Textos na Categoria 'Trabalho Interno'

Uma Grinalda Infinita De Luzes

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, O Estudo das Dez Sefirot,Histaklut Pnimit (Reflexão Interna)”, Parte 2, capítulo 9, item 98: A entrada e transferência para o grau seguinte não diminui a  Ohr (Luz), que adquiriu seu lugar lá de qualquer forma. Pelo contrário, é como a iluminação de uma vela a partir de uma outra, sem diminuir a primeiro.

Também aqui, quando a Ohr deixa o primeiro grau e desce para o próximo, a Ohr permanece completa tanto no primeiro quanto no segundo. Da mesma forma, quando ela entra no terceiro, a  Ohr não se move de forma alguma do segundo; a  Ohr é completa, tanto no segundo quanto no terceiro.

Ela passa da mesma maneira por todos os graus que antecedem o último grau, sendo o receptor verdadeiro para o qual a Ohr desceu de Ein Sof (Infinito), tornando-se fixa em todos eles. A razão para isto é que não há ausência na espiritualidade. Qualquer Ohr que brilhou uma vez numa Behina (fase) espiritual, não se moverá dessa Behina para sempre, nem um pouco.

Nós achamos difícil ver exemplos como esse em nosso mundo, porque todos os desejos egoístas desvanecem e desaparecem. Toda ação requer a aplicação de energia e força. Nós devemos fazer um esforço a cada momento. Caso contrário, nada acontece; nada se move. Neste mundo, nada é eterno, algo que se manifeste e não necessite de renovação.

Os físicos estão tentando pegar uma partícula-x num acelerador de partículas, a fim de compreender a origem da força gravitacional, as forças intra-atômicas que fazem girar os elétrons. Nós não entendemos como em nosso mundo pode haver uma força que exista por si mesma e não desapareça, deslocando-se de um lugar para outro sem se deteriorar, expandindo-se acima do tempo no espaço infinito, sem quaisquer restrições.

Tais propriedades pertencem apenas à doação, porque na doação não é a Luz que preenche o desejo, não é a Luz que passa pelos graus: esta é uma expressão imprecisa. A Luz não pode passar de grau em grau, como a água que enche vasos comunicantes.

Quando se diz que a Luz preenche os vasos, isso significa que os vasos revelam a Luz e tornam-se semelhantes a ela, um após o outro. Eles estão conectados de tal maneira que, depois que um vaso é corrigido, o segundo também se torna corrigido, e depois dele, o terceiro. Todo o vaso resplandece desde dentro com a propriedade de doação, o que significa que ele é preenchido com a Luz.

Quando um vaso está cheio, o seu gene informações (Reshimo) origina o vaso seguinte, que também se revela e é corrigido. A propriedade de doação se revela nele também, o que significa que a Luz “veio” e preencheu o vaso.

Nós estamos sempre olhando para os vasos como se de fora, como se estivessem numa guirlanda suspensa de muitas Luzes, ligando uma após a outro. No entanto, de fato, nenhuma Luz passa de um lugar para outro (e mesmo num circuito elétrico, a corrente realmente não flui de um lugar para outro). Em vez disso, cada vaso (desejo) revela a propriedade de doação dentro de si e, portanto, começa a brilhar. Eles estão conectados apenas por uma cadeia de causa e efeito.

Assim, nos desejos que trabalham para doar, obviamente, nada pode desaparecer. Todas as correções que ocorreram num desses desejos durante a nossa subida de baixo para cima permanecem para sempre. Elas só podem estar ocultas de nós.

No entanto, a Luz revelada nesses desejos é nova em cada um deles, pois cada desejo é único em sua profundidade, no poder de sua tela, Reshimo. Caso contrário, teria sido um único desejo. Portanto, todos descobrem sua própria Luz.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalpa 22/09/11, TES

Pensamentos Rápidos Sobre O Shamati: “A Shechiná Em Exílio”

Dr. Michael LaitmanO nosso estado coletivo, no qual todos nós existimos conectados juntos, é chamado de Malchut do Infinito, a Shechiná . A Shechiná é um “lugar” onde a Luz superior se revela. A Luz é chamada de Shochen de acordo com suas ações: Ela habita e reside na Shechiná.

