Textos na Categoria 'Israel'

A Preparação Acabou: É Hora De Agir!

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como podemos entender, conhecer e sentir o esforço que temos que fazer para nos conectar?

Resposta: Nós vemos o que está acontecendo no mundo, e até certo ponto, começamos a sentir que tudo nos leva para frente e que há uma força que nos leva a um objetivo único.

Como podemos fazer um esforço a fim de ascender acima de todos os pensamentos estranhos que nos confundem? Nós temos que entender que tudo vem até nós do Criador de propósito. Por um lado, Ele nos atrai a Ele, e, por outro lado, Ele nos confunde e nos mantém longe Dele para que possamos ser confiáveis para desenvolver a atitude correta em relação a Ele e em relação à nossa natureza para que possamos nos conectar a Ele.

Na verdade, é por nossa natureza oposta ao Criador e pela confusão e baixeza de nosso nível que podemos esclarecer, descobrir e alcançar a adesão com Ele.

Não é fácil, mas nós precisamos esclarecer este processo, porque é assim que crescemos. Ao mesmo tempo, devemos estar preparados para problemas externos ainda maiores que o Criador apresentará para nós à medida que avançarmos, de modo que vai ser cada vez mais tão difícil esclarecer os nossos problemas internos. Como está escrito: “Aquele que é maior do que seu amigo, o seu desejo é maior”.

O Criador criou tais condições internas para nós nas quais nós caímos em nosso ego por causa das coisas mais triviais, nas quais um novato não cai, mas uma grande pessoa cai nelas, já que, para ela, é um grande problema.

Por exemplo, não faz grande diferença se um trabalhador braçal que trabalha com um martelo pesado desvia um milímetro na direção errada, mas, para um neurocirurgião, qualquer pequeno desvio pode custar a vida do paciente. Portanto, se nós mesmos não passarmos pelas descidas, não saberemos todas as sutilezas, pois é apenas por nosso progresso que nos tornamos conscientes delas.

O Criador quer que nos aproximamos Dele, por isso precisamos de apoio. Nós não devemos esquecer que o nosso progresso não está no estudo mais profundo dos materiais, mas na conexão interna entre nós. Se a conexão entre nós for correta, vamos sentir o preenchimento da força interna chamada Luz, ou Criador, o Bore dentro de nós, que significa “venha e veja”. Como fazemos isso?

Eu vejo que isso é diferente em cada continente. Israel é caracterizado por problemas particulares, e, aqui, o Criador nos carrega de uma forma cruel e séria, mas, ainda assim, o grupo do Bnei Baruch não tem o poder de se conectar. Se falarmos dos israelenses em geral, eles ainda acham que é normal os mísseis caírem sobre suas cabeças e que tudo vai desaparecer.

Junto com as aflições, as pessoas se tornam insensíveis e não entendem o que está acontecendo. É como uma criança que apanha e, como resultado, fica cada vez teimosa. Quanto mais eu apanho, mais eu fico teimoso, e nada pode ser feito.

Assim, o trabalho com os israelenses não é nada fácil. Milhares de pessoas saem todas as noites para disseminar, organizar círculos de discussão, dar folhetos, e fazer o possível para influenciar o público. Estas são as condições que o Criador tem disposto para nós.

Na América do Sul, os grupos são muito bem-sucedidos, sensíveis e experientes. Há grupos que têm dificuldade para sair para disseminar, mas eles se dão muito bem um com o outro. Há grupos, ao contrário, que saem e disseminam nossos materiais. Eu estive na Columbia, Chile e México, e cada grupo é único. Eu acredito que o objetivo deve ser que toda a América do Sul se conecte porque os países têm uma língua comum. O Criador lhes deu uma condição muito séria, e eles devem subir acima das diferentes regiões e não jogar mais o jogo da separação, “Nós estamos aqui e vocês ali”, mas sim estabelecer um departamento latinoamericano sério, ou seja, dirigir todos os seus esforços para o estabelecimento de um todo.

O grupo do México teve uma Convenção muito poderosa de conexão e compreensão. As pessoas já cresceram e são bem treinadas e organizadas. O problema é que a espiritualidade está acima do ego, e só se nos conectarmos acima do ego, restringi-lo e construirmos um Masach (tela), seremos capazes de sentir o mundo superior, a sensação da alma.

Este é um trabalho muito sério. Durante a minha viagem, eu estava convencido de que o período de preparação acabou totalmente. Não há pessoas em Israel, Canadá e América do Sul que sabem mais ou menos do que outras, ou pessoas que não conhecem os materiais como outras conhecem. Nós realmente chegamos a certa base comum, e agora temos que trabalhar em nossa conexão única, que é a coisa mais importante. O período de preparação é longo. Agora, nós temos que trabalhar.

Em Israel, o trabalho na nossa conexão está num estado pior, uma vez que ele deve passar por todos os 125 níveis até alcançarmos a conexão completa.

