Textos na Categoria 'Sentido da Vida'

Quem Vem Estudar Cabalá?

630.2Comentário: Via de regra, uma pessoa começa a estudar Cabalá mais perto dos trinta anos. Não se vê jovens de dezoito anos querendo saber o sentido da vida.

Minha Resposta: Existem os dois tipos. Mas aos dezoito anos, a questão é que precisamos nos desenvolver e, de alguma forma, nos realizar no nível da vida cotidiana. Nossos hormônios estão ativos. Precisamos explorar este mundo, compreender algo nele e compreender o quão vazio ele é. Tudo isso é dado a uma pessoa.

Muitas pessoas vêm até nós depois de terem passado por tudo isso. Elas, por assim dizer, estabilizaram sua compreensão deste mundo e da falta de algo verdadeiramente bom nele.

De KabTV, “Eu Recebi uma Chamada. Quem Vem à Cabalá?”, 19/09/10

Quando A Vida Ganha Sentido

198Pergunta: Você pode nos dizer qual é o sentido da vida?

Resposta: O sentido da vida é mudar a natureza de alguém, de receber para doar, do ódio para o amor, da rejeição para a reaproximação com os outros. Então, através dessas qualidades, você sentirá um tipo de existência completamente diferente. Será um mundo oposto.

Você encontrará realização ao realizar os outros. E não haverá decepção nisso.

Comentário: Seria ótimo se uma pessoa pudesse simplesmente, em um estalo, fazer isso acontecer.

Minha Resposta: Chegaremos lá.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 06/06/25

De Uma Vida Sem Sentido, Chegaremos À Harmonia

715Pergunta: Eu observo as pessoas. Hoje em dia, qualquer um pode postar um vídeo e falar sobre si mesmo ou sobre outras pessoas. As pessoas escrevem muito na internet. Existem blogs pessoais, Facebook, TikTok, YouTube, o que você quiser. Em geral, todos nós sabemos o que está acontecendo no mundo hoje. Em que época estamos vivendo agora?

Resposta: Toda a nossa existência enfatiza a nossa falta de sentido. Essa falta de sentido é tão completa que não há absolutamente nada. É por isso que existe apatia.

Pergunta: Chegou a hora de entender ou descobrir por que vivo? Essa hora chegou?

Resposta: Sim, é hora de perceber que não há sentido em nossa vida. E onde ele está?

Pergunta: Onde ele está?

Resposta: Não está em lugar nenhum.

Pergunta: Ao mesmo tempo, tudo o que vejo é sem alegria, vazio. Então, o que devo fazer? Onde está esse sentido da vida? Onde está aquele algo que me faz reviver?

Resposta: O sentido da vida está no fato de que existe natureza, uma natureza vasta e imensa, e há um pensamento que governa essa natureza, a põe em movimento e a cria.

É esse pensamento, esse desígnio, essa grande intenção da natureza que devemos revelar. Então conheceremos o sentido da vida.

A vida é tudo. O que significa “tudo”? Inanimado, vegetativo, animado e humano. Tudo isso tem um certo sentido que se encontra acima de tudo. O sentido é o que une, organiza e move tudo isso. Portanto, devemos nos elevar acima da nossa vida.

Pergunta: Você está convocando uma pessoa para se tornar um cientista?

Resposta: Não, não sou cientista. Precisamos apenas abrir os olhos.

Pergunta: E entender a intenção por trás de tudo?

Resposta: Sim, por que a natureza criou tudo isso.

Pergunta: E qual é essa intenção?

Resposta: É exatamente para isso que a natureza está nos empurrando. É isso que precisamos revelar.

A intenção é elevar-se acima do nosso mundo, porque este mundo é, na verdade, o pior de todos os mundos. E isso não é uma expressão poética. Elevar-se acima dele significa descobrir essa intenção, essa força, esse pensamento, esse desígnio.

E quando alcançamos esse pensamento, começamos a perceber tudo além do tempo, além do espaço, além de tudo. Então, a pessoa começa a se sentir no nível do Criador.

