ou ouve o que está escrito no Livro. É como se você estivesse diante de uma tela sensível ao toque do computador controlada pelo toque de seus dedos. É assim que O Zohar funciona.

Olhando para alguma palavra, você como se clicasse nela e ligasse um determinado sistema. Quando você lê ou ouve uma palavra do Zohar, você “pressiona” sobre ela e de sua raiz espiritual, você atrai a iluminação (Ohr Makif) sobre você. E assim por diante, palavra por palavra, uma iluminação após a outra. Além disso, O Zohar é escrito de tal forma que sabe como avançar você.

No mundo espiritual, devemos crescer da mesma forma que os bebês crescem em nosso mundo corpóreo, natural e instintivamente. Assim como a influência externa atua sobre um bebê neste mundo e ele simplesmente se abre para ela, devemos nos abrir para a influência espiritual.

Somente como resultado de sua influência, adquiriremos sentimentos e mente espirituais.

Da 2a parte da Lição Diária de Cabalá 26/02/10, O Livro do Zohar,BeHaalotcha (Quando Você Monta as Velas)”

Eleve O Ambiente Aos Seus Olhos

947Pergunta: Depois de realizar algumas tarefas conjuntas, parece que é ainda mais difícil superar mutuamente as tarefas subsequentes.

Suponha que concordemos em gravar um vídeo. Estamos juntos nessa missão, e é uma espécie de pequeno processo de unificação. Mas depois disso, é muito mais difícil reunir as mesmas pessoas novamente. Se você quiser reuni-las pela terceira vez, é ainda mais difícil! E na quarta vez, é completamente irreal! Aquelas que podem vencer, o fazem, e aquelas que não podem, não.

Essa é a dificuldade de conexão? Além disso, uma pessoa entende em sua mente o que é necessário, mas não pode fazer nada consigo mesma.

Resposta: Claro, ela não pode até que surja uma necessidade real e o objetivo estabelecido esteja acima de seu estado atual. Tudo é construído em pura aritmética: isso é mais e isso é menos. Eu sempre pego o que é maior, pois meu egoísmo nunca está errado.

Mas posso variar mais ou menos; posso imaginar que isso seja mais importante do que aquilo de acordo com os valores do ambiente. Isso significa que devo sempre escolher um ambiente que me mostre o peso maior daquilo que nos leva à espiritualidade, embora seja contra o meu egoísmo .

Se o ambiente aos meus olhos for mais importante do que meu egoísmo – e pode se desenvolver e se manifestar dessa maneira, usando meu orgulho, meu desejo de poder, fama e assim por diante – então posso seguir em frente.

Uma pessoa recebe um método prático de trabalhar com suas propriedades. E se ela trabalhar com essas propriedades corretamente, não terá problemas em seguir em frente usando-as.

De KabTV, Eu Recebi uma Chamada. Dois Tipos de Distúrbios”, 11/03/12

A Síndrome Do Macaco

938.02Comentário: Quando criança, quando meus pais e eu assistíamos a um programa humorístico na TV e eles riam, eu automaticamente ria com eles para participar dessa brincadeira.

Minha Resposta: Claro que para ser como os adultos, como se você também entendesse.

Pergunta: Sim, eu via como eles reagiam e também ria como eles. Depois de algum tempo comecei a entender esse humor porque quando você joga esse jogo, quer queira ou não, de repente você se liga e entende do que se trata.

Em nosso trabalho espiritual também existe um nível de “macaco”. Qual é o mecanismo correto para este jogo? Afinal uma pessoa pequena ainda é ignorante e um adulto já tem muita coisa infestando ele.

Resposta: Um adulto fica envergonhado e desconfortável, não sabe como se comportar, se aliena e se esconde atrás de algumas acrobacias, atrás da grosseria, apenas para salvar seu orgulho completamente estúpido. O que isso dá? Mas é isso que a natureza nos obriga a fazer.

Se nos imaginarmos como crianças novamente, estaremos prontos para brincar. No grupo você pode brincar e ser criança de qualquer jeito. Os amigos entendem você e a si mesmos e se dão essa oportunidade. Portanto, o egoísmo não tem medo de agir como uma criança. E se corrermos, dançarmos, batermos palmas, etc.?

Fazemos tudo isso porque concordamos em fazer isso, porque entendemos que não devemos ser tímidos, mas, pelo contrário, devemos nos comunicar diretamente, como crianças. Temos que chegar a esse nível.

Nosso egoísmo pode nos permitir fazer isso porque no grupo estamos entre os de nossa própria espécie. Nesse caso, podemos mostrar um ao outro como podemos ser abertos, ajudar e nos incluir. Isso nos leva ao amor mútuo. De repente, você descobre tal semelhança, tal força que nunca se manifestou em nenhum outro lugar!

De KabTV, Eu Recebi uma Chamada. Macaco”, 10/03/12

Do Nível Da Psicologia À Cabalá

214Pergunta: Você diz que não há nada mais forte do que um pensamento conectado a um desejo. O que pensamento e desejo significam separadamente?

Resposta: Isso acontece apenas com relação a nós. Estamos constantemente conversando uns com os outros em um nível chamado psicologia.

Ele não nos dá a oportunidade de explorar claramente nossos desejos como forças com registros de informações que podem ser divididos em dez Sefirot (emanações). Não os estudamos em três linhas: receber, doar e na linha intermediária entre eles, em equilíbrio como em uma balança. Tudo isso é impossível de estudar no nível da psicologia.

Mas a partir dele, lentamente subimos ao nível de que fala a Cabalá, ao nível em que essas forças são pesadas e sua orientação vetorial de interação umas com as outras é avaliada corretamente. A partir dessas forças, podemos criar todo um campo vetorial, verificá-lo, analisá-lo, alterá-lo e, assim, controlar a nós mesmos e ao resto do mundo.

Isso é o que a Cabalá nos permite, mas apenas na direção certa e de forma alguma forçando os outros a fazê-lo, pois você está entrando em um reino onde você tem limitações claras. Assim que você cruza um certo limite e de repente tem a oportunidade de fazer algo errado, tudo desaparece imediatamente.

No mundo espiritual existe uma salvaguarda; é impossível prejudicar mais o mundo do que em nosso pequeno e insignificante nível terreno.

De KabTV, Eu Recebi uma Chamada. O Poder do Pensamento é a Manipulação da Consciência.”, 23/01/27