Pergunta: No entendimento geralmente aceito, amor significa condescendência. Como podemos falar sobre amar o próximo se, em essência, estou pedindo que você pare de amar a si mesmo, e isso mais parece ódio? Como saímos deste paradoxo?
Resposta: Você não precisa parar de amar a si mesmo.
Pergunta: Mas o Rabash diz que uma pessoa deve chegar ao ódio de si mesma.
Resposta: Isso acontecerá gradualmente. Depois de amar não apenas dez, mas geralmente todas as pessoas, você descobrirá que trata a si mesmo com indiferença.
Pergunta: Ou seja, você não deveria lutar pelo ódio?
Resposta: Sob nenhuma circunstância pode haver qualquer ódio.
Pergunta: Algumas pessoas inicialmente não se amam. Como devemos abordá-las porque elas estão certas sobre alguma coisa?
Resposta: Não, elas estão erradas. Uma pessoa deve amar a si mesma e a todos os outros, comparar sua atitude para consigo mesma com sua atitude para com os outros e tentar torná-los semelhantes.
Pergunta: Existe uma abordagem que diz que para amar o próximo como a si mesmo, você deve primeiro amar a si mesmo. Isso está certo?
Resposta: É verdade, mas o fato é que se você agora revelar amor por si mesmo, não terá forças para amar o próximo. Portanto, é melhor amar o próximo como a si mesmo e depois comparar o amor a si mesmo com o amor ao próximo.
Da Lição Diária de Cabalá 22/07/24, Escritos do Rabash “Qualquer Pessoa com Quem o Espírito do Povo Esteja Satisfeito – 2”
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