Textos na Categoria 'Trabalho Interno'

A Quantização Da Luz E Da Intenção

Dr. Michael LaitmanPergunta: Nós podemos realizar agora qualquer ação a fim de doar?

Resposta: Ela pode ser feita a qualquer momento se você se eleva à altura dessa ação. Mas nós avançamos em direção a ela gradualmente; primeiro, eu estou pronto para 1% doar aos outros, depois 2% , e depois 3% e assim por diante até chegar a 100%.

Quando eu estou pronto para doar-lhes 1%, isso significa que eu quero 99% para mim! E se eu quiser doar-lhes 2%, isso significa que eu quero 98% para mim! Assim, eu subo gradualmente para doação, para Lishma (em prol Dele).

Isso é chamado de tempo de preparação, que dura até a minha intenção se tornar 100% para doação. Até agora, este 100% de intenção estende-se a um grama de prazer, uma porção de Luz, um quantum de luz. Então, eu intensifico a minha intenção de modo que ela será o suficiente para duas porções de Luz e, em seguida, três porções, até que eu possa me restringir em receber toda a Luz que entra, o que significa que eu estou construindo para mim uma Masach (tela) de Bina, doar em prol de doação. Após atingir este nível eu posso até receber a fim de dar, depois de ter desenvolvido a Masach correta.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 24/01/12, Escritos do Rabash

Carga De Energia Espiritual Para Todo O Dia

Dr. Michael LaitmanPergunta: Durante uma convenção ou reunião dos amigos é fácil alcançar o sentimento de amor para com os amigos e a conexão. Mas, por que às vezes acontece o oposto durante a lição?

Resposta: A lição matinal não é para preencher (satisfazer) o estudante. A lição deve sacudi-lo fortemente e colocá-lo em seu lugar, para que depois ele seja capaz de escolher a direção correta, se esforçar durante a aula e continuar vivendo nela o dia inteiro.

A lição matinal é a porção mínima diária que todo mundo recebe e continua processando todo o dia. A partir dela ele escolhe vários princípios para o seu trabalho interno e para a disseminação. Eu me lembro que quando eu estudei, eu nunca perdi uma aula, com exceção de uma época em que eu estava muito doente. Se você passar a manhã sem uma lição, você só vai sentir o seu corpo físico durante todo o dia e vai servi-lo o dia inteiro.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabala 1/24/12 , Escritos de Rabash

Clame Pela Salvação

Dr. Michael LaitmanPergunta: Nós não somos mais impressionados pelas ações externas e, internamente, não influenciamos uns aos outros.

Resposta: Vocês não vão conseguir isso, porque vocês precisam se ​​conectar e exigir que o Criador esteja entre vocês para ensinar-lhes, para reforçar-lhes, e satisfazer os seus desejos. Ou vocês querem alcançar alguma coisa por sozinhos? Tudo é alcançado apenas com o poder da oração.

Pergunta: É exatamente isso; nós falhamos em nos unir e nos voltar ao Criador com o pedido. Aqui é onde nós falhamos sucessivamente, e somos empurrados por trás. Como nós podemos apressar o processo? Como eu posso obrigar a mim mesmo e os amigos?

Resposta: Trata-se do trabalho interno. Nós ainda devemos falar um pouco sobre isso, embora ele seja todo interno. Porque está escrito: “E os filhos de Israel suspiraram por causa do trabalho”. Não pode ser sem ele. Vocês devem se desesperar por suas próprias forças e só então se unir e clamar por ajuda.

Baal HaSulam escreveu sobre isso na carta 57: “E também quem não recebeu o amor do Criador, tudo o que ele trabalhou para a purificação de sua alma no dia anterior, parece ser totalmente apagado no dia seguinte. E a cada dia e cada instante a pessoa deve começar de novo, como se não tivesse feito nada toda a sua vida. E depois “e os filhos de Israel suspiraram por causa do trabalho”. Porque eles viram que são sempre incapazes de ver o fruto do seu próprio trabalho. Assim, o seu suspiro e sua oram foram completos, e assim “clamaram”, etc., porque o Criador ouve a oração e Ele só espera por uma oração completa”.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 23/01/12, “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot

Formula Para O Equilíbrio

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que funciona enquanto lemos O Zohar: a minha intenção, o texto ou a combinação do texto e da intenção?

