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Tisha B’Av, Num Torno Entre Positivo E Negativo

laitman_558Pergunta: Por que Tisha B’Av (9 de Av) é considerado o pior dia do ano?

Resposta: Nós estamos sob a gestão de um sistema de forças que opera em nós e nos influencia – às vezes de uma forma boa e confortável, e às vezes de uma maneira má e desagradável – para nos despertar e tornar possível para nós integrar essas forças corretamente e alcançar a linha média.

Se pudermos equilibrar essas forças, chegamos a um estado de bem absoluto. Isto é possível! O ano inteiro será uma temperatura confortável de 25 graus, e tudo na vida vai ser bom, a respeito de qualquer assunto. A pessoa está pronta para equilibrar todas as forças da natureza quando ela traz tudo ao equilíbrio.

Em Tisha B’Av, as forças de julgamento agem particularmente com forte intensidade. No entanto, em essência, elas não são negativas, mas aspiram a nos despertar para atingir o equilíbrio, equilibrar toda a natureza.

Pergunta: Essas forças são mais fortes do que a pessoa?

Resposta: Certamente, essas forças são mais fortes do que a pessoa. Elas a forçam a realizar o que é exigido dela. As forças da natureza trabalham em nós e nos influenciam para começar a mudar. Nós vemos que bagunça está acontecendo no mundo. O mundo está se afastando e, gradualmente escorregando mais e mais, mas isso nos desperta para a ação.

Especificamente agora, há oportunidades de revelar a sabedoria da Cabalá para todo mundo, e mostrar que ela torna possível organizar nossas vidas, porque tudo está em nossas mãos. Vamos acalmar, olhar para as coisas de forma racional, e todos nós juntos vamos decidir como cabe a nós trazer a nossa vida ao equilíbrio.

As forças de julgamento só nos parecem ruins temporariamente, dependendo de como estamos nos sentindo, mas, basicamente, não há nada melhor do que elas, afinal de contas elas nos empurram à correção.

É possível alcançar o equilíbrio apenas com a ajuda da sabedoria da Cabalá. Nós mesmos não temos o poder para isso. Nós temos que obter um poder adicional, único, desde cima, acima de nossa natureza, o poder de doação, amor e união. Este poder pode equilibrar as forças positivas e negativas, o positivo e o negativo.

Todo o avanço tecnológico é construído sobre isso. Cada motor funciona porque nós sabemos como conectar corretamente o positivo e o negativo para que as forças positivas e negativas o ativem e obriguem a fazer um trabalho útil para nós.

Nós existimos na natureza onde as forças positivas e negativas estão em funcionamento. No entanto, todo o problema é que, no meio, nós não sabemos como usar corretamente o positivo e o negativo, e transformá-los num mecanismo que age na diferença entre os potenciais da melhor maneira para o nosso benefício.

Isso é especificamente o que a sabedoria da Cabalá nos ensina: como usar corretamenteas duas forças opostas que existem na natureza.

Essas forças são chamadas de inclinação ao mal e ao bem, ódio e amor. Não é necessário aniquilar nada! Se nós integrarmos estas duas forças corretamente e as usarmos corretamente, vamos obter resultados maravilhosos.

No entanto, uma vsabedoria é necessária para isso, porque na vida normal, não sabemos como equilibrar positivo e negativo. Nós amos ou odiamos, ao passo que precisamos integrar ambos ao usar as forças internas de uma pessoa, as nossas atitudes, subir acima dessas duas forças, acima do amor e ódio. Então, podemos administrá-las e equilibrar todas as nossas vidas através delas.

Imagine que nós fazemos algo assim numa família, com os filhos, no trabalho, com amigos, mesmo apenas no âmbito do nosso pequeno mundo físico – quão mais felizes nos tornaríamos. Amor e ódio devem existir junto e se equilibrar mutuamente.

Não há nada de supérfluo no mundo. Em vez disso, só é necessário equilibrar essas forças. Isto é o que a sabedoria da Cabalá nos ensina.

Do Programa da Rádio Israelense 103FM, 14/07/15

O Extremismo De Direita Na Europa, Parte 4

laitman_426Europa Parcialmente Unida

O que deve ser feito se a União Europeia não tiver um denominador comum? Algum tipo de base comum que conecta todos é necessária aqui.