A questão é como podemos realmente fazer isso. Eu acredito que não seremos capazes de controlar isso de dentro do Bnei Baruch, uma vez que, apesar da mentalidade que tem muito pouco efeito sobre a realização na espiritualidade e de todas as recomendações práticas que são idênticas para todos, as condições são importantes, e nós devemos trabalhar juntos de qualquer forma. E a mesma regra serve para todos, e o jeito que você a cumpre é com você.

Da Refeição na Convenção em Toronto 04/08/14

Uma Etapa Fundamental Na Disseminação

Dr. Michael LaitmanNós somos obrigados a abordar todo este assunto a partir do pensamento e da finalidade da criação, da perspectiva da imagem completa e geral. Nós não podemos entender e saber nem mesmo uma única peça, se não estivermos familiarizados com o seu lugar dentro do todo. Uma vez que toda a realidade é um sistema, não há nenhuma parte que não seja determinada pelo conjunto.

Em geral, toda a criação, todo o desejo de receber, definido como Malchut do mundo do Infinito, deve chegar à correção, equivalência de forma com a Luz do Infinito, o que significa que ele deve aumentar 620 vezes através de 125 níveis. Assim, se considerarmos o nosso mundo, será claro para nós que todas as criaturas que vemos devem chegar ao fim da correção. Nós estamos falando de toda a humanidade, mesmo que alguns bilhões de pessoas a mais sejam adicionados à população da Terra.

Por outro lado, as naturezas inanimada, vegetal e animal estão em adesão com o Criador, pois a força instintiva da natureza que as administra está latente nelas, sem pedir-lhes.

Em princípio, a liberdade de escolha e a possibilidade de agir de acordo com seu desejo, sem estar conectado diretamente com o Criador, são dadas apenas aos seres humanos. Isto significa que a oportunidade é dada às pessoas para elas mudarem um pouco.

Nós ainda precisamos examinar exatamente como essa capacidade é expressa em alguém que anseia em ser como o Criador. Pessoas como estas são chamadas de “Israel”, que significa direto ao Criador, “Yashar El“. E alguém que não anseia por isso se diz que pertence às “nações do mundo”. Mas, afinal, tanto eles como os outros devem alcançar plena equivalência de forma com o Criador através da cooperação entre si.

No curso do desenvolvimento em nosso mundo, há pessoas, mais precisamente, desejos, com tal anseio que foi preparado desde o nascimento. Pessoas como estas (Israel) recebem um empurrão (um chamado) para descobrir o Criador, para se aproximar Dele, e chegar à adesão com Ele. Elas devem fazer isso em primeiro lugar e as outras virão depois delas; em última análise, todo mundo vai chegar a sua própria correção final com respeito ao Criador.

A diferença entre os meios para a realização do Criador também é derivada disso. Em geral, o meio é chamado de sabedoria da Cabalá. Mas Israel e as nações do mundo a utilizam e realizam de forma diferente. O tempo previsto para todo o processo é de 6000 anos, durante os quais, sem dúvida, todas as criaturas devem chegar à adesão com o Criador.

Toda a natureza inanimada, vegetal e animal sobem e descem na escada da adesão, juntamente com o nível falante, sem qualquer esforço de sua parte. E as pessoas devem avançar individual e coletivamente a partir de sua livre escolha.

Portanto, há uma diferença na disseminação da sabedoria da Cabalá para Israel e as nações do mundo. Uma pessoa que pertence a Israel sente uma atração e um elo com ele; ela sente que a oportunidade de realização está escondida aqui, então fica muito feliz de encontrar a sabedoria da Cabalá. Isto porque desde o início ela sentiu uma deficiência que se expressa na pergunta: “Qual é a razão de viver”. No momento, ela não tem nenhuma razão para viver; não sente qualquer “sabor” verdadeiro e realização na vida; em vez disso, ela sempre sente que algo está faltando. Nesse caso, depois que ela se familiariza com a sabedoria da Cabalá, ela descobre que encontrou um meio de realização.

E as pessoas que não sentem que algo assim está faltando e simplesmente se sentem mal nos níveis inanimado, vegetal e animal de desenvolvimento, podem, no entanto, sentir uma deficiência por meio do qual podem se conectar com a sabedoria da Cabalá. Certamente, elas não precisam dela, mas as deficiências habituais que o Criador desperta nelas, com a ajuda da crise geral, as empurram a procurar uma vida melhor. Então, gradualmente, elas encontram uma deficiência por coisas mais elevadas.

Há uma série de razões para isso. Uma delas é que as suas deficiências diárias ainda estão em desenvolvimento e o “ponto no coração”, que antigamente estava oculto, agora se revela. Além disso, o desejo de ascender também pode ser descoberto como resultado da integração com o povo de Israel, ou seja, com as pessoas que anseiam pelo Criador, e, juntamente com estas, elas se tornam um só corpo, um vaso (Kli). Esta é a maneira como é projetado para a maioria das nações do mundo.

