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A Educação Marcada

Dr. Michael LaitmanA educação moderna “molda” todos de acordo com um modelo fixo. Não podemos nem mesmo chamá-la mais de “educação”, porque nós não descobrimos a criatividade nas pessoas e não as ajudamos a se desenvolver individualmente.

Ser original faz a pessoa parecer “estranha” e o sistema educacional destrói essas “excentricidades”. A criança vem para a escola e recebe um material padrão, um padrão de perguntas, um padrão de problemas… Finalmente, nós recebemos um padrão, a forma marcada, como bolos de lama na caixa de areia, independentemente de suas tendências individuais.

A nossa educação trata de uma pessoa como uma máquina que precisa executar determinadas funções na sociedade e no trabalho. Isso se reflete também na ciência: poucos cientistas se tornam verdadeiros pioneiros. Afinal, uma personalidade única é necessária para isso, uma nova perspectiva, uma nova percepção, como Einstein ou Friedman.

Hoje, existem milhões de cientistas e no passado não havia mais de uma dúzia. A questão é que o cientista de hoje é um “técnico” que realiza uma série de experiências até que se depara com algo novo. Ele não penetra a natureza da criação, não vê como as coisas crescem desde dentro, e não descobre as novas camadas e novas dimensões como resultado de uma visão especial.

Não, ele simplesmente executa experimentos. Ele tenta uma coisa e outra, e, no final, obtém algum resultado. Claro, o pensamento científico é necessário aqui, mas ele não é descoberto no verdadeiro sentido. Estes não são resultados dos esforços intelectuais de uma pessoa interna. Geralmente, eles são apenas sucessos estatisticamente previsíveis de uma rotina de laboratório repetida.

Portanto, nós devemos traçar uma linha clara entre a educação atual das massas e a verdadeira educação que molda o ser humano em nós.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 10/1/12, “A Liberdade”

Ladeira Abaixo

Dr. Michael LaitmanNas notícias (do OkoPlanet.ru): “O FMI e o Banco Mundial são pessimistas: uma nova recessão está à porta.

“Um em cada dez americanos está em auxílio-desemprego. A Casa Branca gastou bilhões para evitar que os bancos quebrassem. O sistema financeiro sobreviveu, mas, privadas de trabalho, as pessoas gastam menos, e o Tesouro recebe menos impostos. Previsões estão cada vez mais sombrias. O risco mais grave é a desaceleração do crescimento econômico, e este é simplesmente impossível se não há empregos.

“A União Europeia entrará em colapso porque está falida. Negócios minimizam a produção. Os países estão tentando se “desligar” dos vizinhos, mesmo que a economia esteja intrinsecamente ligada. Todo mundo tenta sobreviver sozinho, e especialistas financeiros vêem isso como o maior problema”.

Meu comentário: Há dois problemas:

  1. Eles acreditam que o crescimento econômico é um indicador de um bom futuro, isto é, eles não vêem outra maneira, exceto sustentar o sistema pernicioso de crescimento contínuo. Para eles, não importa onde e quanto crescer, pois de outra forma o sistema não vai sobreviver: um mercado maior, maior crescimento, comprar-jogar fora-ganhar-fazê-lo novamente. Mas a realidade impõe um novo requisito: o equilíbrio de todas as pessoas, sistemas e instituições, numa união igualitária, para alcançar a harmonia e cooperação completa. É possível experimentá-lo em parte e receber provas de que este caminho, tudo, vai se acalmar e alcançar a realização, a satisfação.
  2. Acreditar que hoje conseguir sobreviver sozinho significa simplesmente obedecer ao seu egoísmo cego, que, assim, nos leva para o túmulo. Não é só porque é impossível voltar para a economia “natural” em escala nacional, mas porque a natureza nos rodeou com a rede de conexão global, como um pescador pesca com uma rede um cardume de peixes, e não podemos fugir desta rede. É por isso que protecionismo, lutar para sobreviver por conta própria, é o caminho para o confronto e a guerra mundial.

O Fim Do Sonho Americano – Morte Da Democracia

Dr. Michael LaitmanOpinião: (Chris Hedges, na entrevista à televisão canadense): “A democracia americana morreu e apenas ‘uma revolução do povo’ pode restaurar aos EUA os valores democráticos. Uma vez que isso é extremamente improvável, os EUA continuarão a degenerar, e acabarão como um estado corporativo semifascista, provavelmente culminando numa reação de direita sob a forma nazista – como expurgos contra os muçulmanos, imigrantes e outros grupos minoritários. E, claro, haverá mais guerras intermináveis sobre as nações indefesas para impulsionar a indústria de armas e desviar a atenção da podridão interna. Talvez os americanos devam aprender com os egípcios e não vice-versa!”.