Nós somos desejos conectados entre si pela qualidade comum de doação. É em função dessa qualidade que nós revelamos a Luz superior que nos preenche.

Portanto, até que nos sintamos conectados juntos, existindo no estado da Shechiná perfeita e corrigida, uma rede corrigida de conexão entre nós, nós existimos na ocultação da Shechiná, ao invés de sua revelação. Nós existimos em seu exílio. Este vaso não é revelado e, portanto, ele é chamado de Shechina em exílio, o que significa no exílio, na ocultação de nós.

Da 6ª Lição Convenção de Toronto 18/09/11

O Grupo É Minha Vela

Dr. Michael LaitmanNós não podemos ir direto à meta, mas podemos construir um ambiente que exercerá uma influência sobre nós de ambos os lados: positivo e negativo. Do lado positivo, isso significa que o ambiente revela desejos adicionais dentro da pessoa, a inveja e o desejo de alcançar o que os outros alcançaram.

Do lado negativo, o ambiente mostra a pessoa quão inferior aos outros ela é, quão incapaz de estar juntos com eles, e como ela é contra todos, torturando-a com o sentimento de sua insignificância e ansiedade sobre seu futuro.

É assim que o ambiente empurra a pessoa tanto do lado positivo quanto do lado negativo, fazendo-a avançar num caminho em “ziguezague”, contra o vento, em direção à meta. É assim que ela revela o anseio adicional pelo desejo original incutido nela pela criação nos genes informativos (Reshimot), despertado nela pelo Criador. É assim que ela avança.

Na maior parte do tempo, este trabalho consiste em construir o ambiente que influencia a pessoa. Como se verifica, ela é a única que constrói essa influência e, assim, ela se abre para ele. Se ela não investir sua força no grupo, ele não vai se abrir para ela.

Isto pode ser visto no exemplo de uma pessoa que está cuidando de seus filhos ou animais de estimação. Quanto mais nós investimos em alguém, mais próximo e amado ele se torna para nós. É por isso que nós começamos a reagir com mais sensibilidade a sua reação, nos abrirmos para o amor e a conexão.

A mesma coisa acontece com o ambiente. Quanto mais nós investimos nele, mais valioso ele se torna para nós. Então, nós nos abrimos à influência do ambiente, tendo construído os meios que nos movem para frente num caminho em ziguezague contra o nosso egoísmo, em direção ao propósito da criação.

Com isso, nós completamos os nossos esforços ao máximo, sobre o qual se diz: “Eu me esforcei e não encontrei, não acredite”.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 21/09/11, Shamati # 232

O Caminho Para Garantia Mútua

Dr. Michael LaitmanÉ importante explicar em nossa mesa redonda de discussões que a garantia mútua não é alcançada por si só, mas sim como resultado de um estudo sério do sistema de dependência mútua da natureza, de modo a introduzir o homem nele como um componente integral. Somente uma conexão entre a natureza e todas as pessoas, quando todos estão em perfeito equilíbrio, isto é, quando a pessoa dá e recebe na sociedade humana em perfeita harmonia, como é feito entre as células do corpo, apenas tal conexão é chamada de garantia mútua.

Mas primeiro, nós temos que estudar os elementos da garantia mútua, do interesse mútuo e da conexão, acima de todas as diferenças que nos separam, que o ego propositadamente nos apresenta. Nós devemos ver as diferenças entre nós como exercícios, acima dos quais temos que subir e, assim, crescer do mesmo modo que as crianças crescem como resultado dos jogos que elas jogam. Esta é a essência do nosso progresso em direção ao estado da garantia mútua: a conexão completa e mútua, como num corpo saudável.

Este é o propósito de toda criação. Portanto, na medida em que chegamos a essa conexão, nós sentimos a doação mútua, o amor, a participação, a fusão dos nossos desejos, a união de tudo o que costumava ficar no nosso caminho. Nada desaparece. Todas as diferenças permanecem, e é sobre elas que construímos nossos relacionamentos.

Nós temos que explicar pacientemente este método de conexão, apesar de todas as contradições. Então, a consciência das pessoas evoluirá gradualmente, na medida em que elas dominarem a conexão mútua geral acima das contradições que se manifestam.

É um longo caminho de restauração dos laços quebrados entre nós. Nós avançamos neste caminho e chegamos ao final da correção da humanidade e sua conexão com a natureza em um só.

