Textos na Categoria 'Israel'

A Mizva Para Matar Um Terrorista

Laitman_514_02Comentário: O rabino-chefe de Israel, David Baruch Lao, referiu-se à morte de um terrorista como uma Mitzva. Ele também citou a Torá dizendo que: “Você deve preceder o que vem para matá-lo”, e acrescentou que não há necessidade de temer as implicações legais do delito.

Resposta: Eu não sei como ele pode garantir isso uma vez que as leis do Estado nem sempre são as mesmas que as leis da Torá.

Comentário: Além disso, ele acrescentou que se alguém vai à rua com uma faca, ele não deve ser capaz de voltar para sua casa.

Resposta: É claro por que ele saiu com uma faca e que ele não tem outra intenção a não ser matar. Quando os terroristas são capturados e interrogados, eles não escondem as suas intenções e declaram o seu desejo de matar; portanto, se você encontrar uma pessoa, você deve fazer tudo em seu poder para matar o atacante.

Comentário: O rabino-chefe de Israel acredita que essa é a única forma de determos os terroristas.

Resposta: Eu duvido que isso os detenha porque eles recebem um monte de dinheiro para tais atos de terrorismo e, principalmente, porque acreditam que serão recompensados ​​entrando no paraíso, que é a coisa mais importante para eles.

Além disso, as famílias de terroristas colhem grandes benefícios, suas casas são preservadas, eles recebem subvenções e medalhas, e os terroristas recebem funerais impressionantes. No passado, os britânicos costumavam enterrar terroristas mortos envoltos em pele de porco, e, assim, de acordo com o Corão, uma pessoa não pode alcançar o paraíso. Assim, os ataques terroristas imediatamente chegaram ao fim.

Nós também devemos parar os subsídios que damos à Autoridade Palestiniana para que eles não tenham os meios para encorajar os terroristas e suas famílias.

Além disso, devemos destruir suas casas e evacuar as famílias, o que significa que devemos fazer tudo ao nosso alcance para que eles não se acostumem a cometer atos de terror.

Mas a coisa mais importante que devemos fazer é nos unirmos de modo que forças tão positivas chegarão ao nosso mundo que forçarão potenciais terroristas a mudar a si mesmos, suas táticas, e sua atitude em relação a Israel, eles mesmos e a vida.

É assim que podemos influenciá-los da maneira mais rápida, fácil e eficaz. Nós não precisamos de ninguém para fazer isso; nós não pressionamos ninguém e ninguém pode nos culpar de nada. Se fizermos o que depende de nós, não precisamos de mais nada.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 13/03/16

Nova Vida # 549 – A Conexão Entre A Nação De Israel E O Estado De Israel

Nova Vida # 549 – A Conexão Entre A Nação De Israel E O Estado De Israel
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

Abraão reuniu o povo em torno dos atributos de Hesed e do amor ao próximo e percebeu que a localização física deles é na terra de Israel.

A terra física de Israel tem uma raiz espiritual. Em todos os lugares na Terra onde as pessoas se assentam, elas progressivamente assumem a forma do lugar geográfico.

O Estado de Israel não poderia existir em qualquer outro lugar, exceto na terra de Israel.

Nós ainda não somos considerados a nação de Israel. A nação de Israel é um grupo de pessoas que estão unidas como uma só. A nossa vida aqui em Israel nos dá a chance de construir a nós mesmos como a nação de Israel, de construir o amor acima de todas as diferenças entre nós.

Israel deve ser organizado como um corpo que é liderado por homens sábios que levarão todas as pessoas à unidade. Nós viemos para cá no passado como uma fuga dos problemas na Diáspora, um refúgio judaico. Hoje, todos nós juntos temos que nos transformar em uma nação!

O futuro de Israel é um estado em que todos se relacionam com os outros como membros de sua família e todos nós vivemos em harmonia.

De KabTV “Nova Vida # 549 – A Conexão Entre A Nação De Israel E O Estado De Israel,” 09/04/15

Hamã Hoje

laitman_289Pergunta: Quem é Hamã no nosso tempo?

Resposta: Hamã é a força que nos divide e, assim, enfraquece a nação de modo que seja mais fácil nos gerir. No Livro de Ester, Hamã disse ao rei Assuero, “Há certo povo disperso e separado entre os povos em todas as províncias do seu reino …”; eles são fracos porque estão divididos, e, portanto, é mais fácil destruí-los.

