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Os BRICS Não Salvarão A Europa

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (do “Panorama.it”): “Nada mudou depois do encontro do G20 em Cannes. Os países do BRIC esqueceram os compromissos feitos em Cannes.

“Hoje, a China está por trás das escolhas feitas pelos países desenvolvidos, e é o único país que ousou falar directamente. O Ocidente prefere não comentar este passo para trás.

“‘A Europa não deve esperar que Pequim dê uma porção significativa de suas reservas em moeda estrangeira para salvar os países mais endividados’, observou Vice Ministro Chinês de Relações Exteriores Fu Ying. O Velho Mundo pode continuar um mercado para as exportações da China. E se a China não for investir na Europa, é difícil imaginar que a Índia, Rússia, Brasil ou África do Sul o façam.

“Estes países estão agora muito mais interessados em apoiarem o crescimento e o desenvolvimento dentro das suas fronteiras nacionais… Estão convencidos que as importações européias não acabarão tão depressa, independentemente da sua ajuda”.

Meu Comentário: Apenas uma solução comum para a crise global é possível: ir em direcção à integração em tudo, acima de todas as diferenças, em nome da salvação, que reside apenas na garantia mútua de todos os habitantes da Terra.

Escolha Do Grupo

Dr. Michael LaitmanPergunta: Durante um dos programas, ao falar sobre o sistema de ensino superior, você enfatizou que é muito importante para um indivíduo participar de vários cursos pessoalmente e escolher aquele que ele sinta mais próximo de si.

Digamos que no curso de formação integral nós formemos grupos com base nas propriedades internas das pessoas. Nós devemos proporcionar-lhes a oportunidade de visitar outros grupos e encontrar o que realmente lhes convém? Ou, inversamente, devemos definir uma condição desde o início que seja melhor para ele estudar precisamente num determinado grupo e não em outro?

Resposta: Eu acho que a composição de grupos físicos para estudos presenciais deve ser fixa. Mas, claro, também é possível haver casos especiais quando uma pessoa muda de um grupo para outro.

Mas eu duvido que a transição para um grupo diferente seja fácil para uma pessoa que já aderiu e está interagindo com um grupo onde os estudos são combinados com a prática, discussões e exercícios de interações. Ela não seria capaz de fazer isso até começar (o qual levará certo período de tempo) a entender a integralidade, e a interação correta e fácil com os outros, independente de seu nível de percepção, seja ele emocional ou intelectual.

Eu acho que a fase inicial, que dá à pessoa a liberdade de seu próprio eu através da influência do grupo, deve ser rigorosamente fixa.

Da “Discussão sobre Educação Integral”, 13/12//11

Os Elementos Da Formação Do Grupo

Dr. Michael LaitmanPergunta: Durante um dos programas anteriores, você mencionou que é melhor começar um curso sobre educação integral com a história do desenvolvimento do egoísmo e só depois introduzir os cursos sobre percepção da realidade e psicologia. Do seu ponto de vista, em que ordem essas disciplinas devem ser adicionadas?

Resposta: Eu acho que isso também depende das pessoas que se inscreverem. Devemos organizar esses grupos por tipos. Afinal, uma massa de pessoas tem suas próprias leis: um indivíduo influencia o outro. Às vezes, uma pessoa entre cinquenta poderia facilmente quebrar todo o nosso sistema com suas observações e desviar todos para uma direção completamente diferente, seja com o niilismo, o fanatismo, ou qualquer outra coisa.

Isto é, inicialmente, devemos formar grupos de pessoas, considerando quem elas são, sua visão geral do mundo, a compreensão da vida e a filosofia. Elas poderiam ser simples pessoas comuns, donas de casa, engenheiros e técnicos, cientistas ou pessoas das artes.

