Textos na Categoria 'Trabalho Interno'

Não Revele Os Segredos Do Seu Coração

Dr. Michael LaitmanNa Cabalá, nós não falamos sobre os sentimentos pessoais. Nós falamos do amor dos amigos, mas apenas de forma geral, sem mencionar a nós mesmos ou qualquer nome específico.

É necessário falar sobre a grandeza do professor, do Criador, do grupo, e a importância da meta, pois sem inspirarmos uns aos outros, não avançaremos. Isso nos dá força para trabalhar, e é por isso que precisamos do grupo. Mas ninguém fala disso na primeira pessoa, revelando seus sentimentos e desejos (Kelim).

Na verdade, os outros ainda não estão corrigidos no nível de Bina (Hafetz Hesed), o que significa “não faça aos outros aquilo que você não quer que façam a você” e, portanto, podem prejudicá-lo com seus pensamentos. Por isso, existe essa proibição.

Você fala sobre como a meta espiritual é elevada, mas não sobre como você ou alguém é inspirado pela espiritualidade. Você deve falar sobre a lei que age na criação, a fórmula do sistema de forças, sem apontar ninguém especificamente.

Todo nosso trabalho é interno e humilde. Eu devo ver o grupo não como pessoas e rostos individuais, mas como forças que anseiam pela doação ao Criador, e que se unem para atingir esse objetivo juntos. Esta união dos nossos desejos, este contexto interno, é o que chamamos de grupo.

Portanto, quando eu falo sobre o grupo, eu não menciono os nomes das pessoas. É como se não houvesse pessoas, apenas desejos ligados pela garantia mútua! Se esses desejos atingem o nível de conexão, quando ela se torna realmente para a doação no primeiro nível, eles a revelam juntamente com a Luz de Hassadim que a preenche, o que significa a doação mútua.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 2605/1, Escritos do Rabash

Através Das Letras Do Livro Do Zohar

Dr. Michael LaitmanPergunta: Será que as letras que O Zohar fala expressam as formas de conexão entre nós?

Resposta: Claro que sim! Apenas a conexão entre nós! Sem a conexão entre as almas, os autores do Zohar não poderiam ter percebido nada. Tudo é percebido na nossa rede de conexão.

O que nós percebemos? Nós percebemos as forças de doação. A soma total dessas forças é chamada de “Criador ” (“Bo-Reh”ou “venha e veja”), que revelamos na conexão entre nós, a qualidade de doação e amor.

Se percebemos isso na forma de forças, então é o nosso desejo, nosso vaso para a revelação da Luz. Se percebemos uma impressão nele, esta é o Criador, a Luz que é revelada no vaso, o desejo. Não há mais nada.

Tudo o que lemos no Zohar ou todos os outros livros escritos pelos Cabalistas são apenas impressões do homem, a percepção de um Cabalista da força de doação dentro de seus desejos, de acordo com a equivalência de qualidades. Ele nos fala sobre seus desejos, suas impressões, a força que ele percebeu, explicando isso de uma forma externa.

É possível expressar isso em música, canções e palavras bonitas. Também é possível explicar isso na linguagem da Cabalá, do Talmud, ou nas Lendas. Em última análise, os Cabalistas explicam as suas realizações.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 26/05/11, O Zohar

Um Ponto Que Contém O Infinito

Dr. Michael LaitmanTudo começa com um ponto negro “criado a partir da ausência”, sobre o qual a Luz superior age e desenvolve a criatura. Todo o desenvolvimento, com exceção desse ponto de “Yesh Mi Ain” (existência a partir da ausência) é feito pela Luz, a força que atua na criatura, na parte que está sendo “guiada”.

Portanto, onde nós conseguimos tais qualidades especiais como indivíduos? Da Luz! O ponto da criação “a partir da ausência” é um mero ponto. Mas o Criador divide Sua relação em bilhões de criaturas e depois as reune e amarra juntas, de todas as formas possíveis, para que cada uma esteja conectada com as outras sete bilhões. Assim, Ele deseja se expressar dentro da matéria da “existência a partir da ausência”.

Ele não seria capaz de expressar isso de outra forma, exceto através de tal número elevado de pequenas criaturas, cada uma delas criada de uma maneira única e especial, diferente de qualquer outra. Toda criatura alcança sua correção individual ao renunciar a parte do “Yesh Mi Ain” (existência a partir da ausência) em si mesma e adquire o desejo de ser formada pelas qualidades de “Yesh Mi Yesh” (existência a partir da existência), que podem ajudá-la a unir-se com as demais. Assim, ela aumenta sua “Yesh Mi Yesh” a partir de um pequeno ponto fornecido pelo Criador até o Infinito, até o estado elevado do Criador.

