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O Zohar Fala Aos Nossos Sentimentos


Uma pergunta que recebi: Acho difícil concentrar-me nas lições de O Zohar que é o motivo pelo qual tento pensar na conexão entre todos os que estudam. É esta a coisa certa a fazer, e devo eu fazer mais esforços mentais para compreender o que está a ser dito?

A Minha Resposta: Os esforços têm de ser feitos nos seus sentimentos, não na mente. Você tem de sentir tudo o que O Zohar descreve, em vez de compreendê-lo. O Livro do Zohar fala sobre os nossos sentimentos, não a nossa mente. Quando eu leio certa palavra, tal como “uvas, árvore, céu, inferno”, eu devo tentar encontrá-la dentro de mim. Afinal, eu sou inteiramente feito de desejo, e desejo é sensação, não razão.

Se eu usar a minha mente para transpor tudo isto em conceitos, tais como noções de Luz, recipiente (Kli, ou vaso) e as combinações entre eles, então eu nunca irei além da imagem mecânica, como um gráfico, e não serei capaz de estar prestes a senti-lo. A imagem deve ser gradualmente remendada dentro de mim na forma de sentimentos. Ela é compreendida de sensações. Eu tenho de acumular sensações internas e impressões que irão gradualmente aproximar-se de sua própria vontade, formando a sensação do Mundo Superior.

É o mesmo como nos desenvolvemos no nosso mundo: a mente vem depois da sensação. Primeiro uma criança sente se algo é bom ou mau, e mais tarde ela ganha o entendimento do que deve se aproximar ou se afastar. Mais tarde ela adquire uma mente mais ampla.

Desta forma, quando lemos O Livro do Zohar, devemos sempre tentar identificar as nossas sensações e discernir o que a nossa vontade de desfrutar sente. Mais tarde uma mente irá surgir dentro de nós e irá começar a ligá-las numa imagem unificada.

É fácil para os principiantes perceberem estes processos esquematicamente, com isso, nós devemos tentar transferir o texto de O Zohar em sensações de doação e recepção.

O Desejo Não Tem Nacionalidade


Recebi uma pergunta: Se lermos o Livro do Zohar em outro idioma, ele continua tendo o mesmo efeito como em Hebraico ou Aramaico?


Minha resposta:
Não importa em que idioma se lê o Livro do Zohar. Todos no mundo terão que estudar esse livro e cada pessoa o lerá em seu próprio idioma.

Mesmo que o Zohar contenha partes que falam sobre os elementos que compõem as letras do Hebraico, tais como as linhas e os pontos que formam as letras, elas não são realmente letras, mas símbolos, marcas, e formas que designam forças. Não importa se você está olhando para uma letra do alfabeto Hebraico ou somente um símbolo, o que é importante é seu significado. No final, é tudo sobre o desejo da pessoa, e o desejo não possui idioma ou nacionalidade. É somente isso – um desejo.

Quando você traduz para outros idiomas as palavras “doce”, “amargo” ou “azedo” – cada leitor ainda irá sentir esses sabores. O Zohar fala sobre sensações, e uma vez que as palavras que soam diferente evocam as mesmas sensações nas pessoas, ler em outro idioma não impede o alcance de ninguém.

Mantendo o Ponto de Contato com o Livro do Zohar


Recebi uma pergunta: Se uma pessoa ao ler o Zohar foi capaz de, por um momento, encontrar um ponto de contato com ele, então como pode se apegar a ele?

Minha resposta: A pessoa vai se apegar a ele se não sentir medo de nada o que virá a seguir e desde que esteja pronta para reconstruir essa conexão uma e outra vez sob quaisquer circunstâncias que aparecer. Se ele estiver morto de medo de perder a sensação dessa conexão, significa que lhe falta confiança e não está suficientemente conectado com os outros. Além disso, ele não entende que seu progresso acontece na qualidade de doação, que sempre cresce, se desenvolve e se intensifica dentro dele. Porém, não pode se desenvolver se ele tem medo e se limita. Se ele está preocupado com o futuro, então ele está sendo operado pelo egoísmo ao invés de pelo desejo de doar.