É por isso que os grupos precisam ser organizados de acordo com a composição das pessoas e sua percepção inicial do mundo, embora essa percepção seja imposta, evocada e acumulada nas pessoas através de relações distorcidas em sua ocupação, sociedade, e assim por diante. Mas precisamos levar isso em conta, porque é o material que temos para trabalhar. Nossa tarefa é levá-las a um denominador comum já que, em última análise, esperamos que todas essas pessoas estejam conectadas através de uma base comum de conhecimentos, sentimentos e compreensão.

No final, teremos vários protótipos de grupo, que precisamos para ter um tipo de forma comum através do processo de estudos. E cada um desses grupos terá o seu próprio caminho para esse denominador comum.

Naturalmente, alguns grupos perceberão o material de estudo de forma mais emocional, enquanto outros de forma mais árida, científica e técnica. Alguns grupos vão percebê-lo no nível do seu desenvolvimento egoísta, sem transcender sua referência atual (embora de forma alguma eu queira dizer para diminuir essa parte da humanidade), enquanto outros grupos se esforçarão exatamente para análise, obtenção e realização deste processo ao máximo, tanto em si mesmos e nos outros.

Ou seja, o conjunto de disciplinas deve ser praticamente o mesmo para todos os grupos, mas em grupos diferentes cada disciplina precisa ser desenvolvida com uma profundidade variável. Os cursos precisam seguir um ao outro, com exceção do curso sobre o desenvolvimento do egoísmo, que continuará durante todo o estudo, até o seu fim e permanecerá com a pessoa após a conclusão dos estudos.

Depois que a pessoa é “liberada” para a vida, ela não vai parar de trabalhar com as informações que recebeu, o que significa que é como se ela ainda continuasse o nosso curso. Estes cursos são praticamente infinitos, porque temos que chegar a uma união completa com a natureza. O trabalho da pessoa em si mesma não se restringe a um segmento definido de tempo, onde ela apenas passa nos exames e pronto. Ela está realizando exames a cada minuto de sua vida, tentando encontrar o ponto de equilíbrio consigo mesma, seu ambiente e natureza, onde ela sente um completo conforto.

Nós precisamos ajudar continuamente a pessoa e acompanhá-la toda a sua vida através da mídia, da educação por meio de sistemas virtuais, televisão e rádio.

É por isso que não eu não posso nomear a sequência exata na qual organizar os cursos e em que medida cada um deles deve ser sujeito à elaboração ou truncamento, por exemplo, um curso sobre psicologia ou sobre a mecânica de desenvolvimento egoísta. Deve haver apenas um resultado: uma forma comum em cada grupo que inicialmente seja composto de pessoas que são mais ou menos semelhantes em seu nível social, desenvolvimento e atitude para com o mundo em que se encontram.

Naturalmente, mesmo dentro dessa comunhão elas ainda vão se diferenciar com base no nível de sua participação no processo integral de unificação e apoio mútuo. Existem grupos menores que participam num pequeno nível egoísta e, consequentemente, pequeno nível emocional e mental de desenvolvimento. Há grupos mais avançados. Então, não podemos excluir a existência de tais grupos que poderiam ser considerados não só pelo seu nível de egoísmo, mas também por sua sensibilidade e inteligência.

Nós temos um monte de trabalho de estatística e de diagnóstico à nossa frente na análise e síntese de todos os grupos. Em si mesmo, este é um desafio psicológico muito interessante. Eu acredito que um dia este grande campo será incluído na ciência da concórdia integral da humanidade.

Da “Discussão sobre Educação Integral”, 13/12/11

Promessa Silenciosa

Dr. Michael LaitmanA fim de entender alguma coisa, a pessoa deve começar do início ou do fim – do início da criação ou do seu objetivo final. Afinal, o que está no meio pertence ao nosso trabalho, a livre escolha. Ao analisar o início e o fim, nós temos que entender o que nós temos que fazer no meio.

A diferença entre o início e o fim do caminho está em adquirir a intenção de doar. Somente isso muda na realidade. Alterando a intenção, nós alcançamos nossa diferença em relação ao Criador e a corrigimos. Portanto, fica claro que nossa tarefa está apenas em atingir esta intenção correta.