Como eu, este ponto minúsculo que surgiu do nada, que foi criado com praticamente zero de conexão com o Criador, alcanço a Sua revelação? Eu me uno com todos os outros pontos (desejos), anulando a minha “existência a partir da ausência”, o que permite com que a minha “existência a partir da existência” cresça até o tamanho de toda a criação, a qual eu uno a mim.

Em outras palavras, conectando-se assim, eu crio a partir deste ponto todo o vaso espiritual (“Yesh Mi Yesh“), preenchido com a conexão infinita com o Criador (“Yesh Mi Yesh“) em relação a todos. Isso só pode ser feito multiplicando essas pequenas partes, cada qual unida com o restante, e assim, todas elas se entrelaçam com as demais como várias camadas.

A pessoa se une com outra; então, as duas anteriores, que se tornaram uma, unem-se  a uma terceira e se entrelaçam interiormente, e depois as três se unem com mais uma, e assim por diante. Então, não é apenas a minha conexão com todos os outros, mas sim um sistema multidimensional de conexão. Este é o único meio para o Criador se expressar dentro da criação em geral até a conclusão deste trabalho, no final da correção (Gmar Tikun).

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 26/05/11, Talmud Eser Sefirot

Se Você Deseja Se Tornar Humano, Dê De Si Mesmo

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “Prefácio à Sabedoria da Cabalá”, Item 5: A expansão da Luz, e sua posterior expulsão, cria o vaso. Pode-se concluir de forma lógica que se o vaso recebe a Luz instantaneamente, o anterior será o primeiro, e o sucessor o último. Portanto, a quarta etapa torna-se a fase final da criação do vaso: Malchut.

A expansão da Luz na criatura deve ocorrer em quatro etapas, até que ela sinta que recebe e quer sempre mais do que recebe. Pois, enquanto o desejo estava satisfeito com o que recebia, a criatura ainda não era responsável por si mesma. Ela não tinha nada de si mesma, nenhuma adição pessoal em relação ao que vinha do Doador.

Do Doador, nós recebermos o vaso (desejo) e a Luz. Se tudo isso se expande para baixo, sem qualquer interferência por parte da criatura, e se esta não se esforça para ganhar maior desejo e Luz, então não há nenhuma criatura, mas algo que não tem vontade própria.

É por isso que os três primeiros níveis do desejo, ou seja, o inanimado, vegetal, e animal, que derivam da fase raiz, ainda não são considerados como existentes. Eles são geridos de Cima, sem qualquer adição da parte deles.

Quanto às pessoas que estão nestes níveis de evolução, elas vivem e se alimentam do que recebem em nosso mundo das qualidades inatas: do ambiente, da mídia, do sistema de ensino, e assim por diante. A menos que elas comecem a contribuir para isso, seu desejo individual visa à raiz, e contanto que obedeçam às ordens do desejo, seu nível mais elevado ainda é o “animal”.

E só quando a pessoa evolui para o nível humano, que anseia em contribuir com alguma coisa, para voltar à raiz, só então ela pede que a raiz adicione mais desejo e satisfação, exige o desenvolvimento e torna-se um Ser Humano que quer se equivaler ao Criador. O Criador deve ser revelado o tempo todo, várias vezes, como está escrito: “Conheça o seu Criador, e sirva-O”. Isto é o que separa o homem do animal. É isso que torna o seu apelo dirigido ao alto, na raiz, autêntico.

O ser humano começa com o ponto no coração, que também vem do Alto. Mas todo o resto, com exceção desse ponto, onde a pessoa se sente como “a existência a partir da ausência”, ela deve cultivá-lo por conta própria. Esta é a adição pela qual ela deseja tornar-se semelhante ao Criador e ganhar o título de Humano. Após os níveis inanimado, vegetal e animal de desenvolvimento, apenas o último nível é considerada como “humano”. Isso é o que desenvolve a criatura, enquanto todos os níveis anteriores são incluídos na mesma.

Primeiramente, isso tem relação com nosso mundo interno, onde as naturezas inanimada, vegetal e animal sobem e descem junto com o nível humano. Não veja a Terra com sua flora e fauna nos vales e bosques. Tudo ocorre internamente. Se todos os outros desejos apóiam o crescimento do ser humano em mim, eles sobem junto com ele no mesmo nível.

Da 4a parte da Lição Diária de Cabalá 26/05/11, “Prefácio à Sabedoria da Cabalá”

A Atitude Correta em Direção à Luz: Entrada e Saída

A criatura se desenvolve de diferentes formas e níveis. Em geral há cinco desses níveis. No entanto, cada nível se divide em mais cinco, estes dividem-se novamente, e assim até o infinito. A chave em todo este processo é uma ação simples, como está escrito: “A expansão da Luz e a sua partida do vaso torna-se digna da sua missão.”

