Textos na Categoria 'Trabalho Interno'

A Escada Virdada Para Dentro de Si Mesmo

Pergunta: Se o Criador me dá uma oportunidade de revela-lo a cada momento, por que eu não consigo, não importando o quanto eu tente alcançar essa conexão?

Resposta: Não importa se você chega a essa revelação ou não, mas todos os momentos superiores de governança privada trabalham sobre você. Você tem que olhar dentro de si mesmo: “O que Ele quer de mim, por que Ele me deu esse estado, o que eu tenho que fazer?”

Como resultado de tal pesquisa, talvez eu serei capaz de revelar o que Ele exige de mim e, talvez, não. Talvez, Ele propositalmente me confunde para que eu precise dele para revelar o que Ele desejar. Mas eu tenho que ter algum tipo de “ponta da corda” na qual eu possa agarrar. [Leia mais →]

“Quem” criou “Isso”

Pergunta: Como uma pessoa pode revelar o seu papel nesta vida?

Resposta: Isto vem após a pergunta sobre o propósito da vida: “eu vivo para quê?” Essa questão se torna mais aguda a cada vez, levantando-se acima de outras questões do coração.

Há muitas perguntas (desejos) em meu coração, e eu tenho que lidar com elas, organizá-las em ordem, e levar a mais importante para que não seja obscurecida. Eu tenho que ir com essa questão em particular, e o resto só me apoia em alcançar a resposta a esta indagação mais importante.

Cada pessoa escolhe o seu objetivo para esta questão central, seja dinheiro, honra, poder, ou conhecimento. Alguém gostaria de se tornar um cientista, outro, membro do governo, e um terceiro apenas sonha em se tornar bem sucedido e curtir a vida. E há também pessoas que se perguntam sobre o sentido da vida. [Leia mais →]

Estudo Na Beira da Revelação

Pergunta: Durante os estudos, às vezes eu penso em como eu posso atrair a Luz, e às vezes tento compreender o significado interno com todas as minhas forças . Tenho que tentar regulamentar estes estados, ou devo apenas aceitá-los como eles vêm?

Resposta: Temos que estudar o sistema superior da forma como é explicado no “Prefácio à Sabedoria da Cabala”(Pticha) e o estudo das Dez Sefirot. Sem isso, não iremos adquirir a linguagem da Cabala, e não vamos ter nada que possamos utilizar para vestir as nossas sensações, expressá-las de alguma forma, ou dar-lhes nomes.

É por isso que temos de conhecer as definições. Em cada ciência que começamos a estudar, antes de tudo, aprendemos as definições e termos a fim de entender sua linguagem. Tendo aprendido as definições, podemos começar a liga-las e conhecer os conceitos mais complexos. No entanto, por agora, eu estou aprendendo os termos e não as qualidades que eu poderia estar sentindo. Por enquanto, estou apenas brincando com eles como uma criança com blocos de brinquedo. [Leia mais →]

O Caminho para a infinidade

O Livro do Zohar, o capítulo”Truma”(doação), Item 75: Aquele que pretende pegar a estrada deve levantar-se quando ainda é noite , olhando e observando a hora do lado leste, e ver em uma visão as cartas que atingem o firmamento, uma subindo e outra descendo. Este é o brilho das letras com que o céu e a terra foram criados.

Claro, todos esses fenômenos ocorrem dentro de nós, dentro de cada pessoa, e temos que procurar e reconhecê-los dentro de nós mesmos. Estamos falando sobre a conexão entre nós, seus tipos e a natureza. É assim que os cabalistas falam sobre isso. Afinal, não há mais nada.

Finalmente, nós revelamos a perfeita rede de conexão entre nós chamada Malchut do Infinito e, no caminho, a vemos, parcialmente, em várias formas. Por isso, quando chegamos a correção final, não há mais formas. Tudo se dissolve na Luz branca. Como está escrito: “Ele e Seu nome são um.”

Entretanto, por enquanto, existem todos os tipos de formas, as propriedades, os mundos, e ocultações escondendo de nós a perfeição, que revelam mais uma vez através da estrutura de todos esses mundos. Ocultação foi criada de cima para baixo, de baixo para cima, a revelação acontece por as mesmas etapas, nos mesmos mundos.

É por isso que devemos tentar imaginar todo o texto na conexão entre nós: o que ele fala e o que forma a conexão.