Meu comentário: Se olharmos para o nível de desenvolvimento das pessoas, então é claro, a revolução na sua consciência parece impossível, porque elas foram enganadas durante tantos anos. Mas, alguns meses de “educação global e criação no sistema da Arvut” pode tornar isso possível, e vamos começar com as massas aptas a começar a transformação da sociedade, conforme exigido pela nossa evolução.

O Poder Do Silêncio

Dr. Michael LaitmanPergunta: Neste fim de semana nós vamos realizar um “sábado quieto (tranquilo)”. O que deve ser este silêncio?

Resposta: Este costume de ficar em silêncio surgiu de ninguém menos que dos Cabalistas. Ele é usado como exercício em diversas práticas que não se relacionam com o nosso caminho, e geralmente, no campo da psicologia.

Quando uma pessoa quer entender algo novo, se concentrar em algo novo, ela precisa de solidão. Ela pode fugir de todos para algum lugar, o que seria uma solidão física. Ou ela pode encontrar a solidão interior, onde encontra determinado espaço dentro de si e se esconde lá dos olhos dos outros, embora fisicamente esteja cercada por muitas pessoas. Isso se relaciona com todos os níveis da pessoa.

Portanto, nós queremos realizar  um exercício semelhante, uma “promessa silenciosa” onde nos abstenhamos de falar. Há períodos especiais quando as pessoas estudam mais a Torá, se aprofundam no material, observam vários jejuns. Estes métodos puxam a pessoa para fora da ordem habitual, a rotina, e a ajudam a olhar o mundo e a si mesma de forma ligeiramente diferente. Eles lhe permitem concentrar ou focar no interior.

“Um sábado quieto” não significa que ninguém abra a boca. Mas quando nós falarmos, falaremos apenas sobre o estudo e o que ele contém. E nós só falaremos conforme for necessário. Se não houver necessidade, nós pensaremos sobre as mesmas perguntas em vez de falar sobre elas. Afinal, as palavras desnudam a alma da pessoa, revelando os segredos mais íntimos do seu coração. Portanto, a pessoa não deve falar a menos que seja em prol da correção.

É assim que vamos realizar este sábado. Todas as aulas e refeições ocorrerão como de costume, e cada pessoa se limitará o máximo possível, tentando não falar, mas só pensar.

A concentração no pensamento, o foco interno tem um efeito muito maior no mundo do que palavras. Afinal, o pensamento é uma força muito superior à fala. Esta é a maior força na pessoa e, portanto, a mais eficaz no sistema geral da realidade. É exatamente o início da cadeia, “pensamento, fala e ação”.

Portanto, nós esperamos que, reduzindo ao máximo as conversas, subamos para um nível mais elevado, de doação.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 11/11/12,, “A Liberdade”

Quem São Vocês, Autores Do Zohar?

Dr. Michael LaitmanSe nós quisermos entender o que está escrito no Zohar, nós temos que alcançar a equivalência de desejos, de propriedades, entre nós e os autores do livro. Entender significa apreender, compreender, como se diz: “E Adão conheceu Eva, sua mulher”, isto é, o conhecimento é a fusão (Zivug), conexão. Por isso, nós devemos estar nos mesmos pensamentos e desejos que os autores do Zohar; caso contrário, não vamos entender o que está acontecendo.

Mesmo em nosso mundo, se eu quiser entender o que uma pessoa está falando, eu devo subir acima de mim mesmo, tanto quanto possível, e me identificar com ela. Isso se chama entender a outra pessoa. Nós temos que nos vestir nela.

Nós precisamos aprender um pouco sobre as pessoas que escreveram este livro: quais eram seus desejos e intenções, sobre o que elas escreveram, o que elas queriam nos transmitir, por que elas descreveram nesse estilo particular. Afinal, elas vivem dentro do texto.