De qualquer forma, cabe a nós olhar para as coisas corretamente e também compreender as razões para a atitude negativa das nações do mundo para com o povo de Israel e as acusações contra o povo de Israel, que em vez de trazer-lhes prazer, trazem-lhes sofrimento, dificuldades e problemas. Eles culpam Israel por todo o mal que existe no mundo, e isso aponta para uma ligação entre as nações do mundo e Israel, e sua interdependência também. Mesmo que as nações do mundo descubram a conexão de uma forma mais negativa, isso ainda se refere ao quanto elas sentem sua dependência em relação aos filhos de Israel.

Portanto, cabe a nós pensar cuidadosamente em como podemos corrigir esta situação e por que o Criador despertou a nós e as nações do mundo especificamente desta forma para que acabássemos por alcançar a adesão absoluta com Ele.

No estágio atual, a nossa disseminação incide sobre o povo de Israel. Como o Baal HaSulam explica no final da “Introdução ao Livro do Zohar“, no início do processo, as partes internas que anseiam em descobrir o Criador estão unidas. Depois disso, aqueles que têm Reshimot (genes espirituais) remanescente de suas antigas subidas à doação e adesão com o Criador, desde os dias do Beit HaMikdash (templo) vão se juntar a elas, ou seja, ao vaso (Kli) coletivo com uma intenção em prol da doação com base na união com Israel. Portanto, nós temos que despertar aqueles que são chamados de judeu pelo “passaporte” e não de acordo com suas aspirações.

E junto com isso, nós temos que despertar todas as nações do mundo para que possam conhecer o processo geral, porque nós estamos nos dias do Messias, como Baal HaSulam e outros Cabalistas escrevem. Hoje nós já estamos falando de toda a correção geral para que todos reconheçam o processo de correção e o compartilhem.

Portanto, cabe a nós disseminar a sabedoria da Cabalá ao mundo todo. Afinal, se diz que a redenção virá especialmente graças à disseminação da sabedoria da Cabalá e da disseminação do Livro do Zohar em todo o mundo. Há uma necessidade tanto nas pessoas que anseiam pelo Criador e são chamadas de Israel na espiritualidade, e também nas pessoas que pertencem a Israel no nosso mundo (os judeus) que não sentem o anseio. A partir de hoje, todos devem entender o objetivo da criação.

Assim, o Criador está despertando problemas em todos os lugares, incluindo a ameaça de uma terceira guerra mundial e a crise geral na natureza e na sociedade humana. Com isso, Ele desperta todas as pessoas, todas as nações do mundo, a trabalhar para alcançar a meta. Portanto, nossas explicações devem chegar a todos sem exceção.

Da Conversa sobre a Importância da Disseminação 12/08//14

As Nações Do Mundo Vão Ajudar Os Judeus A Se Unir

Dr. Michael LaitmanPergunta: É típico que os chefes de muitas organizações que são contra Israel sejam, eles próprios, judeus. Como devemos nos relacionar com isso?

Resposta: Se quisermos mudar a situação, temos que trabalhar somente entre os judeus e isso com certeza vai ser suficiente. Mas seria muito útil se fôssemos ajudados externamente.

Portanto, nós devemos nos voltar a várias organizações e sair a todas as nações do mundo, e explicar todo o processo a elas para que elas gradualmente entendam por que o ódio contra os judeus é criado nelas e o que é que elas esperam de Israel. Então, o mundo inteiro vai ajudar o povo de Israel, mas apenas na condição de que eles entendam a sua obrigação de se unir como um homem com um coração.

Afinal de contas, através de Israel, o poder de unificação estará aberto ao mundo. Unificação é a única coisa que está faltando no mundo. Imaginem o quão maravilhoso o mundo se tornaria se todas as pessoas estivessem conectadas com boas relações. Há abundância plena no mundo; basta distribuir corretamente entre todos, então todos serão felizes.

Comentário: Um dos exemplos mais tangíveis é um perito independente na ONU para a proteção dos direitos humanos nos territórios palestinos, Richard Falk, mais conhecido por simpatizar com os palestinos e sua atitude negativa em relação a Israel. Os jornais o chamavam de “antissemita”.

Ele é membro de uma organização “Stop the War”, que se refere apenas à guerra contra os palestinos e culpa Israel com toda a sua força. Ele é uma pessoa altamente educada, um ex-professor da Universidade de Princeton, e, ao mesmo tempo, parece ser contra Israel, mesmo que ele próprio seja um judeu.

Resposta: Esse não é um fenômeno único. Valeria a pena explicar a ele, enviar-lhe a nossa informação, os nossos panfletos. A correção virá de ambos os lados. O principal é a unificação entre os judeus, que deve ser descoberta e se expandir, e, assim, a partir deles, ela vai sair às nações do mundo.

