Textos na Categoria 'Educação'

Tudo é Providenciado de Acordo com a Equivalência de Forma

Dr. Michael LaitmanPergunta: Nós temos estado a dizer que o método integral é uma forma de aprendizagem. Se trouxermos um círculo de participantes ao correto ponto de conexão interior, eles irão compreendê-lo e aprendem a transmiti-lo aos outros, por isso é possível usar todas as outras formas que levam a isto?

Resposta: Eu não sei de que outras formas você está a falar. Quando eu ligo um rádio recetor, eu apanho similarmente um ponto de equivalência do circuito de frequência à onda externa. O rádio recetor cria a longitude da onda, e quando elas correspondem, ele apanha a modelação da onda externa e eu escuto-o. Tudo é providenciado de acordo com a equivalência de forma!

Especificamente, nós precisamos ensinar a pessoa sobre este tipo de equivalência de forma com a natureza integral! Você liga, o tempo todo, o botão de sintonização do grupo, num dado momento, você entra subitamente nesse estado e já está, isso o eleva ao próximo nível, você já está a nadar nele. Você já não é mais você, pois você e o grupo se transformaram num único todo, isto quer dizer, o “grupo de dez” torna-se um.

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Do programa da  Kab TV “Através do Tempo” 24/9/13

Uma Nova Abordagem

Pergunta: O método de Educação Integral ensina aqueles que têm uma necessidade de mudança. Uma criança não precisa disso; as coisas são boas para ela. E se não há necessidade, ela não vai compreender esse método.

Resposta: Não confunda uma criança pequena com um adulto. Devemos abordar um adulto pelo ângulo de seu sofrimento e problemas: na família, no trabalho, consigo mesmo, com suas finanças, com a sua saúde. Precisamos encontrar o que é ruim para ele e nos voltar para ele especificamente ele dessa forma. “Você está doente? Você vai ficar saudável. Você é um fracasso? Você vai se tornar bem sucedido,”etc. Com isto é possível interessá-lo e atraí-lo para as classes, porque eventualmente o grupo integral corrige tudo. Gradualmente, ele traz a pessoa para um estado de felicidade. O que importa de que forma?

Não agimos assim com uma criança; não perguntamos a ela o que ela quer e o que ela não quer. Precisamos fazer dela um adulto! Com este objetivo temos de dar-lhe certa quantidade de conhecimentos, habilidades e mais importante, ensiná-la sobre comportamento correto na sociedade, sobre a correta comunicação entre eles. [Leia mais →]

Tanto Teoricamente Como Na Prática

Teoria sem trabalho prático é considerada “morta”. No entanto, trabalho prático, sem teoria é simplesmente um pequeno exercício psicológico e não a Educação Integral da pessoa através do qual você a conecta ao universo, à alta gerência, o Criador, e de onde ela será capaz de receber poderes através de sua sociedade.

A pessoa deve, se ela não entender, imagine isso, pelo menos aproximadamente, a fim de saber como e por que continuar, e de que forma ela deve adquirir. Uma infinidade de pensamentos aparecem dentro dela jogando-a de um lado para o outro, e ela deve sentir isso; você deve ajudá-la a estabilizar ambos teoricamente e praticamente.

Da Kav TV “Através do Tempo” 24/09/13

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A Ciência Mais Prática

Pergunta: Precisamos da “rua” para continuar o desenvolvimento do método integral?

Resposta: Claro! A sabedoria da Cabalá e a técnica de Educação Integral como parte dela são uma realização prática e material da antiga sabedoria. Aparentemente, toda a teoria é explicada para nós, mas ao mesmo tempo, não tudo.

O que os Cabalistas do passado que nos deixaram dos tempos antigos até o nosso tempo é descrito muito frugalmente. Você não pode imaginar quantas peças estão faltando! Eles não podem transmitir todas as nuancias deste sistema que vem do mundo superior e desce para baixo; em vez disso, eles deram apenas um pequeno fluxo de informação que explica de que modo isso está ligado a nós. Todo o resto das partes deste imenso sistema não são imperativas para nós. [Leia mais →]

A Nova Velha Abordagem

Dr. Michael LaitmanPergunta: A forma integral da educação permite que os professores e os pais compreendam as questões que são geralmente nunca discutidas. Por exemplo, a partir da idade de três a seis anos uma criança precisa adquirir uma visão global do mundo, através de um sistema integral. Naturalmente, a pergunta surge: “Você tem uma boa ideia, mas como é que se faz isso?”