Mas os líderes políticos não precederam a união com informação e educação compartilhadas; novos valores não penetraram suas mentes e corações; eles não trouxeram suas ideias à discussão para que as próprias pessoas pensem e considerem como unir da melhor forma.

O próprio conceito de “união” requer esclarecimentos, familiaridade, e poderia haver inclusive a criação de todos os tipos de comissões públicas. São necessários programas de televisão metodológicos; um programa de ensino único para as escolas é necessário. Toda a Europa deve aprender os princípios da conexão e união, e também examinar isso.

Em resumo, um processo educativo completo seria necessário para a Europa antes de forçar o regime da União Europeia no continente. Mas, em vez disso, uma decisão foi aceita e ela “desceu” de cima; certamente ela estava num belo envelope democrático, mas apenas com base em benefícios econômicos. E a economia é instável: hoje é dessa maneira, amanhã de outra maneira… a crise chega e todas as cartas estão embaralhadas.

Além disso, a união sem um programa comum é “aleijada”: ela possibilita lucrar numa coisa em detrimento de outra coisa. Suponha que nós forneçamos segurança, mas percamos na economia, ou forneçamos economia, mas percamos na educação. Na verdade, todas as áreas devem ser equilibradas.

Na Europa, a grande obra de união cultural não foi feita a tempo. Portanto, os alemães permanecem alemães, os franceses continuam franceses, e assim por diante. Assim como no passado não havia conexão verdadeira e calorosa entre eles, hoje ainda não há nenhuma conexão como essa.

Todos os fios que conectam a Europa passam pelos bancos, e isso é chamado de uma “aliança”. Sim, a comunidade financeira está escondida por trás de sua fachada, mas é acompanhada por lutas internas sobre estas ou outras “fatias do bolo”.

Uma estrutura como essa não vai sustentar a sua posição. Ela custa uma grande quantidade de dinheiro e, finalmente, um jogo que prometia um ganho torna-se uma perda.

De KabTV “Uma Nova Vida” 09/09/14

Longo Caminho Para O Templo, Parte 3

laitman_933Nascimento da Metodologia da Conexão

Abraão aprendeu com os Cabalistas que viveram antes dele, começando com Adão, o primeiro homem. Abraão entendeu que o egoísmo humano se expande de geração em geração, tornando-nos assim egoístas ainda maiores; ele nos separa e obriga a explorar o outro.

É por isso que, no final, nós nos aproximamos de um estado em que começamos a usar nosso egoísmo corretamente, ou seja, fazemos esforços para superá-lo.

Ainda assim, nós continuamos egoístas completos, incapazes de subir sobre nossos egos, embora percebamos que o nosso egoísmo é a razão para todos os nossos problemas. Os antigos babilônios sofreram muito com seu egoísmo; a humanidade continua a sofrer com isso hoje. O nosso egoísmo arruína nossa vida.

A descoberta de Abraão o fez reunir um grupo de discípulos que estavam prontos para subir sobre o seu egoísmo que queimava em cada um deles.

Ele encontrou muitas pessoas que reuniu num grupo e que estavam dispostas a subir acima do seu egoísmo, porque não eram egoístas completas como nossos contemporâneos. Seu egoísmo era muito mais fraco do que o nosso. Além disso, elas se lembravam como era boa a sua vida antes de começarem a se odiar, ou seja, antes da construção da Torre de Babel.

Quando os tempos difíceis começaram, não havia mais nada para elas, exceto se dividir e se espalhar pelo mundo. Muitas sentiram que Abraão realmente ofereceu-lhes uma verdadeira solução para o seu problema, então se juntaram a ele, e Abraão começou a ensinar-lhes a metodologia da unidade.

É assim que se originou o grupo que se denominava “Isra-El” (ou seja, “direto ao Criador”). Eles se esforçaram em revelar a força superior que lhes conectava e habitava entre eles. Ao explorar a força superior, eles perceberam como é o mundo em que vivem. A rede que construímos entre nós é de fato a força superior.

Mais tarde, o grupo de Abraão cresceu e formou uma nação com o nome “Israel”. Israel são as pessoas que se esforçam pela unidade e que trabalham na construção da conexão entre elas acima da sua separação.