Baal HaSulam escreve em seu artigo “A Mente Em Ação”, que olhando para a mesa, eu vejo as habilidades do carpinteiro nela e apreendo sua mente. Na verdade, ele usou sua mente em seu trabalho, e estudando a mesa, eu me conecto com a mente do artesão que a criou. Assim, através de um objeto material, a mesa, nós nos conectamos mente com mente. Então, nós já estamos conectados um com o outro através da idéia que surgiu em sua mente e na minha.

A mesma coisa ocorre com O Livro do Zohar. Só que aqui, eu não sei sobre as imagens e propriedades que eles escreveram. Mas se eu quero fundir minha mente com os autores do Zohar, anulo-me diante deles, e entendo porque e para que eles escreveram assim, se eu trato O Livro do Zohar desta forma, eu gradualmente desperto as forças nele conforme o meu desejo de apreender a mente de quem a escreveu. Assim, eu fico conectado a eles, aproximo-me deles, começo a sentir a sua intenção, onde estavam, sobre o que eles pensavam, por que eles escreveram dessa forma, e o que eles viram e sentiram.

Portanto, ler este livro é trabalhar: como se conectar com seu autor através de sua história. Assim, na medida do meu entendimento, a história começa a se abrir para mim, torna-se clara e não o contrário. É por isso que ao ler O Zohar, devemos pensar sobre seus autores, quais eram os seus estados internos e intenções quando eles estavam escrevendo o livro, o que viram e sentiram, transmitindo-nos assim a sua realização nesta forma, e como eu posso alcançar sua mente, a fim de compreendê-los.

Da 2a parte da Lição Diária de Cabalá 09/01/12, O Zohar

Abandone O Fardo De Ontem!

Dr. Michael LaitmanEstá escrito que é preciso começar de novo a cada dia. É como se ontem não tivesse existido, a contagem começa no zero. Isso se aplica a tudo: quem eu sou, o que eu sou, meu propósito, meu objetivo, tudo o que existe e transparece em torno de mim. É como se eu nascesse de novo sem qualquer conhecimento ou compreensão pré-existente. Por que carregar comigo o fardo de ontem? Se eu estava certo ou errado, qual é a diferença? Afinal de contas, aquilo foi ontem, e ontem devem ser apagado.

Mas como nós podemos fazer isso? Através da leitura do Livro do Zohar. O que há de tão especial nisso? Ele pode nos dar o poder de fazer exatamente isso. Diz-se que este poder pode ser usado para o bem e para o mal, e isso depende da pessoa. O Zohar nos confere energia, e a minha “máquina” determina a forma como esta energia é utilizada, para me prejudicar ou beneficiar.

Portanto, nós devemos tomar uma decisão: como nós queremos usar a força que recebemos do Livro do Zohar? Esta força pode se tornar tanto a Luz de retorno, uma boa força, um remédio ou cura, ou o oposto disso, um veneno mortal. Tudo depende da pessoa, ou seja, o que é que ela aspira.

Quando nós nos aproximamos da fonte da vida que nos criou, da qual toda a força vital é gerada, isso é o que chamamos de “vida”. E a “morte” é quando nós nos aproximamos mais do nosso ego e o seguimos. De fato, o ego foi criado propositadamente oposto ao Criador para que pudéssemos ter a liberdade de escolha no meio. Portanto, ao ler O Zohar, o nosso principal esforço deve ser nos manter na direção certa.

Da 2a parte da Lição Diária de Cabalá 09/01/12, O Zohar

A Crise: Convite Para Correção

Dr. Michael LaitmanA crise atual que estamos experimentando em nosso mundo não é uma crise da economia e de toda a nossa vida, mas a revelação da ausência da percepção correta da realidade. Anteriormente, nós percebíamos a realidade completamente quebrada, dividida em partes separadas, entre as quais não há conexão, natureza comum ou força única, e sem qualquer plano, meta ou processo de desenvolvimento. Agora, com a ajuda da crise, nós estamos começando a nos tornar cada vez mais conscientes da conexão entre todas as partes da realidade.

Este é o sinal de uma nova era, uma mudança de paradigma, a percepção de uma nova realidade. Agora estamos descobrindo a realidade como quebrada e separada em nossa consciência: isso é chamado de crise geral. Mas esta não é uma crise de alguma coisa, mas sim a revelação anteriormente inexistente. Antes vivíamos com a percepção de nossa camada de realidade, mas agora uma camada mais interna está sendo revelada, e nós vemos que nada está dando certo e que tudo está realmente quebrado. É verdade que esta é uma crise. Mas esta crise é a revelação de um novo estado e uma oportunidade, um convite para a correção.