Quando a Escuridão e a Luz se Tornam uma Unidade


Tudo vem do Criador, a Força Superior. Ambas a Luz e a escuridão vêm d’Ele, como está escrito: “Ele que criou a Luz e a escuridão”. “Quando desejo revelá-lo, eu tenho que tomar essas duas forças e as unir corretamente. Agora mesmo elas parecem opostas uma a outra e eu não entendo como duas forças opostas podem vir da mesma fonte – por exemplo: bem e mal, luz e escuridão, impureza (Klipa) e santidade, que se encontram em luta constante.

Então, como é possível uni-las? No nosso mundo frequentemente vemos qualidades e ações que são diametralmente diferentes umas das outras – aquelas que são maravilhosas e boas, ou más, repulsivas e horríveis. Como é possível combiná-las e atribuir a elas uma mesma fonte – o Criador?

Na espiritualidade essas divisão e diferença entre as qualidades são muito maiores que no nosso mundo. Apesar disso, temos que construir um sistema interno que conecte essas forças opostas, porque assim é como elas realmente existem – em paz e harmonia, uma complementando a outra. Nenhuma delas pode existir sem a oura.

Ao construir esse sistema dentro de mim, eu começo a entender sua raiz, a ver de onde vem essa oposição e o que realmente está acontecendo. Nós ainda não entendemos isso. Isso não faz sentido para nós até que ganhamos a habilidade de construir a nós mesmos acima do Machsom, na espiritualidade. Até lá, nós podemos estar em um extremo ou em outro, ou separados dos dois, mas somos incapazes de estar em unidade e harmonia com duas forças opostas.

Ao trabalhar para unificar duas forças opostas em mim, eu construo um ponto de contato entre elas, um sistema onde elas se unem a despeito de serem opostas. Nenhuma anula a outra, como acontece no nosso mundo; ao contrário, elas duas alcançam total harmonia. O espaço que eu construo em mim é meu “eu”, minha alma, que é igual ao Criador.

O Criador é um, mas em relação a mim Ele se separa em duas forças – uma positiva e outra negativa, um mais e um menos. Eu conecto essas duas forças em mim em um único sistema, e acontece que esse sistema que eu construo entre o mais e o menos é completamente igual ao Criador.

Dessa maneira, eu alcanço o Criador através de Suas ações. Eu com isso construo em mim um ser humano que é semelhante ao Criador. Eu sou um no sistema de Malchut, e eu sou como o Criador no sistema de Keter. Todo nosso trabalho repousa no alcance dessa equivalência.

A Revelação Acontece Trocando-se as Imagens Materiais por Forças



Recebi uma pergunta:
Como o Livro do Zohar quer nos dirigir?

Minha resposta: O Zohar nos dirige somente ao nos revelar o mundo dentro de nós e lá encontrar todas as possíveis noções internas – eu mesmo, o mundo, e os níveis inanimado, vegetativo, animado e humano. Afinal de contas, tudo que podemos imaginar agora, inclusive nós mesmos, está dentro de nós.

Se eu me relaciono com o Livro do Zohar dessa maneira, sabendo que ele me revela a mim mesmo, então o livro vai me falar de mim. Tudo que eu leio no Livro do Zohar acontece dentro de mim. Eu sou essencialmente uma tela, e a força do desejo pinta várias formas, essa força também pinta objetos inanimados, ou o mundo vegetativo, ou o mundo animado, ou o mundo humano. Todas essas pinturas aparecem dentro do meu desejo de desfrutar e elas são desenhadas pela força do desejo.