Essa é a razão pela qual devemos nos unir acima de todas as nossas diferenças, incluindo todas as partes do país, apesar de tudo o que nos divide, sem quaisquer argumentos a respeito de quem está certo.

A sabedoria da Cabalá está nos direcionando para essa unidade, para a unidade, acima de todas as nossas diferenças, de modo que, como está escrito: “O amor cobre todas as transgressões”, uma vez que este é o único tipo de unidade que pode haver na nação de Israel, que de outra forma permaneceria como uma reunião de exilados, como uma coleção de imigrantes de diferentes países.

Hamã é a força que despedaça a nação judaica. Nós podemos identificá-lo em todas as partes da sociedade, religiosa e secular, nas correntes políticas de esquerda e direita, etc. A Cabalá é o método de união de opostos, acima de todas as rejeições. É o único método que tem a força de correção, a força de Ester e Mardoqueu.

Correção Das Relações Entre Nós

laitman_229O problema do mundo é que a conexão correta entre as pessoas não existe. A conexão correta é um sistema em que todas as partes se encontram em relações mútuas entre si e em harmonia, onde todos estão preocupados com o bem-estar de todo o sistema e ninguém está preocupado com o seu próprio bem-estar. Em uma situação como essa, o sistema é perfeito.

Quando as pessoas atingem uma conexão como essa entre si, elas começam a sentir a natureza e não a si mesmas. A natureza que elas começam a sentir é chamada de “Criador”, porque descobrem a sua mente, programa e propósito.

A partir de Abraão, as pessoas começaram a atingir a harmonia da natureza na conexão entre si; elas descobriram o Criador. Os estudantes de Abraão se comportavam de acordo com as leis gerais do mundo, na medida em que descobriam o Criador. Esse comportamento passou a ser expresso em atividades diárias e na relação com o ambiente, derivado natural e diretamente de suas sensações. As atividades que os membros do grupo de Abraão implementavam, pareciam apenas ações mecânicas para alguém que não pertencia a esse grupo e não sentia a natureza e o sistema de conexão entre as pessoas.

A conexão mútua harmoniosa entre as pessoas é chamada de “amor”, por isso é dito: “Eu criei a inclinação ao mal, Eu criei a Torá como tempero”. A intenção da palavra “Torá” é o poder do Criador, que é projetado para corrigir as relações entre nós, as relações de rejeição mútua egoísta. O envolvimento com a correção da natureza egoísta de uma pessoa é chamado de cumprir a Torá, e aprender a Torá é chamado de aprender as possibilidades de corrigir o ego.

A Mitzvah (mandamento) geral do Criador é a correção do ego ao nível de “e amarás o teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18). Quando uma pessoa executa mecanicamente as atividades associadas sem corrigir a si mesma, seu ego, isso é chamado de manter os costumes. Desde os dias em que o povo de Israel caiu do nível de “e amarás o teu amigo como a ti mesmo” para o nível de “ódio infundado”, eles se encontram em um estado de manutenção dos costumes.

Na sua essência interna, o povo de Israel é um grupo de pessoas que está em Arvut (garantia mútua), ansiando estar “como um homem com um coração”, e cheio de amor mútuo.

Sociedade Israelita

Nas Noticias (pewforum.org): “A sociedade religiosamente dividida de Israel”

“Quase 70 anos após a criação do moderno Estado de Israel, a sua população judaica mantém-se unida por trás da idéia que Israel é uma pátria para o povo judeu e um refúgio necessário do crescente anti-semitismo em todo o mundo. Mas ao lado dessas fontes de unidade, uma nova e importante pesquisa realizada pelo Pew Research Center também encontra divisões profundas na sociedade israelense – não só entre os judeus israelenses e minoria árabe do país, mas também entre os subgrupos religiosos que compõem judeus israelenses….

“Apesar de viverem no mesmo país pequeno e compartilharem muitas tradições, judeus altamente religiosos e seculares habitam mundos sociais em grande parte separados, com, relativamente, poucos amigos próximos e poucos casamentos mistos, fora dos seus próprios grupos. Na verdade, a pesquisa descobriu que os judeus seculares em Israel estão mais desconfortáveis ​​com a noção de que uma criança deles algum dia possa casar-se com um judeu ultra-ortodoxo do que com a perspectiva de seu filho casar-se com uma cristã…. [Leia mais →]

Regozijar-se Em Purim

Laitman_066_03Pergunta: Por que temos que beber muito e nos regozijar em Purim?