Toda ação consiste em pensamento, ação e fala. Pensamento é o plano que antecede tudo, que inicialmente inclui o resultado da ação. No meio, entre o plano e a execução, há o discurso, ou seja, o discernimento.

A fim de tornar o discernimento adequado, deve haver concentração. É por isso que os Cabalistas têm o costume de ficar em silêncio, que também é feito neste mundo. Quando uma pessoa está prestes a atravessar um evento importante e quer entender como fazê-lo, ela se concentra nele, exigindo silêncio e tentando se fechar para não ser incomodado por conversas externas. Ela se prepara intensamente para realizar a ação corretamente.

É por isso que eu quero passar o fim de semana em silêncio, no silêncio, e pensar em como podemos alcançar a ação correta. Em vez de falar, vamos fazer discernimentos em silêncio.

Da preparação para a Lição Diária de Cabalá 10/01/12

Medicina: Um Negócio Rentável

Dr. Michael LaitmanPergunta : A imunização contra várias doenças é uma das sensacionais conquistas da medicina. Ela têm salvo muitas vidas humanas, mas as ondas de acusações surgem constantemente à imunização de crianças e adultos. Por que as coisas que já foram provaram atraem objeções como estas?

Resposta : Ao mesmo tempo as pessoas não confiavam em medicamentos e vacinas e agora elas não confiam nos médicos. Afinal, hoje em dia, os médicos se dedicam ao dinheiro, não à saúde.

A medicina se transformou num negócio e a maioria dos medicamentos são produzidos com o objetivo de dar lucro, não curar. É claro que o nosso mundo é egoísta, mas nesta área, as pessoas são especialmente suscetíveis.

A vida é a coisa mais preciosa que existe para a pessoa comum. Mas, ela não pode confiar isso nas mãos de um médico, porque o médico não pensa em sua saúde, mas no dinheiro. A medicina se transformou num grande negócio.

Como é possível que uma pessoa seja curada de acordo com sua capacidade financeira? Afinal, os corpos são iguais, mas não, o médico examina habilmente a espessura da carteira do paciente e calorosamente sugere a ele o que ele silencia em outros casos. Tudo está podre no mundo atual, e a medicina não é exceção.

Da 4a parte da Lição Diária de Cabalá 03/01/12, “A Liberdade”

Lições Sobre Um Novo Mundo: Conectar Todo O Conhecimento Em Um

Dr. Michael LaitmanPergunta: Onde nós podemos encontrar especialistas que irão conectar diferentes assuntos em conjunto, tais como psicologia, sociologia, e assim por diante? Nós podemos convidar um psicólogo que vai falar sobre seu assunto, mas onde podemos encontrar pessoas que conseguirão ver todo o quadro e serão capazes de conectar todos os temas juntos?

Resposta: Eu acho que um aluno que estude esses assuntos simultneamente vai começar a conectá-los em um só. No entanto, é claro, deve haver um outro assunto que conecte tudo em um, especialmente através da discussão.

Eu acho que nós podemos adaptar os artigos do Baal HaSulam, omitindo tudo que tenha a ver com a Cabalá ou religião, de modo que tenhamos uma grande quantidade de material que conecte tudo num único quadro. Ele conteria tal poder interior que permitisse que a pessoa aplicasse todos os conhecimentos adquiridos anteriormente.

A mesma coisa acontece quando eu uso todo o conhecimento que adquiri anteriormente, embora eu estudasse sem saber nada sobre a Cabalá. Agora, usando as ferramentas dadas pelo Baal HaSulam, eu vejo os mesmos princípios na eletrônica, física, química e medicina. Isso me permite conectar todas estas ciências juntas. Eu acho que nós podemos conseguir isso simplificando nossos materiais.

É claro que se um capítulo de um livro sobre educação integral é dedicado a história, é preciso duas pessoas para trabalhar nele: um historiador, um especialista neste assunto, e um Cabalista, alguém que possa ver toda a imagem. Todos os materiais de estudo e os programas devem vir de nós.