Assim como vemos imagens na tela do computador, existe uma “câmera fotográfica” dentro de nós que cria uma ilusão de realidade que aparece diante de nós. Mas, na verdade, não existe realidade; tudo é nosso desejo que desfruta ao receber essas impressões da força que age dentro dele. Nós, sucessivamente, discernimos essas imagens como objetos inanimados, plantas, animais e pessoas, dependendo do nível do desejo em que eles são pintados.

Então, enquanto leio o Livro do Zohar, tenho que imaginar que eu sou um pequeno mundo e tudo está dentro de mim; o oceano, montanhas, cores, sons, árvores, pessoas e todos os eventos acontecem dentro de mim. Então, eu gradualmente começo a trocar as imagens que são descritas pelo Zohar pelas qualidades e forças. Ao invés de reagir às palavras desse livro imaginando animais, pessoas, árvores e tudo o que acontece a eles, eu gradualmente começo a discernir essas qualidades dentro de mim. Essencialmente, existem duas qualidades – recepção e doação, mas elas podem estar presentes em vários níveis e serem expressas de diferentes maneiras.

Temos que tentar reconhecer tudo o que é descrito nesse livro. Tão logo façamos a transição para o mundo de forças, começaremos a ver a verdade e a entender que todas as imagens que vemos agora são um mundo imaginário, e em realidade, são somente forças. E então, por trás dessas forças, gradualmente começaremos a discernir uma Única Força – o Criador.

É assim que devemos ler o Livro do Zohar.

Avançando Atráves do Sonho deste Mundo Usando o Livro do Zohar


Não seremos capazes de revelar o mundo espiritual sem estudar o Livro do Zohar. Não é porque esse livro seja tão poderoso e capaz de acelerar muito nosso desenvolvimento, que ao invés de andar a pé ou a cavalo, voaremos em um avião. Ao contrário, sem ele, nós simplesmente seremos incapazes de nos concentrar na interna e espiritual realidade e veremos somente a tela externa que nos mostra esse mundo material e ilusório.

Nunca seremos capazes de avançar através dessa tela e de revelar as forças que operam por trás dela, criando a projeção desse filme (este mundo); ou avançar ainda mais longe, além dessas forças e qualidades para o raio de Luz, o projetor; e então ainda mais além – para o Criador, a fonte de todas as forças, qualidades e sentido.

Como é possível ir do quadro externo às forças, aos pensamentos, intenções e ações do Criador relativo a nós, para entender por que Ele está nos mostrando esse filme? O que Ele quer nos dizer ao nos mostrar esses animais, pessoas e tudo o que acontece nesse mundo? Por que Ele nos dá a sensação da nossa vida, como se tivéssemos um passado, um tempo em que nascemos para nossas vidas atuais e o sentimento de que eventualmente nós teremos que morrer, e enquanto isso somos cercados por um mundo inteiro e outras pessoas. Por que Ele nos faz ver esse filme?

Tenho dito a mim mesmo que toda minha vida de hoje não é real! Eu quero penetrar através dessa vida para a verdade e a encontrar: O que é que Ele quer? Por que Ele me amarra com cordas e me controla como a uma marionete, fazendo parecer que estou vivo? Por que Ele faz tudo desse jeito, e quem é Ele? E o que vem depois?

Essas perguntas vão me guiar para a resposta.

Construindo a Linha Média Durante a Leitura do Livro do Zohar


O Zohar: O Criador disse a Noé: “Entre na arca com toda a sua família”. Uma das qualidades do homem, que ele define como o Criador, dirigi-se à sua outra qualidade chamada Noé. Noé é a qualidade de doação e amor, a aspiração por elevar-se acima do ego. A qualidade chamada Criador fala com esta qualidade chamada Noé, a fim de elevá-la ainda mais. É por isso que o Criador diz: “Entre na arca!”, o que significa: Fortifique-se na qualidade de doação.