Resposta: O texto não age aqui. Você foi impressionado pelo texto agora? Quem pode dizer-me sem olhar para um livro, o que lêmos? O texto não fica em nós a não ser que tenhamos de o usar de certa forma, de escrever algo baseado nele ou ensinar outra pessoa. Mas para nós próprios, ele não fica. Por enquanto, o Livro do Zohar é como a Luz Circundante para nós, que vem e nos influencia de fora. Então, enquanto o lemos, podemos concentrar os nossos desejos e pensamentos em direcção à correcção, esperando que funcione.

O que os autores do Zohar escrevem é tão elevado que eu não posso estar conectado ao texto em si, mas apenas ao “medicamento”. Não sei como o medicamento funciona. Ele contém diferentes materiais que entram no meu corpo e juntam os seus processos químicos e levam ao seu desequilíbrio. Mas o desequilíbrio está focado na doença e, portanto, leva ao equilíbrio.

É chamado “o veneno que serve como cura”. O que eu engulo causa mudanças no meu corpo, mas elas são opostas à direcção que a doença se moveu, que colocou o corpo em desequilíbrio. Então, um desequilíbrio e o outro desequilíbrio levam ao equilíbrio. Está escrito: “Cada medicação é um veneno, mas nem todos os venenos são medicação”.

Este é o trabalho nas linhas direita e esquerda, entre as quais nós criamos a linha do meio. Aqui o desequilíbrio da linha direita e o desequilíbrio da linha esquerda equilibram a linha do meio. Se temos medo de estar num estado de desequilíbrio, não é mais o trabalho do Criador. Em resumo, você tem de ser um herói. O desequilíbrio é um bom estado; é um sinal de avanço afinal de contas, mesmo quando você caminha, você move-se de um estado desequilibrado para outro estado desequilibrado: você fica num pé enquanto o outro pé está no ar.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 24/1/12, O Zohar

Nós Podemos Não Sofrer?

Dr. Michael LaitmanPergunta: Por que nós vemos o nosso caminho espiritual como “masoquista”? Por que não podemos evitar o vazio e o sofrimento?

Resposta: Neste caminho, nós sofremos por amor. Nós lamentamos que somos privados da equivalência com o Criador.

Você realmente acha que o Criador o priva de alimentos, água, abrigo e saúde? Não, nós estamos falando do sofrimento daqueles que querem ser como Ele.

De repente, os nossos desejos e prazeres egoístas ficam maior; na verdade, os desejos e prazeres são os mesmos e não podemos lidar com eles por mais tempo. Neste caso, nós sofremos e o Criador desaparece da nossa vista. Anteriormente, Ele se expôs para nós. Mas, mais tarde, surgem situações difíceis e não conseguimos lidar mais com Sua revelação. Então, Ele se oculta de nós.

Não há comparação com o sofrimento de uma pessoa normal que em vez de ganhar 10 mil ontem, hoje ganha apenas cem. Nós temos que compreender a linguagem dos Cabalistas que fala de coisas espirituais, em vez do plano material. No caminho espiritual, “punição” significa ocultação do Criador e nossa incapacidade de doar.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 19/01/12, “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot”

Cada Ponto Do Círculo É Um Pico

Dr. Michael LaitmanPergunta: A parte superior dos Partzufim se veste uma em cima da outra, como os degraus de uma escada, onde há sempre um superior e um inferior. Será que a mesma estrutura existe no grupo, ou lá todos são iguais?