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Da 2a. parte da Lição Diária de Cabalá de 31/05/2011, O Zohar

Material relacionado:
Revelando A Luz Do Infinito Entre Nós
O Ponto Central De Conexão

Uma Óbvia Demonstração Do Seu Estado

Dr. Michael LaitmanPergunta: Durante a leitura do Zohar , eu sinto perturbações muito fortes e dificilmente sinto o texto em si. Como eu posso superar esse obstáculo?

Resposta: Tudo depende da persistência nos pensamentos da pessoa. Durante a minha vida, eu falei com muitas pessoas que sofriam sérias enfermidades. Elas entendiam a fundo suas doenças em grandes detalhes e estavam familiarizadas com todos os termos médicos, conhecidos somente pelos especialistas nessa área. Por quê? Suas vidas dependiam disso. O desejo de sobreviver forçou as pessoas a aprender as causas das suas enfermidades e a procurar remédios e vários métodos de tratamento.

Nós não compreendemos totalmente que somos dependentes do nosso entendimento da “doença”, na busca por sua cura. Eu não deveria confiar em ninguém mais; eu tenho que investir todo meu esforço em encontrar a causa de minha enfermidade, o remédio apropriado para minha condição, para que esse remédio finalmente faça efeito.

Se as pessoas realmente sentem o perigo, isso as força a aprender como se salvar. Você está dizendo: “Eu dificilmente sinto algo…”. Verdade, você não sente a “doença”. Assim, o grupo tem que trabalhar duro em você, e você deveria tentar ser persistente em seus pensamentos e orar para que seja mostrado a você desde o Alto que nós estamos falando de você.

O abismo entre o mundo do Infinito e seu estado atual pode ser visto nessa demonstração óbvia que O Zohar está mostrando agora dentro de você. Imagine isso: se você estivesse corrigido agora, você sentiria o mundo do Infinito, todo O Zohar seria revelado dentro de você, e você veria tudo. Para sentir isso, falta a você somente os vasos de percepção, os desejos corrigidos. Pelo menos compreenda o que está acontecendo.

Da 2a parte da Lição Diária de Cabalá 24/05/11, O Zohar

Quem Produz O Próximo Grau

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como as mulheres podem se incluir no desejo comum durante a convenção? O que elas devem fazer?

Resposta: Elas devem fazer o mesmo que os homens. Eu não entendo por que as mulheres sempre se separam. Quando você diz a elas que elas são como todos os demais, isso não as faz felizes.

O homem alcança de forma ativa, tal como em nosso mundo. Ele é um caçador. Ele trabalha na conexão ativa, saindo de si mesmo, aproximando-se dos outros, enquanto que a mulher permanece atrás dele e adota um papel mais passivo.

Porém, tudo que o homem alcança passa através da mulher. Um novo grau é produzido na mulher tanto para ela quanto para o homem porque não importa o que o homem alcance, isso passa através dela. Isso acontece da mesma maneira que elas, juntas, criam a nova geração em nosso mundo. É a mulher que continua o desenvolvimento da raça humana.

Pergunta: Meu marido e eu estudamos Cabalá. Meu marido vai às convenções, mas agora ele está propondo que eu vá. Eu devo usar essa oportunidade ou, ao invés, mandar meu marido?

Resposta: Certamente, é melhor mandar seu marido à convenção, porque o homem atrai a Luz, enquanto que a mulher a recebe e a realiza. Por isso, entre vocês dois, a presença do seu marido na convenção é mais importante.

Da Lição Virtual, Fundamentos de Cabalá 29/05/11

Eu Vou À Convenção!

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que o você pediria a uma pessoa que ainda não decidiu participar da convenção em Moscou?

Resposta: Eu pediria ao indeciso que de forma rápida e decisiva decidisse: “Eu vou à convenção!”. Agora mesmo, você tem essa oportunidade, e não sabe quando surgirá outra. Mesmo que tenhamos convenções anuais na Rússia, você não deve esperar pelo próximo ano.

Pergunta: Se eu realmente quero estar na convenção, mas não posso ir, o que devo fazer durante a convenção?

Resposta: Quando a pessoa não pode comparecer à convenção, ela deve estar conosco virtualmente tanto quanto o tempo permita. Em primeiro lugar, as convenções acontecem nos finais de semana, para que assim você se libere de todas as coisas e problemas, de todas as responsabilidades, tanto quanto possível.