Elas valorizam o poder da separação, porque ele lhes dá a oportunidade de aplicar mais esforços na busca da unidade, permitindo-lhes assim reconhecer a força da natureza: o sistema da governança superior.

A força da separação e o poder da unidade são duas forças opostas essenciais da natureza, como mais e menos, norte e sul. Um não pode existir sem o outro.

De KabTV “Uma Nova Vida” 05/07/15

Alegria E Tristeza Em Lag B’Omer

laitman_293Comentário: Eu estou um pouco confuso com o conceito de Lag B’Omer. Todas as celebrações, fogueiras, batatas e crianças felizes, mas, ao mesmo tempo, Rabi Shimon bar Yochai morreu. Eu não entendo a conexão.

Resposta: Uma pessoa se encontra neste mundo até que termina sua tarefa, se tiver tempo suficiente para terminá-la. Como está escrito no próprio Livro do Zohar, junto com seus amigos, o Rabi Shimon atingiu todos os 125 níveis para a conclusão da correção da alma (Gmar Tikun), e por isso não ficamos muito triste com sua partida deste mundo. Antes, pelo contrário, isso nos deixa feliz, pois ele era uma pessoa que nos revelou todo o caminho para a correção da alma, e preparou este caminho e as Luzes que vêm e nos corrigem. E assim nós celebramos o dia em que ele terminou o trabalho e partiu.

Se uma pessoa não sabe para que está vivendo, ela chora quando morre e outros morrem. Para os Tzaddikim (justos), todas as suas vidas são para corrigir a sua alma, de modo que eles não têm nenhum problema em passar de um mundo para outro. Uma vez eu dei um exemplo que o Rabash me deu; eu lhe perguntei sobre a morte, e ele disse que, assim como à noite você tira sua camisa e a coloca para lavar, pessoas morrendo é a alma descartando seu invólucro, chamado de corpo, mas a alma permanece. A principal coisa é que a alma veste um novo corpo de cada vez, assim como você veste uma camisa nova a cada dia.

A alma é uma força que se encontra no mesmo volume em que nós existimos. Só que você não sente estas dimensões. Você sente as ondas de rádio e de televisão, todos os tipos de fenômenos como estes? Nem todos os fenômenos você percebe com seus sentidos. Só se você tiver, por exemplo, um rádio, você pode captar as ondas de rádio; você mesmo não as sente.

É o mesmo com os fenômenos espirituais. Você não tem nada para captá-los de modo que não os sente.

A alma é um tipo especial de energia que existe aqui. Se ao estudar Cabalá você se torna como suas propriedades, você vai senti-la; você vai começar a descobrir que há uma alma em você. Enquanto você não faz isso, não a descobre. E se você não a descobre, isso significa que ela não está em você, pois só o que você percebe pode receber um nome ou uma palavra. Por isso, por enquanto, você não tem uma alma.

Do Programa da Rádio Israelense, 12/07/15

Shavuot: O Caminho Para A Vida

Laitman_715Torá, “Levítico”, 23:16-17: Contem cinquenta dias, até um dia depois do sétimo sábado, e então apresentem uma oferta de cereal novo ao Senhor. Onde quer que morarem, tragam de casa dois pães feitos com dois jarros da melhor farinha, cozidos com fermento, como oferta movida dos primeiros frutos ao Senhor.

É assim que começa a história sobre Shavuot (o festival da entrega da Torá).

Cinquenta dias é o nível de Bina. Bina é a característica de doação, o nível mais elevado. Malchut é a característica de recepção, o nível mais baixo. Há sete Sefirot de Zeir Anpin entre Malchut e Bina, que são os níveis intermediários que os separam.

Sete níveis multiplicados pelos sete subníveis em cada um deles são 49 no total, e o nível quinquagésimo é Bina, a característica de doação pura.

Pão (uma nova oferta de cereais) simboliza especificamente a característica de Hassadim (misericórdia). Assim, o pão é o fundamento de todo alimento.

De acordo com os costumes de hoje, Shavuot é um feriado muito simples e modesto porque não temos o Beit HaMikdash (Templo) agora ou a oferta de sacrifícios.

De um ponto de vista espiritual, existe um poderoso potencial interno neste feriado, ainda que, externamente, seja completamente despercebido.