Porém, para que os judeus sejam capazes de consolidar e criar esse poder de unificação, eles precisam de ajuda externa. Esta ajuda pode ser negativa, assim como uma ameaça de lobos forçam ovelhas a se unir. E pode ser uma ajuda positiva, de uma boa força, quando as nações do mundo ajudam esta unificação e também querem participar. Assim, os judeus se unirão, vão querer agradar as nações do mundo e implantar suas demandas.

Isso significa que é possível atingir essa unificação pelo bem ou pelo mal. Certamente será muito melhor se as nações do mundo entenderem o que está acontecendo e exigirem que os judeus se unam. Elas declarariam que isso é imperativo para elas e até mesmo exerceriam pressão e ajudariam a atingir essa unificação.

Tal nível de consciência pode ser alcançado através da nossa disseminação, movendo o mundo em direção a uma boa forma de evolução. Assim, a disseminação deve ser dirigida tanto para os judeus e as nações do mundo, mas, no entanto, o principal trabalho é feito entre o povo de Israel.

De KabTV “Antissemitismo” 21/07/14

Revelação Obrigatória da Sabedoria

De “Quem é Você, Povo de Israel”

À medida que o mundo geme sob a pressão de duas forças conflitantes – a força global de conexão e a força de separação do ego – nós estamos caindo no estado que existia na antiga Babilônia antes da dispersão. Infelizmente, hoje não podemos nos separar e sedar os nossos egos. Nossa única opção é trabalhar em nossa força positiva que equilibra a força negativa do nosso ego.

O povo de Israel, descendente dos antigos babilônios que seguiram Abraão, deve implementar a sabedoria da conexão, denominada a sabedoria da Cabalá. Eles são obrigados a estabelecer um exemplo para toda a humanidade, e assim tornar-se uma “Luz para as nações”.

A Chave para a Felicidade

As leis da Natureza ditam que todos nós vamos alcançar um estado de unidade. No entanto, existem duas maneiras de chegarmos a esse final feliz: 1) o caminho do sofrimento mundial: guerras, catástrofes, pragas e desastres naturais, ou 2) o caminho do equilíbrio gradual do ego, o caminho que Abraão plantou em seus discípulos. O último é o que sugerimos.

O texto completo do folheto está aqui.

O Segredo Essencial Dos Judeus, Parte 49

Do livro: O Essencial Segredo Dos Judeus, M. Brushtein:

Organismos Unem

Um organismo é um sistema biológico com diferentes níveis de organização: molecular, celular, tecido, etc..

Um organismo funciona como um ser vivo completo e tem um conjunto de propriedades (metabolismo, crescimento, desenvolvimento, reprodução, hereditariedade, etc.), que o distingue da matéria inanimada. (Dicionário Acadêmico)

Organismos assumem o bastão “social” a partir de células, e, como elas, começam a se conectar uns com os outros. Nós estamos falando sobre a presente lei em si mesma.

A essência desta lei é que as estruturas vivas sempre formam uma coalizão quando há uma oportunidade. Os participantes de uma associação são capazes de resolver problemas que são grandes demais para cada um deles separadamente.

O alcance deste princípio abrange todos os níveis do mundo orgânico, desde a interação de células que compõem o corpo, para as relações sociais em populações de todos os seres vivos do nosso planeta, incluindo o Homo sapiens. (Eugene N. Panov, Escape da Solidão)

Vamos concordar por um momento que é a lei. Então, o que podemos fazer com uma doença tão terrível como o câncer? Sabe-se que as células cancerosas, os agressores, agem no exato sentido oposto, e que os sentimentos sociais são estranhos a eles.

Estudos científicos sobre o comportamento de células normais e cancerosas, em um ambiente artificial, têm demonstrado que estas últimas, ao contrário das células normais, tornam-se socialmente incontroláveis. Isso significa que as células cancerosas não respondem aos sinais vitais dos parceiros celulares e começam a comportar-se como indivíduos anti-sociais. (Eugene N. Panov, Escape da Solidão)

A maneira mais fácil de dizer isso é que a exceção confirma a regra. No entanto, este não é o caso. Acontece que as células cancerosas não são menos, mas talvez mais sociais do que a parte lesada.

Eshel Ben-Jacob, físico da Universidade de Rice, em Houston, afirma: O câncer é um inimigo sofisticado. Há cada vez mais evidências de que as células cancerosas usam comunicações avançadas para trabalhar em conjunto, para escravizar as células normais, criar metástases, resistir a drogas e enganar o sistema imunológico do corpo. (Fonte: Rice, Sabedoria não Convencional)

Parece que todas as células preferem a cooperação ao passatempo individual. Mesmo o câncer. Vamos continuar nossa pesquisa em um nível mais avançado – vegetativo.