Se nós queremos gerar alguma qualidade ou reação a favor ou contra a recepção, para ou contra a doação, ou a favor ou contra a intenção, de qualquer forma, devemos evocar, nessa, detalhes de percepção e da sua suspensão, a recepção da Luz e sua saída, uma abertura e um encerramento. Então, através destas duas ações opostas, receberemos a impressão correta: um novo desejo.

Em outras palavras, eu quero subir de desejo número 1 para um desejo de maior qualidade número 2. Quero mudar a minha qualidade, me tornar mais sábio, mais doador, um melhor observador, mais sensível. Então, eu só preciso evocar uma ação: Deixar a Luz espalhar em mim e depois me abandonar. Esta ação irá causar mudanças qualitativas no meu desejo, que vai permitir que eu compreenda mais, sinta mais, e perceba mais coisas em relação ao que eu percebia antes.

Todas as minhas ações devem ser orientadas para enviar um impulso destinado precisamente para a entrada e a saída da Luz. Assim, posso determinar a velocidade do meu desenvolvimento. Quando eu quero atingir um novo detalhe sobre os níveis espirituais, subo a escada, elevo a minha qualidade, isso só pode ser feito através da expansão e da saída da Luz. Esta é a maneira que um vaso melhor e maior é construído digno de sua nova finalidade.

Portanto, vemos que somos capazes de elevar constantemente a nós mesmos. Naturalmente, nós usamos os fatores externos: a força da Luz e a força do desejo. Enfim somos nós que o ativamos.

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Da parte 4 da Lição Diaria da Cabalá de 25/05/2011,”Prefácio à Sabedoria da Cabala”

Interceptando a Iniciativa da Luz

Inicialmente, devemos entender que a criatura é o desejo. Na verdade, o desejo é só uma ferramenta, os meios disponíveis para a criatura; é um sentimento órgão, um elemento sensorial, algo que lhe permite sentir o seu próprio ser e refletir sobre ele: “Por que eu existo? De onde eu vim e por que? O que é a vida? Qual é a minha satisfação, e para onde vou? “Tudo isso se manifesta no desejo.

O Criador, a Luz superior, criou apenas um ponto uniforme,” a existência da ausência”, o que temos que desenvolver, uma vez que, em consonância com o programa do Criador, a criatura tem que ascender à Sua altura. Esse ponto é a criação inteira. É o oposto à Luz, e essa propriedade é suficiente. Assim, ele é chamado um ponto.

Durante seu desenvolvimento, o ponto tem que experimentar vários tipos de oposiçõeso à Luz, emanadas da Luz. A Luz se projeta sobre este ponto e, desta forma cria formas reversíveis.

Assim, foi apenas um ponto que surgiu como “a existência da ausência.” Suas outras propriedades aparecem como “a existência de existência” e tomam as suas origens a partir da Luz. Este ponto está evoluindo nas propriedades que são projetadas pela Luz e em frente a ele. Desde o seu estado oposto, o ponto aprende o grau de semelhança com o Criador, que é capaz ou não capaz de alcançar. Assim, ele revela a Luz.

Este ponto do desejo de receber é submetido a um longo, grandioso e progressivo desenvolvimento multifacetado. Se o Criador é o desejo de dar prazer, a criatura, inevitavelmente, é o desejo de receber prazer.

Para que a criatura tenha a oportunidade de se expressar, tem que definir a forma de seu desejo de receber. Como é feito? É feito pelo desenvolvimento cíclico: Todo o tempo o desejo adquire sua forma, recebe a realização dessa forma, depois parte da realização deixando a forma vazia. Então, a criatura decide como utilizá-la.

Anteriormente, a Luz determinou as condições de prazer para a criatura. Agora, ao contrário, a criatura recebe o prazer em dar prazer ao Doador. Desta forma, a criatura transforma recepção em doação.

Assim, a Luz cria o desejo e sua forma; mas também traz satisfação ao desejo. Mais tarde, a criatura descobre que ela precisa se tornar vazia, ser privada da Luz. A criatura não pode suportá-lo; a vergonha o impede. Então, ela pede a força da Luz para si, a fim de se livrar dele. A Luz, que despertou o sentimento de vergonha na criatura, concorda e dá força para a criatura. Então, a criatura exige mudanças internas e correções da Luz e os avanços com estas demandas.

Mesmo que tudo venha da força superior, a partir da força da Luz, que é primária em relação ao desejo de receber, ao mesmo tempo, é a criatura que começa a decidir o que quer e intercepta a iniciativa e ganha supremacia. É por isso que o período de desenvolvimento começa a partir de um sentimento de vergonha e abaixo, é creditado para a criatura.

Da parte 4 da Lição Diaria da Cabalá de 25/05/2011, “Prefácio à Sabedoria da Cabala”

Decodificando Cada Momento

Pergunta: Está escrito que quando se perde o pensamento da espiritualidade, você deve dar graças ao Criador. Como podemos agradecer-Lo por isso?