É assim que chegamos à Malchut do mundo do Infinito, onde todas as diferenças e contradições se unem: o egoísmo extremo e, acima dele, o altruísmo primordial – e o reconhecimento do Pensamento da Criação é revelado em nós.

A Vida É Um Jogo Emocionante Com O Criador

Dr. Michael LaitmanQuando o meu egoísmo é revelado a mim, eu tenho que pegá-lo pela sua cauda como uma serpente. Então, eu começo a jogar com ele, desvendando passo a passo todas as suas perspicácias e as conexões que ele queria construir, com grande sabedoria. Este plano abre os meus olhos, revela a minha corrupção. Eu adquiro sabedoria, olhos que vêem longe. Eu não consigo amadurecer sem isso.

É como jogar xadrez com alguém que é tão inteligente quanto uma serpente. Ele constrói uma combinação incomum, ardilosa e complicada com 20 jogadas de antecedência, calculando todas as possibilidades, construindo uma verdadeira armadilha para mim, mas, de repente, eu capto o fim do seu pensamento.

Ao invés das peças de xadrez no tabuleiro, eu vejo seus pensamentos contidos nelas: a cauda da cobra. Eu puxo a cauda e começo a revelar a sua intenção, suas habilidades, pouco a pouco. É assim que eu jogo com o Criador. Ele me ensina como preparar os meus desejos para o requerido nível de satisfação, a fim de revelá-Lo neste jogo.

Se eu não passar por todo este jogo, não me tornarei inteligente e sensível o suficiente para revelá-Lo. Na verdade, Ele é revelado agora, mas eu sou incapaz de vê-Lo. Eu sou como uma criança ao lado de um tabuleiro de xadrez, assistindo a um jogo sem a capacidade de entender como jogar.

Toda a nossa vida é um jogo de conquista da mente do Criador, revelando-O. O nosso egoísmo é incrivelmente esperto e tenta subornar-nos por todos os meios. Ele nos pega em uma ou outra direção oposta, e isso é uma grande ajuda vinda do Criador. Quem quiser revelar Seus desígnios astutos entenderá que a vida que vê na sua frente é apenas um jogo. A cada momento, o Criador nos dá uma oportunidade através de nossos pensamentos, desejos e ações de encontrá-Lo como nosso parceiro no jogo. Então, toda a nossa vida se torna uma aventura emocionante.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 20/09/11, Shamati # 152

Um Velho Amigo Perdido No Novo Mundo

Dr. Michael LaitmanO problema todo está na abordagem. Se eu estou tentando corrigir essa crise usando meus métodos antigos, procurando soluções e tentando consertar os sistemas econômicos que eu construí, isso é chamado de Amaleque (o maior e mais feroz desejo de receber em nós), o nosso principal inimigo.

Mas eu tenho que perceber que esta revelação vem até mim da natureza. Não há nada que possa ser feito usando os velhos métodos, visto que esta mudança está acontecendo dentro da natureza humana. Esta mudança não é em cada um de nós individualmente, mas em nossas relações, nas conexões entre as pessoas. Eu não queria que isso acontecesse, mas deve acontecer.

Nós começamos a perceber isso e a entender que cada um de nós é um egoísta e continuará a ser um egoísta. Ao mesmo tempo, a conexão entre nós se tornou mais forte e é diferente de antes. Eu não serei capaz de estabelecer esta conexão de acordo com as exigências do meu ego.

Por enquanto, todos nós somos como bolinhas de gude dentro de um sistema, e cada bolinha de gude é um egoísta. No entanto, as conexões entre nós não são mais egoístas. Elas não são da maneira que nós as construímos no antigo sistema econômico, que foi uma marca direta de nosso velho ego, uma demonstração exata das relações egoístas.

Mas, hoje em dia, um diferente tipo de conexão está se revelando, e é por isso que somos incapazes de controlar a rede que construímos. Isso é chamado de revelação do Criador, e nós não estamos tratando-a adequadamente. Nós não entendemos que devemos nos inserir na nova natureza.