Resposta: Este sistema fornece educação. Primeiro a educação dos pais e depois a educação dos filhos. Uma vez que a educação da criança deve começar a partir da idade de zero, os pais precisam saber como se relacionar corretamente com a criança, que habilidades dar a ela. A criança, que “suga” tudo do espaço ao redor, sente com o seu sentido do olfato, como um pequeno animal, as relações mútuas entre os pais, a relação do ambiente no que diz respeito a ela e assim por diante. Isto é, em princípio, não damos nada de novo aqui, mas sim, colocamos uma ênfase no ambiente certo moldando a pessoa, criando uma agradável e boa “incubadora” para ela, e nada mais.

Eu não vejo nenhuma razão em particular aqui para enfatizar de que forma somos diferentes dos outros. Nós colocamos uma ênfase em elementos particulares que são muito esquecidos e que não foram utilizados durante algum tempo, como por exemplo, a cooperação em um círculo para que as crianças tenham a oportunidade de conversar, discutir algum assunto entre si.

No jardim de infância a professora costuma falar. E na escola as crianças estão sentadas de acordo com o sistema Alemão, de modo que olham para algum quadro ou uma tela de computador, e o professor fica de frente para a classe. Mas o aprendizado correto é quando o professor “desce” até as crianças. Mesmo que a aprendizagem seja feita pelo método alemão, de qualquer forma ele deve “descer” até os alunos e organizar uma discussão entre eles.

A mãe brincando com a criança ou lendo-lhe uma história está se comportando como alguém igual à criança. É a mesma coisa aqui. Esta é uma abordagem natural e suave, que foi completamente esquecida e se transformou em algo estereotipado e morto.

De KabTV “Através do Tempo” 24/09/13

Revolução Na Educação

Dr. Michael LaitmanQuando nós ensinamos o método de Educação Integral para os professores, devemos incutir neles um quadro em que eles vão colocar o seu assunto de modo que possam ensiná-lo no estilo integral.

Suponha que o assunto de sua próxima aula são as Leis de Newton. Eu sugiro que eles se sentem em círculo e se conectem para apresentar o assunto do ponto de vista integral.

Em primeiro lugar, eu leio o texto em seções e cada um deles examina um pouco do seu ponto de vista e, depois disso, eu faço uma pergunta e eles a “mastigam” entre si, tentando responde-la. Quando eles atingirem uma opinião, a resposta compartilhada será considerada um teste comum que é realizado corretamente, chamado de “a amizade ganhou”.

A principal coisa é obter uma resposta integral. Junto com isso, ninguém fica para trás ou passa à frente. Cada um deve completar o outro. É assim que ensinamos os professores a trabalhar com as crianças.

Até as crianças, todas que participam da discussão sem exceção, que explicaram as Leis de Newton uma para a outra, não vão entender e não sabem disso. No entanto, no momento em que isso acontece, toda a turma está pronta. Afinal, quando as crianças ouvem umas às outras “mastigando” internamente o material, cada uma transmitindo-o à sua maneira, elas compreendem tudo de outra forma, e isso produz um resultado surpreendente! Elas aprendem umas com as outras. O professor não é relevante aqui. Ele descansa.

Ele pode monitorar o processo, mas não mais do que isso. Se os alunos correta ou incorretamente dizem que está confuso em algum lugar ou não entendem o texto, então isso deve ser explicado a eles em uma palavra, e isso é tudo.

Ele lhes ensina a trabalhar com o livro, os ensina a discutir e a compreender o material. O conteúdo é o material que damos a eles (as leis de Newton, por exemplo), enquanto que a forma de abordagem é nossa, integral. Aqui, haverá uma completa revolução na educação.

De KabTV “Através do Tempo” 24/09/13

Aprendam A Ouvir Uns Aos Outros

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como nós vamos preparar as pessoas para ouvir e cuidar corretamente dos workshops de Educação Integral?

Resposta: Em primeiro lugar, nós precisamos trabalhar em todas as condições de conexão entre elas. Todos devem entender que cada um tem sua própria opinião e ela pode ser correta. Abram-se e sintam as opiniões dos outros, não se retirem para si mesmos e deixe-os passar a sua frente; eu tenho que me dobrar e submeter aos outros.