Tente se juntar com seus amigos que estudam Cabalá e crie a mesma atmosfera parecida com a da convenção. Prepare uma mesa com guloseimas e passe um bom tempo juntos nos assistindo. Esteja conosco com seu coração e alma.

Pergunta: O que devo fazer quando tenho medo dos problemas e distúrbios que surgen na minha frente? Como eu posso superar isso?

Resposta: Você precisa se conectar com o grupo, com seus amigos, conosco. Você precisa tentar atrair a Luz superior, e você a verá elevá-lo acima desses problemas. Eu não vejo outra solução além dessa.

Da Lição Virtual, Fundamentos da Cabalá 29/05/11

O Retrato Do Homem No Cavalete Do Grupo

Dr. Michael LaitmanNós temos somente o desejo de receber e a forma da doação, com a qual precisamos vestir o desejo repetidas vezes. Esse é o trabalho do homem, que só pode ser feito pela conexão com o grupo, o ambiente correto, assumindo-se sua forma. Não há outro lugar onde eu possa aprender a forma correta que eu preciso assumir.

O ambiente “esculpe” a pessoa. Ao se conectar continuamente com o grupo e desempenhar o seu papel, assumindo o seu lugar, a pessoa começa a assumir a forma do “Homem”.

O grupo é como um modelo que dá à pessoa o contorno correto. A quebra dos vasos e o processo de preparação é tudo que nós precisamos para que cada procure seu próprio lugar, repetidamente, aperfeiçoando nossos esforços até que nos tornemos um único todo.

Da 4a parte da Lição Diária de Cabalá 24/05/11, “Prefácio à Sabedoria Cabalística”

O Verdadeiro Negócio

Dr. Michael LaitmanPergunta: Eu posso pedir apenas a correcção. Isto significa que eu decido ou defino algo por mim mesmo?

Resposta: Eu tenho a linha da Luz e a linha do vaso. Eu construo-me como a terceira linha entre elas. Tiro tanto quanto posso do desejo de receber e da Luz e construo a forma final, a soma destas forças (Σ).

Esta forma é um ser humano. Muito embora os componentes não sejam meus, tenho de combiná-los e decidir a combinação correcta. Eu decido isto por mim mesmo.

Para fazer isso, primeiro tenho de sentir a vergonha de não me parecer ao Doador, determinar o material de trabalho, e encontrar a força que o corrige. É-me pedido criar um ser humano dentro de mim, desejar que ele se forme. Eu já tenho as forças e o material. Tenho apenas de verificar a forma, e fazer esta verificação a toda a hora nos 125 degraus de semelhança com o Doador.

Verifico-me com relação ao superior e identifico as minhas capacidades. Este é um grande trabalho. Graças a ele, começo a aceitar, sentir, e percebê-Lo. Eu “formato” ou “extraio-me” em busca da solução exacta. Como resultado, torno-me como o Criador, não de acordo com a superioridade, mas de acordo com a doação. Ao receber em prol da doação, torno-me semelhante a Ele.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 24/5/11, “Prefácio à Sabedoria da Cabalá”

Deixe Que A Luz Nos Ensine

Dr. Michael LaitmanPergunta: Numa das aulas ouvi-o dizer que quando lemos O Livro do Zohar, um tipo de corrente que nos une aparece. Como entramos nesta corrente, apesar dos vários distúrbios que despertam em nós durante a aula?

Resposta: Isto ocorre gradualmente. Você deve habituar-se a ela, a aplicar um certo montante de esforço, para descobrir como abordar o texto, como conectá-lo a si mesmo, ao estado no grupo, para o mundo; aprender onde fica confuso e onde não.

Deve unificar-se a si e à Torá num só. Então, conforme o seu desejo de se conectar à Torá, a qual fala do seu estado interior, você começa a receber a Luz Interior contida nela, que o influencia, permitindo-lhe ver dentro do sistema que ela descreve.

Isto ocorre no processo de estudo, quando a Luz (o Criador) lhe ensina. Se você tenta mover-se em frente, em direcção ao objectivo, na medida em que consiga usar o grupo e o estudo correctamente, se estiver pronto para desistir das suas aspirações egoístas e planos, nem que seja um pouco, então a Torá ensina-lhe – os estados espirituais subsequentes são-lhe revelados em si.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 31/5/11, O Zohar