Mesmo um curso de fisiologia e psicologia devem ser estudados na estrutura estabelecida por nós, porque ninguém precisa estudar o esqueleto humano simplesmente por conhecimento. Nós devemos extrair apenas o conhecimento básico, geral dessas ciências.

De “Lições Sobre um Novo Mundo” 01/12/11

O Dinheiro Flui Para A Crise Européia

Dr. Michael LaitmanNas notícias: “Os bancos europeus tomaram emprestado dinheiro suficiente do Banco Central Europeu na sua primeira oferta em três anos para refinanciar quase dois terços da dívida que têm, com vencimento no próximo ano, em meio à preocupação de que os mercados continuarão congelados.

“Os 523 credores da área do euro tomaram um recorde de 489 bilhões de euros (638 bilhões de dólares) do banco central de Frankfurt, em 1134 empréstimos diários… Isso equivale a 63% da dívida dos bancos europeus com vencimento em 2012, segundo analistas da Goldman Sachs. “(Fonte: Bloomberg)

Felix Salmon, colunista da Reuters, cita a análise da Fitch que conclui que “uma solução abrangente para a crise zona do euro é técnica e está politicamente fora de alcance”. (Fonte: Reuters)

O The Wall Street Journal observa que “a demanda inesperadamente pesada dos 523 bancos por empréstimos de três anos destacou a gravidade da crise financeira da Europa, ao mesmo tempo em que trouxe alguma esperança de que a ação pudesse ajudar a resolver isso, ou pelo menos evitar que ela se agrave. Os investidores não parecem convencidos de que os empréstimos melhorem drasticamente as perspectivas dos bancos” (Fonte: The Wall Street Journal).

Meu comentário: A Europa enfrenta uma lenta agonia! Mas isso dá tempo para perceber a necessidade de uma mudança de paradigma através da implementação da educação integral.

A Rede Da Dívida Da Zona Do Euro: Quem Deve A Quem?

Nas Notícias (da BBC News): “O círculo abaixo mostra a dívida externa bruta de alguns dos principais participantes da zona do euro, bem como outras grandes economias do mundo. As setas mostram o quanto de dinheiro é devido por cada país aos bancos em outras nações. As setas apontam do devedor para o credor e são proporcionais ao dinheiro devido a partir do final de junho de 2011. As cores atribuídas a países são um guia para a quantidade de problemas que cada economia possui”.

Clique aqui (em inglês) para ver o gráfico.

Resfriamento Anômalo Está A Caminho

Dr. Michael LaitmanNas notícias (do Rambler.ru): “Meteorologistas de Moscou registraram a anomalia que confirma a teoria do aquecimento global. Mas há uma outra opinião: um grupo de cientistas do Instituto Oceanográfico e da Academia Russa de Ciências prevêem a queda iminente da temperatura no Hemisfério Norte. De acordo com seus cálculos, a “Grande Anomalia de Salinidade (em inglês)”, que irá diminuir a temperatura média e trazer invernos frios nos próximos anos, está a caminho.

“Os gráficos mostram um aquecimento do planeta, o que leva ao derretimento das geleiras e aumenta a descarga dos rios siberianos. Como resultado, uma grande quantidade de água doce tem sido acumulada no Oceano Ártico, que está prestes a começar a derramar pelo Estreito do Canadá e da Groenlândia para o Atlântico Norte. E a Corrente do Golfo, a “garrafa de água quente” da Europa, vem aí. Sua água morna e salgada será coberta por água limpa e fria que não permitirá que o calor saia, o que significa que ela se tornará mais fria na Europa e em todo o Hemisfério Norte.

“Aparentemente, a Terra muda o sistema de controle do clima. O aquecimento está ligado ao mecanismo de água do Ártico, levando à refrigeração. Então, ela se tornará mais quente novamente. Muito possivelmente, isso possa não acontecer em nossa vida”.

