Textos na Categoria 'Nações do Mundo'

Com Respeito Ao Terror, Elevação De Preços E Unificação Da Sociedade, Parte 3

Dr. Michael LaitmanPergunta: Você sugere discutir o aumento dos preços com a ajuda da conexão e unidade da sociedade, de modo que ela se torne mais igual e equilibrada? Como podem os pensamentos das pessoas baixar os preços na prática?

Resposta: Em uma sociedade, se a opinião geral prevalece que ela requer mais igualdade e equilíbrio, isso irá influenciar até mesmo os capitalistas, que isso é aparentemente benéfico e rentável para eles. Isto é porque eles também estão sob a influência da sociedade, e estes pensamentos também são encaminhados para eles.

Não é sequer obrigatório falar sobre isso; eles vão sentir o desejo geral. Isso é chamado de influência do ambiente sobre uma pessoa. A principal coisa é que, em face desse exemplo de baixar os preços, cada um vai entender o princípio que deve ser usado para resolver vários problemas. Se alcançarmos a unidade na sociedade, não só poderemos reduzir o custo de vida, mas também fortalecer a segurança, saúde, educação, e reduzir o desemprego.

Nós temos um mecanismo em nossas mãos, que atua em todos os domínios da vida. O consenso social é um poder singular que possibilita resolver todos os problemas da sociedade. Ele ainda remove as ameaças externas que não parecem estar diretamente conectadas à nossa unidade interna, como a da intifada e do antissemitismo.

A ideia é que aqui funciona o mesmo princípio. Toda a humanidade é alimentada pelo povo de Israel. E as outras pessoas sentem isso e culpam Israel por seus problemas. Se o povo de Israel se unir dentro de si, ele vai ser bom para toda a humanidade.

E este deve ser um bom consenso social, e não como é com os nacionalistas e os fascistas. O acordo se baseia no amor, nas concessões, na igualdade, intimidade e aconchego. “E amarás o teu amigo como a ti mesmo” é a base para o povo de Israel. Chegou o momento de lembrar que “Todos de Israel são amigos”. Isso faz parte da cultura do nosso povo que está sempre preocupado com a ajuda mútua, embora pareça que agora nós nos esquecemos disso.

Antigamente este sistema de ajuda mútua se baseava na tradição religiosa, mas por algum tempo ele não tem existido nesta forma anterior. Nós só precisamos reanimá-lo, voltar à forma em que o povo de Israel sempre existiu.

Pergunta: Você acha que a sociedade está disposta a ter uma forte influência sobre uma pessoa?

Resposta: Existem muitos estudos que provam que uma pessoa está totalmente sob a influência do ambiente. Mesmo macacos numa ilha isolada de repente começam a se comportar de forma idêntica como os macacos da ilha vizinha. Nós estamos num sistema de leis naturais.

Jornalistas reclamam que sem coordenação entre si, eles dão títulos idênticos aos artigos que saem na mesma manhã em diferentes jornais. Pensamentos percorrem o mundo e são passados ​​de um para outro, pois todos nós estamos conectados a um único sistema.

O mundo se tornou global e interligado, como uma pequena aldeia. E isso não é graças à Internet, mas porque nós nos desenvolvemos a um estado tal que os nossos desejos, pensamentos e sentimentos internos estão conectados com todas as pessoas do mundo.

Isso também ajuda no desenvolvimento de conexões externas: McDonalds, Coca-Cola, a Internet, e o idioma Inglês estão em todos os cantos do mundo. Esta unificação preenche todo o trabalho duro para a nossa unificação. Como resultado disto, nós estamos começando a compreender e sentir o outro num grau superior, e a ter mais influência sobre o outro.

E aqui emerge a crise; o ego não nos deixa ter boas conexões, mas apenas conexões ruins. Se em geral não houvesse conexão, isso não seria tão ruim, já que não haveria qualquer dependência do outro, nem boa nem ruim. Mas hoje, uma conexão entre nós é criada e essa conexão é ruim, provocando uma crise geral em todo o mundo.

E os judeus, o povo de Israel, são responsáveis ​​pelo surgimento da crise. Só eles podem alterar a forma geral de conexão. Essas conexões já são impossíveis de destruir, e é possível apenas corrigi-las em boas conexões.

Nós temos que nos acostumar gradualmente com a unidade e a conexão, sendo o mecanismo, o meio, para quaisquer alterações. E as mudanças podem assumir qualquer direção, boa ou ruim, pela unidade e também pode ser o nazismo. “O fascismo” é traduzido como a unificação, mas tal unificação não é para o bem da sociedade. Se não quisermos que o mundo se una com base no fascismo, nós devemos mostrar a ele um exemplo de uma boa conexão.

De uma Conversa, 13/04/14

Quando E Onde A Pessoa Dedica Tempo Para A Felicidade?