A partir daqui nós vemos que só podemos corrigi-la avançando em direção à unificação entre todas as partes da realidade e revelando dentro dessa unificação a lei natural que existe nesse sistema, bem como várias formas de relações e tendências diferentes. Em suma, vamos começar a ver a realidade corretamente.

O que precisamos para isso? Claro, nada em nosso mundo vai nos ajudar agora. Afinal, isso não tem a ver com o desenvolvimento egoísta, mas com a correção do ego, que se revela na forma da crise. Segue-se que nada pode ajudar a humanidade, exceto a Luz que Reforma. É por isso que a sabedoria da Cabalá, o método de correção, se revela. É por isso que nós temos que levar esta Luz para o mundo através de nós. Mesmo que para nós seja a Luz que Reforma, para o resto será a nova e correta estrutura do mundo, de modo que ela deixará de parecer quebrada para nós. Assim se parecerá a nossa.

É por isso que temos de compreender que tudo é determinado por esta abordagem: ver o mundo como um todo e explicar aos outros que ele é um. Mas nós explicamos isso a eles simplesmente a partir de uma perspectiva científica, similar ao modo como os cientistas explicam as coisas. Mas para nós esta união assume um único desejo, que inclui 620 desejos, que nós devemos conectar em um. E nada mais existe, exceto a percepção da pessoa, que deve chegar a um estado onde será capaz de ver toda a realidade como um único organismo.

Da 2a parte da Lição Diária de Cabalá 10/01/12, O Zohar

A Pessoa Não Pode Ser Educada Sem Conexão Com A Luz

Dr. Michael LaitmanPergunta: Por que o sistema de ensino não evoluiu com o mundo em mudança? Por que nós ensinamos as crianças da mesma forma que fazíamos uma centena de anos atrás?

Resposta: Porque, na realidade, a humanidade não mudou. Só que agora ela alcançar a realização do mal, e só com a nossa ajuda.

Muitos críticos censuram apaixonadamente a educação, mas nada acontece. Na verdade, eles simplesmente afirmam que se sentem mal, mas não vêem o motivo real. Isso porque para vê-lo, eles precisam ser capazes de comparar uma com a outra. Aqui, nós precisamos da Luz que Reforma.

Em nosso mundo, nós revelamos apenas o mal, mas não sua relação com o bem. Esta ainda não é a realização do mal; outra coisa é exigida como critério. Sim, eu me sinto mal, mas não consigo detectar a razão, porque para isso nós precisamos atrair a Luz que Reforma.

Como resultado, as pessoas têm falado sobre os problemas da educação há menos 50 anos, e até agora nada foi resolvido. Esta área consome enormes orçamentos e recursos e envolve um grande número de pessoas. Pais sofrem, os professores sofrem, os alunos sofrem e todos são impotentes.

Na verdade, o próprio sistema é bastante conservador e não quer mudar. No entanto, mesmo sabendo que eles precisam de mudanças, ninguém pode realizá-las. Não há nenhum programa de ação moderno, claro e preciso. Em contrapartida, não se exige muito para simplesmente destruir o que existe. Hoje, é claro que é necessário criar uma criança como um ser humano. Para fazer isto, existem muitas técnicas diferentes: parece que estamos quase lá, mas onde estão esses seres humanos?

No final, nós não conseguimos sem a Luz que Reforma. Mas como uma pessoa pode obtê-la sem ter o ponto no coração? Para fazer isso, ela precisa estar conectada com aqueles que o têm. Portanto, só nós podemos trazer um novo método de educação para o mundo. Nada mais vai ajudar; deve haver conexão com a Luz que atua nos desejos.

Da 4ª parte da  Lição Diária da Cabalá  10/01/12, “A Liberdade”

O Barômetro Global Da Felicidade

Dr. Michael LaitmanNas notícias (do iragir.am): “Uma pesquisa global foi realizada pela maior rede mundial independente de pesquisas de opinião, a WIN-Gallup International, em mais de 58 países (52.913 entrevistas), abrangendo a grande maioria da população mundial.