Resposta: No grupo nós vestimos um em cima do outro numa certa ordem, e finalmente todos nós formamos um círculo. Nós não precisamos pensar nisso. É uma estrutura pré-determinada que não pode mudar. Apenas as conexões entre nós mudam: com que intensidade é que cada um se conecta com os outros. Mas nós não podemos mudar a ordem de quem se conecta com quem ou toda a rede que é formada com a queda das almas após a quebra. Sua estrutura é determinada a partir de Malchut de Ein Sof.

Nós não mudamos nada na realidade! Nós só abrimos ou fechamos o fluxo da abundância da Luz, porque após a primeira restrição, isso depende de nossas intenções. Mas a estrutura do sistema nunca muda. Mesmo quando nós dizemos que certos Partzufim espirituais sobem ou descem, conectam-se e se separam, estamos apenas nos referindo à passagem da abundância da Luz e não como eles estão dispostos em relação uns com os outros na estrutura geral.

É como uma estrutura de ferro em que certas conexões podem ser quebradas, mas é impossível mudar a estrutura em si, porque tudo é construído de acordo com a escada dos níveis espirituais que se espalham de cima para baixo. Mesmo durante a quebra, a ordem exata, que determinou como as centelhas (as Luzes e os vasos) foram divididas, foi mantida. Assim como antes da quebra, a altura foi determinada pela intenção de doar, de modo que após a quebra é determinada pela intenção pelo meu ego, segundo uma ordem egoísta precisa. Isto significa que não só todo mundo é importante, mas é totalmente essencial!

No grupo existe “superior” e “inferior”: cada um é ao mesmo tempo superior e inferior em relação aos outros e, juntos, todos eles formam um círculo. Todo mundo está conectado a um feixe pela intenção de doar, embora ninguém seja igual ao outro. Talvez por isso, você será capaz de entender como cada um é diferente dos outros, e se há algo dentro dele que não existe em mais ninguém, e nisso ele é a cabeça para todos, é impossível substituir ou destruir um único atributo, porque então não haveria plenitude.

Da 3a parte da Lição Diária de Cabalá 23/01/12, “O Estudo das Dez Sefirot

Decida Quem Lhe Governará

Dr. Michael LaitmanNós temos que passar por um longo processo de esclarecimento. Desde o início da criação até a sua conclusão, tudo o que fazemos é esclarecer como podemos estar satisfeitos em relação à força de doação, a fonte, o Criador.

Nós passamos por alguns dos nossos esclarecimentos inconscientemente, sem nossas sensações e compreensão, como uma preparação para os estados que se seguirão e que exigirão a nossa compreensão e sentimentos. O mesmo ocorre com a forma como uma criança pequena cresce ou qualquer outro desenvolvimento acontece. Você tem que passar por várias etapas e todos os tipos de cálculos, e permanecer neles por algum tempo até começar a sentir que há um novo nível de sensibilidade, compreensão e esclarecimento, e você ascende ao próximo nível.

Mais tarde, a novidade do novo passo é como que apagada e escapasse de nossa memória: a gente se acostuma com isso e, como nós sabemos, um hábito entorpece o sabor. Uma e outra vez, inconscientemente, nós tentamos romper e avançar tanto quanto podemos, até novas sensações surgirem e chegarmos a novas conclusões.

O maior discernimento é quem governará sobre nós: o Criador ou o Faraó, o bastão ou a serpente? Obviamente, à primeira vista cada um de nós está pronto para subir ao outro nível da natureza, o nível de doação. Mas como é que chegamos lá?

É aí que ocorre a luta entre o Faraó e Moisés (ou Aarão) dentro do ser humano. Ela ocorre dentro da pessoa. A disputa é: por quem eu luto? Quando me dizem que não importa quão difícil uma pessoa tenta isso não vai ajudar, por que eu deveria me preocupar em tentar?

Por outro lado, diz-se “Ninguém pode me ajudar a não ser eu mesmo” e “eu trabalhei e encontrei!”. O problema é que a pessoa é incapaz de perceber que as alterações devem ser de natureza interna e ocorrer dentro de si. Apenas devido às mudanças internas é que a pessoa se permite fazer uma nova rodada de cálculos.