Dr. Michael LaitmanPergunta: Nas últimas décadas, o tema da busca da felicidade na sociedade humana, em Israel e no mundo, tornou-se uma tendência. Um grande número de livros, cursos e workshops surgiram sobre o assunto. No livro Eclesiastes do rei Salomão, a busca da felicidade anda de mãos dadas com a busca da verdade. Que tipo de verdade ele está falando?

Resposta: A verdade muda o tempo todo. Cada geração determina as regras gerais para si de acordo com as quais determina o que é chamado de verdade e o que é chamado de falsidade, bem e mal, prazer e sofrimento. Cem ou duzentos anos atrás, o que era considerado felicidade era ter um emprego, um lugar para viver, uma família e filhos.

Se uma pessoa pudesse prover sua família com comida e um teto sobre suas cabeças, então ela estava feliz. Ela não queria nada além disso. Além da vestimenta diária, se ela tivesse um terno adicional, isso era maravilhoso! Depois vieram com o guarda-roupa, que era pequeno no início. E agora todo mundo tem seu próprio quarto em um apartamento e seu próprio armário. Mas mesmo isso não é suficiente; nós precisamos de um closet para roupas!

Nós chegamos à saturação, mas uma pessoa ainda está envolvida com o consumo. Nossas vidas tornaram-se uma corrida. Onde é que vamos sentir prazer? Eu moro numa área onde a população pertence à classe média alta. Às sete da manhã, o meu vizinho corre para seu carro segurando um bebê em uma mão e uma xícara de café na outra. Ele coloca o café, senta o bebê, e leva-o para a creche, depois vai para o trabalho.

Ele não vem para casa antes das oito ou nove da noite. Quando ele sente felicidade? Seria no único dia da semana em que à noite ele vai para algum lugar com seus amigos? Ou é uma vez por ano, quando ele viaja para uma semana de férias no exterior? Onde está o prazer de verdade? Ele olha para os outros e diz: “Todo mundo está fazendo isso, e eu também”.

Pergunta: Resulta que não há felicidade no mundo?

Resposta: Felicidade, em “Vaidade das Vaidades” (Eclesiastes 1:2) é a doação aos outros! Se doarmos uns aos outros e construirmos uma vida onde todos estão conectados de uma maneira positiva na sociedade, vamos nos satisfazer, não com as coisas, mas com a felicidade. No momento, eu quero ter a sensação de felicidade através da aquisição de algo que comprei e depois desfruto. Quanto eu posso olhá-lo e apreciá-lo?

A felicidade deve ser constantemente renovada. A felicidade de um carro novo tem a duração de um mês, de uma casa dura um ano. Como eu posso organizar a vida de tal forma que o meu desejo de ser feliz o tempo todo será renovado e sua reposição será nova? É assim que ocorre quando me levanto todos os dias como uma criança com olhos bem abertos!

Na infância, eu morava numa casa com um quintal grande. No quintal cresciam árvores e flores; tínhamos um cão. À noite, eu já imaginava como eu iria pular da cama de manhã e correr para o quintal para encontrar os amigos. Eu quero viver num ânimo como esse!

Pergunta: No livro Eclesiastes do rei Salomão, a mesma frase se repete o tempo todo: “O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol” (Eclesiastes 1: 9). Esta é uma descoberta muito triste.

Resposta: Se você só quer desfrutar o mundo, você sempre terá o vazio.

Pergunta: Será que é realmente necessário chegar a um estado de absoluta falta de prazer, a fim de compreender a necessidade de renovação? É impossível obter prazer de ambas as coisas e conexões com as pessoas?

Resposta: Uma coisa não interfere na outra, mas eu não acho que uma pessoa possa estar em dois mundos. Se você está dividido em dois, nenhum dos dois desejos será chamado de preenchido. Em última análise, nós precisamos mostrar a nós mesmos e aos outros que a verdadeira fonte da felicidade é encontrada. A renovação das relações entre nós vai nos trazer um sentimento de felicidade, e essa vai ser sempre a mesma vitalidade que preenche as velas do nosso barco com o avanço em direção a melhores estados.

De KabTV “Uma Nova Vida” 23/05/13

Um Poço Para Uma Humanidade Sedenta

Dr. Michael LaitmanPergunta: A Torá nos diz que Isaac encontrou dois poços na terra de Grar que haviam sido cavados no tempo de Abraão e tinham sido cobertos posteriormente. Estes poços causaram muitas discussões com os pastores locais e depois de um tempo um novo poço foi escavado que não causou disputas.

Então Avimelech (Abimeleque), o rei da Grar (Gerar), ofereceu a Isaac um acordo. Por que as nações do mundo se tornaram tão boas de repente e querem fazer um acordo com os judeus?

Resposta: É porque Isaac tinha começado suas correções.

Um poço é um buraco no chão, numa terra que está cheia de água. Um buraco que está cheio de água da vida é chamado um poço de vida. A água é a essência do atributo de doação que está escondido na terra, ou seja, no desejo. Em outras palavras, o seu desejo começa a fluir para que você possa receber a água da vida através dele, que é o atributo de doação que traz vida a todos.