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Material Relacionado:
O Segredo Essencial Dos Judeus, Parte 46
O Segredo Essencial Dos Judeus, Parte 47
O Segredo Essencial Do Judeus, Parte 48

No Ciclo Dos Feriados

Dr. Michael LaitmanO Ano Novo é o começo de uma longa cadeia de correções internas que gradualmente passamos. Nós começamos a entender nossa missão nesta cadeia quando chegamos ao Dia do Julgamento (Yom Kippur), onde julgamos a nós mesmos de forma rigorosa.

Nós tomamos uma decisão sobre o que precisamos fazer para alcançar a força que estabelecemos como nosso objetivo. Esta força é unida, e, portanto, nós também precisamos nos tornar como um só homem, unindo toda a humanidade.

Desta vez, a unidade inclui não apenas o pequeno grupo que uma vez fugiu da antiga Babilônia, e não só a nação de Israel. Agora toda a humanidade deve alcançar a unidade com o sistema geral da natureza. É assim que entendemos a força e singularidade do Dia do Juízo.

O ápice do Dia do Julgamento é quando lemos um trecho do Livro dos Profetas, Maftir Yonah, que fala sobre Yonah (Jonas), o Profeta que o Todo-Poderoso enviou para Ninveh (Nínive) para avisar as pessoas que vivem lá que a cidade será destruída se não se arrependerem. A história nos diz que Yonah queria fugir de sua missão de levar toda a humanidade à correção, onde a cidade de Ninveh representava a humanidade. No entanto, o curso dos acontecimentos se desenrolou de forma que ele entendeu que não seria capaz de fugir e que tinha que cumprir a missão que lhe fora confiada.

A nação de Israel, como o Profeta Yonah, sabe sobre sua missão e tem o poder de cumpri-la, e deve tirar o mundo inteiro, toda a “cidade de Ninveh“, de sua situação.

Depois nós temos o feriado de Sucot, quando nos sentamos na sombra de uma tenda especial – a Sucá, ou em outras palavras, nós nos cobrimos com uma tela. Os quatro símbolos do feriado de Sucot – o Lulav (ramo de palmeira), Hadassim (ramos de murta), Aravot (ramos de salgueiro) e Etrog (uma fruta cítrica) – simbolizam o HaVaYaH completo, ou os quatro estágios da revelação da força superior em seu desejo de receber corrigido.

Nosso desejo egoísta tem quatro camadas que precisamos corrigir. O egoísmo é o que está entre nós, impedindo de nos unirmos. Se pudermos conectar todas estas formas de egoísmo junto (tomar todos os quatro símbolos de Sucot em nossas mãos) e apontá-las diretamente à força da unidade, isso significa que realizamos a bênção chamada “Arba Minim“.

Sucot é seguido pelo feriado de Simchat Torah (a alegria da Torá), quando nos regozijamos com a força superior que veio até nós o tempo todo e nos ajudou a fazer as correções e passar por todas as suas fases.

Depois nós chegamos ao feriado de Hanukkah – um estado em que não queremos nada. Nós só olhamos para as velas do feriado, mas não as usamos. Hanukkah é uma festa espiritual, porque nós só nos regozijamos com a Luz, em como a força superior é definida dentro de nós e nos separa de nosso egoísmo ou do mal dentro de nós, enquanto todos nós juntos desejamos nos conectar com essa força.

O próximo feriado é Purim, ao contrário de Yom Kippur (KiPurim: como Purim). Em Yom Kipur nós observamos um jejum especial, enquanto em Purim, ao contrário, comemos e bebemos para a satisfação do nosso coração, e nos alegramos. Em Purim há o mandamento de ficar tão bêbado que você não pode dizer Haman separado de Mordechai, um pecador de um homem justo.

Isso é porque nós já não somos tão efêmeros ou desprovidos de qualquer egoísmo como em Hanukkah, mas, pelo contrário, corrigimos o nosso mal. Nós corrigimos todo o egoísmo anterior e as inclinações ao mal contra a unidade. É por isso que este feriado é oposto ao Dia do Julgamento, o Yom Kippur, o qual é “como Purim“. Em Yom Kippur os desejos não corrigidos apenas se revelam, enquanto que em Purim eles realmente se tornam corrigidos.

Agora todos os desejos e aspirações podem ser conectados num todo. Cada pessoa pode dar presentes aos outros, demonstrando seu amor. É assim que chegamos ao estado em que não diferenciamos entre um pecador e um homem justo, já que tudo está corrigido. Você está autorizado a fazer o que quiser, e vai ser bom! Não existe diferença entre as pessoas. Todas as nossas aspirações, desejos e pensamentos são corretos.

O feriado seguinte, Pessach, simboliza o nosso êxodo constante do mal em bem, da escravidão à liberdade. Nós saímos do nosso egoísmo, “passamos por cima” (Pasah) dele, tornando-nos livres da escravidão, do poder do nosso desejo egoísta que reina sobre nós, e o transcendemos.