Deve haver uma técnica particular, uma abordagem psicológica, aqui. Alguém fala e ao mesmo tempo eu tento remover o meu ego. Jogamos com isso. Em primeiro lugar, eu escuto o que alguém diz e depois eu devo passar por cima de tudo o que ele disse. Uma pessoa pode falar realmente uma bobagem, mais ou menos em algum tópico, e eu pratico como ouvi-la.

Afinal de contas, nós não ouvimos um ao outro. Como posso me anular especificamente a fim de ouvi-lo, sem corrigi-lo e sem inserir suas palavras em mim com as minhas correções e adições, e em vez disso ser vestidos em você? Para isso eu tenho que me submeter, aceitá-lo como um padrão particular, e, assim, me orientar.

Numa forma como esta, nós aprendemos a ouvir e a nos anular em relação ao outro. Esta é a primeira coisa.

Em seguida, nós passamos para a próxima fase, onde praticamos falar de uma ideia e não apenas jogar palavras fora.

Agora eu devo transmitir algum tipo de pensamento que se diz ser muito concreto, claro e lógico. Ao mesmo tempo, eu o expresso em relação a outros, ao ser incorporado dentro deles, como os pais se comportam em relação aos seus filhos, ou seja, a partir de um nível mais elevado em algum grau.

No primeiro encontro eu olhei para você de baixo para cima, como um exemplo a seguir, e agora o contrário, eu digo algumas frases sérias, tento me expressar logicamente, tento “entrar” em você. É assim que você vai me entender, vai aceitar minhas palavras, para que elas se assentem gradualmente em você.

Cada um deve preparar algum tipo de discurso que seja bastante lógico, claro, que fale do trabalho ou qualquer outra coisa, não faz diferença. A principal coisa é que eles escutem um discurso. Afinal, nós sempre pensamos que alguém está falando bobagem. Mas não importa que tipo de bobagem ele esteja dizendo, digamos, sobre o peixe que ele comeu ontem num restaurante; o principal é que eu absorvo suas palavras e as sigo. Agora eu transmito minhas tolices de uma maneira lógica e clara para que os outros absorvam tudo isso.

É assim que ensinamos os participantes do workshop como se submeter imediatamente e ouvir uns aos outros, e como se elevar imediatamente e doar a ele. Tudo isso é para um objetivo mais importante, uma audição perfeita e uma plena compreensão, e não para se lembrar de quaisquer insultos e criar intrigas mesquinhas. Você vê, por fim nós criamos a nossa imagem coletiva.

Por exemplo, coloque um prato no centro do círculo e dirija todos de tal forma que sintamos como se acrescentássemos um ao outro. Suponha que um amigo esteja na logística, um segundo amigo na tecnologia, um terceiro amigo na montagem, e assim por diante. A principal coisa é que, juntos, nós sentimos como se estivéssemos no mesmo prato.

Depois disso, nós aprendemos a dizer um ao outro apenas palavras amáveis ​​e de forma mais sincera. Nós brincamos de ser pessoas corretas, boas e simpáticas, que aprendem a ser livres. “Veja, você já está sorrindo. Agora cante para nós uma música de sua infância”.

Faça-as se tornarem crianças, livres, relaxadas, desprendidas de toda a negatividade que as engloba; diga algo da infância para todos, ou sobre o primeiro amor. Nós queremos tirá-las do “terno e gravata”, e fazê-las se acostumar ao fato de que podem simplesmente ser os seres humanos umas com as outras.

Só depois de ensinar-lhes todas as condições para a comunicação entre elas é que vamos passar para os workshops, onde elas podem começar a esclarecer por que devemos ser integrais. Quando geramos a integralidade comum, por que essa soma é um nível superior a nós, como se fosse um elevador nos elevando ao próximo nível de entendimento e sentimentos? Por que nós absorvemos tudo através de nossos sentimentos, apesar de não reconhecermos isso e não entendermos isso? Por que o ser humano é um ser emocional e não um ser lógico? Nossa lógica só é vestida na emoção e este é o nosso erro.

Assim, aos poucos nós começamos a falar sobre como temos que subir a um novo nível de sensações e sermos mutuamente incorporados um no outro.

De KabTV “Através do Tempo” 23/09/13

Entusiasmo De Um Workshop

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se o público externo não tem grande desejo de saber sobre receitas para a felicidade, como a pessoa pode ensinar de forma harmoniosa, sem coerção, trabalhar a partir de um pedido sem pressão? Como é possível sentir este pedido? Caso contrário, vamos ao público externo com fanatismo integral.