Basicamente, a história dos poços nos mostra que se nós começarmos a cumprir nossa missão de organizar a nação de Israel, a fim de corrigir o mundo, é o suficiente. Nós, na verdade, não temos que corrigir o mundo, mas apenas nos corrigir.

Nos capítulos 66-67 da “Introdução ao Livro do Zohar“, Baal HaSulam diz que no momento em que a nação de Israel começar a se corrigir, ou seja, se adaptar de acordo com o Criador, a Luz vai imediatamente começar a fluir a partir dela como a água de um poço, e essa Luz vai corrigir todas as outras nações. Desta forma, todo o mundo se tornará um lugar melhor. Afinal de contas, o mundo não pode corrigir a si mesmo, nem pode fazer nada.

Apenas imagine que exista uma nação que controle e gerencie totalmente o mundo, e as outras nações não podem fazer nada e simplesmente esperam que esta nação faça alguma coisa.

O problema está na forma como isso é revelado, e as interrupções podem ser grandes. No momento, nós ainda podemos de alguma forma escapar daqueles que se opõem a Israel. Mas e se essa imagem fosse revelada e, de repente, todo mundo visse que há sete bilhões de pessoas no mundo e há cerca de dez milhões de quem tudo depende?

Eu diria que os sete bilhões são como um corpo que roda no software vida, e este software é o povo judeu. Sua massa não pertence ao verdadeiro corpo do mundo, mas sim ao software, e ele opera num nível diferente.

De um modo geral, o verdadeiro software é meramente um componente virtual no que diz respeito a este assunto. É um esquema, um sistema. Nós podemos dizer que o software da matéria proteica é Israel e a verdadeira matéria proteica é as nações do mundo. Se este software está incorreto, basta imaginar que as doenças e problemas são causados ​​na matéria!

Toda a história da humanidade é basicamente a cooperação contínua entre o mundo e a nação de Israel, assim como duas bobinas na cadeia de DNA. As nações do mundo e a nação de Israel estão em contínua comunicação, contato e esforço entre si. Israel não seria capaz de atingir o estado do terceiro poço sem a pressão das nações do mundo sobre ele. Há aqueles que cavam o desejo e outros que o encobrem. Este desenvolvimento é necessário a fim de alcançar a água da vida, o atributo de Bina.

O primeiro poço refere-se basicamente a Abraão, o segundo a Isaac e o terceiro a Jacó. Quando Jacó se conecta, ele se torna a linha do meio e, assim, nós chegamos à água da vida.

Pergunta: O que isso tem a ver com a vida hoje? Nós temos que descobrir esse poço agora, essa água da vida?

Resposta: Sim. Nós começamos a derramar a doação, e isso só depende da conexão entre nós. A unidade da nação de Israel é a chave de tudo. É a única coisa que pode cavar um poço para o mundo.

Cavar um poço significa mergulhar em nossos desejos. Eles são negativos, ruins, e revelam toda a negatividade que está escondida dentro de uma pessoa, a sua natureza, e sua distância do Criador. Mas nós temos que fazê-lo. Nós temos que criar fortes sentimentos da deficiência da Luz dentro de nós, os atributos de amor e doação. Isso é chamado de um poço vazio ou um buraco. A propósito, há uma diferença entre estes dois conceitos. O que uma pessoa busca depende apenas dela mesma.

Quando cavamos um poço, nós alcançamos o estado, a profundidade em que sentimos a maior dor no que diz respeito ao amor, doação e conexão. Assim, a água, que é a fonte da vida, aparece.

Assim como os animais que sentem onde há água, as pessoas naqueles tempos sentiam onde tinham que escavar e quão profundo, a fim de encontrar água. A propósito, há uma abundância de água no deserto, porque há enormes lagos subterrâneos. Nós só precisamos saber onde cavar e não há nada a temer. Você pode ir a qualquer lugar visto que você sempre vai encontrar água.

Pergunta: Essa busca pessoal é a proximidade e a conexão entre nós?

Resposta: Sim. Ela existe na medida em que fazemos esforços para descobrir o atributo de doação chamado água.

De KabTV “Porção Semanal da Torá” 14/11/14

O Povo Que Virou As Costas Para O Seu Destino

Laitman_167Pergunta: A porção semanal atual, “Toldot” (Gerações), fala sobre a venda do direito de primogenitura. Traçando um paralelo com os dias de hoje [em Israel], nós podemos dizer que alguns estão escolhendo pudim leitoso?

Resposta: Nada disso. Afinal, Esaú é o egoísmo primogênito, um enorme vazio que precisa se preencher. Não há como escapar dele. Se o egoísmo não tivesse nascido, o universo não teria existido. É por isso que o nascimento começa com o egoísmo.