Pergunta: Então, qual é esse pensamento?

Resposta: É harmonia. Harmonia absoluta entre todas as partes da criação. É algo que nos falta. E é por isso que, ao agir dessa forma sobre nós, a natureza nos impulsiona a alcançar essa harmonia.

É isso que precisamos revelar. Não podemos escapar disso. Não seremos capazes de simplesmente nos destruir completamente ou esquecer. Teremos que revelar e alcançar essa harmonia.

De KabTV, “Notícias com Dr. Michael Laitman”, 11/06/25

Não Haverá Decepções

202.0Pergunta: Qual é a sua opinião sobre a alegação de que existe um gene suicida? Dizem que cientistas americanos identificaram 22 genes relacionados ao suicídio. Esse gene realmente existe? Você acredita que ele tenha algum efeito?

Resposta: Quanto a um gene, não sei, não sou especialista na área. Mas certamente existe uma predisposição para ele. Os japoneses o têm, e há outros povos e tribos, ou períodos históricos em que ele aparece, e assim por diante.

Pergunta: E como alguém pode supostamente superar essa predisposição ou gene?

Resposta: Com o sentido da vida.

Pergunta: Sentido? Apenas a busca por sentido?

Resposta: Só isso. O que mais existe? O sentido da vida e sua correta compreensão estão conduzindo você a uma nova vida agora mesmo. Você não precisa morrer nem imaginar nada. Você já pode ver o seu mundo futuro nesta vida. Ele está bem à sua frente; depende apenas da correta compreensão.

Pergunta: Você pode nos dizer qual é o sentido da vida?

Resposta: O sentido da vida é mudar a natureza da pessoa, de receber para doar, do ódio para o amor, da rejeição para a reaproximação com os outros. Então, dentro dessas qualidades, você sentirá uma forma de existência completamente diferente. Será um mundo oposto.

Você encontrará realização no ato de satisfazer os outros. E nisso, não haverá decepção.

Comentário: Seria maravilhoso se uma pessoa pudesse realmente viver assim!

Minha Resposta: Chegaremos lá.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 03/06/25

Eu Não Quero Sofrer, Eu Quero Desfrutar!

43Pergunta: Onde ocorre a transição para que eu não aja por desejo de evitar golpes, mas comece a avançar por vontade própria?

Resposta: Não, você não precisa seguir a sua vontade. Podemos avançar só porque a ideia é bela, abstrata e oferece uma chance de nos elevarmos acima do nível animalesco? Não funciona assim; tal coisa não existe.

Sigo essa ideia porque me sinto mal! Qual é o sentido da minha vida? Faço essa pergunta apenas porque, como um animal, quero escapar de um golpe. “Qual é o sentido da minha vida?” Essa é uma pergunta animalesca! Ela surge quando me sinto mal, quando sinto isso no meu corpo.

Eu não penso: “Como o Criador deve ser miserável! Talvez eu devesse fazer-Lhe companhia? Eu e Ele, já somos dois. Talvez outra pessoa se junte a nós”. Uma pessoa é incapaz de tal atitude! É uma ilusão. Somos feitos de desejo de receber, e somente dessa substância surge a exigência: não quero sofrer, quero desfrutar! Ou, se não desfrutar, pelo menos sofrer menos.

Pergunta: Quando minha atitude muda do medo para o amor?

Resposta: É muito simples! Assim que você se volta a Ele por medo e sente que recebeu uma boa resposta, você começa a amar.

Digamos que alguém lhe bate constantemente e aparentemente o odeia. Mas então, a partir desses golpes, você começa a ver um bom resultado e, então, começa a entender a atitude Dele em relação a você. Ele não quer lhe bater, mas o faz apenas porque não há outra escolha. Somente com base no resultado começamos a mudar nossa atitude em relação ao Criador.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá, 12/05/25, Escritos do Baal HaSulam, “O Arvut (Garantia Mútua)”

Obrigação Mútua

963.5Pergunta: A única maneira de provar a lei geral do universo (sem ainda senti-la) é ver que, sem ela, me sinto mal?