“A conquista da felicidade é auxiliada pela esperança econômica; mas, muitas vezes, a “felicidade” se recusa a ser subjugada pela crise econômica. Assim, 42% dos “tristes” globais, que são tristes com relação às perspectivas econômicas de 2012, dizem que estão em sua totalidade “felizes”. Evidentemente, apesar do desaquecimento econômico, a maioria das nações européias estão na Caixa Feliz. A pesquisa também constata que as nações que estão lutando para subir na escada econômica global produzem um monte de pessoas “infelizes”. Assim, a rede de felicidade na China é quase a metade da média mundial e está em 25%. Em contraste, os espanhóis, que estão economicamente pressionados, têm uma rede de felicidade de 55%. Talvez o sentimento de “ser feliz” seja também um traço cultural!

“De acordo com o Barómetro Global da Felicidade do WIN-Gallup Internacional, 53% das pessoas no mundo dizem que se sentem felizes, enquanto 13% dizem que se sentem “infelizes”. Outras 31% dizem que “não estão nem felizes nem infelizes”, enquanto 3% não responderam.

“A pesquisa global mostra ainda que aqueles que se dizem “sem religião” têm menor felicidade líquida (27%) em comparação com aqueles com crenças religiosas, entre os quais a felicidade líquida é geralmente mais elevada…

“O resultado da rede de felicidade para a América do Norte é de 31%, em comparação aos 50% para a Europa Ocidental como um todo e os espanhóis economicamente deprimidos que, quando se trata de felicidade, pontuam 55%. A África como um grupo pontua 66% na rede de felicidade e a América Latina 63%.

“As pessoas mais felizes vivem em Fiji (89%), seguida pela Nigéria (84%), Holanda (77%) e Suíça (76). Os “infelizes” são da Rússia, República Checa, Turquia, China, Ucrânia, etc.”.

Meu comentário: Obviamente, o ser humano não é uma máquina e toma tudo sob a forma emocional e subjetiva. Sem dúvida, se ele conseguir satisfazer suas necessidades físicas (animais, básicas), ele será capaz de obter felicidade ilimitada a partir de um sentimento de união.

Um Dia Do Juizo Final Engendrado

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (do The New York Times): “Os cientistas há muito se preocupam que um vírus da gripe que tem devastado aves e pássaros selvagens na Ásia possa evoluir a ponto de representar uma ameaça aos seres humanos. Agora, cientistas financiados pelos Institutos Nacionais de Saúde mostraram num laboratório como isso pode acontecer. No processo, eles criaram um vírus que pode matar dezenas ou centenas de milhões de pessoas se fugisse da reclusão ou fosse roubado por terroristas.

“Nós quase sempre apoiamos a pesquisa científica livre e a publicação aberta dos resultados. Neste caso, parece que a pesquisa nunca deveria ter sido iniciada, porque o dano potencial é tão catastrófico e os benefícios potenciais de estudar o vírus tão especulativos.

“Salvo que a comunidade científica e oficiais de saúde possam fornecer justificações mais persuasivas do que aquelas que deram até agora, o novo vírus, que está na Holanda, deve ser destruído. Caso contrário, ele deve ser colocado em alguns laboratórios governamentais com a taxa de reclusão mais alta, conhecida como biossegurança nível 4.

 “No futuro, é imperativo que quaisquer experiências deste tipo sejam rigorosamente analisadas quanto a potenciais perigos – de preferência através de um mecanismo de revisão internacional, mas também por agências financiadas pelos governos – antes de serem realizadas, não depois do facto, como está a acontecer neste caso.

“A pesquisa mais assustadora foi feita por cientistas no Centro Médico Erasmus em Roterdão, que procuraram descobrir quão possível é que um vírus da “gripe das aves”, designada A (H5N1), possa mutar de uma forma que raramente infecta ou se espalha entre humanos numa forma altamente transmissível por tosse ou espirros.

“Trabalhando com furões, o animal que é mais parecido a humanos na resposta à gripe, os pesquisadores encontraram que umas meras cinco mutações genéticas permitiram ao vírus espalhar-se através do ar de um furão para outro mantendo-se letal.

“A equipa de Erasmus acredita que mais de 100 laboratórios e talvez 1000 cientistas pelo mundo precisam saber as mutações exactas pelas quais procurar. Isso espalhará a informação de forma mais alargada. Deve ser suficiente ter alguns dos laboratórios mais sofisticados a fazerem as análises”.

Meu Comentário: Se não começarmos a corrigir imediatamente a nossa natureza, ela irá certamente destruir-nos. Por enquanto, as pessoas reagem a este tipo de notícias com ironia…