Existe Uma Saída!
Até mesmo a vítima indefesa de uma situação desesperadora, enfrentando um destino que não pode mudar, pode se elevar acima de si mesma, pode crescer além de si mesma e, ao fazê-lo, transformar-se (Viktor E. Frankl, Em Busca de Sentido).
Quando uma pessoa se encontra diante do absoluto, diante da constatação de que nada pode mudar, ela compreende a necessidade de mudar a si mesma, que a única maneira possível de fazer algo, de continuar a ter uma existência correta no mundo, é mudar a si mesma, deste exato momento para o próximo, e para o próximo, e para o próximo. E assim, passo a passo, viva sua vida de tal forma que a cada instante você se transforme.
Pergunta: Então, você realmente gosta de becos sem saída?
Resposta: Claro! Como poderia ser diferente? Se uma pessoa não se sente num beco sem saída…
Pergunta: Então, uma situação sem esperança é a sua saída?
Resposta: Sim, é como um carrinho de brinquedo. Ele bate em alguma coisa e começa a girar. Bate de novo e gira de novo. E assim continua tentando até que, dentre todas as possibilidades, descobre que existe uma saída.
Pergunta: Então, uma pessoa que vai de um beco sem saída a outro acabará encontrando uma saída?
Resposta: Claro, tudo é programado.
Pergunta: Então, em princípio, como pessoa, eu deveria cantar uma espécie de hino ao beco sem saída?
Resposta: Certamente! Essa é a própria força da nossa formação.
Comentário: Mas eu sempre quero evitar becos sem saída. Todo mundo quer evitá-los.
Minha Resposta: É realmente possível tomar a decisão certa sem chegar a um beco sem saída?
Comentário: Não é provável.
Minha Resposta: De forma alguma.
Pergunta: Que decisão correta a humanidade deve tomar hoje? Esta é uma questão global essencial.
Resposta: A resposta é a mesma em todos os casos: anular a si mesmo.
Pergunta: O conceito de “anular a si mesmo” é compreensível para seus alunos?
Minha Resposta: Isso também precisa se tornar compreensível para todos os outros.
Pergunta: Então, o que você quer dizer com “anular a si mesmo”?
Resposta: Significa que eu não decido o que fazer, não defino o objetivo e não o imagino para depois tentar alcançá-lo. Só posso fazer uma coisa: anular-me perante os outros de forma que eles possam alcançar seus objetivos.
Se eu definir qualquer outro objetivo para mim que não seja ajudar os outros, significa que estou atrapalhando o caminho deles. Se eu me anular, eu os ajudo a avançar em direção ao seu objetivo. Como resultado, todos deveriam se ocupar exatamente dessa maneira: ajudar os outros a alcançarem seus objetivos.
Pergunta: O que acontece então com o meu “eu”?
Resposta: É quando esse “eu” se revela como um eu comum coletivo, dentro do qual se revela a força superior da natureza, a única força existente e orientadora.
De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 15/10/25
A questão não era apenas a sobrevivência, mas sim o “porquê” da sobrevivência. A questão era sobreviver para quê? A menos que houvesse algo ou alguém, uma causa pessoal pela qual se devesse sobreviver, a sobrevivência dificilmente seria possível. (Viktor Frankl, neurologista, psiquiatra e filósofo austríaco, sobrevivente dos campos de concentração nazistas)
Pergunta:
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O sentido da sua vida é ajudar os outros a encontrar o sentido da vida deles (Viktor Frankl, psiquiatra, psicólogo e filósofo austríaco, sobrevivente do campo de concentração nazista).
A verdade — que o amor é o objetivo final e mais elevado ao qual o homem pode aspirar. Então, compreendi o significado do maior segredo que a poesia, o pensamento e a crença humanos têm a transmitir: a salvação do homem se dá pelo amor e no amor (Viktor Frankl, neurologista, psiquiatra e filósofo austríaco que sobreviveu a vários campos de concentração nazistas durante o Holocausto).
Não existe beco sem saída na natureza. O beco sem saída que ela nos impõe serve apenas para nos elevarmos, superarmos essa barreira e nos desenvolvermos ainda mais.
As pessoas entendem que não conseguem encontrar o sentido da vida no casamento. Também não conseguem encontrar o sentido da vida no trabalho.
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