Resposta: Quando se diz que temos que beber, comer e ser feliz, as pessoas normalmente não questionamos. No seu conjunto, o que traz prazer ao nosso corpo não levanta questionamentos, mas em Purim isso é elevado ao nível de uma Mitzva (mandamento), o que significa que temos que estar felizes e ficar bêbados “até que a pessoa não saiba”. Isto não é literal, é claro, mas quando dizemos “ficar bêbados e ser felizes”, nos referimos à recepção máxima da Luz de Hassadim (misericórdia), simbolizado por comer, e da Luz de Hochma (sabedoria), simbolizado por beber vinho.

Assim que recebemos essas duas Luzes, a alegria aparece e todos os atributos de uma pessoa participam simultaneamente. Todos os atributos que uma pessoa adquiriu estão incluídos nessa alegria, desde os atributos mais baixos e negativos até os mais sublimes e elevados. Assim, ao usar todas as nossas capacidades nesse estado nós atingimos o Criador.

Na verdade, é nesse estado que o feriado é considerado bem-sucedido. Assim, nós devemos chegar a um estado em que a pessoa realmente perde o controle, “perde a consciência”, até que não pode dizer a diferença entre o bem e o mal, porque todo o mal já foi corrigido e destina-se à bondade.

Isso não significa que ela tem que ficar inconsciente, mas simplesmente chegar a um estado em que percebe que o Criador não criou nada que seja mal. O estado em que todo o mal é corrigido em bondade realmente dá à pessoa a altura da sua realização, a qual é expressada por prazer e alegria. Nesse estado, há um encontro nítido entre os atributos mais baixos e os mais sublimes e eles se apoiam e se justificam mutuamente.

Esse é o fim da correção. Na Cabalá é chamado de estado em que “o amor cobre todas as transgressões”. É quando todos os pecados, o mal, a oposição e o ódio não desaparecem, mas são revelados, e acima deles surge o amor. Por isso, o primeiro mandamento é o mandamento do temor, e acima dele há o segundo mandamento, que é o mandamento do amor. Essa é a única maneira pela qual o contato entre uma pessoa e o Criador é atingido, a compreensão e identificação com Ele e com o que Ele tem feito pela pessoa. Ao mesmo tempo, todas as barreiras desaparecem e tudo se transforma para o bem da unidade.

Comentário: É uma pena que Purim seja apenas um dia …

Resposta: Não, ele é um estado que dura para sempre. Nós podemos alcançá-lo em um dia e, assim, ele continua para sempre, já que a pessoa entende e percebe que tudo foi feito pelo Criador de uma maneira oposta, como se diz: “Eu criei a inclinação ao mal, e criei a Torá como tempero”, a fim de atingir o estado do fim da correção chamado Purim, que significa o nível mais elevado do Criador.

Esse é o estado final, ideal e perfeito. Nós temos que ajudar uns aos outros a ansiar pelo fim da correção e dar o nosso melhor para que todos cheguem a esse estado o mais rapidamente possível. Isso conclui a revelação da sabedoria da Cabalá. É somente de acordo com esse método que podemos chegar a um nível tão elevado entre nós chamado Purim.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 16/03/16

Nova Vida # 533 – Beleza E Mulheres No Livro De Ester

Nova Vida # 533 – Beleza E Mulheres No Livro De Ester
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

O que as personagens femininas no “Livro de Ester” simbolizam? Por que o valor da beleza feminina é enfatizado no livro e onde se encontra a verdadeira beleza?

Resumo

Todos os personagens da Megillah (Livro), e da Bíblia em geral, representam forças encontradas dentro de uma pessoa.

– Vasti é uma rainha egoísta, pensando em seu próprio bem-estar, enquanto Ester pensa no bem-estar de seu povo.

– Como Vasti, todos nós somos egoístas. Cada um atrai as coisas para si mesmo. Hamã veio e nos forçou a se conectar.

– Na natureza selvagem, a fêmea não é tão bonita como o macho. Portanto, uma mulher tem que trabalhar em sua aparência bonita.