Resposta: Vocês estão fazendo tudo errado. É como se estivessem alimentando demais o bebê e ele cospe tudo imediatamente, porque isso não lhe dá nenhum prazer, não o deixa com um bom gosto. Primeiro é sempre necessário que haja um desejo, e só depois é que vem a satisfação que corresponde a ele. Se você estiver trabalhando em exaustão, empurrando à força uma colher na boca, isso só vai gerar desgosto pelo seu método.

Nunca façam isso! A estratégia deve ser finamente pensada. Como vocês geram um apetite cada vez maior, como os transformam de modo que eles sempre estejam preocupados: de onde, por que, etc.?

Vocês gradualmente geram todas estas perguntas, sem dar as respostas, e depois vocês os sentam num círculo onde eles vão procurar as próprias respostas. Este é um jogo, um namoro, um flerte. Vocês estão produzindo um novo Kli, o desejo em si.

Para que serve o flerte? Para revelar desejos mútuos por esse tipo de satisfação que vocês querem dar a eles. Este é um trabalho muito sutil no ajuste fino da pessoa; a identificação dentro dela dos anseios necessários, os quais ela pode não ter tido antes.

Isso deve ser abordado gradualmente com algum tipo de segredo escondido que deve ser desvendado, como se vocês estivessem à procura de um tesouro numa ilha deserta. Vocês precisam pensar em tudo isso desde o início, não podem jogá-lo diretamente em suas “faces”.

Vocês, como guias, apenas direcionam a pessoa, a movem e caminham ao seu lado. Mas se ela não fizer o seu próprio caminho, não sofrer de desejo e não aproveitar a satisfação, você não vai ter feito nada.

Por exemplo, o mais forte prazer fisiológico é o contato sexual. Imagine que vocês devam levar a multidão ao êxtase, em que vocês os aquecem na direção certa. A primeira metade do trabalho é despertá-los, vocês vão ao redor deles como uma noiva dançando ao redor do noivo. E a segunda parte é a sua reação, por que vocês levaram o noivo ao êxtase e agora ele trabalha para a noiva.

O que é este flertar? A primeira parte é iniciada por um lado, na medida em que ela aquece o parceiro, e na segunda parte, ela completa o prazer mútuo por ambos.

O workshop deve terminar com o êxtase, com a elevação.

Da Discussão sobre Grupo e Disseminação 24/11/13

Trabalhe Não De Acordo Com Um Padrão Idêntico

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como você vê o próximo nível deste mundo e o nosso lugar nele? Será que cada fábrica e cada jardim de infância têm o seu especialista no método integral?

Resposta: Estas são questões complexas que são difíceis de responder de forma inequívoca. Tudo depende de circunstâncias particulares e até mesmo de suas regiões. Há países em que o desenvolvimento só pode vir de baixo, porque as classes mais baixas estão sofrendo e querem uma vida melhor, enquanto as classes mais altas são surdas aos seus desejos e anseios; para elas isso é, na melhor das hipóteses, um capricho temporário. Portanto, é impossível dizer, em termos gerais, onde e como a internalização do método integral vai acontecer.

Eu acho que em todas as partes do mundo isso vai ser organizado à sua maneira para a mentalidade das pessoas; as condições sociais e econômicas em vários países são diferentes. Não pode ser um modelo para todos.

É difícil dizer como isso vai acontecer na Rússia. Eu nem sei como vai ser em Israel.

Nosso ensino é sempre como água, água vivente, que dá a vida. Nós simplesmente precisamos avançar de forma consistente, como a água que enche os espaços mais baixos e depois sobe; onde ela consegue penetrar, lá ela avança. Eu acho que essa metáfora se aplica à nossa disseminação.

Em outras palavras, é preciso ir a esses lugares onde não encontramos resistência, onde eles nos aceitam com uma bênção e não porque querem conseguir alguma coisa disso, para distorcer o nosso método, para mudá-lo e tirar suas próprias conclusões: pessoais, partidária, e assim por diante. Porque no final estes vão começar a nos parar e se promover desde dentro.

Nós temos que ir a esses lugares onde as pessoas realmente querem nos ouvir, onde estão perto de ser convencidas do fim do mundo atual, do colapso do sistema privado, competitivo, capitalista, que está rapidamente se tornando falido no Ocidente, especialmente na Espanha e Itália.