Resposta: Claro. Nada mais é necessário! A humanidade não precisa, de forma alguma, se envolver repentinamente em buscas espirituais. Tudo isso é algo muito prático e da vida real. Você pode ver por si mesmo: ninguém vem de outra forma.

A questão é: quanto sofrimento podemos evitar se agirmos antes? Há alguma dúvida de que, com golpes, podemos fazer uma pessoa fazer qualquer coisa? Não há problema! Talvez sejamos incapazes disso, mas, visto de cima, é absolutamente possível.

É por isso que existe apenas uma pequena oportunidade: perguntar “Qual é o sentido da minha vida?” e encontrar imediatamente a resposta através do grupo. Se não encontrarmos a resposta, surge uma pergunta ainda maior e mais dolorosa, e depois outra, e outra.

Agora a questão é diferente. Como aqueles que já sabem a resposta são obrigados a ajudar aqueles que ainda não sabem, mas estão sofrendo? É aqui que entra a obrigação mútua. Se você sabe tudo isso, é obrigado a disseminar esse conhecimento e garantir que outros entendam mais rapidamente que existe um sistema por trás dos “golpes”, que eles têm uma fonte e um propósito, que todos eles levam a pessoa a um estado em que ela se eleva acima de sua vida, transita da ação para a intenção e entra em uma dimensão diferente da existência.

E quando ela verdadeiramente entrar naquela dimensão onde residem as almas, essa será uma existência completamente diferente. Ela se identificará com aquele campo chamado Criador, a força superior, ou a lei geral, e ali não há vida e morte, valores completamente diferentes existem, e tudo é diferente.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá, 12/05/25, Escritos do Baal HaSulam, “O Arvut (Garantia Mútua)”

Como Se Tornar Necessário

627.1Pergunta: Você sabe quantos idosos se sentem desnecessários? Nem seus filhos, nem seus netos, nem ninguém precisa deles. Há tantos assim. Sentem que ninguém precisa deles. Como uma pessoa pode aprender a se sentir necessária?

Resposta: Acredito que a chave não é procurar alguém que precise de você em um nível pessoal, mas sim perguntar: O que posso fazer que seja bom e útil para um grande número de pessoas, para toda a humanidade?

Pergunta: Sério?

Resposta: Claro. Hoje em dia, tudo é projetado para nos tornar o mais independentes possível uns dos outros. E quando alguém tenta intervir e ajudar, não queremos isso.

Pergunta: Então você quer dizer que uma simples avó pode se abrir para o mundo e ser útil ao mundo, às pessoas?

Resposta: Com certeza! Se ela entender o que significa o verdadeiro benefício para o mundo e para os outros, ela encontrará seu lugar nele.

Pergunta: Você pode gentilmente sugerir que tipo de benefício ela pode trazer ao mundo?

Resposta: Ela pode ensinar a si mesma e aos outros como se conectar adequadamente uns com os outros; isso traria uma enorme força positiva ao mundo e o tornaria melhor.

Pergunta: Ou seja, ela deveria apenas pensar nessa conexão todos os dias e tentar construí-la de alguma forma?

Resposta: Ela pode fazer assim, sim.

Comentário: Principalmente na era da internet. Isso poderia dar a ela a sensação de ser necessária.

Minha Resposta: Sim.

Pergunta: O desejo de se sentir necessário é o sentido da vida? Poderia ser esse o sentido da minha vida?

Resposta: Não, esse não é o sentido. É apenas um meio. O sentido da vida deve ser algo superior a isso.

Pergunta: O sentido da vida está em estabelecer conexões boas e gentis com os outros, como você disse?

Resposta: Sim. Com certeza!

Pergunta: E esse sentido preencherá uma pessoa?

Resposta: Certamente. A pessoa começará a sentir que tem esse sentido. Por meio dessa realização, por meio da conexão entre nós, ascendemos ao próximo nível e podemos nos preencher por mais cem anos.

Entramos em um sistema no qual estamos todos conectados. É uma sensação de vida inteiramente nova. Vivemos como se estivéssemos em um único corpo.