Depois começamos a contar os dias do Omer, onde contamos as correções de nossos desejos até alcançarmos o feriado de Shavuot, a Entrega da Torá. Nós discernimos que temos que receber a força superior, que nos corrigirá, porque a única coisa que temos dentro de nós é a inclinação ao mal. Porém, além da inclinação ao mal, um meio de corrigi-la foi criado – a Torá, a Luz que Reforma.

O feriado de Shavuot, a entrega da Torá, significa que nós temos que receber a força para a nossa correção de cima. Essa força nos ajuda a construir a nós mesmos, mas não podemos permanecer nesse estado e assim partimos. Este colapso é simbolizado pelo 9o de Av, que completa o ciclo.

Através da construção de nós mesmos, e depois a quebra, nós chegamos a compreender as razões para a nossa queda e toda a profundidade do mal. Antes disso, o mal estava escondido e não era suficientemente evidente, mas agora nós entendemos que precisamos de uma maior correção do mal. Ao corrigir isso, nós atingimos o fim da correção.

É muito parecido com prometer a si mesmo que você não vai comer nenhum doce, e em seguida, encontrar-se numa confeitaria onde você está cercado por tantas delícias que se esquece completamente de sua promessa e do fato de que açúcar é ruim para você. O prazer o escraviza e você acaba dominado por ele.

A mesma situação ocorre no 9o de Av, mas numa escala muito maior. No entanto, através deste colapso, nós aprendemos com que profundidade teremos que nos corrigir, a fim de suportar a enorme “confeitaria” que nos confunde. Isso é porque nós precisamos nos corrigir e não apenas em relação a um pequeno doce, mas em relação ao todo tremendo egoísmo.

É assim que alcançamos a correção completa. Nós alcançamos a unidade e, assim, chegamos à equivalência com toda a natureza. Mas isso não é suficiente. A história de Yonah, o Profeta, nos lembra que temos que cuidar do resto da humanidade. É quando, depois de se corrigir, a nação de Israel passa o método a toda a humanidade. Ela se dirige à humanidade como à cidade de Nivneh, a fim de corrigi-la.

Assim, o mundo inteiro atinge um estado de prosperidade, completando o ciclo que é simbolizado pelos feriados judaicos.

De KabTV “Uma Nova Vida” 14/09/14

O Destino Nos Uniu E É Irreversível


Pergunta: A operação militar, “Protective Edge”, e todos os eventos relacionados a ela evocaram um sentimento especial de conexão na nação israelense. A nação de Israel se une cada vez que nos encontramos numa situação de emergência, mas desta vez a conexão que foi sentida foi extraordinária e especialmente forte e sem precedentes.

Isso afetou a todos, incluindo crianças pequenas e idosos. Há uma foto de um tanque coberto com desenhos de crianças que foram enviados aos soldados. Estranhos visitaram os soldados feridos, ajudaram suas famílias, e enviaram pacotes ao front. Nunca houve uma expressão de ajuda mútua em tal escala. Qual é o sentimento especial despertado na nação israelense durante a guerra?

Resposta: Há uma força especial escondida na nação de Israel, e eu tenho visto até mesmo referências a ela em livros e filmes de diretores que não são israelenses. Há certa preparação para o sacrifício pessoal no povo judeu. Isso pode ser expresso em sua atitude em relação à ciência, a uma profissão específica ou a um determinado assunto. A pessoa sente que deve se dedicar totalmente a uma determinada ideia. Embora este fenômeno exista em cada nação, ela se expressa ainda mais exclusivamente entre os judeus. Eles expressam sua lealdade, a sua conexão, na medida do sacrifício pessoal, sempre que têm a oportunidade de fazê-lo.

A pessoa não procura nenhuma recompensa e não se importa se os outros sabem sobre suas ações, fala sobre ela, ou se lembra dela como um herói. A prontidão para o sacrifício que decorre da história do povo judeu, de repente desperta numa pessoa.

No passado, nos dias do Primeiro e Segundo Templos (que simbolizam um vaso inteiro, uma alma), nós estávamos conectados. Esta conexão criou uma ligação muito profunda e eterna que nos nutre e preenche até hoje. Ela invoca em nós o sentimento especial entre o indivíduo e a nação de Israel, mesmo que ele fizesse tudo em seu poder para se separar de toda a nação e fugisse para um lugar remoto nos confins da Terra, de modo que ninguém soubesse que ele é um judeu, de modo que ele se esqueceria dela e fosse como todos os outros. No entanto, ele não pode fazer isso, já que as conexões entre os nós estão acima deste mundo e estão no nível do mundo superior. Assim, o indivíduo não pode deixar de ser judeu, mesmo que queira.