Em princípio, todos nós somos testemunhas da morte deste sistema. Portanto, precisamos entender que nossos associados são aquelas pessoas que sofrem com a concorrência, com o capitalismo, com toda a negatividade que existe nele. Elas têm um desejo de igualdade, por uma existência normal e confortável, etc. Estas são geralmente populações de baixa renda, e não necessariamente elementos de uma classe privada, entre eles muitos intelectuais que sentem em si mesmos a crise geral em um grau completo.

Como podemos avançar? Eu não sei. Mas parece-me que vamos passar pelas bibliotecas e afins, onde podemos ser incluídos no trabalho dessas instituições.

Eu não acredito que possamos trabalhar desde cima. É possível que isso seja bem-sucedido, mas apenas se as autoridades estiverem muito interessadas ​​em nós. Tudo depende do desejo: o desejo determina tudo. As massas têm o desejo de melhorar o seu estado de alguma forma, e as autoridades de acalmar as massas. Se ambos se convencerem de que o nosso método lhes dá esse resultado, então vamos ter sucesso.

Da Discussão sobre Grupo e Disseminação 24/11/13

É Melhor Fazer Algo Por Amor Do Que Pela Força

Dr. Michael LaitmanPergunta: Suponha que temos uma classe de educação integral com um grupo de gestores que têm certo problema que querem discutir. Eles não estão interessados ​​na conexão com o outro, pois só estão interessados ​​no desempenho financeiro.

Resposta: Eles não serão capazes de resolver o problema se não estiverem conectados, porque é isso que os liga ao sistema geral da natureza. Eles vão chegar a um beco sem saída.

Pergunta: Será que eles vão entender o motivo e o resultado, de que um depende do outro?

Resposta: Eles vão começar a sentir isso. Eu acho que as pessoas vão logo entender qual é a nossa “carta na manga”; o nosso método é muito simples. O que não pode ser resolvido por um ataque frontal, nós podemos resolver nos abraçando. Isso pode ser muito mais eficaz do que ir a tribunal, argumentar, e colocar obstáculos para o outro como um último recurso: o amor é melhor.

Não há nada de sobrenatural aqui. São simplesmente nossos treinamentos e os jogos especiais que jogamos que ajudam a pessoa a relaxar e trazê-la para um estado onde está pronta para estar com os outros e sente que não pode fazer nada sem eles, porque ela pode aconselhar o outro e ambos podem lucrar com isso. Eles devem entender isso e, em seguida, adaptá-lo ao seu trabalho.

As pessoas que estão cegas e presas vão ver e sentir que estão recebendo uma nova maneira de resolver problemas aqui.

Quando elas entenderem que o nosso método se resume a alcançar a unidade e conexão e que todos os problemas podem ser resolvidos a partir deste nível, vamos perguntar: “Como vocês se propõem a apresentar o nosso método para resolver problemas no trabalho?” Ao mesmo tempo, nós não nos importamos com o que elas dizem no trabalho. O que importa é a sua incorporação mútua na correta conexão mútua.

Pergunta: Quando elas serão capazes de passá-lo aos seus trabalhadores?

Resposta: Eles não serão capazes de fazer isso por si mesmas, porque, a fim de começar a organizar integralmente seus trabalhadores, eles precisam abrir mão de suas posições como gestores.

Então nós somos os únicos que têm que sair para os trabalhadores e ensiná-los. Só depois de treiná-los pode haver alguma compreensão e conexão mútua entre os trabalhadores e os seus gestores. Eles não trabalharão por se sentirem pressionados, mas por se sentirem inspirados.

Depois de quatro ou cinco sessões, eles vão começar a sentir a conexão e o conteúdo. Eles vão se sentir confortáveis por estar no estado em que estão. Eles não vão querer permanecer como antes. As pessoas de fora vão parecer estranhas, mas não vão ter medo de contatá-los, afinal, eles vão ter uma atitude amigável para com as pessoas, como se fossem seus próprios filhos; isso desarma todos.

Não tenham medo de tirar vantagem de um estado como esse. Pelo contrário, quando vocês se relacionam com os outros desta forma eles não podem prejudicá-los. Mesmo quando alguém desejar bater em vocês, eles só vão bater um vácuo.

Assim, eles sempre serão capazes de chegar a um acordo, para atingir as corretas relações mútuas desde dentro da esfera de framboesa que é criada entre eles, e para resolver problemas a partir desse ponto.

De KabTV “Através do Tempo” 23/09/13