Meu comentário: É claro, esses períodos alternados de calor e frio sempre aconteceram no planeta, mas nós podemos minimizá-los por meio do equilíbrio na sociedade e na humanidade, porque as forças mais ocultas e superiores da natureza, que agem nos níveis mais inferiores da natureza (animal, vegetal e inanimado), estão ocultas no nível “humano”.

Não Tenha Vergonha De Si Mesmo

Dr. Michael LaitmanPergunta: A pessoa moderna acumulou uma riqueza com várias limitações: ela foi impedida de expressar seus sentimentos, eles foram banalizados, e assim por diante. É por isso que sua reação normal a algo novo é negativa. Inicialmente, uma batalha dentro da pessoa sempre ocorre, entre um interesse por algo novo e um medo dele. Como nós podemos manter o interesse da pessoa apesar de seu medo e resistência?

Resposta: Quando começarmos a falar de uma pessoa, sua fisiologia, psicologia, sociologia, relações familiares e assim por diante, nós precisaremos fazê-lo objetivamente, de forma abstrata, e não em relação à própria pessoa. Somente depois devemos gradualmente incluir exemplos: aqui está um homem, uma mulher, uma criança; aqui está uma pessoa como ela é, ela reage a si mesma de certa maneira e é composta de certas imagens de percepção, visão e assim por diante. Em outras palavras, nós começamos a falar de algum objeto abstrato e, gradualmente, trazemos esse objeto para a própria pessoa. Acho que desta forma não vamos ter problemas.

A questão é que a pessoa moderna não sabe nada disso. Nós escondemos nossa natureza, temos vergonha de nós mesmos, vergonha diante dos outros, temos medo de mostrar qualquer tipo de fraqueza, porque pensamos que os outros poderiam tirar vantagem disso. Eu tenho que mostrar que estou firme como uma parede atrás de minhas opiniões imutáveis, as quais eu realmente não tenho de todo.

Quando nós gradualmente revelamos o que significa o homem, a sociedade e a natureza em sua forma global e geral, pouco a pouco nós nos acostumamos com o fato de que somos da maneira como somos criados: não sou eu, e tudo em mim funciona independentemente de mim.

Então, o que exatamente é esse “eu”? O “eu” é só aquele que pode pesquisar o que é criado nele pela natureza.

Como médicos que não têm vergonha na frente uns dos outros ou de seus pacientes, ou psicólogos que podem expressar os seus próprios sentimentos, e os de outras pessoas, sem constrangimento, entendendo que tudo isso é uma realidade objetiva, nós, também, somos da maneira que somos. Da mesma forma, nós também precisamos levar a pessoa a tal estado.

Tudo precisa ser baseado precisamente no fato de que a próxima etapa do nosso desenvolvimento é a integração completa de todos em tudo, quando todas as partes da natureza são incorporadas na pessoa, a pessoa dentro delas, e as pessoas umas nas outras, e junto com a natureza nós representamos um todo orgânico.

Nesse caso, não há nada aqui que eu tenha que esconder, me envergonhar, ou tentar ocultar dos outros. Eu devo finalmente chegar a um estado onde, ao contrário, sou obrigado a me revelar totalmente e estar conectado a todos.

É como uma criança que está nos braços de sua mãe: ela não é ninguém, mas concentra toda a atenção da mãe sobre si, e do ponto de vista da natureza, em relação à sua mãe, ela não tem absolutamente nenhuma barreira, fronteira ou tela; pelo contrário, existe uma ligação completa. Nós também, como resultado da nossa educação e criação integral, precisamos alcançar uma conexão no futuro.

É por isso que o nosso fluxo no ensino, experimentando esses cursos, em sua estrutura e interconexão (onde um curso começa e outro termina, ou alguns deles vão em paralelo) precisa ser estruturado precisamente assim: ao longo do eixo do tempo. Os cursos devem se complementar e seguir de forma consecutiva ou sobrepor-se uns aos outros para que as pessoas desenvolvam gradualmente uma atitude correta consigo mesmas, com outros alunos estudando em grupo, e com o mundo inteiro.

Da “Palestra sobre a Educação Integral”, 13/12/11