Depois que o egoísmo nasceu e se manifestou, uma metodologia ou um programa para o preenchimento do egoísmo tornou-se necessário. Em outras palavras, é necessário algum tipo de símbolo, uma intenção que seja possível de se utilizar, uma fórmula com a qual esse Esaú possa ser adequadamente administrado e preenchido. Caso contrário, é impossível preencher e satisfazer.

Jacó é tal fórmula. Ele é uma função de utilidade, um mecanismo de apoio que preenche o egoísmo. De um modo geral, Esaú é toda a base da natureza.

Pergunta: O que é o direito de primogenitura de Esaú para a nossa época e para o Israel moderno?

Resposta: Em primeiro lugar, “Esaú” e “Jacó”, “Israel” e “povos do mundo” são sistemas completamente diferentes.

Esaú é Esaú, ele não pode fazer nada por si mesmo. A única coisa que ele pode fazer é perseguir Jacó para provocar e forçá-lo a realizar a satisfação pessoal. Portanto, Esaú inicialmente diz: “Eu vou vender o meu direito de primogenitura a você. Por que eu preciso disso? Eu não posso recolher nada dele”.

Por que Jacó comprou o direito de primogenitura? A fim de implementá-la.

Hoje nós somos seus herdeiros (os descendentes de Jacó) e filhos que não fazem seu trabalho. Em vez disso, preferimos a sopa de Esaú, como se estivéssemos em seu nível desejando se tornar como ele. Como se nós quiséssemos ser como as nações do mundo, entre as quais vivemos.

O que me espanta é quando eu vejo o que vem acontecendo com o povo judeu, o que aconteceu com eles. Parece que seria impossível: o quanto eles viraram as costas e retiraram-se da sua finalidade.

Pergunta: Quais são as consequências dessa fuga?

Resposta: Apenas uma, que Esaú exigisse a resolução dos problemas, em outras palavras, seu preenchimento. Isto significa que o plano da criação será implementado através de Esaú.

Quando Esaú nos obriga e exige que executemos, isso é chamado de “o caminho do sofrimento” ou “Beito” em hebraico, em seu próprio tempo. Constantemente, a cada momento, o programa da criação será executado, mas o tempo todo através da força motriz.

Por outro lado, é desejável e finalmente necessário cumprir o programa da criação através do trabalho da Jacó, consciente e voluntariamente, por seu livre arbítrio.

Isto significa que, no final, o povo de Israel, ou aqueles que hoje são chamados assim, devem perceber a sua missão, seu objetivo, que deve ser alcançado por todos, por Esaú, pela humanidade; e eles devem cumprir a sua missão. Eles são obrigados. Não há para onde fugir.

Acontece que a atual porção semanal da Torá descreve tal destino, o destino do qual não podemos escapar.

Que tipo de infâmia, fraqueza e insignificância nós estamos demonstrando por querer abandonar e afastar o papel de Jacó de nós mesmos e nos disfarçar na pele de caça de Esaú. Este é um estado desprezível e lamentável que alcançamos.

Pergunta: Será que isso significa que hoje temos confundido os papéis?

Resposta: Sim. É por isso que todas as tentativas de Esaú não são estranhas, ou seja, toda a comunidade internacional, nos trazer de volta ao estado correto para o nosso trabalho, para o que temos que fazer por ela, para o bem dela. Em geral, para o bem do Criador.

Em outras palavras, nós temos que tomar a primogenitura e implementá-la. Embora de acordo com as palavras da Torá, possa parecer que compramos de forma desonesta; no entanto, tudo realmente aconteceu dessa forma. Não é que Jacó “passou por cima” e “mentiu” para Esaú; esta é a forma como estes dois programas de criação “se entrelaçaram” e seguiram em frente juntos. Eles se assemelham a uma hélice dupla de DNA torcida, que é a base de nossas vidas.

É por isso que realmente precisamos despertar e começar a aplicar a nossa finalidade.

Pergunta: Será que a sopa de lentilha que Jacó ofereceu a ele por seu direito de primogenitura preencheu Esaú? Ou será que ele se arrependeu pelo fato de que ele o “comprou”?

Resposta: Esta sopa preencheu parcialmente Esaú. Caso contrário, o mundo em geral, não teria existido. No entanto, na realidade, é apenas uma sopa.

No entanto, nós constantemente “alimentamos” o mundo com esta “sopa”. O desenvolvimento humano, o progresso e a eterna busca do prazer ilusório, tudo isso gera o povo judeu. Se o povo judeu não estivesse em seu estado quebrado, não haveria nenhum avanço neste mundo.

De fato, os avanços na ciência e as inovações técnicas não são necessários para o mundo. Nós fornecemos isso ao mundo para que as pessoas tenham algo para fazer. Mas, na verdade, é uma consequência da falência do nosso plano, da nossa missão.

Isso vem da linha feminina, de nossa mãe comum.

Comentário: Como se vê, nós fazemos apenas a primeira parte, “alimentar o mundo com uma sopa”, mas não preenchemos a segunda parte, a parte fundamental: nós não compramos o direito de primogenitura com isso.