Nós somos egoístas, mas as conexões entre nós não são egoístas, elas estão mudando. Nós temos que ser mais sensíveis a essas mudanças e sempre nos adaptar a elas, concordar com esta nova conexão. Ao fazer isso, vamos “apagar a memória de Amaleque”, o nosso pior inimigo.

Desta forma, nós apagamos a nossa indiferença, descaso e negligência. Nós superamos a nossa atitude negligente para com as mudanças e começamos a examinar o que está acontecendo aqui. Então, nós precisaremos da sabedoria da Cabalá, porque senão podemos lançar todas as forças que temos, todos os cientistas e todos os meios no mundo para uma análise e ainda assim não chegar a uma única conclusão correta.

É porque nós permaneceríamos como bolas de gude impenetráveis, todas dentro de seus velhos egoísmos. Agora, nós temos que receber a instrução (a palavra “Torá” vem da palavra “Oraa” ou manual de instruções) que nos ensinará a agir corretamente, a fim de realizar tais ações aqui em baixo, e isso causará alterações Acima.

O próprio Criador revela a nova rede, a nova conexão entre todos nós. Para nós, no entanto, isso significa uma crise, porque nós construímos determinado sistema, e Ele está imprimindo um sistema diferente sobre o nosso sistema.

Não há nada que possamos fazer com este novo sistema. Tudo o que podemos fazer é mudar a nós mesmos de acordo com este sistema recém revelado, para ajustar essas bolas de gude a esta nova conexão entre nós. Isto significa que eu devo elevar uma oração, ou seja, que eu tenho que pedir uma mudança em mim mesmo, pedir algo que está faltando em mim, que me impede de me conectar corretamente com esta nova rede.

Esta nova rede continuará se revelando cada vez mais; essa nuvem continuará a descer cada vez mais. Nosso trabalho é tentar reconhecer esta rede e desejar nos ajustar a ela através de nossas ações práticas. Assim, nós atrairemos uma influência de Cima que realizará isso dentro de nós.

A mudança não será no sistema, mas em nós. Nós mudaremos em conformidade com ele.

Da Lição Diária de Cabalá 02/09/11, artigo do Rabash

A Força Da Corrente Espiritual Depende Da Sua Resistência

Dr. Michael LaitmanNão há divisão no trabalho individual e em grupo (coletivo).  É tudo um único trabalho, quando eu vejo partes da minha própria alma como estranhas e odiosas para mim. Eu tenho que superar toda essa confusão, esse nevoeiro que me engana, imaginando-os como meus inimigos odiosos ou, pelo menos, meus escravos.

Este não é um trabalho simples, porque eu estou trabalhando no meu vaso espiritual até que eu recolho tudo isso e junto a mim mesmo. Isso só é possível pelo poder do amor, elevando-se acima de todo ódio e resistência que sinto em relação a eles.

Toda essa oposição permanece como a resistência gerada em oposição a uma corrente elétrica. Juntas, a corrente elétrica e a resistência fazem o trabalho para girar o motor. Como resultado desta ação, a Luz, o mundo espiritual, está sendo revelada.

No entanto, agora nós estamos completamente separados uns dos outros como uma corrente quebrada. Esta não é nem um tipo oposto de conexão. Eu não amo ou até mesmo odeio os outros: eu simplesmente não me importo com eles. No entanto, quando nós começamos a trabalhar, a fim de nos aproximar uns dos outros, nós sentimos como o ódio, a oposição, está sendo revelado.

Somente após o trabalho duro na escravidão egípcia de nosso egoísmo, nós vamos do nível de Jacó (do pequeno estado) em direção ao Monte Sinai (a montanha de ódio). Dessa montanha de ódio, é possível receber a Luz que Corrige, que é chamada de Torá. Agora, nós já temos alguma coisa para trabalhar.

No entanto, aquele que não começou a se unir, que ainda está sob o controle dos sentimentos do mundo e tenta usar seus amigos de uma forma mesquinha, como em qualquer outro lugar, essa pessoa ainda nem começou o seu trabalho. Talvez, ela não esteja tentando usá-los. porque ela pode ter um caráter amável e quer ser amiga de todos, mas isso não faz nada em relação ao seu desenvolvimento.