Pergunta: Poderia haver uma “segunda juventude” depois dos 70 ou 80 anos no sentido que você está descrevendo?

Resposta: Com certeza! Uma pessoa se abre para a sociedade em que está inserida, que está ajudando a construir.

Pergunta: E seus pensamentos sobre boas conexões, novas conexões, são pensamentos renovadores?

Resposta: É exatamente isso que precisamos fazer.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 06/05/25

O Conto De Fadas De Que A Nossa Vida Terá Um Final Feliz

294.4Há muitos adultos em nosso mundo que gostam de assistir contos de fadas, mesmo sabendo que são apenas contos de fadas.

Pergunta: Por quê? Para escapar da realidade?

Resposta: Na verdade, é mais real que a nossa vida.

Pergunta: Os contos de fadas são mais reais que a nossa vida? Mas qual é a realidade em um conto de fadas?

Resposta: Que a justiça seja recompensada, a lealdade seja recompensada.

Pergunta: É realmente assim?

Resposta: Sim, mas tudo isso tem que passar por muitas voltas e reviravoltas, por todos os tipos de cantos e labirintos do nosso egoísmo.

Pergunta: Então os contos de fadas realmente contam o que realmente vai acontecer?

Resposta: Claro.

Pergunta: O bem triunfará sobre o mal?

Resposta: Com certeza. Caso contrário, nada teria começado.

Pergunta: Os contos de fadas são justamente aqueles que terminam bem?

Resposta: Todos eles devem ter um final feliz, pois ele está predeterminado desde o começo.

Pergunta: E os contos de fadas com final ruim?

Resposta: Não existe tal coisa. Isso significa que estão inacabados.

Pergunta: São coisas que o autor não terminou, não teve tempo?

Resposta: Sim, algo permanece não dito.

Comentário: Então um conto de fadas é escrito…

Minha Resposta: Do final. Mas um bom final deve conter toda a estrutura: a preparação, o desenvolvimento, o clímax, enfim, tudo, e necessariamente um bom final. Tudo é concebido desde o início.

Minha conclusão é a seguinte: um conto de fadas deve começar com uma introdução. Depois, deve haver algum processo demonstrativo — educativo, acusatório e assim por diante. Os personagens devem se desintegrar e ficar insatisfeitos com o que está acontecendo: este queria matar e não conseguiu, aquele queria escapar e não conseguiu, estes dois queriam se casar e não deu certo, e assim por diante.

Ou seja, dentro de toda essa estrutura, eles não conseguem descobrir quem está escrevendo esse conto de fadas. O Criador! Quando gradualmente se desesperam com suas próprias soluções, cada um à sua maneira, e não sabem o que fazer, começam a entender que estão sob o controle da governança superior, e só então as coisas começam a funcionar, a se encaixar. Acontece que essa governança superior, essa força superior, os leva à solução certa.

Comentário: Para um bom final. E bons triunfos.

Minha Resposta: Sim.

Pergunta: Você estava realmente falando sobre o nosso tempo agora?

Resposta: É justamente em nosso tempo que essa força superior começa a se revelar em vários estados, quando a humanidade não tem outra resposta para suas perguntas a não ser dizer: esta é a força superior.

Comentário: Este conto de fadas nada gentil que a humanidade vê, começa a mudar…

Minha Resposta: Então se torna gentil! Porque lhe aponta para a solução mais elevada, para aquele que a iniciou, que a concebeu, que começou a desenvolvê-la e moldá-la, e agora está prestes a completá-la.

Pergunta: Estamos sendo levados ao amor, à felicidade? Direto para lá?

Resposta: Sim!

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 08/04/25

Entre Em Um Conto De Fadas

252Felicidade é quando a pessoa tem um objetivo verdadeiro, e nesse objetivo, ela não pode se decepcionar de forma alguma e em nenhum momento porque ele é verdadeiro, eterno e perfeito. Então, a pessoa claramente se move em direção a ele.

Apesar do fato de que sempre há perguntas daqui e dali, essas perguntas são justamente para que ela constantemente se direcione para esse objetivo. Então tudo ficará bem.