Resposta: Sim. Tal é Israel de hoje.

Basicamente, cada porção semanal da Torá, se analisada, no final nos dá uma resposta negativa sobre como implementar a nossa missão. Em última análise, todos os 52 capítulos do ano nos afetam negativamente. Afinal de contas, nós não cumprir qualquer um deles.

Pergunta: Como os capítulos são implementados?

Resposta: A maneira mais fácil, “Ama o próximo como a ti mesmo”, esta é a principal lei da Torá. Nada mais é necessário!

Pergunta: Este é o direito de primogenitura?

Resposta: Este é o cumprimento, a execução do direito de primogenitura. E Esaú exige isso! Ele quer amar, e nós lhe negamos essa oportunidade. Nós não damos e não criamos as condições para isso, e, portanto, provocamos o seu ódio em relação a nós.

Por outro lado, o final feliz da história é conhecido antecipadamente. A história é como um filme que você assiste no cinema; está tudo lá no filme, mas você ainda está em algum lugar no meio se preocupando com os personagens. É apenas graças ao final feliz que nós existimos, caso contrário, já teríamos sido destruídos há muito tempo.

Pergunta: Isso é porque nós não cumprimos o nosso papel?

Resposta: Sim. Não é de estranhar que, uma e outra vez em toda a história dos judeus, se levantar forças supostamente negativas que nos pressionam, e, em parte, nos destroem. Infelizmente, esta é apenas uma consequência da nossa incapacidade de completar o nosso programa.

Quantos desses casos existem na história? Na Espanha, na Inglaterra, eu vi as antigas sinagogas onde os judeus eram presos e queimados. Eles não sabiam a razão. Na verdade, o que era realmente exigido deles?

Ainda assim todo mundo tem culpa porque o povo judeu inicialmente era percebido como um só “elo” conectada de responsabilidade mútua (Arvut), ligada num único sistema para ser como um homem com um coração.

Em tais condições, cada pessoa é responsável por todos. Acontece que não há uma pessoa boa ou má; todos são igualmente bons e maus.

É por isso que quando alguém é morto em algum lugar porque era judeu, não temos o direito de gritar que ele não tinha culpa. Ele é culpado, porque o povo judeu como um todo não cumpre sua função. Todo filho desta nação é o seu representante.

Por outro lado, se as pessoas desempenhassem a sua função, elas não seriam mortas. Isso nunca teria acontecido.

Afinal de contas, nós estamos num sistema que é bastante determinante, onde não pode haver inconsistências, espontaneidade e acidentes. Isso não está na natureza. Este é um sistema enorme, contínuo e ideal.

Pergunta: Acontece que, por não cumprirmos o princípio do “ama o próximo como a ti mesmo”, nós olhamos para o mundo através dos olhos de Esaú, e não de Jacó. E o mundo nos pressiona assim como Esaú. E agora?

Resposta: É necessário chegar ao ponto em que todos na nação de Israel vão se sentir culpados.

Eu ouço as notícias de todo o mundo e me sinto culpado pelo que está acontecendo. Como resultado do estudo da Cabalá, eu comecei a sentir vergonha de olhar para as pessoas do mundo.

A mesma coisa vale para o povo judeu, porque eu tenho que entregar isso a eles, mas ainda não posso. Eu “dou à luz” ao sistema de explicação, disseminação e formação, para que outros ouçam, entendam. Eu me sinto culpado em relação ao resto do povo.

Pergunta: Por quê?

Resposta: Porque milhões de crianças na África estão morrendo, porque as pessoas estão sofrendo por e alguma coisa, calor ou frio, por seus problemas, conflitos e lutas, por alguns fenômenos naturais, seja humano, inanimado, vegetal ou animal. Guerras, vírus, furacões, tsunamis, terremotos, erupções vulcânicas; é necessário compreender que tudo isso é porque nós não cumprimos a nossa função, a nossa missão.

Nós precisamos educar o nosso povo para que eles se sintam culpados. Nós temos que levar as pessoas à verdade, onde ela não vai estrangulá-los, não vai prendê-los, não vai leva-los à loucura, ao suicídio, mas vai animá-los e dar-lhes um impulso para frente para que eles vejam que devem, e ao mesmo tempo, são capazes de fazer a correção do mundo.

De KabTV “Porção Semanal da Torá” 14/11/14

Como Uma Monstruosidade

laitman_749_02Nós vivemos em um momento especial e emocionante, cheio de acontecimentos imprevisíveis. Os últimos 60 a 70 anos após a Segunda Guerra Mundial, nós pensávamos que tínhamos criado um ambiente bom e viável.

Nos Estados Unidos, Europa, Israel, e muitos outros países, o povo judeu começou a se sentir mais confiante, não como exilados à mercê dos anfitriões, que podiam fazer o que queriam com eles. Em vez disso, eles começaram a se comportar como iguais.