– A natureza nos criou dessa maneira porque uma mulher simboliza o desejo natural de uma pessoa, que é o ego e não é bonito.

Toda a história sobre Vasti e Ester mostra o trabalho que uma pessoa deve fazer com seu ego.

-O lado feminino em cada pessoa representa o ego. Ele é feio, apenas para si mesmo, à custa de outros.

-Depende da pessoa se corrigir (se embelezar), escondendo seu ego e o conflito entre as pessoas. Isso é o que Ester fez. Ela disse aos judeus: para serem salvos, vocês devem se reunir, se conectar.

– Ester tinha medo de se aproximar do rei sem um convite. Ela não confia em sua beleza externa. Ela exige uma beleza diferente. A beleza suprema que ela exige vem dos esforços de seu povo em se reunir, se conectar e se amar.

A conexão entre as pessoas cria a beleza suprema. A conexão corrige todos os defeitos que há em todos nós.

De KabTV “Nova Vida # 533 – Beleza E Mulheres No Livro De Ester,” 03/03/15

Os Personagens De Purim: Ester

laitman_959Ester é a força secreta que conecta o rei e os judeus. O rei refere-se ao Criador, de onde se originam a força de Mardoqueu e a força de Ester. Essas duas forças corrigem os judeus para que eles possam se opor a toda a Babilônia em seu estado corrigido.

A primeira vez que os judeus deixaram a Babilônia foi sob a liderança de Abraão, cerca de 1500 anos a.C. Mil anos mais tarde, eles se encontram novamente na Babilônia e, depois, Mardoqueu com a ajuda de Ester os tira de lá. Ester permanece na Babilônia e carrega um filho do rei Assuero, que mais tarde ajuda os judeus a construir o Segundo Templo. Esses fatos históricos são descritos muito bem em nossas fontes.

Ester é um bom exemplo de uma mulher judia que se sacrifica: ela é modesta, calma e inteligente; ela pode prever o futuro e sabiamente aconselha toda a nação. Quando as pessoas fazem o que ela lhes diz, elas se libertam do ego. O nome Ester vem da raiz hebraica de “ocultação”, que também simboliza a força feminina oculta que nós temos que procurar em nossa geração. Ela existe.

Ester é uma figura coletiva da força feminina correta que existe na nação, assim como a força de Mardoqueu. É por essas duas forças que o Criador nos dá, através destes personagens e a forma como eles se vestem nas forças da natureza, que Ele nos controla, nos aproxima a Ele, e nos transforma em uma nação, uma vez que na Babilônia nós éramos meramente um grupo de pessoas. No momento em que nos tornamos uma nação, o Criador nos leva para fora da Babilônia.

Hoje não há nenhuma necessidade de nos tirar de qualquer lugar no sentido corporal, mas apenas no sentido espiritual. A fim de fazer isso, temos que nos unir para que possamos ser uma rede única onde o Criador é revelado e apresentar isso ao mundo inteiro.

Embora não tenhamos as duas forças de Ester e Mardoqueu, elas existem dentro de nós e hoje a organização Bnei Baruch nos revela ambas. A sabedoria da Cabalá já é revelada como um método que Mardoqueu e Ester queriam oferecer à nação em sua época. Só se pudermos nos voltar ao povo que agora se encontra num nível egoísta muito elevado, e se eles nos escutarem, eles serão capazes de se unir e todos nós seremos capazes de sair do exílio espiritual. Então, o céu se abrirá e o Criador será revelado, e as nações do mundo se voltarão para nós e nos levarão à Jerusalém espiritual.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 14/03/16

Os Personagens De Purim: Mardoqueu

Dr. Michael LaitmanPergunta: Entre os heróis do feriado do Purim, quem é Mardoqueu?

Resposta: Mardoqueu é uma pessoa misteriosa, mas não um “azarão”; é uma pessoa iluminada.

Ele é completamente invisível, porque não costuma se destacar. A única pessoa que ele irrita é Hamã que percebe que se os judeus tiverem um líder, não será fácil controlar, subjugar e aniquilá-los.

Pergunta: O que Hamã vê em Mardoqueu? Afinal, Mardoqueu está sentado calmamente no portão.