Esta conexão é expressa mesmo depois de várias gerações, quando o próprio indivíduo não sabe que é judeu. Eu conheci muitos assim. Especialmente na Espanha e em Portugal, muitas vezes eu encontro indivíduos que dizem que não são judeus de nascimento, mas que sentem que pertencem à nação judaica. Eles são os descendentes dos convertidos que foram forçados a abandonar a religião judaica sob a ameaça da expulsão da Espanha, mas a conexão com o povo judeu ainda vive dentro deles.

É um fenômeno natural que decorre do sistema da realidade. A conexão foi gradualmente criada num nível espiritual muito alto quando todo mundo estava conectado no estado de um homem em um só coração, em uma só alma. A conexão imprime dentro de nós um gene espiritual especial num nível superior ao que estamos hoje, no nível humano.

Portanto, não podemos quebrar essa conexão porque ela é imutável, e só pode ser reconstruída. Assim, nós despertamos hoje como resultado de diferentes problemas e dificuldades e voltamos ao estado da conexão interna.

Não há escolha. Nós estamos conectados, e o destino, o Criador, nos desperta. Nós tivemos pressões suficientes no nível corpóreo – onde vivemos no nível animal – e o sentimento da presença do nível humano imediatamente desperta em nós num nível diferente, superior. Este é o nível em que estávamos durante a conexão e ao qual podemos voltar agora.

Essa conexão interna existe entre todos os judeus, e até mesmo em todas as tribos perdidas do tempo do Primeiro Templo. Há muitas pessoas no mundo que pertencem a essas tribos perdidas. Os corpos não são reencarnados, mas a alma continua a mesma alma. Há a mesma conexão entre nós que está escondida, mais interna, eterna, espiritual, e mais sublime.

De KabTV “Uma Nova Vida” 12/08/14

Um Novo Faraó Com O Nome “Hamas” É Desnecessário

Dr. Michael LaitmanComentário: Há uma sensação da existência de uma profunda conexão interna dentro do povo de Israel que é despertada cada vez que há uma ameaça externa.

Resposta: Quando nos pressionamos desde um nível físico, começamos a sentir uma conexão interna num nível superior. Pode-se dizer que essa conexão é despertada, ou mais precisamente, nos tornamos mais sensíveis a ela.

Eu vivo minha vida: casa, família, trabalho, e, de repente, uma tensão é criada nesta vida: problemas ou guerra. Como resultado disso, eu quero estar menos conectado a este estrato da vida, menos envolvidos com a fisicalidade. Eu quero subir acima dele e me afastar mais dos problemas.

Isso me ajuda a sentir menos o nível físico regular e me tornar mais sensíveis a um nível mais elevado de vida em que já estamos conectados juntos como uma só alma. No passado, nós já usávamos esse princípio, ser como um homem com um coração, vivíamos como um povo, como uma alma, com um desejo, uma intenção e meta, Arvut mútuo.

Cada um entendia para que estava vivendo, de acordo com o princípio, “não faça ao seu amigo o que é odioso a você”, e “amarás o teu amigo como a ti mesmo”, “todos de Israel são amigos”. Unidade e Arvut permeavam as pessoas. Este estado existiu e foi registrado em nossos genes, embora não continuasse por um longo tempo. Assim, em nossa raiz, nós pertencemos a este nível. No momento em que as coisas são ruins para nós num nível físico, nós nos tornamos mais sensíveis ao nível espiritual.

O nível espiritual é sempre encontrado em nós, e nos momentos difíceis a sua sensação é despertada imediatamente. Portanto, nós estamos prontos para ajudar os soldados e também um ao outro. Nós fazemos isso não só porque nos sentimos como irmãos em momentos de dificuldade e nos conectamos num nível físico como animais que são salvos de um incêndio florestal, mas também por razões superiores.

Nossa cooperação mútua é derivada de raízes espirituais, o que significa que nós pertencemos a uma única raiz. Uma conexão como essa não existe neste mundo. Ela possibilita sentir um ao outro de tal modo que não é dado encontrar diferenças neste respeito mútuo, no coração coletivo. Isto é o que é chamado ser “como um homem com um coração”.

Nós temos que voltar a este estado “como um homem com um coração”. E não permitam que esse processo avance por meio das pragas do Egito, como no passado. Estas pragas aproximaram os filhos de Israel da unificação; como se diz, o Faraó aproximou os filhos de Israel do Criador. No entanto, agora cabe a nós avançar em direção à unidade com nossas próprias forçar – não há necessidade da guerra, de um novo Faraó com o nome de “Hamas” e inimigos adicionais que nos atacam de todas as direções.

Em vez disso, cabe a nós desenvolver em nós uma sensação da importância desse estado quando estávamos juntos, e queremos alcançá-la da melhor forma e não através de golpes. Venham, vamos começar a falar sobre ela, alimentá-la, divulgá-la, de modo que a unificação vai se tornar algo desejável para nós; então não vamos precisar de qualquer influência externa negativa e vamos avançar da melhor maneira.