É bastante surpreendente o quão rápido as coisas mudam. Depois que nós demos ao mundo vários cientistas de renome, florescente culturas e economia, enormes contribuições em todas as esferas da vida humana, de repente, apareceu uma nova e surpreendente onda de antissemitismo.

A sua intensidade é tão ruim que em algumas cidades dos EUA os judeus têm medo de usar kippahs (yarmulkes) nas ruas. Nossas crianças são espancadas nas universidades e acusadas de todos os tipos de pecados.

Antigos, primitivos e densos preconceitos que repetem a velha calúnia sobre os judeus – de que eles supostamente “bebem sangue para a Páscoa”, chefiam um governo mundial secreto que quer dominar o mundo, e, em geral, são culpados de todos os desastres que a humanidade está passando – têm sido revividos novamente agora.

Nós vemos que este sentimento é inerente ao ser humano, por natureza, e não depende de níveis culturais ou desenvolvimento. As nações do mundo vivem ao nosso lado; nós existimos entre elas, e ainda assim, de repente, uma animosidade selvagem, medieval e deprimente desperta nelas.

De onde vêm esses problemas? Por que nós acabamos ficando no centro de todos os impasses? Por que provocamos ódio nelas? Milhões de pessoas em todo o mundo participam de manifestações contra os judeus. Estudantes e professores universitários assinam petições contra o Estado de Israel.

Mesmo os judeus que não estão dispostos a se associar com Israel ainda caem numa categoria de pessoas odiadas e perseguidas só por causa de sua etnia judaica.

A única coisa é que o antissemitismo é uma parte da natureza. Todos os grandes pensadores assinalaram este fenómeno. Einstein escreveu que o antissemitismo é uma sombra de nossa nação da qual não podemos nos esconder.

Na verdade, a animosidade aos judeus emerge inclusive nos países onde os judeus nunca se estabeleceram. Realmente, nunca tivemos qualquer ligação com essas nações, mas, de alguma forma, nós ainda somos objetos de seu ódio. Independentemente do fato de que nós ajudamos muitas nações do mundo e expressamos nosso desejo de manter boas relações com elas, elas ainda nos consideram como párias: as mais estranhos e incompreensíveis criaturas que não pertencem a este mundo.

De onde vem essa sensação? O que é isso: uma maldição ou uma bênção? Qual é a raiz do problema?

A fim de entender esse fenômeno, vamos voltar à história, ao momento em que o nosso povo nasceu. Cerca de 4000 anos atrás, na antiga civilização da Babilônia, os seus habitantes viviam em paz e amizade. De repente, surgiu um descontentamento crescente entre eles, uma escalada de acusações mútuas, e um aumento na sensação de distanciamento entre o seu povo.

Bons amigos que falavam a mesma língua e que se entendiam muito bem se transformaram numa entidade hostil baseada no ciúme, ódio e rivalidade. As mudanças impressionantes que eles passaram desencadearam uma questão neles: “O que está acontecendo conosco?”.

Naquela época, um antigo sacerdote babilônico, Abraão, um dos muitos que exploraram este fenômeno, encontrou uma solução para ele. Ao estudar a natureza como um filósofo, astrônomo e grande cientista de seu tempo, ele chegou à conclusão de que este estado decorre da própria natureza da sociedade humana que propositadamente se desenvolve dessa forma, de modo que submerge em seu próprio egoísmo e, por fim, tem que subir acima do ego.

De acordo com Abraão, um período de paz que os babilônios apreciaram uma vez foi dado a eles como um exemplo. Mais tarde, surgiu a era da manifestação do ego, uma qualidade negativa que colocava em risco o seu bom estado.

Não foi por acaso. Pelo contrário, isso aconteceu porque as pessoas tinham que crescer conscientemente, subindo, assim, acima do egoísmo que as estraçalhou, separou-as umas das outras, e ameaçou destruir completamente toda a civilização. Abraão explicou que os moradores de Babilônia tinham que recuperar a cooperação positiva entre eles, apesar do egoísmo que os enfurecia naquele momento.

Visto que ele era um grande cientista, um líder espiritual da nação, ele criou sua teoria clara para apreciação pública. Ele também começou a disseminar essa ideia em todos os lugares que podia. Assim, dentro de um curto período de tempo, a antiga sociedade babilônica aprendeu sobre seu ponto de vista.

Uma parte das pessoas que entendeu a sua abordagem e aceitou a sua solução para o problema respondeu ao seu apelo e o apoiou. No entanto, a grande maioria das pessoas não estava disposta a aceitar suas ideias. De acordo com seu estágio de desenvolvimento interno, elas estavam confiantes de que deviam calmamente continuar a sua existência, o que parecia muito bom para elas.

“Por que é ruim?”, perguntavam. “Sim, nós competimos entre nós… E daí? Por isso, queremos desenvolver as ciências e promover a cultura. A competição nos dá estímulo adicional para um rápido desenvolvimento”. Era verdade, já que o egoísmo aumentou nos seres humanos para empurrá-los à próxima fase de desenvolvimento.