Está escrito sobre a entrada na arca: “O Criador (Havaya), Zeir Anpin, disse”, e está escrito sobre a saída: “Elokim disse”, referindo-se à Nukvah de Zeir Anpin. Está escrito que o dono da casa, Zeir Anpin, permite que Noé entre na arca. A arca é a qualidade de doação (Bina). Se uma pessoa (a qualidade de Noé que aspira à doação) entra na arca (Bina), ela sente que nada pode prejudicá-la – ela está a salvo de todas as suas outras qualidades, que discordam de Noé. O resto das qualidades do homem são egoístas e podem prejudicar seu progresso espiritual; é por isso que ele quer separar a qualidade de Noé das demais e avançar apenas com ela. Por enquanto, ele deixa as outras qualidades sozinhas, faz uma restrição sobre elas, ocultando-as.

Então a senhora, Nukvah de Zeir Anpin, diz para ele sair. Ele entrou com a permissão do senhor, Zeir Anpin, mas saiu com a permissão da senhora, Nukvah de Zeir Anpin. Isso se refere a duas forças que influenciam uma pessoa: a força Zeir Anpin e a força de Nukvah, o julgamento e a misericórdia. Através da influência destas duas rédeas, nós nos aproximamos do objetivo.

Assim, nós descobrimos que o senhor levou o convidado para a casa, e a senhora o retirou para fora, como está escrito: “Elokim disse a Noé: Saia da arca!” Elokim é a força masculina, a força que vence. Ela tem a permissão para retirar o convidado para fora, mas não tem o direito de deixá-lo dentro.

Mesmo que estas duas forças sejam opostas, elas atuam em conjunto a fim de nos fazer avançar. Nós não podemos avançar somente com a ajuda de uma força que nos empurra para frente. Nós também precisamos da força que nos empurra para trás. Nós somos sempre controlados por elas, como duas rédeas. Se nós entendermos que estas duas forças nos influenciam para o nosso próprio bem, e equilíbrarmos a força da esquerda com a da direita, então nós as uniremos e construiremos a linha média.

Uma Ponte Estreita para o Mundo Espiritual


O Livro do Zohar foi escrito por um grupo de grandes Cabalistas cuja envergadura jamais existira em toda a história. Eles criaram uma ponte de linguagem, informação, forças, sensações e Luz, conectando nossas sensações e a compreensão do mundo revelado, com a sensação e a compreensão do mundo oculto.

Quando nós estudamos O Livro do Zohar, escrito por eles, e tentamos entrar no estado que eles desejam nos transmitir, nós somos como um bebê que avidamente abre os olhos e a boca, a fim de absorver o que sua mãe está lhe dizendo. Ele não entende nada, mas simplesmente olha para ela e manifesta sua alegria através do movimento.

Nós devemos fazer esforços semelhantes para entendermos nossos professores. Para fazer isso, nós devemos nos conectar da mesma forma que os dez autores do O Livro do Zohar estão conectados. Mesmo que o leiamos sem qualquer explicação, começaremos gradualmente a sentir as novas reações e movimentos internos. Dentro de nós, num nível subconsciente e inconsciente, surgirá um novo reino ou mundo e se tornará mais habitual.

Nós chamamos as nossas lições de “Um Estudo do O Livro do Zohar“; porém, na realidade, este livro não é estudado, mas revelado, e a revelação acontece através de nossa aspiração e disposição de sentir o mundo oculto. A disposição deve ser expressa através da união entre nós, semelhante à união entre os autores deste livro. É a união de todos os pontos no coração – as aspirações em relação à equivalência com o Criador. É assim que os Cabalistas descrevem a condição necessária para a utilização correta do O Livro do Zohar.

No processo de leitura deste livro, eu forneço pequenos esclarecimentos, a fim de ajudá-los a “agarrar” o texto, semelhante às explicações de um adulto a uma criança durante um jogo.
Sempre que os Cabalistas escrevem sobre o O Livro do Zohar, eles não se referem a ele como O Livro do Zohar, mas simplesmente como O Livro. Isso expressa o seu desejo de mostrar que não há nenhum outro livro igual no mundo!