A conexão espiritual sempre se encontra no meio de nós, só que é ocultada atrás de preocupações diárias. No entanto, nós podemos despertar essa conexão não só em tempos de guerra, mas também na vida cotidiana. Então nossa vida diária se tornará mais espiritual e dirigida a um objetivo mais nobre. É possível usar a vida diária para renovar e reviver constantemente a conexão interior cada vez mais.

De KabTV “Uma Nova Vida” 12/08/14

O Gene Da Unidade Que Despertou

Dr. Michael LaitmanPergunta: A nação de Israel passou por muitas guerras e sempre teve um momento difícil elevando o ânimo. Porém, por que há um sentimento especial de conexão revelado nesta guerra que não pode ser comparado a qualquer outra coisa?

Resposta: Nós estamos avançando junto com toda a humanidade a um estado chamado de um sistema global. Ele obriga todos nós a se conectar em harmonia num sistema fechado, uma vez que toda a natureza existe de acordo com este princípio.

A força superior da natureza é única, e não há nada além disso. A humanidade tem que existir num sistema que é similar ao sistema superior e que é compatível com ele. Quanto mais longe estamos dos limites de conexão e unidade, de cooperação e conexão mútua, mais golpes nós recebemos.

Nós temos que perceber que os golpes que recebemos são intencionais e que há uma razão para eles. Eles são destinados a nos ensinar que a conexão é uma coisa boa, enquanto a separação e o desprendimento são ruins, e que vale a pena se conectar um ao outro mentalmente, a fim de se conectar a este sistema de forma consciente e pela nossa própria vontade. Nós vamos alcançar isso sem pressão e golpes, mas porque queremos estar conectados, visto que apreciamos a conexão e a doação mútua.

O amor ao próximo não é uma lei formal que devemos seguir, e não é um domínio estrangeiro que nos pressiona e nos obriga a obedecê-lo. Nós temos que chegar a um estado em que começaremos a apreciar e entender por nós mesmos que ela é muito mais sublime do que a nossa natureza atual, como é bom e maravilhoso quando há cooperação mútua, respeito, apoio e ajuda mútua entre nós.

Embora nossa natureza egoísta a deteste, esta oposição realmente nos ajuda a esclarecer exatamente qual atributo é mais importante e sublime, e mais humano, e a preferir doar mais do receber, o amor acima do ódio, e a conexão e unidade acima da separação.

Quanto mais rápido descobrirmos essa inclinação da natureza para a doação, melhor será para nós. Portanto, nós nos encontramos agora numa crise global que se destina a nos mostrar o quão longe estamos da harmonia mútua e até que ponto somos responsáveis ​​por ela como seres humanos em face de toda a natureza.

Hoje, mesmo os astrofísicos dizem que o pensamento humano provoca explosões em estrelas distantes na profundidade do universo. Eles sentem isso como resultado de suas pesquisas que os torna sensíveis ao que acontece no espaço.

O homem é a coroa da criação, e está em seu poder trazer todas as partes da natureza -incluindo a natureza inanimada, vegetal, animal e humana – ou à conexão ou à separação. Se a natureza aspira a conectar todas as suas partes separadas, nós, humanos, devemos pensar nisso e aspirar na mesma direção.

Se aspirássemos mesmo um pouco em direção à unidade, poderíamos despertar os genes espirituais ocultos que estão em nós desde o momento em que existimos como um homem. Então, poderíamos anular todos os obstáculos e golpes. Não haveria necessidade deles em nosso avanço à conexão, uma vez que eles vêm apenas por uma razão: para despertar a raiz da unidade abrangente em nós e nos forçar a cumpri-la.

De KabTV “Uma Nova Vida” 12/08/14

Cabalá Para Todos

Somente através do amor nós podemos ter sucesso, ou como O Livro do Zohar diz: “Tudo está no amor” (Porção VaEtchanan), uma vez que “ama o próximo como a ti mesmo” é a grande regra da Torá, como o rabino Akiva afirma. Esta é a essência da mudança que a sabedoria da Cabalá está oferecendo à humanidade. O resultado de conexões apropriadas e unidade entre nós próprios será a revelação da força positiva, e o desaparecimento completo de todos os problemas.

Em seu ensaio, “Introdução ao Livro Panim Meirot uMasbirot“, o Cabalista, Rav Yehuda Ashlag escreve: “Está escrito no Zohar: ‘Com esta composição [O Livro do Zohar], os filhos de Israel serão redimidos do exílio’. Além disso, em muitos outros lugares, [está escrito que] só através da expansão da sabedoria da Cabalá nas massas obteremos completa redenção”.

A nossa organização estabeleceu para si própria a meta de seguir os passos dos grandes Cabalistas e divulgar o método de conexão com o mundo inteiro. Nós temos filiais em 64 países, e mais de dois milhões de estudantes em todo o mundo. Estes estudantes têm apenas uma esperança: alcançar a unidade da maneira certa.

O texto completo do folheto está aqui.