Resposta: Sabemos que todo o nosso trabalho está apenas no desejo, exceto para o tipo certo de desejo, não precisamos de mais nada. Para poder evidenciar a propriedade de doação, o Criador, nós só precisamos continuar nos preparando para o próximo momento seguinte. Tudo o que temos a fazer é apenas decodificar corretamente: De quem eu recebi a sensação de viver, e porque ela veio sob a esta forma?

Não sei nada sobre isso. No entanto, se eu recebo da Luz, da força superior que está me levando para o propósito da criação, então a única coisa necessária de mim é minha consciência e da resposta certa. Ou seja, em cada um dos estados que estou passando, eu tenho que ser capaz de vê-Lo e sua atitude amável para mim, apesar do fato de sentir o oposto.

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Trabalhando sobre o desejo Juntos

Não devemos criticar os estados que experimentamos a cada momento. Afinal, não sabemos para que nos é dado e de onde eles vêm.

Tudo o que precisamos fazer é tentar entender como usar o estado em que recebemos agora. Devemos reconhecê-lo com o entendimento de que não há estado melhor para o nosso progresso que este que estamos atualmente vivenciando, para a correção da nossa alma. Nós devemos agradecer ao Criador pelo o mal, assim como faríamos para o bem.

Afinal, eu meço o meu estado de acordo com minhas falhas. Se eu fosse reformado, eu me sentiria infinito em cada estado. No entanto, se eu tiver um sentimento oposto em algum lugar, isso significa que há uma falha a certeza de que eu preciso sentir, mediante o trabalho, e corrigir a sensação até me sentir perfeito. [Leia mais →]

Quem Causa a Oração?

Rabash, Shlavey HaSulam (degraus da escada), no artigo “Quem faz a Oração” Nesse estado de reflexão, quando sente-se o quão remoto está de qualquer reverência à obra do Criador, começa-se a despertar e pensar: “Algo precisa ser feito. Eu não posso ficar nesse estado baixo para o resto da minha vida.

“Certamente,este é o momento quando uma pessoa começa a orar ao Criador para trazê-lo para mais perto de si, para receber ajuda do alto, como nossos sábios disseram:” Aquele que vem será purificado é ajudado.”

“Uma pessoa sabe que ela tem que vir a sentir que o Criador é “bom e faz bem” e unir-se a Ele. Isso significa que nosso objetivo é revelar o Criador. Caso contrário, não vamos alcançar o que fomos destinados.

Esta tarefa pode ser realizada somente se houver equivalência de forma. Assim, uma pessoa sofre já que ela ainda não chegou à fé, a propriedade de doação, onde poderia encontrar o Criador e lhe agradecer. Ou seja, ela não busca essa revelação egoísta, mas apenas para que ela realmente possa atingir a grandeza do Criador.

Então, ela vê as “nações do mundo” dentro dela discutindo com o seu “Israel” parte que aspira para o Criador. Até agora, um não pode vencer o outro, a vontade de doar não pode derrotar o desejo de receber.

Entretanto, o homem não tem poder sobre seus pensamentos e sentimentos. Ele não escolhe o que a mente e o coração experimentam. Cada estado é formado a partir do alto, ou seja, não por uma pessoa em si, mas pela força superior que a coloca em uma situação específica e espera uma determinada ação, algum tipo de resposta para o que ela fez. Isso é chamado de “Eu sou o primeiro”.

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Da primeira parte da Lição Diária de Cabalá de 24/05/11 , Escritos do Rabash

Material relacionado:
Aprender A Ver O Bem

As Muitas Faces Do Desejo

Não é apenas um desejo de receber, mas se manifesta de muitas formas diferentes, incluindo a final, a forma atual que sentimos hoje. Todas as nossas sensações não são nada além do desejo de desfrutar o que tem muitas facetas diferentes. Vejo um mundo cheio de gente, eu nele, e muitas outras coisas, ações, causas e conseqüências. Tudo leva a mesma vontade de receber o que existe no mundo espiritual.

É só que, neste caso, assume um “material” a forma que chamamos de corpo humano. A forma mais elevada é o que chamamos de alma, mas em todo caso, estamos falando estritamente sobre o desejo de desfrutar.

Todos os graus são idênticos em sua matéria (o desejo) e realização (Luz). Apenas o último grau, o menor, difere na medida em que dá ao homem um sentimento de separação de todos os outros graus ou o deixa sem esse sentimento completamente na realidade deste mundo. Este grau tem a sua própria percepção de detalhes, mas mesmo eles são percebidos em relação ao desejo de receber a Luz e que existe em seu estado mais baixo.

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Da 4 ª parte da Lição Diária de Cabalá de 24/05/2011, “Prefácio à Sabedoria da Cabala.”

Material relacionado:
Decodificando cada momento
Trabalhando sobre o desejo Juntos