Qualquer mudança depende totalmente da misericórdia de Cima: ela ocorrerá ou não. Mas nós ainda temos que continuar trabalhando, e nosso trabalho é encontrar misericórdia aos olhos do Criador, que nos deu esse apoio.

Na verdade, isso realmente prova a frase: “Eu trabalhei e encontrei!”, ou seja, o nosso pedido não é um pedido por si só, mas sim um teste da intensidade do nosso trabalho que é dividido meio a meio. Uma parte é preenchida por nós, o que faz com que a Luz, a outra metade, venha de Cima e faça a correção.

O bastão não deve ser lançado ao chão, porque ele vai se transformar na serpente, o que significa que não devemos desistir do nosso conhecimento, pelo contrário, temos que segurá-lo no alto. “A fé acima da razão” significa o trabalho que realizamos com o nosso intelecto com o melhor de nossa capacidade, deixando a Luz se manifestar e nos corrigir.

Da 1a parte da  Lição Diária de Cabalá 19/01/12, Shamati #59

Nós Precisamos De Um Novo Ponto De União

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como é possível usar esse mesmo ponto de união que obtivemos na convenção em dezembro durante as aulas do Zohar?

Resposta: Esse ponto de união que obtivemos já desapareceu, ocultou-se, e foi apagado de nosso sentimento. Nós não devemos sentir muito por isso. Não devemos tentar segurá-lo à força. Nós só precisamos trazer o calor e o entusiasmo daquela elevação espiritual; já que, depois de tudo, nós precisamos sentir uma base segura. Não podemos ficar no ar.

Chegou a hora de nos preocuparmos com um novo ponto de união. Conectar-se não significa abraçar e dar as mãos. A união é determinada pelo quanto eu sou capaz de me desprender de mim mesmo. Na conexão com os outros, não há necessidade de nada de mim; caso contrário, não haverá sequer um traço de conexão real nela. Eu não consigo me conectar com os outros. Na conexão somente o “anti-eu” precisa participar, quando eu me transformo ao invés de me livrar de tudo o que tenho na mente e sentimento, de tudo o que eu sei.

Assim, em primeiro lugar, eu preciso anular o meu “eu”, e então a Luz que reforma age em mim; e, com o que resta, eu me apego aos estados formados por meus amigos. Assim, juntos, nós descobrimos a união entre nós se encontrarmos nossos pontos dentro dos corações, dentro do ego, com a ajuda da Luz que reforma, que os inverte de posterior da santidade para a face da santidade; se nós nos conectamos uns com os outros, essa conexão já é digna de aderência com os justos, com as almas elevadas.

Nós descobrimos nossa conexão com elas e estamos prontos para confiar-nos a elas de modo que elas venham cuidar de nós. Desde já, nós entramos em contato com elas. Antes disso, não havia contato. Elas simplesmente falavam conosco de longe. Depois, nós vamos ver como os escritores do Zohar, o Rabash, e o Baal HaSulam cuidam de nós e nos elevam.

Da 2parte da Lição Diária de Cabalá 17/01/12, O Zohar

Bom E Benevolente

Dr. Michael LaitmanNós só podemos ver o Criador como bom e benevolente através do ambiente. Sem o grupo você simplesmente se torna como certo tipo de boneco ou ídolo que não tem nada a ver com a realidade. Na verdade, “bom e benevolente” é a força que enche a rede de conexões mútuas entre nós. Ela não existe em nenhum outro lugar.

“Criador” (Boreh) significa “venha e veja” (“Bo – Reh”), onde eu deveria alcançar a rede corrigida entre nós. Lá nós descobrimos as luzes de NRNHY e sua generalização chamada de Criador.

Assim, a força que enche nossas relações mútuas corrigidas é revelada como boa e benevolente.

Pergunta: Em nossas convenções, sob a forte influência do ambiente, parece que estamos sentindo o bom e benevolente, mas não chegamos a revelação.