Este estado das coisas abriu dois caminhos que os babilônios podiam escolher. O primeiro caminho era o do desenvolvimento da moralidade na sociedade onde a interconexão benevolente entre todos os seus membros prevalecia sobre os avanços científicos e tecnológicos. Este método foi baseado não em destruir o egoísmo, mas em subir acima dele e construir uma conexão ainda mais forte entre todos.

O segundo caminho era o do avanço egoísta interno. Ele se baseava na concorrência e supressão de outros. No entanto, ele estimulava o progresso tecnológico.

Isso explica por que apenas uma pequena parte dos babilônios se juntou ao grupo de Abraão. Ele os levou para a terra de Israel. A partir deste momento, seus seguidores foram chamados de “Israel”, que significa “diretamente ao Criador”, ou seja, à força superior da natureza que governa e nos motiva a se unir. É assim que a nação judaica nasceu.

A humanidade dividiu-se em duas partes ideologicamente opostas: os judeus que perseguiram o objetivo da unidade, de acordo com a regra do “ama o teu próximo como a ti mesmo”, e as nações do mundo, que eram contrárias a essa regra devido ao seu antagonismo intenso e inclinação ao desenvolvimento técnico e material.

Ambas as partes se contradizem totalmente em sua filosofia em relação à vida. Esta é a principal diferença entre o povo judeu e o resto da humanidade. Esta é a origem de uma animosidade constante e de séculos aos judeus.

De KabTV “Contos” 24/10/14

Cabalistas Sobre A Nação De Israel E As Nações Do Mundo, Parte 12

O Povo De Israel Deve Cumprir A Sua Missão

Do artigo do Baal HaSulam, “Os Escritos da Última Geração”. Adições e rascunhos, Seção 2, da Introdução:

Eu já apresentei a essência das minhas opiniões em 1933. Eu também falei com os líderes da geração, e as minhas palavras não foram aceitas na época, mesmo que eu gritasse como uma garça e advertisse sobre a destruição do mundo; isso não causou nenhuma impressão.

Mas agora, depois das bombas atômicas e de hidrogênio, eu acho que o mundo vai acreditar em mim que o fim do mundo está se aproximando e a passos rápidos; e Israel será queimado antes das outras nações, como foi na guerra anterior; por isso, é bom despertar hoje o mundo para aceitar o seu único remédio e continuar a viver e existir.

Com Respeito Ao Terror, Elevação De Preços E Unificação Da Sociedade, Parte 2

Parece que o custo de vida não é um assunto que pega o coração e obriga-o a bater fortemente. Mas, na verdade, para alguns, isso poderia até ser mais significativo que a intifada.

Se eu acordar todas as manhãs e estiver atormentado com a idéia de como alimentar meus filhos pequenos, como terminar o mês sem déficit, sem novas dívidas e empréstimos bancários adicionais, então isso se torna um assunto de grande preocupação.

Essencialmente, a culpa não reside no banco, nem na empresa que faz iogurte infantil e que infla o preço. Nenhum deles é culpado. Pois eles estão agindo de acordo com sua natureza egoísta. Mas se quisermos influenciá-los, convencendo-os a fazer o preço dos alimentos para crianças quatro vezes menor, de acordo com o preço base de tais produtos, e que ainda eles ficarão com um grande lucro, é necessário mudar a base do pensamento deles.

É possível fazer isso através da influência do meio ambiente; então venha, vamos mudar nosso meio-ambiente! E isso não é através de gritos, protestos e manifestações; em vez disso, isto é feito através de conexão e união entre nós. [Leia mais →]

Quem É O Culpado Pelo Tumulto Árabe?

Pergunta: Hoje, os árabes israelenses, em certa medida, sentem que eles são cidadãos de segunda classe. Como, exatamente, a união entre todos os cidadãos judeus de Israel e as relações corretas entre eles, ajudarão os árabes a livrarem-se da sensação de estar sendo molestados?

Resposta: No final de”Introdução ao Livro do Zohar”, Baal HaSulam escreve que se o povo de Israel unir- se corretamente com base na garantia mútua, em conformidade com o “não faça aos outros o que você odeia para si mesmo”, e “ama o teu próximo como a ti mesmo”, então a força da unidade transbordará a partir deles, a água de um reservatório cheio, e vai espalhar-se para todas as nações do mundo. Eles sentirão donde a força da perfeição vem e juntar-se-ão ao povo de Israel.

Temos que entender que isto diz respeito à única influência viável de uma parte do sistema sobre a outra, e o impacto do povo de Israel sobre as nações do mundo, como resultado de que eles deixarão de considerar-se como nações “de segunda classe”. [Leia mais →]

Esperar Pelo Messias

Dr. MIchael LaitmanPergunta: O que é “a vinda do Messias”? Será que já entramos neste período?

Resposta: Não, a vinda do Messias é a revelação da força que tirará a humanidade do seu velho ego, aqueles que compreendem e anseiam por isso, e também aqueles que sequer sentem que estão no ego.