Um Livro que Abre os Nossos Olhos


A ciência Cabalística revela um gigantesco mundo novo para nós, o mundo espiritual, que inclui o nosso mundo atual como um minúsculo grão de areia em todo o universo. Mas como nós podemos sentir o mundo espiritual? Da mesma forma como no nosso mundo um bebê nasce sem ter qualquer conhecimento, com sensações que ainda não estão desenvolvidas. Mas aos poucos ele acumula impressões deste mundo, ouve e reconhece sons, vê imagens, percebe as cores, e sente a diferença entre frio e quente. Ele deve aprender tudo isso a partir das impressões que recebe.

Primeiro, ele simplesmente desenvolve seus sentidos e aprende a discernir, por exemplo, a presença ou a ausência de som. Mais tarde, ele começa a discernir diferentes sensações em cada sentido. O que torna uma pessoa desenvolvida diferente das demais é que seus sentidos são capazes de perceber as coisas mais refinadas. Para um músico, os sons despertam um mundo de sensações. Um artista vive no mundo das cores. Um escritor sente a tonalidade de cada palavra.

Mas tudo isso chega à pessoa de forma gradual. Nós existimos numa realidade que se revela gradualmente para nós. Ela nos influencia, nos faz progredir, e cria em nós a capacidade de percebê-la. É assim que a realidade material (este mundo) está organizada; e nós desenvolvemos e revelamos o mundo espiritual através das mesmas etapas, pelas mesmas leis.

Existe um livro especial que desenvolve de forma consistente a nossa sensação do mundo espiritual, para além deste mundo. Em princípio, nós estamos vivendo num mundo único e comum, mas em relação a nós ele se divide numa parte que podemos perceber e uma parte que esta oculta de nós. A fim de revelarmos a parte oculta do mundo, nós devemos começar a senti-la de forma direta, como os bebês. É isso que este livro singular, O Livro de Zohar, faz por nós.

O Livro do Zohar é Uma Oportunidade para Todos Nós

Uma pergunta que recebi: Qual é o trabalho interno de uma pessoa que assiste às lições do O Zohar na Internet ou na TV? Muitas pessoas estão esperando estas lições ansiosamente e acordam no meio da noite pela primeira vez para assistir à transmissão ao vivo.

Minha Resposta: O Livro do Zohar é uma oportunidade para todos nós revelarmos a verdadeira realidade, que se revela no interior da pessoa. Por meio do estudo, a pessoa descobre que ela percebe toda a realidade dentro dela e conquista a capacidade de colocar o seu mundo interior na ordem correta, de organizá-lo e revelá-lo de uma forma que lhe permita sentir o mundo espiritual, além deste mundo.

Ela não experimenta nenhuma contradição, ilusão ou dúvida sobre a veracidade das suas sensações espirituais. Tudo se revela dentro de seus desejos. Simplesmente corrigindo os nossos desejos, nós revelamos a nossa capacidade interior de perceber e sentir o mundo espiritual dentro deles.

Mesmo as pessoas que não passaram pela preparação para perceber O Livro do Zohar, que não tenham estudado seriamente os princípios da Cabalá durante vários anos, são capazes de juntarem-se a nós e merecem a mesma revelação, como um bebê em nosso mundo, que vive entre os adultos, e estes lhe fornecem tudo. Não importa se um bebê nascido no século XXI não saiba sobre as gerações anteriores que prepararam tudo para ele, e todas as coisas que agora o cercam. Ele recebe conforme o nível atual do nosso mundo. O nosso dever é receber tudo da geração anterior, prepará-lo e entregá-lo pronto para o bebê, a próxima geração.

Portanto, os “bebês” da Cabala, aqueles que agora estão se juntando a nós, nossos novos amigos, merecem a mesma revelação que nós esperamos alcançar. A este respeito, não há diferença entre nós, desde que eles tentem ouvir conforme sejam capazes de juntarem-se a nós, e sintam temor, confiança e respeito por este grande livro. Isto é muito importante para se conectar a ele.