Ele simboliza a recepção do guia para a correção espiritual de uma pessoa, a recepção da Torá.

No entanto, na cadeia espiritual dos festivais, Pessach (o Êxodo) é considerada como mais essencial. Nós nos desprendemos do ego e nos tornamos um povo livre, independente. Como se diz, nós nos tornamos um povo, e a partir desse momento, tudo passou a depender de nós, enquanto Shavuot dá à pessoa o caminho para a vida. Ela recebe um “diploma de graduação”, recebe a Torá, e de agora em diante continua com este guia. No entanto, a partir de agora, existem etapas que ela deve passar.

De KabTV “Segredos do Livro Eterno” 11/06/14

O Extremismo De Direita Na Europa, Parte 3

laitman_547_05Unidade que Semeia Disputa

A característica mais proeminente da extrema direita na Europa é que eles são contra a atual União Europeia. Além disso, cada nação tem seus próprios neonazistas, e eles também não querem se unir.

Isso ocorre porque eles olham para o óbvio fracasso de gestão da União Europeia. Em última análise, as nações mais bem-sucedidas são obrigadas a pagar o fundo geral europeu para as nações menos bem-sucedidas.

E aqui as razões para o sucesso e o fracasso não são importantes; o que importa é o resultado: ninguém quer as atuais políticas em curso, incluindo as nações menores.

Por exemplo, no momento da minha última visita aos países bálticos, as pessoas estavam reclamando do fechamento de fábricas. Elas tinham uma excelente indústria de laticínios, mas para entrar na União Europeia, era necessário destruí-la e passar para produtos importados.

O mesmo se aplica ao poder. Se no passado eles mesmo se abasteciam de eletricidade, agora são totalmente dependentes dos fornecimentos de energia europeus, pelos quais ainda têm que pagar. E estas são apenas duas cláusulas da lista.

Em última análise, os países bálticos foram deixados sem produção industrial e seu padrão de vida diminuiu. Na verdade, eles são membros da União Europeia e sua moeda é o Euro, mas para ganhar este Euro para a sua subsistência eles foram forçados a trabalhar muito mais do que os moradores de outras nações europeias. Portanto, não é de se surpreender, um grande número de pessoas deixou a Europa para ganhar a vida, e a maior parte teve que deixar suas famílias.

Outro exemplo é Portugal, onde eles “fecharam” uma grande indústria pesqueira.

Então, que união é essa se ela é benéfica apenas para algumas nações ricas? A divisão em ramos industriais “corta” domínios operacionais nacionais inteiros aos quais eles foram cultural e tradicionalmente adaptados e que foram historicamente seus ativos. Pessoas ficaram carentes de tudo, e este foi o maior fracasso da liderança.

Como resultado disso, além da xenofobia, a hostilidade e o ódio entre todos os tipos de nações europeias também foram criados.

Por exemplo, toda a Europa considera a Grécia um fardo pesado. Por sua parte, os gregos se perguntam: “O que fizemos para entrar na União Europeia? Anteriormente nós nos dávamos bem, e agora só piora para nós. Por causa de suas leis, nós ficamos mais pobres e somos forçados a pedir uma compensação monetária de vocês. Mas essa ajuda também está ligada à exigências severas; de forma tão essencial nos encontramos na escravidão”.

Os mesmos processos estão sendo organizados em todos os lugares. Aqueles que são ricos e fortes no “estado democrático” Europeu se beneficiam em detrimento de outros.

Continua…

De KabTV “Uma Nova Vida” 09/09/14

Nós Estamos No Mesmo Barco

Dr. Michael LaitmanO barco que Jonas navega está preso numa tempestade. Os marinheiros fazem tudo o que podem para se salvar: jogam ao mar tudo o que não precisam, oram a seu deus, e, claro, começam a olhar para aquele que é responsável pela situação.

No entanto, ao mesmo tempo… Jonas vai dormir como se tudo o que está acontecendo ao seu redor não lhe dissesse respeito.

Só mais tarde, quando ele não tem escolha, é que ele confessa que está fugindo de uma missão que lhe foi dada e pede que os marinheiros o joguem ao mar.

Em outras palavras, Jonas está inclusive pronto para morrer e não cumprir o seu dever.