Pergunta: Mas você diz isso como um Cabalista. É o mesmo para uma pessoa comum?

Resposta: Até mesmo uma pessoa comum em nossa época já deveria saber disso.

Pergunta: Você mencionou um objetivo. O objetivo é o mesmo para todos ou não?

Resposta: O objetivo é o mesmo para todos, mas quem conhece esse objetivo? Se soubéssemos que todos têm o mesmo objetivo, concordaríamos uns com os outros. Começaríamos a procurar todos juntos como atingir esse objetivo.

Mas agora sentimos que cada um tem o seu. O egoísmo nos separa e não nos permite sentir que todos devemos nos mover juntos em direção a um objetivo.

Pergunta: Qual é esse objetivo?

Resposta: O objetivo é muito simples: atingir o sentido da vida.

Pergunta: E o que é?

Resposta: O sentido da vida é conhecer o seu sentido.

Quando sinto o sentido da vida, sinto-me totalmente realizado! Sei por que existo, sei quem me guia, a quem recorro, o que realizo a cada momento da minha existência e para onde vou.

Novos horizontes se abrem diante de mim. Sinto-me como uma criança que entrou na Disneylândia. E tudo isso é incrível! É tudo um conto de fadas! É assim que uma pessoa deve se sentir ao revelar o plano do Criador.

Pergunta: Cada um tem seu próprio sentido para a vida ou não?

Resposta: Uma pessoa desfrutará individualmente porque todos nós fomos projetados dessa forma. Mas uma pessoa desfrutará do fato de que está constantemente conectada com os outros. A revelação desta “Disneylândia” espiritual vem do fato de que estamos cada vez mais revelando conexões integrais entre nós. E elas serão reveladas precisamente como a realização do mundo superior.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 03/02/20

Qual É A Nossa Realidade?

168Comentário: Em princípio, entendo que nossa realidade é um sonho, mas ainda é impossível tratá-la como tal.

Minha Resposta: Precisamos perceber essa realidade de uma forma um pouco diferente, de uma forma mais composta, e tentar iluminá-la de vários ângulos que levem em consideração também outros estados.

É isso que a sociedade, a ciência, as crises e tudo o que estamos passando exigem de nós hoje. Caso contrário, não entenderemos nosso mundo. Devemos visualizá-lo e compreendê-lo de forma diferente, não como uma pessoa comum faz, mas em um nível um pouco mais alto. A vida exige isso de nós.

O fato é que nossa vida cotidiana, mesmo seus aspectos mais mundanos, exige que entendamos esta vida, este mundo, suas causas e seus propósitos. Vemos que não entendemos nada do que está acontecendo em nosso mundo e não podemos chegar a nenhuma solução.

Nem políticos, sociólogos, nem analistas políticos podem oferecer nada. Precisamos nos elevar porque simplesmente perdemos o caminho como um rebanho que está nos levando a algum tipo de precipício sem saída enquanto a pressão aumenta por trás. Talvez a humanidade precise seguir em uma direção completamente diferente.

Ou seja, nossa realidade presente, ilusória, não importa como a definamos, nos obriga a acordar, mudar e reconhecê-la como apenas uma entre muitas, a fim de entender a causa e o efeito do nosso estado.

É fácil dizer que há cinco bilhões de anos o universo surgiu, meio milhão de anos atrás a Terra, algum tempo depois a vida na Terra, e em outro milhão de anos, mais cedo ou mais tarde, tudo acabará. E daí? É só isso?

Se assim for, então nos limitamos a uma estrutura animalesca terrena? Mas e se a vida nos obrigar a resolver esse problema? E embora em nossa existência terrena e animal, só nos importemos com o corpo, razão pela qual chamamos tal vida de existência animal, ainda assim não nos é permitido permanecer nela. Devemos encontrar o verdadeiro sentido da vida; caso contrário, sofreremos. A natureza nos forçará a fazer isso.

De KabTV, “Eu Recebi uma Chamada. A Realidade é Isso”, 25/07/10