Resposta: Para chegar a revelação precisamos de um vaso completo. Nós tentamos descobrir o atributo de doação, de modo que ele estará de certo modo acima de nós. Este estado não tem que ser perfeito, mas deve ser estável. Nós realmente precisamos querer que isso aconteça. Nesse meio tempo, sentimos falta da pressão, do sentimento de necessidade.

Também poderia ser que quando nos reunimos e nos conectamos, nós apreciamos isso e isso retira o sabor da qualidade. Você come, dança, abraça os amigos, se sente bem e pode ser que não deixe nenhum espaço para uma pergunta, para uma demanda. Mas a alegria e a demanda devem caminhar de mãos dadas. Tudo depende da preparação.

Pergunta: Então, o que é realmente o “bom e benevolente”?

Resposta: É quando eu descubro nos vasos de recepção e nos vasos de doação que o Criador criou tudo em Sua honra. Então, eu posso receber todo o bem e desfrutá-lo, e tudo que nós queremos é dar prazer a Ele.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 22/01/12, “O Estudo das Dez Sefirot

Como Abrir O Livro Do Zohar

Dr. Michael LaitmanExiste um conceito chamado “abrir o Livro”. Para abrir meios de alcançar suas profundezas, sua essência, para vir a conhecer qual força está contida dentro dele. Afinal, um livro é a fonte da sabedoria, a fonte do conhecimento e a revelação do que está por trás dele. Um livro é um conceito que consiste em três componentes: o livro, o narrador e a história.

Então, quem é o contador de histórias, o que é a história, e quem está dizendo isso? Há aquele que escreveu o livro. Ele escreveu com base em suas impressões sobre alguma coisa. Aquilo com que ele estava impressionado tem uma fonte, a fonte que criou essa imagem da qual ele ficou impressionado e que descreveu no livro. E há aquele que abre o livro, o chamado Livro do Céu, o lê, explica e diz a você sobre ele. Ele pode lhe dizer uma coisa descrevendo-a no livro. E você lê o que ele escreveu.

Também pode ser que você não o leia, mas entre diretamente dentro deste autor, deste contador de histórias, e tenha que se identificar com ele. Se você não se identifica com o Rabi Shimon, você nunca vai saber o que está escrito no Livro do Zohar. Afinal, ele vem vestido nele.

É por isso que existem dois componentes aqui (embora existam muito mais, pois é o Criador quem o “escreveu”). No mínimo, nós temos que nos vestir no Rabi Shimon. Na medida em que conseguimos nos identificar com ele, respeitá-lo, chegar até ele, e tentar nos mesclar com ele, começamos a receber impressões, a sentir e atingir o que ele transmitiu no Livro do Zohar através de várias sugestões que podem ser transmitidas de forma escrita.

Nós temos que chegar a um estado tal onde não seremos capazes de ouvir O Zohar sem o conceito chamado “Rabi Shimon”. Também estão incluídos neste conceito seus alunos, do mesmo modo que seus alunos estão incluídos nele.

O vaso espiritual do qual recebemos o impacto é chamado de “Rabi Shimon”. Esta não é uma pessoa, mas uma espécie de nuvem de qualidades, forças e definições espirituais. Este sistema, como um todo, é chamado de Rabi Shimon.

Eu estou conectado a este sistema. Eu recebo alimento dele e, por isso, é muito importante eu me aderir a ele. Quanto mais eu me misturar a ele, sentindo que estou em contato com Rabi Shimon em particular, mais eu vou perceber o que está dentro dele. Além disso, não será a impressão externa de ler o texto do Zohar, mas uma realização mais interna.

O fato de separarmos em vários componentes (o livro, o narrador e a história) algo que me transmite impressões espirituais, me ajuda a unir-me a esta impressão;  não me distancia dela. Esta é mais uma maneira de usar o conceito chamado “abrir o Livro”.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 02/01/12, O Zohar