Mas isso também não ajuda. No mar, um peixe grande o engole, e depois de passar três dias em seu estômago, ele é forçado a concordar em aceitar a missão que lhe foi dada.

É a mesma coisa hoje: o mundo está se tornando uma aldeia global e é como se todos nós estivéssemos flutuando em um barco num mar tempestuoso, e as nações do mundo, os marinheiros, culpam o judeu a bordo, a nação de Israel, por todas as crises, guerras, terror, aflições e desastres no mundo.

Assim como Jonas, nós ainda estamos dormindo. Nós estamos imersos na realidade e orgulho israelense tentando ignorar o fato de que as nações do mundo nos odeiam. Nós fechamos nossos olhos no meio da tempestuosa Primavera Árabe quando o dedo sempre acusar do mundo está apontado para nós, esperando que tudo de alguma forma se acalme por si só.

Nós despertamos por um momento sob o ataque de mísseis e sentimos que éramos uma nação unida, compartilhando a dor dos outros como a nossa. Nós sentimos os fios do nosso amor comum entre nós, do nosso destino comum, mas agora estamos afundando num sonho novamente, e em breve vamos provavelmente sequer lembrar do nosso despertar do último verão.

Ainda assim, toda guerra e cada nova onda de antissemitismo nos mostra cada vez mais claramente que o nosso destino é inevitável, assim como o destino de Jonas, que foi responsável pela tempestade. Se os marinheiros tentaram salvar Jonas, hoje os marinheiros do barco global só esperam o momento certo para nos atirar ao mar. Nós nem vamos precisar pedir-lhes que nos façam esse favor…

5775 Anos Atrás

Dr. Michael LaitmanO primeiro festival na próxima série de feriados de Tishrei é Rosh Hashaná, o Ano Novo judaico. Ele simboliza o início do despertar da espiritualidade; ele surge no mesmo dia em que pela primeira vez na face da Terra os seres humanos foram despertados para um anseio por algo maior, de maior valor, para algo que daria maior valor do que o que os dias da semana dão.

O nome desse indivíduo era Adão. E tal como entendemos, ele se perguntou sobre o significado da vida. Assim, o primeiro dia em que tal desejo excepcional apareceu em Adão e as questões que o acompanhavam, é indicado no calendário judaico como o feriado de Rosh Hashaná. Ao que parece, este é o único evento na história antiga sobre o qual sabemos exatamente quando aconteceu, no dia primeiro de Tishrei (setembro-outubro) 5.775 anos atrás.

Em momentos decisivos da vida, nós também, como Adão, contemplamos algo mais elevado; sobre algo que nos ajudará na prática, e não serão apenas novas garantias de políticos, religiosos ou quaisquer outras promessas.

Foi realmente não há muito tempo que o nosso povo estava precisamente diante de questões deste tipo.

Uma Mensagem Do Passado

Dr. Michael LaitmanOs feriados em Israel são muito mais do que apenas uma tradição; eles estão conectados com o presente muito mais do que pensamos.

Os feriados do povo judeu são uma linha pontilhada do nosso destino, um cardiograma quebrado da batida do nosso coração comum. Neles reside o simbolismo e as informações que podem ser facilmente perdidos nos labirintos impenetráveis ​​da história ou distorcidos além do reconhecimento.

Cada feriado carrega dentro de si uma mensagem, não só sobre o nosso passado, mas também sobre o nosso futuro.

O Segredo Essencial Do Ano Novo Judaico – O Segredo Para Um Bom Ano

laitman_244Juntos, nós já passamos por um ano difícil e através de uma “mudança extrema na atmosfera” entramos num outono de “celebração festiva”. Não basta que as sirenes tenham abrandado e que o tempo de feriados e férias chegaram, como que para intencionalmente possibilitar que façamos uma pausa e tenhamos a capacidade de avaliar com calma o que aconteceu.

Portanto, não vamos perder essa oportunidade. Nós mesmos temos crescido em outros feriados, mas pode ser que isso nos ajude especificamente a levantar um pouco a cobertura tradicional e a perscrutar mais profundamente a essência das coisas. Os feriados atuais nos lembram que a união é a chave para resolver os nossos problemas. Eu espero que todos recebam a sua mensagem e a implementem este ano.

Rav Dr. Michael Laitman.