Como está escrito: “Ela traz o seu pão (fé) de longe”, ou seja, do distanciamento e da rejeição. Não há trabalho pessoal ou em grupo aqui. Você precisa juntar dentro de si todas as partes aparentemente estranhas da realidade, até revelar na conexão destas partes que o universo inteiro está dentro de você.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 29/08/11, Shamati # 121

Ore Pelo Poder de Doação Interna

Pergunta: O que significa pedir ao Criador? Tenho que adquirir Seus atributos para que?
Resposta: Pedir é a busca, demanda e até mesmo pedir pela minha própria transformação. Afinal de contas, tenho que expressar o meu próprio desejo por ela. Eu me sentencio (este é o significado de “orar” ou”Lehitpalel” em hebraico), eu investigo quais os atributos que me faltam e como eu posso alcançar a força de doação.

Esta força existe dentro da sociedade. Portanto, se eu entrar na sociedade, desenvolver um desejo de “vestir” em meus amigos com todo meu coração e alma, e se conectar com eles internamente, de modo a dissolver totalmente a este respeito, então eu vou encontrar o poder de doação lá. É exatamente isso o que eu peço.

Oro para chegar a tal estado em que eu vou ver que todo mundo é perfeito e conectado. Esta situação é chamada Shechiná (Divindade), a reunião geral de almas (Knesset Israel). Eu quero estar lá, e eu rezo para a conexão que reúne todas as almas que anseiam para”Yashar-El” (direto para o Criador) a ser realizada em mim.

Eu não recorro a algum poder externo ou desejo que existe de forma independente, ou com alguma figura imaginária. Todas as orações são destinadas a Malchut (do mundo de Atzilut ou o mundo do Infinito), para a conexão entre nós, em que descobrimos doação mútua. Eu quero que este estado seja revelado a mim, e é isso que é pedir.

Este é um ponto muito delicado, e nós temos que ter cuidado para não começar a imaginar alguma estátua ou figura, mas apenas o estado em que estamos conectados e incorporando em cada um, unidos em completa doação.. Mais corretamente, ela deve ser chamada um atributo e não uma força, porque uma força pode parecer como algo distante, enquanto que um atributo é o que eu pretendo adquirir em mim. Estas são diferenças muito pequenas, mas determinam a limpeza da minha atitude, e portanto, elas são tão cruciais.

Ela diz “Não há nenhum outro além Dele”, no entanto, temos que imaginar isso como nosso estado em um sistema perfeito. Então podemos estar certos de que não seremos enganados.

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Da parte 1 da Lição Diária de Cabala de 22/09/2011, Shamati # 240

 

O Adaptador Entre Eu e o Novo Mundo

Nós já entendemos que estamos todos conectados por um vínculo estreito mútuo e que esta ligação funciona no mundo de forma diferente do que no passado. A nova condição, um novo coeficiente, foi adicionado as nossas inter-relações, que ainda não podemos ter em conta por causa da nossa natureza. Nós não estamos familiarizados com o sistema ao qual fomos lançados, e por isso não podemos fazer nada sobre isso.

Portanto os Cabalistas dizem: Nós devemos primeiro aprender o que é o sistema e entender a situação.

Então saberemos como organizar nossa vida. [Leia mais →]

O Chefe Que Não Paga Pelo Trabalho

A ciência da Cabala não é um livro de referência para egoístas ou um manual para os corretores, e não nos ensina como fazer o negócio do novo mundo. Quando eu estudo a ciência da Cabala, eu entendo que devo mudar e que eu não tenho outra escolha. Temos que nos adaptar ao novo sistema, para inseri-lo conscientemente e sem reservas, deixar para trás tudo de antes e atravessar o Rubicon, a barreira por trás da qual há um mundo novo.

O método da Cabala foi revelado e desenvolvido por pessoas especiais chamadas Yashar-El (direto para o Criador). É assim que foi revelado a eles, é assim que eles apresentam para o mundo, e todo mundo deve saber dela de alguma forma.

Portanto, uma garantia simples, uma solidariedade comum, será inútil. Nossas chamadas para a unificação são os primeiros passos em direção a uma verdadeira garantia. Quanto mais avançamos no sentido de garantia mútua, mais claramente, vamos descobrir que precisamos de uma correção interna, a fim de se adaptar ao novo sistema. Nós não corrígimos a natureza, e não corrígimos o mundo, nós corrigimos a nós mesmos. [Leia mais →]