Resposta: Mardoqueu está realmente sentado calmamente no portão, mas ele está calmo, por enquanto. Assim que Hamã começa a tomar ações sérias, o poder de Mardoqueu, e sua maneira teimosa e firme, é imediatamente revelado, e isso não vai ser bom para Hamã. Já que Mardoqueu não está sentado no portão da cidade, mas no portão do rei, ele incomoda Hamã. Afinal de contas, a fim de se aproximar do rei, ele deve afugentar Mardoqueu de alguma forma.

Mardoqueu representa a força potencial que existe no povo Judeu, que antes lhes permitiu unir e subir acima do egoísmo. Esse poder ainda vive e existe em nós. Ele pode atrair forças positivas adicionais de fora que existem na criação, na natureza. Portanto, Mardoqueu é um perigo para Hamã; é necessário que ele subjugue Mardoqueu. Assim, Hamã surge com vários estratagemas, como quando ele se volta ao rei Assuero, etc.

Há um claro contraste entre os dois personagens. Hamã representa a atitude do ego concordando, afirmando que o egoísmo foi criado para atender à pessoa, para elevá-la, para beneficiá-la, e para seguir em frente. Em outras palavras, é uma abordagem capitalísta saudável da saudável. Mas Mardoqueu diz que o ego nos é dado apenas para que possamos subir e trabalhar acima dele, que, especificamente, elevando-se acima do ego é possível descobrir o mundo superior, o próximo nível, a próxima dimensão, em que a humanidade deve existir.

Portanto, há sérias contradições ideológicas entre Hamã e Mardoqueu. Em última análise, descobre-se que, apesar de Hamã estar certo sobre o ego ser o poder que nos motiva a avançar, é especificamente a característica de Mardoqueu a força que corrige e nos eleva ao nível do Criador, salvando e levando toda a humanidade ao objetivo da criação.

Mesmo que o Livro de Ester conte uma história que aconteceu na antiga Babilônia há 2.500 anos, ele é mais do que nunca aplicável ao nosso tempo, porque nós estamos exatamente na mesma situação hoje. A diferença é que nós já deixamos o exílio, o terrível estado de escuridão, e agora cabe a nós atrair e levar toda a humanidade conosco.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 14/03/16

Os Personagens De Purim: Hamã

laitman_626Pergunta: Quem é Hamã, um dos antagonistas da celebração de Purim?

Resposta: Hamã é uma figura histórica viva, um exemplo espiritual incrível para a humanidade moderna

Comentário: Mas ele era mau.

Resposta: Stalin e Hitler também eram maus. Existem muitas dessas pessoas em nossa história; Hamã supera todas elas. Seu nome pode nomerar absolutamente todos os vilões do mundo. Essa é uma imagem colectiva

Hamã é um cientista, astrólogo e intelectual, que entende as coisas. Ele fez muito pela humanidade e, no final, ele e toda a sua família, seus dez filhos e sua esposa Zeres, suas muitas concubinas, e todos os seus cortesãos, foram condenados à morte.

Tudo o que ele fez foi para despertar os judeus, que foram dispersos em 127 países no antigo reino da Babilônia de Assuero (Xerxes I), de modo que eles não se tranquilizam, mas se rebelam, se unem e retornam à sua terra natal.

É graças aos esforços de Hamã, e às aflições que ele lhes trouxe, que os judeus começaram a se unir. A ameaça de morte obrigou-os a se unir, a se rebelar, para destruir todos os seus inimigos, e, finalmente, voltar à terra de Israel e construir o Segundo Templo.

Não faz diferença se Hamã é um valor positivo ou negativo; ele faz a história avançar. Nossa evolução é principalmente sob a pressão que personages negativos criam, porque as pessoas são teimosas, e as mais teimosas são os judeus. Enormes forças negativas chamadas Faraó, Hamã, amalequitas, etc., se enfurecem dentro de nós, nos empurrando para a felicidade atravé de uma vara que nos bate porque não entendemos nada quando somos bem tratados.

A sabedoria da Cabalá que é revelada em nosso tempo nos mostra como podemos alcançar o objetivo de uma boa forma e como ajudar o mundo inteiro a se desenvolver corretamente e trazê-lo à unidade. A unidade do mundo é nosso objetivo final, a última fase do nosso desenvolvimento. Vamos esperar que sejamos capazes de cumpri-lo sem personagens perversos como os modernos Hamã, Assuero, Hitler, ou os novos Faraós.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 14/03/16