Por isso se diz que o homem tem que estar em um dos dois estados extremos, no estado bom ou no estado mau. Nós sabemos disso de acordo com os nossos estados espirituais diários.

Pergunta: Existe um estado intermediário?

Resposta: Estados intermediários não despertam a necessidade de redenção. Redenção do quê?

Eu preciso esperar e ansiar que esta força venha até mim. Tal estado precisa ser desejado, e eu, com toda a força, devo exigir o Messias, atrair essa força para mim, e tentar agir de modo que ela vai me puxar para frente.

Eu estou na expectativa de quando ela vai me redimir do ego, quando vai me elevar ao amor geral e doação, e eu vou me espalhar em todo o universo, de tal maneira que não vou sentir a mim mesmo, mas apenas o que está fora de mim.

O outro estado é completamente oposto ao primeiro estado. É completamente egoísta, selvagem e assustador. Mas, precisamente ao estar nele, eu entendo que sou um egoísta completo. Eu não espero e não chamo, porque entendo que existo nela e sinto o ego somo ruim.

Em cada grau de desenvolvimento espiritual, nós passamos alternadamente entre os dois estados. A transição de grau em grau ocorre em analogia com a mudança das formações sociais. Se a sociedade não rejeita completamente seu estado atual, ela não pode mudar a si mesma, ou seja, realizar uma revolução natural e subir para o próximo nível. Ela deve se separar de todas as relações que a conectam a este grau e se elevar. Em outras palavras, a fim de subir para um grau mais elevado, um potencial negativo deve se acumular.

Além disso, deve haver certa disseminação junto ao público, consentimento das massas, tensão interna na sociedade, luta entre as diferentes classes, etc., que sempre mudam o sistema. Enquanto isso, eu não vejo esses sinais no amadurecimento interior da sociedade. Por isso, nós ainda não entramos no período do Messias”.

De KabTV “O Messias Virá?” 14/11/14

Livrar O Mundo Do Vírus Do Antissemitismo

Dr. Michael LaitmanHoje nós nos sentimos completamente sozinhos no mar tempestuoso de ódio contra nós. Durante o último meio século não podíamos sequer imaginar uma situação como esta. Nós achávamos que o antissemitismo tinha sido uma fase passageira na história da humanidade.

De repente, ele irrompeu com uma nova fúria, envolvendo cientistas, homens de cultura, ciência e psicologia, ou seja, a parte mais desenvolvida e educada da humanidade, sem mencionar todos os outros.

Tal atitude em relação a nós é absolutamente irracional; é dentro da humanidade. As explosões de ódio, como uma doença mental, não têm conexão com o nível de desenvolvimento cultural, científico, social e econômico. Elas vêm por si mesmas e derramam durante certos períodos da história humana.

Em nossos dias, isso se expressa até mesmo entre aquelas pessoas que nunca tiveram qualquer conexão conosco. Este ódio contra nós não é completamente compreensível, porque elas realmente não sabem quem são os judeus.

Elas nos odeiam porque algum tipo de vírus irrompe de dentro delas. Para elas, ele é novo. Ele simplesmente irrompe dentro delas e se espalha em todas as direções.

Ao longo das gerações, os judeus foram vítimas de um vírus com o nome enfático “antissemitismo”. Mas em nossas mãos há o método de Abraão, com base nas leis, “E amarás o teu amigo como a ti mesmo”, “Não faça a seu amigo o que é odioso para você”, nos princípios do Arvut (Garantia Mútua) e da unidade.

Enquanto não trazemos esse método para a nossa atenção, não como uma teoria, mas como algo prático na vida diária, e não começamos a nos educar nesse sentido, nós mesmos alimentamos e revelamos este antissemitismo geral.

Assim, a atitude em relação a nós só vai crescer e se tornar mais grave dia após dia, apesar de qualquer calma temporária, após a qual vem uma nova onda de ódio, ainda maior do que antes.

Nós estamos dentro de uma estrutura natural, que tem demonstrado repetidamente a sua tendência até nós. Eu espero que nós possamos entender o que deve ser feito e tenhamos êxito nos reagrupar para proporcionar a todos segurança e um bom futuro.

Sem dúvida, tudo o que acontece entre nós influencia respectivamente a humanidade. Se começarmos a tomar medidas para nos conectar e unir, como um homem com um coração, o resto dos povos também irão se virar para isso sob nossa influência.

Eles não têm a liberdade de escolha, de modo que simplesmente nos seguem. De fato, imediatamente, nós vamos ver como as mudanças qualitativas em nossas atitudes causarão mudanças em sua atitude entre eles e conosco.

É impossível nos esquecermos disso; vale a pena considerar seriamente que a correção da nossa atitude de acordo com a regra geral “Ama o teu próximo” cobrirá todo o mundo e trará felicidade e bem-estar à humanidade.

De KabTV “Contos” 24/10/14